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Boa tarde, Por favor se puderem me enviar o livro de anatomia humana de Fantinni e o atlas de anatomia Humana de Netter. Primeiro ocorre dor, depois aumento de volume. Maria Da Penha Lima 3 de abril de Desvios de um segmento do esqueleto apendicular:. Quando o traço de fratura atinge as duas corticais, envolvendo toda a estrutura óssea. Tíbia e fíbula. Tem alguns materiais com o nome de um assunto mas o link de outro!! Características radiológicas gerais de um osso. Baixar Desenho Geométrico - Vol.

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Sobre o Autor. Mark Dutton. Quem comprou também comprou. Este eBook pode ser lido em qualquer dispositivo com browser, sem necessidade de fazer o download de qualquer software ou de possuir qualquer tipo de equipamento específico de leitura.

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Subscreva a nossa newsletter semanal e fique a par de todas as nossas novidades e promoções. As complicações devem ser consideradas. Relato do caso Paciente atendido em regime de emergência informando ferimento em tornozelo por caco de vidro. A Figura 7. B Figura 7. A patela é suavemente mobilizada em todos os sentidos.

Contínua com gelo e carga parcial com muletas. A carga é total. O paciente é orientado para subir e descer rampas e escadas. Tem início os exercícios de agachamento e os de equilíbrio no solo com transferência de peso.

Estimula-se o alongamento muscular. Inicia-se a marcha na esteira e a bicicleta é pedalada com carga progressiva. Estimula-se o arremesso de bola com apoio em uma das pernas, assim, como o trote e a corrida. O corpo humano apresenta três segmentos: cabeça, tronco e membros.

O tórax é a parte superior do tronco entre o pescoço e o abdome.

Figura 8. A laringe destina-se exclusivamente à voz cordas vocais e ao sistema respiratório. Cartilagem tireóide, membrana cricotireoídea e a cartilagem cricóide. O diafragma à direita é mais elevado pela presença do fígado.

Ele se orienta para os três lobos. Ele é chamado de espaço ou cavidade pleural. A presença de sangue neste espaço é denominada hemotórax. Neste caso, o paciente se apresenta clinicamente com o gradil costal proeminente ou tórax volumoso tórax em tonel. A musculatura intercostal é inervada por 12 pares de nervos intecostais com origem na coluna dorsal da primeira vértebra T1 à décima segunda T O diafragma é inervado pelo nervo frênico direito e esquerdo proveniente de C3, C4 e C5, sendo que o principal ramo é o de C4.

Veia cava inferior 2. Veia cava superior 3. Artérias pulmonares 4. Veias pulmonares 5. A maior artéria do corpo, possuindo cerca de 2,5cm de diâmetro, em adulto médio. No mediastino, ela recebe três denominações: aorta ascendente, arco da aorta e aorta descendente. Ela conduz o oxigênio ao alvéolo e promove o retorno do dióxido de carbono.

Lateral, direito e esquerdo. Pela presença de ar na parte superior do estômago. Estudo de derrame pleural, patologias cardíacas, etc. Tumores ósseos, pulmonares, etc. Estudo principalmente do mediastino patologias cardíacas, timo, etc. Fibrose pulmonar. As mudanças posturais evitam escaras. Fez esplenectomia retirada do baço e drenagem fechada do tórax. O paciente é orientado para permanecer sentado, a maior parte do tempo possível.

Desta forma, é possível propiciar maior capacidade respiratória, aumentando e melhorando a qualidade de vida. II - O tecido pulmonar esponjoso também pode ser sede de enfermidades. Figura 9. Mecanismo desencadeante habitual. A B II - Gesso. Na tala gessada, faz-se uso de mais um componente, a atadura de crepe.

As articulações fora do gesso devem ser mobilizadas. F e G - Fratura consolidada. Observar volumoso calo ósseo. G gesso, torniquete, etc. Ele tem a vantagem de ser leve, resistente e permitir apoio rapidamente. O inconveniente, porém, é seu custo, que é maior. A B Figura 9.

Colar cervical. Colete em brim tipo Putti com barbatanas de aço ou em PVC. Colete de Milwaukee. Colete O. Colete de Jewett, etc. A e B - modelos de colar cervical utilizados, freqüentemente, nas cervicalgias. Tipóia tipo Velpeau. Tala de PVC para polegar. Tala de PVC para punho, polegar e dedos. Tala de PVC para punho.

Tala dinâmica para dedo gafanhoto. Tala curva ou reta em PVC para dedo. Munhequeira simples. A tipóia tipo Velpeau, associada ao tutor, tem o objetivo, neste caso, de evitar movimentos no ombro e cotovelo.

III - c. Tala de Frejka. Imobilizador parcial do joelho. Imobilizador amplo do joelho. Imobilizador da perna. Estabilizador do tornozelo. C - Estabilizador do tornozelo. D - Imobilizador do joelho. A B C Figura 9.

Maléolo tibial parafuso maleolar e maléolo lateral parafusos corticais. C - Aspecto no pós-operatório imediato. Fratura do fêmur com osteossíntese intramedular com haste de Künscher. Destacamse neste procedimento, a placa-ponte Figura 9. Notar o bloqueio proximal com um parafuso e distal com dois. Observar a presença do calo ósseo. A - Imagem mostrando o aparelho de Ilizarov. C A B Figura 9. Cuba contendo o enxerto ósseo.

A B B Figura 9. Dependendo do local associa-se à grave perda funcional. O enxerto ósseo é realizado, na maioria das vezes, e tem papel relevante.

No pós-operatório imediato até a cura da pseudo-artrose, cuidados devem ser tomados no sentido de se evitar complicações, entre as quais, a recidiva da patologia.

A tíbia foi abordada no terço médio com o superior da sua face ânteromedial. Após o que, completou-se a osteotomia, destacando-se completamente o enxerto e o recolocando em seu leito. Realizou-se a sutura por planos, ressaltando o extremo cuidado no manuseio do periósteo no sentido de preservar a sua integridade com o menor dano vascular possível.

O apoio parcial foi liberado após 45 dias e aos 90 dias permitiu-se a descarga total do peso corporal. Após quatro meses, o enxerto estava totalmente incorporado e a pseudoartrose curada. Na dependência de considerações anatômicas, é formada por 26 corpos vertebrais ou por Figura No destaque a medula espinhal.

Cifose É uma curvatura da coluna vertebral, no plano sagital, que apresenta ângulo de abertura anterior. Tem grande importância na coluna dorsal. Tem grande importância na coluna lombar.

Plano que se projeta no sentido ântero-posterior sutura sagital - localiza-se no crânio e une os dois ossos parietais. Plano que se projeta no sentido da lateralidade, direita esquerda sutura coronal que une o osso frontal aos dois ossos parietais, direito e esquerdo.

Plano transverso ao eixo do corpo. O canal vertebral encerra até T12 ou L1, a medula espinhal. Abaixo de T12 ou L1, a cauda eqüina. Encontra-se delimitado na parte anterior pelo corpo vertebral e na posterior pelo arco posterior. Em destaque o forame intervertebral, entre L4-L5. Elas formam uma curvatura no plano sagital com concavidade posterior. Coluna lombar Apresenta curvatura no plano sagital de concavidade posterior.

Notar seis vértebras lombares. Observar quatro vértebras lombares. Geralmente ao nível de L5-S1 e mais raramente entre L4-L5.

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Observar o escorregamento anterior do corpo vertebral de L5 sobre a primeira vértebra sacra. A B Figura B - Incidência em AP da coluna lombar. Sacro O sacro é formado por cinco vértebras que se soldam no adulto para formar um osso em forma de cunha. Apresenta uma curvatura no plano sagital, com concavidade anterior cifose. Na parte superior se articula com a quinta vértebra lombar e na parte inferior com o cóccix. Em acidentes de grande impacto, principalmente automobilísticos, pode ocorrer disjunções das sacroilíacas.

O cóccix pode ser sede de um estado doloroso conhecido como coccigodinia. Desvio postural na coluna cervical. Desvio postural em coluna lombar. Aparecimento dos sintomas, com a tosse, espirro e esforço para o vômito. Desvio postural em coluna dorsal. VI - Quadro clínico do cisto pilonidal. Etiologia 1. Métodos de imagem evidenciando hérnias de disco. Espondilolistese 6. Doença de Paget 8. Osteoporose Coluna dorsal, lombar e cervical.

Endireitar o corpo. Olhar acima do horizonte. Evitar o uso de salto alto, por estimular a lordose. Os braços se posicionam ao longo do corpo e o antebraço apóia sobre a mesa ou teclado. A cabeça permanece ereta. Evitar a postura de bruços. Evitar assistir TV e ler na cama. Principais cuidados com a coluna vertebral. Uma conduta é transformar em kg o que o paciente excede em centímetros a um metro da sua altura. Mas, na realidade, o ideal é sobretudo aquele no qual o indivíduo se sente bem.

Hérnia de disco. Estenose vertebral. Evitar atividades de impacto, esforço e movimentos repetitivos, sobretudo no segmento acometido. Controlar o peso corporal. Repetir por 10 vezes e, a seguir, inverter o mesmo exercício para o lado oposto. Repetir por 10 vezes e, a seguir, inverter o mesmo exercício.

Repetir os exercícios 10 vezes. Repetir os exercícios para cada lado por 5 vezes. É definida como uma deformidade que atinge a coluna vertebral e que apresenta desvios no plano sagital, coronal e transverso. Desvio na lateralidade, à direita ou à esquerda.

Desvio rotacional, à direita ou à esquerda. As escolioses despertam grande interesse em medicina, na dependência da sua etiologia e em decorrência dos sinais e sintomas que podem determinar, principalmente, os efeitos antiestéticos. A B C Figura A - Notar os desvios, no plano coronal lateralidade , na imagem do paciente de costas para o examinador. B - Observar a hiperlordose lombar, desvio no plano sagital.

C - Gibosidade costal à direita pelo desvio no plano transverso. Encontrada a partir do nascimento até os três anos de idade. Entre três e dez anos. Acima dos dez anos. Entre as três formas de escoliose, a infantil é a mais rara e a maioria dos casos ocorre na Europa. B Figura Notar a saliência dos arcos costais, à esquerda. Pela paralisia ocorre predomínio de um grupo muscular, levando ao aparecimento do desvio da coluna vertebral no plano sagital, coronal e transverso. C - Detalhe da hemivértebra dorsal.

Escoliose postural A escoliose postural é determinada pela presença de um membro inferior mais longo do que o contra-lateral. Paciente de frente para o examinador.

Paciente de costas para o examinador. Figuras A assimetria caracteriza desvios da coluna no plano coronal. Porém, o mais utilizado é o método de Cobb. Direito 3. A - Desenho. Notar duas barras posteriores e uma anterior. Na imagem de frente observar cinta elevando e posteriorizando o ombro esquerdo. Indicado na escoliose lombar ou lombo-sacra.

Elas também devem ser analisadas caso a caso, sendo o prognóstico tanto melhor quanto mais precocemente for instituído o tratamento, principalmente na paralítica que tende a progredir seguindo o curso da doença original. Tratamento - Fisioterapia nas escolioses Deve considerar as queixas.

Notar o afundamento central e distal do esterno e a saliência dos rebordos costais. Tórax com deformidade mista.

Tratamento I - Órtese 1. CDT com duas almofadas anteriores apoiadas sobre o rebordo costal direito e esquerdo. II - Fisioterapia 1. Compressor dinâmico do tórax - CDT, com almofadas apoiadas sobre o rebordo costal direito e esquerdo salientes. Ao apresentarem valores acima dos Figura Encontrado no paciente de idade avançada, em decorrência de microfraturas e achatamento de corpos vertebrais provocados pela osteoporose.

Em decorrência de fraturas, promovendo achatamento de um ou mais corpos vertebrais. O processo infeccioso se localiza no corpo vertebral, e com a perda da resistência óssea ocorre o achatamento. A e B - Aspectos clínicos da cifose. Dorso curvo juvenil É a causa mais comum de cifose e se manifesta durante o crescimento.

É determinado pelo encunhamento anterior de uma ou mais vértebras dorsais. Fechamento da fenda vascular anterior do corpo vertebral. É a primeira vértebra dorsal, caudal ou distal, cuja borda inferior mais se orienta para a concavidade da curva.

Este dispositivo ortopédico auxilia no posicionamento posterior dos ombros, entretanto, ao corrigir a cifose dorsal promove lordose lombar. Raramente se indica cirurgia somente considerando o defeito estético da cifose, pelos riscos do procedimento. Tratamento da osteoporose e eventualmente das fraturas. Por barra óssea ou hemivértebra. C - Lordose patológica em paciente portadora de espondilolistese.

Processo articular superior orelha do cachorro escocês Pedículo olho Istmo pescoço B Processo articular inferior do lado oposto perna traseira Processo articular inferior perna anterior Lâmina e processos espinhosos corpo A Figura Marcar outro ponto na borda superior e posterior de L1.

Unir estes dois pontos através de uma linha I. Por outro lado, seu custo elevado limita o acesso e aumenta consideravelmente a carga social. Observar, no destaque, volumosa hérnia de disco.

Estes pacientes devem ser examinados minuciosamente. É importante ter iniciativas, sempre agir com o maior zelo em prol do bem-estar daquele que padece.

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Atividades físicas A atividade física moderada e de baixo impacto, seja no trabalho ou lazer, realizada permanentemente, tem sido relacionada com higidez. Refere, que a partir de , dirige uma clínica em Dallas nos EUA, cujo objetivo é prevenir doenças através dos exercícios físicos.

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Desta forma, a atividade física tem o objetivo de aumentar o pico de massa óssea. O ato de subir e descer escadas promove descarga mecânica no joelho de no mínimo quatro vezes o valor do peso corporal. As equipes técnicas que auxiliam as diversas modalidades de esporte vêm observando os problemas internos inerentes a cada uma. O combate ao sedentarismo se tornou uma atitude moderna e popular, basta apenas caminhar diariamente.

Esta, na corrente sangüínea, quebra as lipoproteínas VLDL que provêm do fígado carregadas de gorduras após as refeições, diminuindo os triglicérides. D e E - Paciente com metatarsalgia dor no pé anterior.

Um fato verdadeiro e a s hipótese s , verdadeira s ou falsa s. Obtém-se o óvulo de uma doadora célula germinativa que contém 23 cromossomos. Questionam-se os aspectos éticos desta linhagem de pesquisa. Após o que, é cultivada e multiplicada por cultura, no laboratório de terapia celular.

Em ortopedia, na atualidade, os estudos voltam-se, principalmente, as lesões medulares e as degenerativas da cartilagem articular. A coluna vertebral é o eixo do corpo. Por isso, movimentos repetitivos em qualquer destes segmentos podem determinar lesões.

B A Figura A - Aumento de volume ao nível da estilóide radial. B - Notar o acometimento no punho direito e comparar. Por outro lado, o bloqueio pode ser irredutível, restringindo a mobilidade.

Parestesias e dor no polegar, indicador, médio e borda radial do dedo anular. A sintomatologia tem início no punho.

Observar o grande aumento de volume e comprometimento da estética. O tratamento, habitualmente, é conservador e a conduta expectante. Somente após a falha do tratamento conservador. A natureza impõe ao ser humano a necessidade do trabalho, às custas do qual, obtém o seu sustento. Limites do espaço subacromial: Figura Observar os limites do espaço subacromial.

O espaço subacromial é amplo. Edema e hemorragia. Tratamento O tratamento é essencialmente conservador. A - Grande aumento de volume do ombro por sinovite.

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Pode estar associada a outras doenças, tais como: artrite reumatóide, amiloidose, hipotireoidismo, linfomas, mielomas, etc. Posteriormente pelos ossos do carpo e anteriormente pelo ligamento transverso do carpo. A e B - Aspecto clínico da deformidade punho esquerdo.

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Quando o paciente dorme durante o dia, esse quadro clínico se repete. O paciente refere o aparecimento dos sintomas. O procedimento é conhecido como neurólise, freqüentemente do tipo extraneural. Neste paciente feito sob anestesia local. B - Observar no detalhe o nervo mediano.

O elemento fundamentalmente lesado é a cartilagem articular, que apresenta fenotípica e genotipicamente uma fragilidade, a qual predispõe o processo artrósico. Quando o processo degenerativo ocorre com o envelhecimento ou com o uso excessivo das articulações ou ainda pela concomitância destas duas eventualidades. O elemento fundamentalmente comprometido é a cartilagem articular que é a sede das primeiras manifestações.

Em decorrência da sobrecarga mecânica a cartilagem articular encontra-se ulcerada permitindo o contato ósseo. Acomete crianças entre três e doze anos, predominantemente entre seis e oito anos. Forma-se novo tecido ósseo. O quadro clínico se caracteriza por dor na face anterior da coxa e joelho.

Doença de Legg-Perthes-Calvé bilateral. O processo envolve até metade da cabeça femoral; c grupo III. Atinge até dois terços da cabeça femoral; d grupo IV. O objetivo do tratamento é manter a cabeça femoral esférica e centrada. A Figura A - Comprometimento à direita. B - Comprometimento bilateral. O grau de deslizamento se mantém. Seu aumento condiciona a acromegalia, pode dar alterações ósseas e artrose. Engrossamento das interfalângicas proximais, também com predomínio em mulheres.

A e B - Aspectos clínicos. Notar o engrossamento das interfalângicas distais e proximais. Observar o aumento de volume à esquerda presença de derrame articular , comparativamente, e a massa muscular de ambas as coxas pouco desenvolvida.

É de importância capital nessa patologia, evitar impactos e controlar o peso corporal. Exame físico. A e B - Coxofemorais.

Comprometimento à esquerda. Coxofemoral direita normal. C - Joelhos. Ocorre pelo comprometimento da cartilagem articular.

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As condutas consensuais foram agrupadas e enfocam quatro cuidados primordiais: 1. Aliviar os sintomas; 2. Melhorar as condições de vida do paciente; 3. Fase aguda. Fase crônica. Tem como vantagem o alívio da dor e como inconveniente a perda do movimento. O paciente é orientado para o controle do peso corporal, evitar impactos para o joelho, bem como, desenvolver a musculatura protetora do joelho.

A - Pré-operatório, sobrecarga do compartimento interno. O paciente, neste método, encontra-se imobilizado em gesso. Apresenta uma superfície articular para o côndilo femoral lateral e outra para o côndilo femoral medial. Considerando aspectos anatômicos, o joelho é formado por uma estrutura óssea e partes moles, compondo-se por três compartimentos: interno, externo e femoropatelar.

Quando o processo degenerativo ocorre com o envelhecimento ou com o uso excessivo das articulações, ou ainda, pela concomitância destas duas eventualidades. Observar irregularidades na superfície articular da patela. Compartimento interno e externo acometido. Artrose femoropatelar. Indicada na artrose do compartimento interno joelho varo , mais comum. Indicada na artrose do compartimento externo joelho valgo. Realizada, freqüentemente, no fêmur distal.

A - Pré-operatório. B - Pós-operatório com 30 dias. C - Pós-operatório com 12 meses.

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Joelho alinhado comparativamente. Polietileno de peso molecular ultra-elevado. Cimento ósseo. Prótese unicompartimental. Prótese total. A prótese unicompartimental apresenta riscos de soltura maior do que a total e, pode ser realizada no compartimento interno ou externo, dependendo da existência de varo ou valgo. Entretanto, em algumas modalidades Figura Ocorrendo artrose avançada na femoropatelar, a superfície articular da patela é substituída por uma prótese patelar.

O paciente é orientado para manter peso corporal adequado, evitar atividades de impacto e desenvolver a musculatura protetora do joelho. C - Modelo de prótese total do joelho. No pós-operatório imediato recomenda-se o uso de gelo. A patela deve ser mobilizada dentro do sulco troclear. O paciente obeso tem maior risco pré-operatório anestesia, técnica operatória e embolia , bem como, maior possibilidade de soltura precoce dos componentes protéticos.

Considera-se ideal a perda de peso pré-operatória. Pela insensibilidade. A instabilidade é grave e a tendência de soltura da prótese é iminente. Nesta modalidade de prótese parcial o material de implante no colo do fêmur é composto de três partes: Figura B - Modelo da prótese, em diferentes tamanhos, disponível.

Que se ajusta à parte femoral. B - Modelo da prótese e seus componentes. Artroplastia total do quadril. Componente femoral e acetabular cimentados. B - Modelo de prótese total cimentada com dois componentes femoral e acetabular. A durabilidade das próteses, em média, é de 15 anos. Nenhum modelo de prótese tem se mostrado superior ao outro, a longo prazo. Artrite séptica. O processo infeccioso, ativo, promoveu a soltura do componente femoral, nesta eventualidade, indica-se a retirada da prótese.

Evoluiu com necrose de pele e tecido celular subcutâneo. A - Fase inicial. B - Necrose delimitada. C - Desbridamento. Cuidados locais. A maligna assume aspecto destrutivo, irregular, invasivo e compromete o estado geral.

O tumor de Ewing origina-se das células reticuloendoteliais. Sempre tem origem nos tecidos do próprio osso. Quando a neoplasia maligna tem origem em um dos tecidos do próprio osso. Submetida à artroplastia parcial tipo Thompson cimentada. Controle pré-operatório. C - Controle pós-operatório. Observar a prótese parcial, tipo Thompson, cimentada. Diagnóstico das neoplasias ósseas A - Clínico. Taiane 1 de março de Maria Da Penha Lima 3 de abril de Susane Rossi 6 de maio de Anônimo 15 de maio de Unknown 25 de maio de Thais Eliza de Oliveira 31 de maio de George Joswiack 9 de junho de Anônimo 8 de agosto de Graciely Lara 25 de agosto de Sara Silva Freitas 5 de setembro de Danieli Stefan 3 de março de Unknown 23 de março de Jonas Santos 14 de abril de Anônimo 19 de abril de Isabella Gomes 21 de abril de Anônimo 27 de abril de Chau Lops 4 de maio de Unknown 6 de junho de Marcella Martin 18 de junho de Anônimo 25 de junho de Unknown 30 de junho de Anônimo 17 de julho de Unknown 27 de julho de Cavalheiro 2 de agosto de Unknown 17 de agosto de