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O defeito de Cabby éapenas mais óbvio que o seu. This book is not yet featured on Listopia. Quase 20 minutos, o que era tempo demais. Embora o livro se mostre preliminar e dialogal, ele definitivamente se posiciona teologicamente e, muitas vezes, de forma bastante enérgica. O que você acha? Apresenta sinais de uso e manuseio, possui leves sujidades no corte, sem rasuras ou grifos. Outras ficaram incomodadas com suas excentricidades teológicas. Ele nunca fala da autoridade de Deus, mas diz que Deus se submete a nós cap. Sabe como gosto de você. Sei que eu preciso.

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Tony se viu encurralado pela pergunta de três palavras. Se ele amava Cabby? Nem conhecia direito aquele garoto. Poracaso sabia amar qualquer pessoa? E se nunca soubera, como conseguiria reconhecê-loquando o encontrasse?

O menino esperava, com a cabeça erguida, por uma resposta. De alguma forma, Cabby sabia. Ele baixou os olhos, mas atristeza durou apenas alguns segundos. O menino tornou a erguer acabeça. O que queria dizer aquilo? Ele esperava que fosse verdade.

Eles chegaram à turma para alunos especiais onde Cabby e,portanto, Tony passaria a maior parte do dia. As atividades eram constantes, e Tony ficou impressionado comas habilidades que Cabby dominara apesar de suas limitações. O rapaz havia entendido muito bem que aquilo deveria ser umsegredo dos dois, mas, sempre que podia, procurava um espelho, seaproximava dele e sussurrava: — Tõ-ni? Quantas pessoas, perguntou-se, dedicavam tempoe cuidados a vidas alheias todos os dias?

Apesarde ser um estranho e um prisioneiro naquele mundo, cada.

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Onde ele estivera durante todos aqueles anos? Eu estava escondido,foi a resposta que lhe veio à mente. O tempo passado com aquelas crianças era uma inesperadaalegria misturada com um questionamento sofrido para ele, pois tor-nava óbvias suas falhas como pai.

Durante certo tempo, ele se empen-hara em tentar, chegando até a ler alguns livros sobre paternidade edando o melhor de si, mas depois de Gabriel Qualquerpontada de arrependimento era empurrada de volta para os recôndi-tos da sua alma, onde poderia ser ignorada com mais facilidade. Maggie chegou pontualmente, ainda com seu uniforme do hospit-al. Ao entrar, iluminou o recinto com seu ar de profissionalismo egentileza. Depois de levar Cabby e Tony para casa em seu carro amas-sado, ela se pôs a limpar o frango e improvisar alguns acompan-hamentos, colocando tudo no forno para assar.

O jantar foi comple-mentado com purê de batatas e cenouras cozidas. O processo foi demorado e o cinto especialmente difícil decolocar , mas, quando acabou de se vestir, Cabby voltou correndopara se apresentar a Maggie. Escolheu todas essas roupas sozinho?

Quero anunciar para o mundo inteiro. Igreja, pensou Tony. Naépoca, ele e Jake eram obrigados a ficar sentados em silêncio pelo quepareciam horas, em bancos de madeira semelhantes a instrumentosde tortura.

Apesar do desconforto, eles muitas vezes conseguiam cairno sono, embalados pelo monólogo enfadonho do pastor. Mas uma criança adotada que renegasse sua fé era infinitamentepior.

Maggie e Cabby, no entanto, pareciam empolgados com a per-spectiva de ir à igreja, e Tony ficou curioso.

Talvez as coisas tivessemmudado durante seus anos de afastamento. Olhou-se rapi-damente no espelho, ajustando o vestido e encolhendo de leve a bar-riga. Era um culto de meio de sem-ana, além de ser a noite da juventude, de modo que o lugar estava an-imadíssimo, os mais jovens e os mais velhos compondo uma misturade entusiasmo e religiosidade. Tony ficou impressionado com a var-iedade de idades e raças, os mais abastados ombro a ombro com osmais humildes.

Tudo bemdiferente do que ele se lembrava. No caminho para as salas de aula das crianças, Maggie paravapara conversar com uma ou outra pessoa, evidenciando sua personal-idade magnética e cativante. Estava entretida numa dessas conversas,quando Tony ouviu Cabby sussurrar:. O que foi?

Tony sorriu por dentro. Havia muito tempo que ele tinha parado denotar esse tipo de amor inocente. Achava mesmo que se esquecera desua existência. Cabby, no entanto, parecia um pouco agitado, como se estivessepuxando o braço de Tony.

Você gosta dela?

Cabby queria uma namorada. De alguma forma, aquele rapaz tinha consciên-cia de que havia no mundo uma doçura fora do seu alcance, e estavacompartilhando esse anseio com ele.

Cabby desejava e valorizava aquilo que ele tinha descartadoduas vezes, sem pensar. Sou mesmo um babaca, pensou Tony. Cabby fez que sim com a cabeça, ainda observando o jovem casal.

Chegaram à sala de aula e, en-quanto ela assinava os papéis de entrada para Cabby, Tony escutoudois garotos rirem, um deles falando alto o bastante para ser ouvido: — Olha o retardado!

Cabby também ouviu, e virou-se para encarar os meninos.

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Muito bem! Tony foi pego de surpresa, e antes quepudesse falar qualquer coisa, Cabby virou-se e jogou-se nos braços deMaggie, dando-lhe um abraço apertado. Ele levantou a cabeça e assentiu, abrindo seu sorriso rasgado esincero. Mas, desta vez, sentiu uma brisa atravessar seu corpo. Minha nossa, Espírito Santo, Maggie pensou.

Obrigada e voltesempre! Em seguida, depois de dar outro abraço em Cabby,encaminhou-se para o templo. O encanto infantil e os tonssimples de vermelho, verde e azul vibrantes da alma de Cabby foramsubstituídos por um ambiente mais velho e elaborado, com texturas epadrões mais profundos, de maior complexidade, e um espaço ematuridade mais amplos.

No caminho para o templo, sem se dar conta do ocorrido, Maggiedecidiu ir ao banheiro. Ela parou: de respir-ar, de se mover, de tirar a calcinha, parou tudo durante quase cincosegundos.

Tem um homem aqui! Elas a acalmaram um pouco, ouviramsua história e entraram no banheiro com alguma cautela. Ela as obrigou a olhar uma segunda vez, repetindo que umhomem certamente falara com ela, embora ninguém tivesse ouvidonada.

Nenhuma das mulheres estava disposta a entrar no banheiro. Ex-ceto Maggie. Morrendo de vergonha, ela decidiu voltar e ver com ospróprios olhos. À medida que seu corpo re-laxava, ela se lembrou do que estava fazendo antes do tumulto, e. Mas ninguém nunca tinha visto o Espírito assumir o controle dealguém dessa forma.

Estou possuída! Alguns se ajoelharam, acreditandoque um renascimento acabava de começar. Foi um pandemônio.

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Ela estava muito afl-ita. Tinha ouvido a voz daquele homem — duas vezes.

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Tudo o que Maggie queria àquela altura era mudar-se parajunto de seus parentes distantes no Texas, viver como eremita e mor-rer esquecida pelo mundo. Tony estava ao mesmo tempo horrorizado pelo que havia causadoe divertindo-se muito com aquela inesperada reviravolta. O segundo pico de adrenalina de Maggie odeixara em polvorosa, e ele ainda estava eufórico.

Se a igreja é isto,pensou, preciso voltar mais vezes. Maggie queria morrer. Antes, esperava ter um envolvimentomaior com aquele homem, mas agora tinha arruinado qualqueresperança, esmagando-a com seu corpo no carpete do templo, nafrente de Deus e de todos. Depois, Maggie prosseguiu, cont-ando que tinha voltado ao banheiro e escutando de novo a mesmavoz.

Maggie tentou se lembrar.

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Pare, Maggie! E por que mepedir para parar?

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Foi o que me veio à cabeça. De repente, uma onda deraiva avermelhou seu rosto. É claro que ele só podia dizer isso! Ela assentiu, e Clarence voltou a perguntar, contendo o riso: — Maggie, esse seu demônio tem sobrenome? Ele acabou de me dizer que sabe tudo sobreMolly, Cabby e Sabe como gosto de você. Se você, Molly, ou Lindsay e Cabbyprecisarem de qualquer coisa, é só pedir.

Estava na hora de calar a bocaantes que eles chamassem ajuda profissional. Todos se juntaram ao seu redor, e Maggie deixou que eles a un-gissem com um óleo perfumado da Terra Sagrada. E isso ajudou. Maggie foi inva-dida por uma tranquilidade e por uma certeza de que tudo melhorariade alguma forma, por mais que parecesse impossível naquelemomento.

Maggie arriscou um olhar de desculpas para Clarence, que,com muita elegância, sorriu e abraçou-a. Ela ergueu uma sobrancelha ao notar que aamiga vinha cambaleando por causa do sapato vermelho sem salto. Vooral zijn optreden in Op zoek naar God een paar jaar geleden - waarin hij in gesprek ging met Dennis van der Geest - maakte indruk.

Ik zag meer moois van hem naar aanleiding van zijn roman Eva. En onlangs zag ik hem bij Brian Zahnd met een eveneens mooi en inspirerend verhaal onder dezelfde titel als dit boek. Dat maakte nieuwsgierig naar dit boek je , waarin hij 28 stellingen over God bespreekt. Hij schreef naar eigen zeggen dit keer geen fictie, zodat hi Ik ben best wel fan van W.

Hij schreef naar eigen zeggen dit keer geen fictie, zodat hij niet beticht zou kunnen worden van vaagheid. Hij heeft meerdere keren laten zien veel studie gemaakt te hebben van thema's die ook hierin terugkomen.

Ik verwachtte er dus veel van. En ja, veel is mooi en is stof tot nadenken. Maar tegelijkertijd doemt er een belangrijke vraag op, namelijk: voor wie is dit geschreven?

Dat laatste is natuurlijk niet het idee van dit boek, maar toch is het erg jammer dat Young niet meer tijd heeft besteed aan exegese. De dingen die hij zegt verdienen dat namelijk wel. Hij maakt bijvoorbeeld korte metten met de 'mixed message' die nog steeds in veel kringen klinkt: gered door je geloof, maar nu wel gehoorzaam zijn, want anders Nee, zegt Young, God is goed, Hij houdt van je, Hij vindt jou leuk, en alles wat Hij doet is vanuit liefde en relatie te verklaren.

Daar ben ik het van harte mee eens, maar het boek geeft mij niet veel objectieve houvast hiervoor. Bovendien, Young gaat zo ver in zijn benadering dat hij zichzelf onomwonden universalist noemt kortweg: de overtuiging dat iedereen in de hemel komt. Dat is het enige stuk dat hij onderbouwt met bijbelteksten in een bijlage waarvan het mij niet gelijk duidelijk was hoe hij dat bedoelde, maar dat zal aan mij hebben gelegen maar tegelijkertijd een thema dat veel groter is dan één hoofdstukje in dit boek.

Overigens is het wel prettig dat hij daar duidelijk over is, dat voorkomt Rob Bell-achtige toestanden Door de subjectieve benadering en het ontbreken van bijbelse onderbouwing die m. En daarmee is dus de vraag: wie is geholpen met dit boekje? Niet de zoekers die hun beeld van God willen bijstellen. Ook niet de mensen die zijn boodschap al kennen maar er verdieping bij zoeken. Tenslotte: wat ook niet meehelpt in het leesplezier is de werkelijk abominabele vertaling.

Zelden las ik zulke draken van zinnen als in dit boek. Twee sterren dus. Ik had er meer van verwacht.

O deus de William P. Young | Gavin Ortlund

Als ik naar zijn preken luister, wat ik graag doe is W. Capa, borda, lombada, sem rasgos, íntegras. Miolo de folhas limpas, claras, sem grifos ,sem rasura. Corte reto, limpo, claro.

Capa, lombada e miolo ok! Sem sinais de grifos e anotações. Avalie o livro. Fascinante, envolvente e muito reflexivo. Nos remete a uma viagem dentro de nós mesmos, que nos leva a repensar velhos conceitos e paradigmas. Um livro para ler, reler e recomendar Cadastre-se Ajuda Blog. Listar Livros. A Travessia. Capa ilustrativa. Formato: 16x23cm, pg;. Exibindo todas as publicações encontradas. A Travessia William P.