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You Sexy Thing - Hot Chocolate. Darkness And Light- John Legend. Meio digital:. Retomo a idéia da pedagogia da repetência para destacar movimentos que convivem hoje no espaço da escola. La mia storia tra le dita - Gianluca Grignani. El Alem Alah - Amr Diab. Sou Mais Um - Moacyr Franco. Holding On To You. Rio E Canoa. All The Lovers - Kylie Minogue. Entende-se que o ato de aprender é um ato complexo, que envolve o conhecer, o sentir, o amar, o desenvolvimento ético e estético do sujeito. Campinas, SP: Nied-Unicamp, p. Ganhou um coro de milhares de pessoas no Rock in Rio, cantando ao lado da americana Fergie, gravou com o grupo internacional Major Lazer, estrelou campanhas de marcas tradicionais e até ganhou um programa de TV no Multishow. Junto a isso, o Decreto n. CRUZ, D.

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Muito pouco ou nada se discute a esse respeito. E aí o ecletismo surge, o relativismo absoluto cresce e a insegurança profissional aparece.

Nesse campo, por vezes, muda-se apenas a forma da inoperância acadêmica — da dependência absoluta à arrogância sem precedentes. Uma das entrevistadoras apresenta o seguinte registro de campo:.

A coordenadora E. E fala a respeito de metodologias. Nesse conjunto de questões aspectos reducionistas e contraditórios aparecem. Ora se atribui a responsabilidade do sucesso ou fracasso ao aluno, ora ao professor. Isso pode ser visto no depoimento de uma professora de outra escola:. Professora M. Até que eu fui aprender A maioria das pessoas que chega à escola acha que a escola funciona como um trem no trilho que nunca vai extraviar, nunca vai acontecer nada. A gente trabalha em uma linha em uma filosofia muito humana, voltada pra criança.

E justamente por entender o problema social que muitas vezes a gente nem cobra tanto. Igual eu te falei deste menino. Professora L. Muito pouco adianta uma alternativa gerada fora de seu contexto.

AZZI,, p. AZZI, Sandra. O Realismo Crítico e as Ciências Sociais. The Harvester Press, , cap. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, a. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, b. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, c. Juiz de Fora, , b. London, New York, Verso, Cambridge, Polity Press, , p. LASH, Scott. Obras Escolhidas. Lisboa: Editorial Estampa, a. In Morgan, G. Beyond Method: Strategies for Social Research. José Cipolla Neto. Os estudantes com idade acima de 8 anos têm sido enturmados na etapa III.

Todos os estudantes precisam ter suas necessidades de aprendizagem atendidas. Tenho constatado ser ele uma iniciativa inovadora e promissora. O professor é selecionado para nele atuar conforme as necessidades diagnosticadas.

Esse Projeto recebe o estudante assim que surge uma necessidade. Nada fica para depois. Isso parecia indicar que o trabalho continuava sendo desenvolvido de forma igual para todos. No seu conjunto, as ações apresentavam- se de forma vaga e padronizada.

O que aconteceria com eles?

A primeira requer que a escola tenha clareza dos propósitos do Projeto Interventivo. Ele é provisório. Isso significa usar os tempos e espaços escolares de forma dinâmica, em busca das aprendizagens. Definir os objetivos ainda é uma dificuldade: de modo geral, eles se apresentam de maneira padronizada.

Parecem dirigir-se a todos os estudantes. A supervisora, juntamente com as professoras, elaboram e executam com o apoio da diretora. O que se entende por isso? O que caracteriza esse projeto é justamente o fato de ele possibilitar o conhecimento das necessidades de cada criança e de buscar formas de atendê-las o mais rapidamente possível. Porém, podem-se criar versões diferentes para esse procedimento avaliativo.

Enquanto o Projeto Interventivo traça as diretrizes do trabalho, o portfólio demonstra o seu desenvolvimento. Basta examinar os princípios nos quais o portfólio se apóia para perceber que ele orienta o desenrolar das atividades. Quando bem trabalhado, o portfólio ocupa lugar de destaque no processo. Anastasiou e Alves , p. Enquanto o projeto é desenvolvido, o portfólio é construído. Também nele se inserem os nomes de todos os sujeitos envolvidos dos estudantes e dos educadores que nele atuam e os resultados obtidos.

Da mesma forma pode-se trabalhar com o portfólio do Projeto Interventivo: incluindo as produções das crianças que demonstram seu avanço. O portfólio do Projeto Interventivo é o espaço em que se registram: os nomes dos estudantes que apresentam necessidades de aprendizagem, as necessidades de cada um, as atividades desenvolvidas, os resultados obtidos, o tempo em que cada estudante permaneceu no projeto, assim como os aspectos facilitadores e os dificultadores.

Ao lado disso registram-se as reflexões sobre o trabalho desenvolvido. Isso mesmo! Tudo o que o estudante faz merece ser valorizado. Podem fazer parte do portfólio fitas cassete e de vídeo, assim como fotos, sempre acompanhadas de um texto explicativo. Beneficiou quais estudantes? Por quê? Porém, requer o desenvolvimento da habilidade crítica. O portfólio é um meio propício para que isso se dê.

O Projeto Interventivo e o portfólio a ele associado necessitam da parceria, outro princípio norteador das atividades. Easley e Mitchell , p. Esse processo lhes possibilita aprender a tomar decisões sobre sua própria aprendizagem e a estabelecer objetivos para o futuro. A parceria é uma competência a ser desenvolvida na escola, entre professores, entre estes e estudantes e entre os próprios estudantes.

Portfólios construídos por eles podem ser o primeiro passo para que futuramente orientem portfólios de seus estudantes. A parceria contribui para imprimir ao Projeto Interventivo a dinâmica que ele requer. A vivência desse processo desenvolve a autonomia dos professores frente ao trabalho, outro princípio norteador do trabalho com o portfólio.

Com eles tudo deve ser muito bem organizado para que nenhum se perca. Ambos aprendem e avaliam. Perrenoud , p. Nada fica para depois, para um possível balanço. Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. Portfolios matter: what, where, when, why and how to use them. Ontario, Canada: Pembroke Publishers Limited, Dez novas competências para ensinar.

Porto Alegre: ArtMed, Transformative assessment. Brasília, DF: Brasília, O processo avaliativo em uma escola de ensino médio do Distrito Federal. Tese de doutorado. Campinas, SP: Papirus, É da escola também essa luta.

Afinal é direito deles e dever do Estado o oferecimento de um ensino de qualidade para todos. É preciso adotar mecanismos que cumpram essa tarefa de forma transparente, justa e capaz. Daí a responsabilidade de se construir uma escola melhor a cada dia. Na verdade, deste queremos distância, pois ele apenas desconstrói e elimina a possibilidade da escola ser coletivizada dentre os que usufruem e a constroem coletiva e diariamente.

Um novo instrumento vem sendo construído em muitas escolas de diferentes regiões do país, por iniciativa independente e, com sucesso, estabelece uma interessante interface com o Projeto Político Pedagógico da escola. É ele o principal ator, incentivador e promotor de espaços para que aconteçam reflexões e ações no espaço coletivo objetivando a melhoria da escola BETINI, Ora, essa fórmula moderna tem se mostrado ineficaz em muitos campos de trabalho.

Por que seria exitosa justamente na escola, local onde as ações pedem profundo trabalho coletivo? Ignorar famílias e pais é ignorar parte importantíssima da história do estudante que é recebido diariamente na sala de aula. Ignorar a família é desconhecer no estudante que leva para a escola diariamente, em sua forma de portar-se, de vestir, de olhar, de tratar o outro, de estudar, de se relacionar, sua própria família.

Sendo assim, cabe a escola acolher as famílias dos estudantes, oferecendo-lhes o espaço que lhe é de direito. Esse olhar hierarquizado tirou do estudante a possibilidade de optar e apontar suas escolhas.

Essa forma de agir custou caro e teve consequências graves. Voltam-se contra as pessoas que, em princípio, devem estar na escola para defendê-los.

Nesse quadro, ficam muitas perguntas: O que aconteceu de errado? Quem errou? Errou o sistema criando uma escola hierarquizada e excludente? Erraram as famílias por aceitarem que seus filhos fossem excluídos? O que pode ser feito na atualidade? Inicialmente, precisaremos oferecer aos estudantes o que espaço que lhes foi e ainda é negado. As crianças perderam sua fantasia, criatividade e as atividades pareciam uma grande rotina.

Diz o autor trad. Ao redor da escola sempre se encontra material suficiente para tal trabalho. Entretanto, deve-se diferenciar este material, ou melhor, o enfoque dele pelo lado da escola. Mais que isso: pelas forças das crianças, transformar o mundo ao redor.

Vincular o projeto escolar com a vida significa levar em conta a realidade do entorno da escola e os fatos que verdadeiramente possam interessar e tornar a parceria estudante escola prazerosa e eficaz. Para isso é preciso conquistar os jovens para que se aproximem e com confiança possam participar de um novo modelo de escola que os abrigue, respeite, inclua e promova.

Essa é a tarefa imediata se desejamos uma sociedade mais humana, mais justa e mesmo violenta. Nem a escola é redentora dos destinos, nem o estudante passa por ela sem ser influenciado pelo que vive em seu interior. Desses estudos aprendemos muito. No processo de se reconstruir uma escola de qualidade para todos, um grande aliado é o Projeto Político Pedagógico da escola.

Pensando assim, a escola deve levar em conta nos seus projetos pedagógicos, a comunidade a qual pertence, se deseja compreender na totalidade, os processos educativos existentes em seu interior. Para ele:. Consequentemente o desempenho institucional e dos estudantes também é afetado por esse movimento que é interno, mas é, sobretudo, importado do ambiente existente na comunidade.

As avaliações internacionais mostravam nossos péssimos e vexatórios resultados. Isso nos traz ao presente e ao que sabemos atualmente sobre a melhoria das escolas. Sabemos que o desempenho do aluno varia muito entre indivíduos, salas de aula, escolas e, algo menos, entre países. Sabemos que suas experiências na escola com professores e colegas específicos também podem influenciar seu desempenho.

Finalmente, os testes internacionais indicam que as condições sociais e educacionais em diferentes países fazem diferença, embora o desafio ainda seja compreender por que as crianças em certas salas de aula, escolas e países parecem aprender mais durante cada ano escolar do que crianças em outras situações p.

Campinas: Autores Associados. Efeitos do lugar. A miséria do mundo. Petrópolis, RJ: Vozes. Campinas, SP: Millennium Editora. Histórias de aprender e ensinar para mudar o mundo. Paulínia, SP: Instituto Bioma. Os processos avaliativos: entre os pais e a vida escolar dos filhos.

Florianópolis: Insular. A Comuna Escolar. Rio de Janeiro: Record. IPEA, , p. Inclusive a repetência é um dos piores indicadores brasileiros mostrados no relatório. Retomo a idéia da pedagogia da repetência para destacar movimentos que convivem hoje no espaço da escola. IDEB , em Série Documental. De início, recoloco questões que foram levantadas em Sousa, p.

Dentre outros aspectos, observam:.

De Janeiro a Janeiro (part. Nando Reis)

Clarke at all, , p. Freire, , p. Também se observa, através dos depoimentos, que a Secretaria parece ter modificado suas intenções no que se refere ao trabalho com resultados, visto que passou a enviar às diretorias os dados estatísticos p.

Uma das pesquisas citada é a de Gerwitz et. Entretanto, em meio a esses processos, outros também podem ser anunciados ou invisível e silenciosamente tramados, processos que entretecidos ao movimento social hegemônico produzem contra-poderes e neles se produzem. Freitas, , p. Ciclos ou séries? Clarke, M. Campinas: Autores Associados, Washington: National Academy Press, , p.

O censo educacional e o modelo de fluxo: o problema da repetência. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. Série Preal Documentos, A Pedagogia da Repetência. Estudos Avançados vol. Estado do Conhecimento n. Petrópolis: Vozes, Efeitos da concorrência sobre atividade dos estabelecimentos escolares. Cadernos de Pesquisa, v. Novas políticas educacionais: críticas e perspectivas.

O sistema proposto tem duas hipóteses fundamentais. Cria também a possibilidade de atendimento diferenciado dos alunos de acordo com o nível de aprendizado obtido. A forma mais freqüente consiste em usar como medida do desempenho da escola a média do desempenho de seus alunos. Outra forma consiste em considerar como medida do desempenho da escola a porcentagem de alunos acima de um ponto. Esta forma pode também gerar distorções.

O resultado desse trabalho pedagógico deve ser registrado em documento a ser entregue às escolas para o seu planejamento pedagógico. Sabe-se que, embora haja vagas para todos, nem todos os alunos permanecem na escola. Muito a abandonam. No entanto, uma boa escola consegue manter a maioria de seus alunos freqüentando as aulas. Obviamente, outras opções podem ser consideradas. A escola 4 tem todos os seus alunos no nível avançado, algo de ocorrência possível, mas quase inexistente.

Apenas indica que todos os alunos da escola têm proficiência em valores acima daquele tomado como ponto de corte definidor do nível avançado. Importante observar que o indicador da escola só cresce quando algum aluno muda de nível. Ou seja, um aumento no desempenho de um aluno que o mantém no mesmo nível, é considerado por esta metodologia um aumento sem impacto pedagógico. A escola 2 pode ser tomada como uma escola de referência.

Qualquer síntese dos resultados dos alunos, inclusive o indicador de desempenho apresentado acima, pode ser olhada sob duas dimensões. A primeira capta o patamar dos resultados dos alunos. Por exemplo, uma escola excelente é aquela que consegue manter todos os seus alunos e colocar a maioria deles nos níveis adequado e avançado. Mas a escola que em um período recente mudou o patamar de desempenho de seus alunos também produziu um resultado digno de nota.

Como dito, um indicador de desempenho pode ser usado como indicador de qualidade de uma escola de duas maneiras: para caracterizar o patamar do indicador de desempenho e o seu progresso.

O progresso ou melhoria da escola é também a média de duas diferenças, a primeira entre os valores do indicador de desempenho para os anos de e e a segunda entre os mesmo valores em e Como a medida do resultado final de uma escola deve considerar, conjuntamente, o patamar e a melhoria, estas duas medidas devem ser colocadas na mesma escala e depois agregadas. Para uma escola com nível baixo espera-se, principalmente, a melhoria de seu nível.

Ou seja, a medida de resultado de uma escola deve ser composta por uma média das medidas de patamar e melhoria. Combinar essas dimensões cria, entretanto, um novo problema.

Aqui se optou por definir o peso 1 para a medida de melhoria para uma escola cujo patamar é igual a 2. No outro extremo, para uma escola de patamar 7 o peso da medida de melhoria é fixado em 0.

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Para isso, pode- se usar o indicador de nível socioeconômico do alunado de cada escola, calculado com os dados disponíveis coletados nas diferentes avaliações conforme metodologia descrita por Alves e Soares Cada escola deve finalmente observada seus indicadores de resultado e de esforço. Isto equivale a tomar o indicador de merecimento como o produto do indicador de resultado pelo de esforço.

O primeiro painel mostra como os alunos matriculados nas diferentes séries avaliadas se dividiram em cada um dos cinco níveis em que seu desempenho foi categorizado.

O segundo painel mostra as medidas do patamar, da melhoria e do resultado de cada escola para os diferentes anos. Observe- se que o valor do patamar em cada ano é igual ao indicador de desempenho da escola naquele ano. O mesmo raciocínio foi utilizado para se obter a medida final da melhoria da escola. Mas o indicador deve impactar principalmente o planejamento pedagógico da escola. Também se pode considerar que uma boa escola mantém os arquivos informativos atualizados.

Isto poderia ser transformado em um indicador que, eventualmente, poderia compor a medida do resultado da escola. Campinas, v. Setting performance standards: Concepts, methods, and perspectives. Washington: Brookings Institution Press, Isso porque o professor tanto pode ter se esforçado pouco e alcançado resultados espetaculares, como pode ter se esforçado muito com alunos cuja aprendizagem teria sido, no entanto, comprometida em anos anteriores.

Como separar as coisas? A tabela a seguir indica o tamanho da amostra em cada cidade. As diferentes versões possuíam, no entanto, itens comuns, de modo a viabilizar escores equalizados a partir da Teoria de Resposta ao Item TRI. Por enquanto, temos os dados que identificam o nível de proficiência média alcançada pelos alunos das diferentes cidades e redes de ensino das escolas GERES. A trajetória ascendente das curvas revela o crescimento da aprendizagem dos alunos ao longo das cinco ondas da pesquisa para cada um dos estratos redes de ensino , de acordo com a escala GERES de proficiência.

Disponível em. Acessado em fevereiro de Revista Iberoamericana de Evaluación Educativa Online 1 1 , , pp. CURI, Edda Tese de Doutorado. Acessado em janeiro de Recife, julho de P On Equality of Educational Opportunity. New York. Vintage Books. Porto Alegre: Artes Médicas. Caxambu, setembro de Belo Horizonte, julho de Tabela 1. Tabela 2.

Projeto Geres. Especial ,2 ,9 ,9 ,5 ,8. Privada ,1 ,2 ,1 ,7 ,9 Leitura Estadual 98,6 ,9 ,6 ,6 ,5. Municipal ,1 ,7 ,6 ,8 ,5.

Especial ,1 ,3 ,0 ,0 ,6. Proficiência na escala Geres de Leitura dos alunos participantes das 5 ondas. Por estrato. Fonte: INEP. Saeb Primeiros Resultados. Redes sociais, comunidades virtuais, docência online, aprendizagem em rede, hackers, tecnologias digitais, cibercultura, Web 2. Para instigar o debate, o autor apresenta os diversos conceitos de redes, chegando às redes sociais virtuais, e apresenta as principais redes abertas utilizadas atualmente.

Boa viagem! É o tempo da travessia. Fernando Pessoa. É diferente, é multiverso. É preciso ousar e fazer a travessia.

Travessia invisível ou do invisível ou ainda se invisível ou com o invisível. A travessia invisível pode estar acontecendo em todos os lugares, com qualquer pessoa e em qualquer ambiente: presencial ou virtual. A ousadia de fazer acontecer o impossível. Ousar atravessar, transpassar, pospassar, compassar, despassar, passar, pas, ar.

Esse processo pode ser denominado de plasticidade. As relações humanas se constituem em redes sociais. É uma falsa alternativa que nos faz dizer: ou imitamos, ou somos. O que é real é o próprio devir. A diferença aproxima o sujeito do outro e de si mesmo pela singularidade. Deleuze Ibid.. Também em nosso organismo, em nosso cérebro. E todo esse processo, em devir, é plasticidade!

De acordo com Lombroso :. Uma série de achados críticos mostrou que o aprendizado necessita de alterações morfológicas em pontos especializados dos contatos neuronais, as sinapses. Ela é feita de virtualidades, acontecimentos, singularidades. As redes hoje têm recebido enfoques diversos, mas muito semelhantes. Redes podem ser sociais, de significado, de aprendizagem, comerciais etc. Todas indicam conexões, links que integram, ligam temas, assuntos, olhares, idéias, conceitos, políticas — enfim, grupos de pessoas que possuem algo em comum.

A busca é por redes que se formam dentro de redes, que cedem aos apelos do consumo de novidades. Os navegantes da web sabem o quanto as novidades atraem os cibernautas.

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Entretanto, estes autores elaboraram seis princípios Ibid. O segundo princípio, da heterogeneidade, aponta o rizoma em sua singularidade, sem hierarquias. Segundo Ferreira , p. Tal princípio nos esclarece que um rizoma pode ser rompido, quebrado e pode ser retomado em outro ponto ou linha da rede.

Os mapas informam os percursos, e se diferem dos decalques, um tipo invertido de princípio, em que se fixam as marcas, os estereótipos, algo que é dado no mapa construído. Mais importante que os desenhos ou mapas é o que os rizomas provocam, que devires acontecem com os corpos nos movimentos do rizoma. Sua plasticidade as torna flexíveis ao ponto de se transformarem e se transgredirem em acordo com as alterações provocadas em seus elos, em seus pontos.

Mas as redes podem apresentar rigidez, pouca flexibilidade. Nesse sentido, a diferença aparece como destaque, como qualidade que faz com que os sujeitos se aproximem ou se afastem, que se integrem à rede ou refutem-na. Porém, é o diverso que deveria realmente mais nos interessar. É o diverso que nos causa interesse, ainda que possa também provocar repulsa e discordância.

Os processos de ensino e aprendizagem contemporâneos contam atualmente com o que pode ser considerado o fenômeno das redes sociais, via web. Para Kolb , que desenvolveu a teoria da aprendizagem experiencial:. KOLB, , p. O adulto integrado equilibra suas necessidades, seus desejos, às possibilidades, sem se deixar levar acriticamente pelas demandas do ambiente.

Em acordo com Buzzato , entenda- se que o letramento digital deve ser também crítico, para além do desenvolvimento de competências leitoras e escritoras digitais, mas devem fundamentalmente envolver leitura consciente de mundo, como ensinou Freire Que adulto queremos? Que rede desejamos? Portanto, o sujeito, a partir da lógica cibercultural, assume-se como histórico, integra as tecnologias em sua vida e utiliza tais recursos para formar e participar de redes de aprendizagem.

Para Pesce , p. Seu cristo é judeu. Seu carro é japonês. Sua democracia, grega. Seu café, brasileiro. Seu feriado, turco. Suas letras, latinas. Só o seu vizinho é estrangeiro. As redes sociais hoje se desdobram em multiplicidades de subjetividades. Tratam-se de avatares, ou re criações do ser em dimensões plurais. No cinema, o filme Avatar , de James Cameron, populariza algumas destas idéias, tocando em temas que pulsam em nossa sociedade.

BLOCH, , p. Avatar, o filme, ficciona ou realiza? Este aspecto é compartilhado por Bauman , ao apontar que o mundo atual é individualizado em excesso. Como eu posso ampliar meu universo, meu contexto, se eu busco somente o semelhante ou o igual, se eu busco a verdade? Talvez este seja um dos grandes desafios para compreender este conceito em Deleuze.

Por isso, um mesmo conceito se apresenta de forma diferente a partir do contexto: rede pode ser a de pesca ou a da web.

Portanto, esperar que os ambientes de aprendizagem sejam iguais e que num mesmo curso devam co-existir formatos similares é desconsiderar a diferença. Maria E. Campinas, vol. Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi.

Jornal O Globo. Segundo caderno. Domingo, 10 de janeiro de , p. Pesquisa em desenvolvimento. Disponível nos Anais do referido congresso. Letramentos multimodais críticos: contornos e possibilidades.

Dezembro de Disponível eplo endereço: www. Fox Film. Luiz Orlandi e Roberto Machado. Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia.

Suely Rolnik. A imanência: uma vida In: Revista Ethica. Rizoma: um método para as redes? Liinc em Revista, v. Rio de Janeiro: Paz e Terra, Experiential Learning: experience as the Source of learning and development.

Notas sobre a experiência e o saber de experiência. LEVY, Pierre. Entrevista ao G1-Leopolgo Godoy. Acessado em dezembro de Deleuze: a pluralidade metafísica. Publicado originalmente em Ciberkiosk, Diferença em si no currículo. In: 28a. Caxambu : ANPEd, Pensar em rede. Rio de Janeiro, Disponível em:. Campinas, n. Cultura, conhecimento, subjetividade. Disponível pelo endereço:. Cartografia sentimental: Transformações contemporâneas do desejo. Aprender com Deleuze. Tomaz Tadeu e Sandra Corazza.

O programa Universidade Aberta do Brasil, o tutor e o professor virtual. Ontem eram copiados, na forma manuscrita ou datilografada, trechos de enciclopédias. Fala-se hoje em redes sociais como se fosse novidade. Se olharmos as variedades de redes propostas por Baran constataremos que a rede social estabelecida na sala de aula que é a mais comum nossa realidade segue o modelo centralizado Figura 1A.

Durante as aulas, entre os alunos ausência de interatividade que permite a aprendizagem. Mas nem por isso, deixa de ser uma rede social.

No recreio, uma mudança. A rede social possivelmente seguiria o modelo descentralizado Figura 1B , sem um nó central e com os alunos se conectando a outros, alguns, é claro, com mais ligações. Portanto, a escola é rede, o tempo todo. E se a escola falha é apesar de ser uma rede social. E devo deixar claro, preliminarmente, o que considero como sendo essas redes sociais virtuais [RSV].

Por que essa necessidade premente? Para Wellman e Berkowitz , de fato nos associamos em redes, mas por meio de comunidades pessoais. Diferentemente disso, Orkut, MySpace e Facebook, para ficar em poucos exemplos, se organizam como espaços com características de redes sociais.

Portanto, ao falar de RSV estarei me referindo a sites como estes. Dentre elas, foi absolutamente inovadora na forma das pessoas se comunicarem. Hoje nos comunicamos mais direta e mais rapidamente do que antes, na velocidade dos bits. A Web 2. Usando as interfaces das Web 2. Pois é exatamente na realidade da Web 2. A cada momento surgem novas redes, como o recente Buzz, da Google. O Orkut, que tem o mesmo nome do seu projetista chefe, foi criado em como rede social com o objetivo de ajudar seus membros a criarem novas amizades e manterem relacionamentos.

Assim, se trata de um grande banco de dados sobre relações de amizade. Lançado também em , o Facebook nasceu com a finalidade de constituir-se em rede para contatos entre estudantes concluintes do High School nos Estados Unidos e aqueles que ingressavam no ensino superior, o que, naquele país implica frequentemente em mudança de cidade. Finalmente em o Facebook se abriu a quem nele quisesse se cadastrar. De maneira semelhante ao Orkut, o Facebook funciona através de perfis e comunidades.

Abre-se uma interessante possibilidade de novas experiências sociais na rede. Cresceu muito logo após seu início, coincidentemente quando eram grandes os rumores de que o acesso ao Friendster seria cobrado.

Com a RSV romper-se-iam barreiras espaço-temporais, criando-se um tempo extra para a aprendizagem. Parece-me muito arriscado querer imputar à RSV tamanha responsabilidade, eu diria. Aparentemente a mesma coisa, ainda que para mim processos distintos.

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A nossa experiência mostra, por exemplo, o receio que muitas escolas têm do uso de blogs pelos alunos. Saem de cena, sem se proclamarem publicamente vencidos, sem terem que reconhecer que os alunos como que venceram. Ou, como coloca de forma simples o autor, redes sociais e tecnológicas subvertem a sala de aula baseada no papel do professor. E, como bem alerta Franco, , p. Estaremos nós, professores, prontos para permitir isso? Resta esperar, sejamos otimistas ou pessimistas. Como bem destacou Castells , é o comportamento que muda a internet.

Linked: a nova ciência dos networks. On Distributed Communications Series. Acesso: 12 Fev. Instituto Claro, BOHN, V. As redes sociais no ensino: ampliando as interações sociais na web.

Acesso em 12 Fev. Acesso em 17 Fev.

UNDER CONSTRUCTION

Uso das redes sociais enriquece processo de aprendizado. Por um novo conceito de comunidade: redes sociais, comunidades pessoais, inteligência coletiva. Interface — Comunic. Theory Into Practice, v. Revista de Informatica Sociala, ano 5, n. Acesso: 26 Jan, The virtual community, Homesteading on the Electronic Frontier. O Aprendiz como um Designer de seu Espaço de Aprendizagem. Teaching in Social and Technological Networks.

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SIM, J. Online Learning: A Student Perspective. In Acesso em 20 Fev. Social structures: a network approach.

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Cambridge: Cambridge University Press, Tecnologias, quais tecnologias? Tecnologias digitais, por exemplo, seria o uso do correio eletrônico ou do Messenger? Ou nos referimos aos ambientes virtuais de aprendizagem? Ou ainda às redes sociais? Neste texto, considero essa diversidade — característica central presente em ambos os termos: tecnologias e comunidades de aprendizagem — como um diferencial muito importante e que precisa ser compreendido pelos docentes. É paradoxal.

O termo se incorpora à linguagem cotidiana e designa, em geral, um aglomerado de pessoas que mantém laços de proximidade física: o mesmo espaço e os mesmos problemas. Comunidade designa um grupo, com lideranças ativas e diferenciados níveis de envolvimento dos demais membros. Mas o conceito de comunidade tem história e, diferenciados sentidos e concepções.

Vejamos algumas. Para Recuero:. Para Tönies, Gemeinschaft comunidade representava o passado, a aldeia, a família, o calor. Seu círculo abrangia família, aldeia e cidade. De acordo com Imbernón,. O processo de mudanças desencadeado na escola-comunidade se reflete diretamente nas salas de aulas. Definem-se novas opções metodológicas em que todos participam. O compartilhamento dos saberes redefine as metodologias.

O desenvolvimento de projetos de escolas que se abriam à comunidade, segundo Moll e Imbernón , ocorreram nos Estados Unidos, na Espanha e em alguns países sul-americanos. Caracterizaram-se como projetos experimentais, financiados por instituições acadêmicas sobretudo nos Estados Unidos ou projetos especiais de organizações internacionais, como a Unesco.

É preciso que a maioria esteja predisposta a desenvolvê-lo para que ele possa ser bem sucedido. Dessa forma, conseguem valorizar o sentido do que aprendem e fazer uso de seus conhecimentos de forma mais concreta e valorizada, ressignificando o que antes eram apenas temas abstratos e distantes, apreendidos pontualmente como exigências escolares.

Sem apelos visuais ou imagens, nessas comunidades trocavam-se textos, informações e construíam-se histórias coletivas. Nos RPGs, os participantes criavam identidades diferenciadas, inspirações para os avatares dos mundos tridimensionais das novas eras, no século A nova sociabilidade em rede era vista como um importante movimento que alteraria significativamente as relações entre as pessoas.

Algumas características, no entanto, permanecem como diversos autores pontuam. O primeiro requisito da comunidade virtual é ser um grupo de pessoas que estabelecem, entre si, relações sociais. Palloff e Pratt distinguem as comunidades virtuais das comunidades virtuais de aprendizagem on-line. Como diferenciar uma comunidade virtual de uma comunidade virtual de aprendizagem? Em termos operacionais podemos denominar assim para as comunidades que emergem de cursos ou disciplinas realizadas totalmente ou quase exclusivamente no ambiente da Internet, por exemplo.

Em muitos casos ela se solidifica após o encerramento destes. As muitas comunidades que vivenciei, no entanto, me levam a afirmar sobre a intencionalidade dos processos desencadeados nas CVAs. Definem tempos, percursos, apresentam desafios e atividades. Nestes primeiros momentos, as CVAs se comportam mais como redes sociais de aprendizagem, direcionadas para objetivos comuns, postos pelos moderadores.

Isso é bem difícil de conseguir. Todos aprendem com todos. A energia ali concentrada se espraia em muitas direções e se reflete em novas listas e novas comunidades. Interface Botucatu [online]. As comunidades de aprendizagem e o novo papel do professor. Caxambu, MG.

GT: Movimentos Sociais,