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PATRULHA DO SAMBA RODOPIOU BAIXAR


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Se aplicadas, as reformas revolucionariam o país. Ele traçou com o olhar cada linha do seu rosto. França Ele se deu bem com a distinta rainha. Pafinha era a mais querida do cabaré, conhecia e tratava os frequentadores da boate pelo nome. Depois de algumas semanas, ele ousou marcar um encontro.

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Trevor olhou para Emily. Depois de preparar um espresso duplo para si mesma, conduziu Trevor até um reservado nos fundos do restaurante. Emily deslizou pelo assento e bebericou o líquido quente. Trevor encarou Emily, o olhar repleto de remorso. Relutante, Emily assentiu.

Trevor se recostou e balançou a cabeça. Eu preciso aceitar a minha responsabilidade. Eu vi tudo. Vi com os meus próprios olhos e deveria ter dado fim àquilo. Eu poderia ter feito isso. Eu tive uma porcaria de bate-boca com o Gavin porque ele estava vilanizando Dillon.

Achava que era porque estava apaixonado por você. Porra nenhuma! Deixe eu terminar, Emily. Mais uma vez, Emily aquiesceu. Mas o que passou passou. Nem vi o babaca quando fui pegar as minhas coisas, mas, para mim, chega dele e das merdas que ele apronta. Eu deixei que ele fizesse isso comigo.

Imagino que isso tenha alguma. Mas eu Seu olhar se desviou de Trevor e se deteve em um casal que entrava no restaurante. O riso deles ecoou enquanto Fallon os acompanhava até a mesa.

Lutando para manter a compostura, ela encarou Trevor. Emily passou a ponta dos dedos pela ferida que cicatrizava acima da sobrancelha. Mas, quando ele voltar, pretendo conversar com ele a respeito, sim. Ele vai Estou tentando proteger o Gavin. E Deus me livre se ele o machucar de verdade e parar na cadeia. Emily pressionou as têmporas.

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Trevor piscou algumas vezes e ajeitou os óculos no nariz. Essa história toda é uma merda. Só me prometa que vai contar a ele se vocês dois se acertarem. Pôs-se de pé e o olhou fundo nos olhos, a voz trêmula. O que levaria você a dizer uma coisa dessas?

Sentiu um aperto de pânico no peito. Um calafrio a percorreu quando saiu do restaurante. Com os pensamentos em velocidade vertiginosa, Emily vestiu o casaco de qualquer jeito e quase correu em meio ao aglomerado de pessoas que atravancavam a calçada. Estava surda a tudo. Sabia que seis meses a matariam. Antes que se desse conta, entrou no lobby.

E sentiu o ar ser expulso dos pulmões. Sua vista se nublou diante dos cabelos escuros e do porte físico semelhantes ao de Gavin. Ansiando por Gavin, tentou sentir o cheiro do seu perfume antes de ele se virar. Porém, foi brindada por olhos desconhecidos, por um rosto desconhecido, por um sorriso desconhecido.

Incapaz de se mover, de falar ou de pensar, Emily encarou o estranho. Nada saía. Emily pigarreou, balançou a cabeça e foi se afastando. Eu pensei Emily tentou voltar à realidade, demonstrar algum indício de equilíbrio mental enquanto olhava para a mulher. A mulher riu e deu de ombros. Seja boazinha e aperte para esta jovem. Juntando todas as forças, Emily sorriu para o homem, que lhe deu uma piscadela.

Embora agora metade do espaço ali estivesse ocupado ainda era como naquele dia, quando só havia eles dois. A lembrança se foi quando o senhor cutucou-lhe o braço para avisar que haviam chegado. Assentindo em sinal de agradecimento, Emily passou apressada pelos outros ocupantes do elevador e saiu.

A mulher de cabelos escuros ergueu a vista da tela do computador, o sorriso acolhedor e afetuoso. De alguma forma, Emily conseguiu sorrir.

Eu gostaria de falar com Colton Blake. Se quiser, pode se sentar e esperar por ele. A mulher abriu mais um sorriso. Emily sentiu-se mal quando seus olhares se cruzaram. Com a boca ligeiramente aberta, ele olhou dela para o parceiro de negócios. Puxando com nervosismo a bainha da camisa branca do restaurante, aguardou que ele conduzisse o homem até os elevadores. Obrigado, Natalie.

Inquieta, Emily olhou fundo naqueles olhos verdes perscrutadores. Engoliu em seco. Colton ergueu uma das sobrancelhas, um sorriso afetado repuxando o canto da boca. Sem dizer uma palavra, indicou-lhe uma poltrona diante da mesa.

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Depois de tirar o casaco e o cachecol, Emily se sentou, os pensamentos lutando contra um forte desejo de partir. Eu sei disso melhor do que ninguém. Você disse para a Olivia que ele saiu do país. Ele bufou. Emily se recostou, chocada, mas Colton foi em frente: — E como pretende ajeitar as coisas? Estava ocupada demais, curtindo o seu jantar de ensaio. A ironia foi como um tapa na cara. Eu me torturei de uma forma que ninguém jamais vai imaginar.

Por mais que amasse Gavin, recusava-se a se sujeitar às acusações de. Colton de que ela desfrutara de qualquer coisa naquela noite tenebrosa. Eu mal como. Aquilo me matou. Lentamente, voltou a encarar Colton, os olhos verdes desesperados e suplicantes. Só sei que preciso vê-lo. Preciso dizer quanto eu sinto pelo que aconteceu.

Contou algumas notas e deu um sorrisinho. Olhando para as cédulas, Emily fungou e balançou a cabeça. Vou providenciar todo o resto, incluindo o seu hotel.

Emily assentiu. Vestiu o casaco e encarou Colton por um instante. O medo perfurou o estômago dela como uma faca.

Alguma coisa pode ter acontecido com ele. Emily arregalou os olhos e ficou de boca aberta. Com a voz baixa, ele acrescentou: — Perdoe a minha crueza. Em seguida, fitou os olhos de Colton, que continham traços de Gavin.

Colton meneou a cabeça e abriu a porta. Uma perigosa tempestade assaltou seus nervos, aumentando-lhe os batimentos cardíacos. O sol poente caribenho formava sombras baixas sobre o piso de mosaico do pequeno bar a céu aberto. Os tambores de aço tocados na praia zumbiam por seus ouvidos e veranistas terminavam um jogo de vôlei na areia quente. Mulheres com corpos esculturais passavam camadas de óleo de bronzear nos seios com silicone.

Um tanto zonzo, o garotinho deixou escapar uma gargalhada deliciosa. Gavin esboçou um sorriso. Gavin sentiu uma pontada de pesar ao olhar o homem de meia-idade se agachar ao lado da esposa.

Sorrindo, ele abraçou a amada e a beijou. Com uma clareza atiçada pela adrenalina, Gavin se visualizou abraçado a Emily. Gavin ergueu a vista e notou que um dos rapazes que trabalhava no hotel se aproximava com outro bourbon. Colocando a bebida diante de Gavin, Miguel ergueu e abaixou as sobrancelhas e, com a cabeça, indicou uma mulher sentada sozinha no bar. Cruzando as pernas por baixo de um vestido de seda curto e leve, a mulher abriu um sorriso reservado e bebericou a piña colada.

Em sinal de agradecimento, Gavin se limitou a fazer um meneio de cabeça. Ofereça a próxima rodada para ela por minha conta. Recostando-se, ele passou o braço por cima da cadeira que se encontrava ao seu lado. Blake — respondeu ele, o olhar entusiasmado. Gavin deixou escapar uma risadinha. Sorrindo, Miguel jogou um pano de prato no ombro.

Gavin girou o copo, fazendo tilintar o gelo da bebida. Deu um sorriso cansado para Miguel e respondeu, atormentado por imagens de Emily : — É verdade. O dinheiro traz muita felicidade, Miguel. Miguel deu um largo sorriso e se virou, deixando Gavin com seus demônios. Seu olhar se dirigiu à mulher que lhe enviara o drinque. Ela até que era bonita. Na altura dos ombros, os cabelos vermelhos cheios e ondulados caíam sobre as alças do vestido leve.

Observou-a deslizar graciosamente do banquinho do bar. Com os olhos grudados nos dela, Gavin engoliu em seco, escutando saltos fazerem toquetoque no deque. No meio do caminho, a mulher se deteve. Inclinou a cabeça e examinou o rosto dele como se perguntasse se haveria problema em sentar-se junto. Com um relutante aceno de cabeça, ele indicou o assento à sua frente. Puxando uma cadeira, colocou o drinque e a bolsa na mesa e a brisa morna soprou seus cabelos por cima do rosto. Cruzou as pernas e bebericou o drinque congelado.

Inclinou-se sutilmente sobre a mesa. Gavin se recostou e balançou a cabeça. Tudo bem. Gavin virou o resto do drinque, depôs o copo e deu um peteleco nele com o dedo médio.

Descansou os cotovelos sobre a mesa, deu um sorriso afetado e uniu as pontas dos dedos debaixo do queixo. Estou intrigado, Srta? Gosto quando um homem me acha intrigante. Longe disso. Três: eu nunca disse que você parecia ser. Inclinando a cabeça, Gavin observou sério enquanto ela corria as unhas vermelho-sangue da sola do pé até a panturrilha.

Acomodando-se outra vez na cadeira, enfiou o pé descalço por baixo do corpo e sorriu. Eu mesma estou passando por um período difícil, logo isso beneficiaria a nós dois. Ao que parece, sou um pouco mais velha que você, de maneira que você me deve respeito. Gavin deu um sorrisinho. Sou a Srta. Lay ton, mas pode me chamar de Jessica. Gavin olhou para além de Jessica, como se tivessem atingido um ponto fraco seu. Com o rosto impassível e os olhos grudados nos dela, inclinou a cabeça para o lado.

Seu nome é Jessica, correto? Mostrando-se ligeiramente desorientada pela pergunta e pelo tom de voz, ela assentiu. Entretanto, estou mais do que certo de que posso fodê-la até você perder a consciência, tirando da sua cabeça o recente momento difícil pelo qual passou. Voltou a aquiescer. Quarto: se você quiser trepar, a gente trepa. Minha casa fica a dois minutos daqui, a pé. Jessica Lay ton, agora é com você.

Queria aquela felicidade. Queria aquela lata-velha de merda. Depois de colocar o copo vazio sobre a mesa, passou as pontas dos dedos pelas têmporas de Gavin, descendo-os por sua face e percorrendo a curva do seu queixo. Como se tivessem vontade própria, os pés os conduziram à sua casa. Ainda assim, Jessica o seguiu bem de perto.

Aquilo era algo que ele conhecia bem, lhe era muito familiar. Quase a considerava uma velha amiga. Parando um pouco antes de chegarem à sua casa, Gavin a encarou, a testa franzida. É pegar ou largar. Por um milésimo de segundo, Gavin sentiu o estômago embrulhar. Fora criado para sempre tratar as mulheres com respeito e imaginou o pai enojado com a forma que estava agindo. Ainda assim, o pensamento foi efêmero. Feche-se em si mesmo. Mas só porque eu preciso disso mais do que você imagina.

O perfume de jasmim evocou lembranças que vinha tentando esquecer. Aquilo o balançou, quase fazendo-o perder o equilíbrio. Respirou fundo e voltou a firmar o corpo. Pressionou-a contra a parede, agarrou sua coxa e enroscou suas pernas ao redor da própria cintura. Os quadris de Jessica saltavam a cada estocada dele e ela se agarrou ao seu pescoço, segurando o colarinho da camisa de linho branco entre os punhos cerrados. Ao constatar isso, Gavin enfiou os dedos ainda mais fundo, com mais força.

Vai me comer aqui fora mesmo? Com um sorriso presunçoso, Gavin recuou, deixando-a prostrada contra a parede. Enfiou a chave na porta, destrancou-a e a manteve aberta enquanto esperava que Jessica ajeitasse as roupas. Ao passar por ele, revirou os olhos. Deixando a bolsa cair sobre uma mesa antiga de pés esculpidos no vestíbulo, Jessica contemplou a espaçosa casa de beira de praia.

Gavin atirou o chaveiro em cima da mesa e tirou a camisa. Encostou-se no batente da porta da cozinha e cruzou os braços, olhando-a se despir. Enquanto desafivelava o cinto, veio-lhe à mente um pensamento nítido. O medo devorava o estômago de Emily, que ansiava desesperadamente por Gavin. É isso. Enquanto você estiver fora, vou encontrar um ricaço, deixar o cara louco por mim e aí termino com ele. Emily fitou Olivia, inexpressiva, com a boca aberta. Tentando manter o ritmo da amiga, Emily suspirou e balançou a cabeça.

Ou isso é mais uma coisa que você decidiu, de veneta? Avoada, voo, voar, voando. Você quer saber o que eu decidi de veneta? Olivia inclinou a cabeça, os olhos arregalados. Eu disse que só estava brincando, Em. Vai se arrepender pelo resto da vida. Olivia virou a cabeça bruscamente para ela. Emily balançou a cabeça e observou Olivia desaparecer cabine adentro. Quando as turbinas rugiram, ganhando vida, ela fechou bem os olhos e fincou as unhas no encosto dos assentos de couro creme.

Ela estremeceu. Reprimindo o instinto de sair correndo do jato, Emily retomou o equilíbrio, enxugou o suor que se acumulava na nuca e deu dois passos hesitantes à frente. Tentou respirar fundo pelo nariz enquanto dava mais um passo, as unhas quase furando o couro gelado.

Os olhos percorreram o aposento e pousaram sobre um boné azul dos Yankees pendurado num gancho ao lado do frigobar.

Ficou paralisada por um instante. Permitiu que ele a atirasse no desconhecido que haveria de ser o futuro dos dois. Se é que haveria algum futuro.

Rapidamente, se virou e passou por ela. Deslizando para uma das poltronas, Emily encostou a cabeça na janela. Cruzando os braços, Olivia ergueu uma sobrancelha em sinal de ceticismo. Tudo vai ficar bem. Vai tudo acabar com um monte de bebês numa minivan verde horrorosa com o Sr. Gavin Gostoso Blake. O rosto de Gavin passou como um lampejo por seus pensamentos, fazendo-a sentir um misto de ansiedade e esperança enquanto o jato se deslocava.

Ela calculou que o voo de Nova York a Play a del Carmen duraria quatro horas e quinze minutos. Com um suspiro, observou os gigantes de aço da cidade desaparecerem por baixo de uma manta de nuvens. Angustiada, rezou para que o que estava fazendo de fato mudasse sua vida. Dessa vez, para melhor Dessa vez, lutando pelo homem que o destino escolhera para ela Depois de passar uma hora na fila da alfândega, Emily atravessou o aeroporto cheio com a mala preta de rodinhas.

Foi serpenteando em meio aos mais variados turistas, de todas as etnias possíveis, mais nervosa a cada passo. Apenas torcia para que, quando partisse, tivesse Gavin a seu lado. Ao emergir do prédio abarrotado, ela estreitou os olhos diante do sol. Aproximando-se, ela sorriu e mostrou-lhe o passaporte. Ele abriu a porta para ela. Emily entrou, agradecida pelo ar-condicionado. É, sim. Depois de fechar a porta, o homem colocou os pertences dela na mala, contornou o veículo e se acomodou ao volante.

Ajustando o espelho levemente, olhou o reflexo dela ao lhe dirigir a palavra. Nossa cidade é linda. Meu nome é Javier. Vou dar para a senhorita um bom tour no caminho até o hotel. Assentindo, Javier se afastou do meio-fio e sorriu, os olhos castanhos brilhando no reflexo. Aonde quiser ir. Eu a levarei ao seu destino em um instante. A ansiedade foi apertando seu peito. Ela se remexeu, inquieta. Com um nervosismo extremo, Emily teve dificuldade em se concentrar enquanto a limusine dobrava numa rua deserta e estreita ladeada por algumas mansões.

Abriu a porta antes que Javier tivesse a oportunidade de saltar da limusine. Desceu e tentou absorver aquela estrutura monumental.

Antes que se desse conta, começou a se dirigir até a casa. Antes de a porta se escancarar, vislumbres dos olhos azuis de Gavin penetraram os pensamentos de Emily. Uma mulher alta e magra sorriu para ela, com cabelos negros presos num coque apertado, usando um uniforme de empregada.

Se fue a beber a Akumal. Emily balançou a cabeça. Emily se virou e fez sinal para Javier, que esperava na estrada de acesso com a bagagem. Acho que o Sr. Pode traduzir para mim?

Emily esperou com toda a paciência possível enquanto conversavam. Ao término, a mulher fez um aceno de cabeça antes de fechar a porta. Javier olhou para Emily. Talvez vinte minutos. Emily observou Javier correr até o carro. Depois de colocar a bagagem de volta no porta-malas, ele abriu a porta da limusine.

Ainda de pé na varanda, Emily hesitou. Precisavam de privacidade para discutir tudo. Embora a dor da espera para vê-lo latejasse em seu peito, Emily decidiu que se instalaria em seu quarto de hotel e que voltaria à noite.

Assim, aproximou-se de Javier para lhe avisar de seus planos. Ao tentar inspirar, ele voltou à vida com um batimento falho quando Gavin saltou do veículo, sorridente. Seu sorriso desapareceu imediatamente. Emily pôde ler a pergunta em seus olhos e teve certeza de que ia desmaiar. Gavin girou o ombro, afastando-a. A loura platinada estonteante estalou o chiclete na boca. Isso, sim, é dupla personalidade.

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O que foi? Olhando fundo naqueles olhos azuis confusos, ela agarrou a porta para firmar o corpo. O rosto lindo de Emily quase tirou o fôlego de Gavin. Os cabelos sedosos chicoteavam à sua volta na brisa morna, cabelos criados para fazer cócegas no rosto dele enquanto fizessem amor. O peito se contraiu de amor, mas a raiva fervia sob a pele. Um sorriso desdenhoso se formou em sua boca. Nunca achei que o Dillon fosse do tipo que concedesse à mulher um casamento aberto.

Você sabe disso. Eu liguei. Deixei recados. De repente, as palavras saíram numa enxurrada: — Eu deixei o Dillon naquela noite e fui à sua cobertura. O Colton ligou e deixou recados com a sua empregada. O Trevor, a Olivia, todos nós. Eu precisava dizer quanto te amo, Gavin. Quanto preciso de você na minha vida. Subitamente, ergueu a cabeça e olhou para o motorista. Javier assentiu. Lutando para manter o ritmo, os saltos de Emily batiam freneticamente no pavimento.

Ela fitou as duas mulheres. A loura assentiu e ajeitou a camiseta rosa sem manga. Ele suspirou fundo, puxou Emily até a lateral do carro e atirou a mala no banco traseiro. Abrindo a porta do carona, olhou para Emily. Entre — insistiu ele, dando a volta no carro. A loura inclinou a cabeça para o lado. Ele olhou para o motorista, que parecia estar igualmente confuso. Javier fez sinal para que as duas mulheres se aproximassem.

Tenham um ótimo dia, senhoritas — replicou Gavin, olhando fixamente para Emily por cima do teto do carro. Com um displicente dar de ombros, desconsiderou por completo o arquejo emitido por uma delas. Dobrando-se à sua vontade, Emily fechou a boca e se acomodou no banco. Levando-o a sério, elas recuaram para cima da grama e cruzaram os braços, claramente aborrecidas.

Com elas fora do caminho, Gavin pisou no acelerador e o elegante Jaguar saiu de ré pela pista de acesso, cantando pneu. Segurando o câmbio e o volante com força, ele olhou para Emily. Agora, coloque o cinto de segurança. Gavin passou a marcha com brutalidade e partiu. A poeira se elevou, envolvendo o carro. Gavin pegou a autoestrada e a adrenalina correu pelas veias de Emily enquanto ele passava as. Costurou por entre alguns veículos mais lentos e o velocímetro chegou perto dos quilômetros por hora.

Emily ficou tensa e agarrou a alça de segurança que ficava acima de sua cabeça, olhando para Gavin. Agarrou o volante com mais força e pisou de novo no acelerador, dessa vez com mais violência.

Você perdeu a cabeça? Gavin girou o volante rapidamente para a direita e a traseira do carro derrapou até parar, com um guincho, no acostamento. Arquejantes, eles se entreolharam.

E agarraram-se um ao outro. Com um movimento brusco, ele destravou o cinto dela e sentou-a em seu colo. Meu Deus, eu te amo tanto Agarrou a cintura de Emily e deixou escapar um gemido quando ela arqueou as costas de encontro ao seu peito.

Ela gemeu e remexeu os quadris, roçando com força no seu pau, que começava a levantar. Antes que Emily conseguisse recuperar o fôlego, Gavin abriu a porta e desceu do carro, deixando-a ajoelhada no banco do motorista. Ela agarrou o encosto de cabeça e o observou caminhar de um lado para outro da estrada, as.

Com os olhos arregalados, Emily deu um salto quando Gavin atirou uma pedra no vidro traseiro, rachando-o. Sem hesitar, ele jogou outra contra a lanterna traseira. Emily ofegou.

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Sem parar, ela lhe mostrou o dedo médio e continuou andando sem destino. Abrindo os braços, ela deu um passo à frente, o queixo erguido. Eu vim aqui para pedir desculpas. Eu é que estou morta! Joguei todos eles no lixo. Ele se virou de repente e foi para o carro. Aproximando-se lentamente, Emily engoliu em seco, a cabeça ainda mais confusa do que quando havia chegado.

Tentando recuperar o fôlego que ele havia roubado dela, ergueu a cabeça. Respirou fundo e se virou. Vou levar você de volta para o hotel. Emily sentiu-se tonta, como se o sangue tivesse todo afluído para fora da cabeça.

Atordoada, voltou para o carro e se acomodou no banco. Recostou a cabeça e olhou pela janela, sem enxergar nada de fato. E quando voltar para Nova York? O que vai acontecer quando o vir outra vez? Enquanto tons de rosa, roxo e laranja substituíam o sol que desaparecia no horizonte, Gavin saiu do carro e pegou a bagagem de Emily.

Emily saltou e caminhou até Gavin. As palavras fluíram de sua boca, bem baixinho: — Você tem ideia do que é querer tanto uma coisa a ponto de se dispor a. Gavin esquadrinhou seu rosto. Nunca mais. Estava pronta para arriscar tudo, deixar de lado o medo absurdo que eu sentia porque sabia que você e eu valíamos a pena.

A gente se apaixonou em um segundo. Isso ainda me assusta. Você ainda me assusta. Sinto muito, Gavin. Mais uma vez incapaz de resistir ao próprio querer, à própria necessidade, Emily se aproximou e deu um beijo suave e demorado no rosto de Gavin. Fechou os olhos enquanto o calor do corpo dele irradiava até o seu. Ela o ouviu respirar fundo como se quisesse se fortalecer, mas, antes que pudesse abrir os olhos, ele a soltou. Toda a esperança se desvanecera.

Atordoada, ela encarou o mensageiro, que estava à sua espera com a bagagem. Depois de devolver o passaporte a Emily, a jovem de cabelos escuros sorriu para ela. As suítes presidenciais se encontram num prédio separado, mas é possível caminhar até elas. Ou a senhorita pode ligar para o concierge a qualquer hora.

Axe e Pagode

Espero que aproveite a sua estadia. É um prazer. Uma banda de mariachi tocando ao fundo e os risos dos veranistas zumbiram em seus ouvidos. A inveja varou Emily. Era ela que deveria estar ali, mas estragara qualquer chance. Ao chegar ao seu prédio, deslizou a chave do quarto pela porta de vidro, arrastou os pés para dentro do pequeno hall e entrou no elevador. Quando as portas do elevador se abriram, saiu para um corredor que continha seis suítes.

Empurrou a porta e acendeu as luzes. A dor continuou a comprimir tudo à sua volta enquanto atravessava a ampla suíte. Exausta física e mentalmente, agarrou o bambu de uma das quatro colunas da cama king-size. Sentindo-se esvaziada — de mente, corpo e alma —, afundou na cama e pressionou o rosto no travesseiro, chorando.

Ele se fora. No entanto, seu tempo se esgotara. Emily pestanejou antes de abrir os olhos. Virou de lado e bocejou. Os olhos pousaram sobre o relógio da mesa de cabeceira. Olhou à sua volta, para a suíte vazia, com imagens de Gavin flutuando por sua mente. Afundou ainda mais na fossa. Depois de remexer nela, foi até o banheiro. Debaixo do jato quente, decidiu ir embora.

Soltou um suspiro exausto, pegou a toalha e se enrolou nela. Secou os cabelos e vestiu um short jeans e uma camiseta. No corredor, Emily se virou e sentiu as pernas bambearem: Gavin estava deixando o elevador. Quando seus olhares se cruzaram, Emily tentou engolir, mas a garganta estava seca e apertada demais. Respirou, trêmula, esperando-o se aproximar lentamente. Seu perfume masculino, estonteante, a envolveu.

O olhar de Gavin se fixou diretamente em sua boca, a voz suave. Ela entreabriu a boca, tentando desesperadamente se lembrar de como respirar enquanto olhava em seus olhos.

Gavin chegou mais perto. Seu corpo foi feito para se encaixar no meu de todas as formas possíveis. As pontas dos dedos de Gavin percorreram as faces dela com leveza, descendo pela curva do pescoço. Lentamente, um calor serpenteante pegou fogo.

Ele a apertou e o desejo se irradiou por Emily. Trêmula, deixou a cabeça pender, mas Gavin encontrou seu queixo e ergueu-lhe o rosto com cuidado. No segundo em que apareceu na minha casa aquela noite, você selou seu destino. Ela ouviu a porta destrancar. Os mamilos dela enrijeceram. O calor abrasador do seu corpo fez as emoções de Emily transbordarem.

De mais ninguém. Respirando com dificuldade, eles mergulharam um na boca do outro, loucos para se desfrutarem por completo. Gavin escancarou a porta, deixou a mala cair e a empurrou suíte adentro. Arquejante, Emily envolveu seu pescoço, segurando-lhe os cabelos enquanto ele desabotoava o seu short. Sem grande cerimônia, desceu-o pelas coxas com a calcinha.

Remexendo o corpo para se livrar da roupa, Emily afastou a boca e arrancou a camiseta pela cabeça. Sem hesitar, passou aos botões das calças dele. Ela passou a língua por sua boca, vívida, inchada dos beijos dele. Soubera disso na primeira vez que a vira. Estava louco para meter nela, sentir aquela bocetinha doce em volta dele.

Uma necessidade doentia de apagar Dillon da cabeça de Emily para sempre lhe golpeou as vísceras. Naquela noite, sabia que ia remover cada pitada de Dillon. Com os olhos azuis ardentes de posse e respirando com dificuldade, Gavin caiu de joelhos e apoiou as pernas de Emily sobre os próprios ombros.

A umidade escorria, cobrindo-lhe os dedos. Antes que ela conseguisse soltar o arquejo que estava na ponta da língua, Gavin pousou a boca naquela fenda suave. Emily arqueou as costas, os mamilos intumescidos, enquanto ele enfiava a língua para dentro e para fora. O calor dele a envolveu, os dedos cada vez mais fundo, mas ainda lentos. E estava mesmo. Ele gemeu e o som profundo e erótico ressoou de encontro à carne sensível de Emily. Ela se desfez por inteiro. Seu corpo foi sacudido num violento orgasmo.

O corpo convulsionava com as ondas de calor que se formavam em seu baixo ventre. Com o sabor viciante dela ainda na língua, Gavin a ergueu e a carregou até o quarto, a boca grudada na dela.

Enquanto inspirava seu perfume, Gavin a colocou de pé. Hipnotizada, Emily observou-o despir a cueca. Ela mal conseguia respirar. Vou lhe dar tanto prazer que você nunca mais vai pensar em se afastar de mim. Ela agarrou o seu pulso e o fitou com um olhar maroto, chupando o próprio líquido, os dentes raspando a carne dele de leve.

Estou apaixonado, mas tenho que foder você primeiro. Com a outra, ajudou-a a acariciar o pau duro. Ela choramingou, passando a língua pelo queixo dele. Me fode Um calafrio a percorreu enquanto ele agarrava sua coxa e erguia seu joelho sobre a cama.

Ajustando os quadris de encontro à sua bunda, Gavin a inclinou para a frente. Foi descendo os nós dos dedos pela graciosa curva da coluna antes de se deitar sobre as costas dela. Enfiou a língua na orelha de Emily, absorvendo o ofegar dela, enquanto empurrava a cabeça do pau para dentro da fenda encharcada.

A boceta o engoliu no mesmo instante. Emily gritou, os arquejos quase suplicantes. Ele arrastou a pontinha do pau pela parte mais quente dela, empurrou apenas 2 centímetros e tirou outra vez. A necessidade explodiu dentro de Emily, pressionando seu abdômen. Uma gigantesca lufada de ar encheu-lhe os pulmões.

Patrulha Do Samba - Swing De Rua - Ao Vivo (, CD) | Discogs

Meu Deus, Gavin. Por favor. Emily atirou a cabeça de encontro ao peito dele e gemeu. Só sua.

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Agora, me fode! Emily enrijeceu o corpo e conteve um grito, a boceta apertando-o com ainda mais força do que antes. O pau latejava. A carne dela ia incendiando sua pele à medida que ele avançava, abrindo-a por completo. Gavin se atirou para dentro dela mais uma vez, com uma estocada firme depois da outra, mas, ainda assim, precisava ir mais fundo.

Ele a queria acabada, a mente completamente saturada com nada além dele. Colocando a outra perna de Emily sobre a cama, enfiava o pau com força, sem parar.

Emily choramingou, o corpo amolecendo. Gavin marcou o pescoço dela com a boca, a língua faminta lambendo-a. Fale quanto você me ama, Emily. Percebeu que ele temia piscar e ela desaparecer. A culpa a invadiu. Assim, parou de se mexer. Eu nunca machucaria você, Emily. Ela balançou a cabeça, endireitou o corpo e se virou. Emily se afastou, a voz suave: — Gavin, por favor, pare. Confuso, ele recuou. Com a sobrancelha erguida, ele obedeceu.

Os dois sorviam o ar com dificuldade quando ela pressionou o corpo contra o dele. Gavin fechou os olhos com força e agarrou a cintura dela. Quero que olhe para mim enquanto eu faço amor com você. Levou-as até os seios. Gavin os segurou, massageando cada um em separado. Completamente concentrado, Gavin gemeu e se projetou para dentro dela. Só seus. Nenhum outro homem jamais vai me tocar assim. A voz dela tremia enquanto uma dor abrasadora a tomava por inteiro, fazendo cada nervo formigar.

Tateou à sua volta e roçou as unhas por baixo do seu saco. O prazer pegou Gavin em cheio. Agarrou-as com força, fazendo o corpo dela subir e descer sobre o pau. A boceta escorregadia e molhada estava quente, deixando-o mais duro do que nunca.

Você é minha. Sempre foi minha. Eu te amo tanto O corpo dela queimava enquanto agarrava os cabelos dele. O pescoço dele ficou rijo como um arco, os olhos perfurando os dela.

Tudo que eu ouço. Tudo com que sonho. É você, Gavin. Só você. Gavin segurou os cabelos de Emily com tanta força quanto ela agarrava os dele. O som de carne molhada se chocando ecoou pelo quarto no momento do orgasmo. Os sentidos de um e de outro entraram em sintonia, como nunca havia acontecido.

Aos poucos eles foram se acalmando. Profunda e apaixonadamente, lenta e suavemente, ele a beijou. O calor se concentrou fundo em seu ventre enquanto ela gemia. Recostando-se, Gavin a abraçou. Pela primeira vez desde que a conhecera, Gavin se sentia relaxado. À vontade. Emily era, enfim, sua. Gavin percorreu o rosto dela com um dos dedos, os olhos azuis intensos. Estamos melhores. Assentindo, Emily deitou a cabeça outra vez no peito dele e agarrou seus.

Emily ergueu a cabeça, os olhos lânguidos fitando os de Gavin. Mas achei melhor deixar você suar frio um pouco. Com um beicinho, ela bateu no braço dele. Puxando-a para mais perto, Gavin colou a boca na dela. O silêncio preencheu o quarto enquanto Emily percorria a tatuagem de Gavin com o dedo.

Seu toque o levava ao paraíso, embora os próprios pensamentos o atirassem no inferno. A culpa o atingiu e ele decidiu tentar um joguinho. Ver Emily no corredor com a bagagem, pronta para deixar sua vida outra vez, atirara suas intenções pela porra da janela. Ela pestanejou e deitou a cabeça mais uma vez no seu peito.

Gavin levantou o queixo dela, franzindo a testa. Engolindo em seco, Emily assentiu. Aqueles lindos olhos azuis, com cílios espessos e escuros, continham seu futuro. Você achou que eu tinha me casado com o Dillon. Gavin acariciou-lhe os cabelos e respirou fundo.

Ela deixou escapar um suspiro de alívio. Graças a Deus. Sua própria culpa lhe deu um nó no estômago, pois sabia que era o motivo daquilo.

Ele entortou uma das sobrancelhas, incrédulo. Você pode ser perigosa quanto quiser. Ela riu. Gavin iluminou o sorriso de muitos megawatts. Ele deslizou o polegar pela sobrancelha dela e colocou o menu em cima da cama. Laurindo Freitag - Cristo quer andar com você - Pr.

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