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A fase slida sensibilizada com anticorpo monoclonal antiantgeno especco. Esse ponto de vista estava em conito com a teoria da seleo clonal j existente naquela poca, que. Porm, existem os linfcitos chamados no-convencionais no extenso repertrio de clulas T. Rh Rhogan no puerprio imediato de uma me Rh-negativo previne a sensibilizao primria ao Rh-positivo do feto, por inativar os antgenos estranhos provenientes do feto, presentes neste momento na circulao materna. O produto deve ser encaminhado com todos os seus componentes e na mesma embalagem em que foi recebido. Tipos de reaes imunolgicas Reaes de precipitao uma modalidade de reao Ag-Ac em meio lquido ou semi-slido, onde antgenos multirreativos solveis, em presena de seus anticorpos correspondentes, formam um precipitado. Top Prescribed Drugs. Outras doenas presentes que no as pesquisadas tambm podem causar o mesmo efeito. A pesquisa de anticorpo especco no soro, dirigido contra determinado antgeno, feita com diferentes diluies do soro contendo anticorpos contra a mesma quantidade de antgenos. Esses anticorpos podem impedir o desenvolvimento de resposta protetora e duradoura na criana. Um controle particularmente importante mediado pelos corticosterides, endornas e encefalinas, todos sendo liberados durante situaes de estresse, tendo ao imunossupressiva. Reaes de imunodifuso em meio gelificado As reaes de imunodifuso podem ser classicadas em simples e duplas. Tolerncia perifrica de clulas T fine tune ajuste fino Apesar da alta ecincia dos mecanismos centrais de tolerncia, linfcitos T com algum potencial de auto-reatividade acabam escapando para a periferia, j que nem todos auto-antgenos se encontram disposio no timo. O material ento deixado em repouso por determinado tempo a m de propiciar a difuso. Viral evasion of natural killer cells. Essa resposta consiste de anticorpos IgM e tem curta durao. No laboratrio, os testes que utilizam os princpios da imunologia, que esto sendo gradativamente elucidados e conrmados, permitem a anlise e o diagnstico de vrias doenas em diversos tipos de indivduos.

Livros texto de carater introdutório para imunoclinica. Baixar o documento. Esta é apenas uma pré- IMUNOLOGIA BÁSICA E APLICADA. Download de Livros da Saúde: Download livro Imunologia Básica, Abbas, 3ª edição Nutrição Aplicada à Estética – Ana Paula Pujol. A busca pela boa. Abbas Abul K. Imunologia celular e molecular / Abul K. Abbas, Andrew H. . formam os pilares da imunologia moderna e que se repetem ao longo deste livro . Uma ideia semelhante é aplicada às respostas dos linfócitos T e B, embora os. Na Saraiva você encontra milhares de itens, entre Livros, eBooks, Blu-Ray, Papelaria, O lançamento de Imunologia Básica e Aplicada marca uma importante. SILVA, Wilmar Dias da. Bier imunologia básica e aplicada. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, O livro aborda a histologia, citologia e.

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Error ao solicitar Avise-me. Saiba como Ler seus E-books. Encontre perto de você. Portanto, a IL exerce importante papel na defesa contra agentes infecciosos. Porm, sua superexpresso resultou em dano inamatrio ao hospedeiro, incluindo artrite reumatide, lpus eritematoso sistmico, esclerose mltipla e asma.

Interaes neuroimunoendcrinas Entre as diversas evidncias da interao funcional entre o sistema imune e o neuroendcrino, um dos achados mais importantes o fato de que os dois sistemas compartilham uma diversidade de mediadores endgenos e exgenos que tem por objetivo nal a homeostase do organismo. Existem vrios nveis de interao entre os dois sistemas: hormnios clssicos e neurotransmissores tm receptores especcos nas clulas imunes e modulam sua atividade; as citocinas podem agir em clulas do sistema neuroendcrino, modicando sua funo e o estmulo imune; os hormnios liberados pelo hipotlamo induzem as clulas linfides a sintetizar neuropeptdeos que, por sua vez, podem inuenciar a atividade do sistema neuroendcrino, assim como as citocinas e outras molculas citocina-like, que potencialmente esto aptas a modular a atividade do sistema imune e so produzidas por clulas do sistema nervoso.

Entre as clulas do sistema imune, os linfcitos so aqueles que mais se assemelham a uma clula neuroendcrina, apresentando em sua superfcie receptores para peptdeos neuroendcrinos e hormnios hipotalmicos, assim como tam-.

Pode-se vericar a presena e a atividade de peptdeos derivados da pr-opiomelanocortina POMC , como o ACTH, -endornas e hormnio -melancito estimulante -MSH , bem como citocinas e xido ntrico NO em diversas clulas imunolgicas, entre elas, fagcitos e macrfagos.

A migrao dessas clulas para os locais de inamao, como sua ativao, so processos bsicos afetados e modulados por hormnios, opiides e citocinas.

Dentro da regulao neuroimunolgica, est includa a presena de clulas imunes como moncitos, macrfagos e linfcitos, com as mesmas caractersticas encontradas no restante do organismo, fazendo parte da microglia e secretando, sob condies adversas, citocinas e mediadores inamatrios, o que pode provocar desde leves alteraes de comportamento at coma e destruio neuronal permanente. Por outro lado, um nmero grande de citocinas tambm sintetizado pelas clulas da glia, principalmente IL-1, IL-2, IL-4 e TNF- que, alm das funes de defesa, tambm agem como fatores neurotrcos.

Sabe-se que a IL-1 inibe a secreo neuronal de acetilcolina, interferindo diretamente no processo da memria, enquanto a IL-6 pode estimular a expresso do HIV nos moncitos infectados, o que sugere que processos inamatrios, no somente cerebrais, mas em qualquer local do corpo, podem precipitar a encefalopatia da sndrome da imunodecincia adquirida. Inuncias do sistema nervoso regulam diretamente o sistema imune.

Estudos clssicos com induo de imunossupresso e leses de hipotlamo em animais mostram reduo importante das respostas celular e humoral a antgenos exgenos. Da mesma forma, a secreo de neurotransmissores modica o processo inamatrio. Alteraes induzidas experimentalmente no sistema nervoso alteram a funo imune sistmica, sugerindo que a imunocompetncia seja regulada centralmente por uma srie de mecanismos: cada hormnio secretado pela hipse anterior est sob controle neuroendcrino do hipotlamo, e sua secreo alterada por diversos estmulos, como sinais do ambiente externo, ritmo de sono e estresse fsico e emocional.

Por sua vez, cada. O exemplo mais convincente dessa modulao a ativao da secreo adrenocortical em resposta a estmulos inamatrios ou antignicos. As clulas imunocompetentes so tambm afetadas diretamente pela ao do hormnio do crescimento GH e da prolactina. A capacidade das clulas dos rgos linfides primrios e secundrios depende do contato com o hormnio do crescimento e com a prolactina.

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Os sinais que regulam o crescimento e a diferenciao linfocitria podem ser divididos em trs categorias: sinais hormonais GH e prolactina , sinais antignicos e de molculas de adeso, e sinais liberados por citocinas. O eixo hipotlamo-hipse-adrenal medeia a imunossupresso e serve como antagonista endcrino dos efeitos imunoestimulatrios do GH e da prolactina. Outros hormnios, incluindo tiroxina e hormnios sexuais, tm efeitos imunorregulatrios.

Um controle particularmente importante mediado pelos corticosterides, endornas e encefalinas, todos sendo liberados durante situaes de estresse, tendo ao imunossupressiva.

Os prprios linfcitos podem responder ao fator liberador de corticotrona e gerar seu prprio ACTH que, por sua vez, induz a liberao de corticosteride. H muito se estabeleceu o papel imunossupressor dos corticosterides, ignorando o fato de que, nas concentraes siolgicas, eles podem aumentar ou suprimir as funes imunolgicas.

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Quando em situaes de estresse fsico ou emocional, por exemplo, os corticosterides suprimem a produo de citocinas, mas em concentraes siolgicas podem promover a produo e a liberao de citocinas, como IL-6 e TNF-. Outro efeito observado a induo do aumento de receptores para as citocinas. Contrariamente, a administrao exgena de corticosterides durante a sepse tem efeito supressor. Acredita-se que os corticosterides tenham tambm outras funes: seleo das clulas T durante seu desenvolvimento, inuncia na apresentao de antgenos, modulando a expresso.

As clulas imunocompetentes contm quantidade importante de peptdeos, hormnios e receptores classicamente encontrados nas clulas nervosas ou do tecido endcrino Tabela Os linfcitos dos rgos linfides perifricos so inervados pelos sistemas simptico e parassimptico, como os da placa de Peyer do intestino que, quando estimulados, secretam peptdeo vasoativo intestinal VIP. O VIP regula o trco de clulas imunocompetentes atravs do intestino delgado. A expresso gentica e a liberao hormonal pelos linfcitos, assim como na hipse, esto condicionadas ao eixo hipse-adrenal, aumentando com a secreo de ACTH e diminuindo com o aumento dos glicocorticides sricos.

Esse fenmeno tambm observado nos macrfagos. A secreo de hormnio da tireide e de prolactina est sob a mesma regulao descrita anteriormente. O correto funcionamento da reao imune depende do perfeito funcionamento da resposta hipse-adrenal. Estudos em animais mostram que defeitos hormonais podem levar, em situaes de estresse, ao desenvolvimento de doenas auto-imunes, como artrite reumatide, o que no se observa em animais com o funcionamento ntegro do eixo.

Bibliografia Chen Y, Ma Y. Roles of cytotoxic T-lymphocyte-associated antigen-4 in the inductive phase of oral tolerance. Immunology ; 2 Dong C. Diversification of T-helper-cell lineages: finding the family root of IL producing cells. Nature Immunology ; J Exp Med ; 6 Gangadharan D, Cheroutre H.

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Natural regulatory T cells and self-tolerance. Shimizu J, Yamazaki JS et al. Nat Immunol ;3 2 Introduo Historicamente o estudo da tolerncia iniciou em , quando Ehrlich e Morgenroth publicaram os primeiros experimentos sugerindo que os indivduos no poderiam se tornar facilmente imunizados contra seus prprios antgenos.

A seguir, Owen sugeriu que a tolerncia aos antgenos prprios era adquirida durante o desenvolvimento do sistema imune. Em , Billingaham, Brent e Medawar, em um trabalho reconhecido com o prmio Nobel, injetaram tecidos alognicos diferentes indivduos da mesma espcie em fetos de camundongos durante a vida intra-uterina, os quais desenvolveram tolerncia aos mesmos antgenos teciduais durante a vida adulta, evidenciada por transplantes cutneos do mesmo camundongo doador.

Esses experimentos foram a base para os estudos subseqentes na rea da tolerncia imunolgica. O sistema imunolgico tem como princpio bsico desenvolver mecanismos capazes de destruir potenciais microrganismos invasores em prol da defesa do hospedeiro. Desde o surgimento dos elementos mais primitivos do sistema imune, a capacidade de diferenciar os antgenos prprios dos estranhos ao organismo se fez essencial, processo que se tornou cada vez mais especco com o desenvolvimento da imunidade adaptativa.

O sistema imune inato diferencia o prprio self do no-prprio nonself pela identicao de padres moleculares comuns presentes em componentes microbianos. J a resposta imune adaptativa mediada essencialmente por linfcitos T e B, os quais expressam altas concentraes de receptores antignicos especcos, gerados de modo aleatrio por recombinao gnica. Teoricamente acredita-se que esse processo possa gerar cerca de receptores de clulas T TCR diferentes, muitos deles capazes de reagir contra antgenos prprios do organismo, alm de inmeras clulas B capazes de produzir anticorpos auto-reativos.

A tolerncia imunolgica compreende os processos de eliminao ou neutralizao de linfcitos com potencial de auto-reatividade, preservando uma resposta ecaz contra os antgenos externos. Neste captulo, estudaremos os mecanismos de gerao e manuteno de tolerncia das clulas envolvidas com a imunidade adaptativa, essencialmente os linfcitos do tipo T e B.

Conforme j estudado no captulo de regulao da resposta imune, todos os processos imunolgicos so modulados por diversos reguladores humorais e celulares, os quais participam tanto de mecanismos efetores diretos. Dessa forma, os estudos da regulao e da tolerncia se sobrepem em diversos aspectos e sua dissociao nem sempre possvel. Tolerncia central e perifrica relao com a ontogenia do sistema imune Os mecanismos de tolerncia obedecem ontogenia das clulas do sistema imune, sendo divididos em centrais, quando ocorrem na fase do desenvolvimento celular no nvel dos rgos linfides primrios medula ssea e timo , e perifricos, em relao fase de desenvolvimento ocorrida dentro dos rgos linfides secundrios linfonodos, bao e tecidos linfides associados mucosa.

Embora os mecanismos de tolerncia centrais sejam ecientes, eles no so capazes de eliminar todos os linfcitos auto-reativos, em parte porque nem todos os auto-antgenos so expressos nos rgos linfides primrios.

Os mecanismos de tolerncia perifrica permitem o renamento do processo de tolerncia de linfcitos potencialmente auto-reativos fora do seu stio primrio de desenvolvimento. Os processos de seleo se desenvolvem principalmente na medula tmica, zona rica em molculas co-estimulatrias CD80 e CD86 , clulas dendrticas e epiteliais medulares, cruciais na apresentao de antgenos caractersticos de tecidos perifricos.

A edio do receptor um mecanismo de tolerncia no qual a ligao de um auto-antgeno ao TCR, durante o desenvolvimento de um timcito, promove rearranjo secundrio do gene do receptor de antgeno, na tentativa de gerar um novo TCR que no seja auto-reativo.

Esse um dos principais mecanismos de tolerncia no desenvolvimento de um linfcito B, mas de menor importncia para os processos de tolerncia central de clulas T Tabela Tolerncia de clulas T e de clulas B Tolerncia T Tolerncia central de clulas T A marca registrada da tolerncia central das clulas T a deleo clonal, por meio da induo de apoptose de progenitores de clulas T que tenham alta anidade por auto-antgenos.

Outros processos incluem a negligncia e a edio do receptor de clulas T. Esses trs processos reduzem ou eliminam a maturao de clulas auto-reativas, sendo considerados mecanismos de seleo negativa.

O grau de anidade na ligao de timcitos com os complexos apresentadores de antgenos dene o destino dessas clulas. Aqueles que no. Tolerncia perifrica de clulas T fine tune ajuste fino Apesar da alta ecincia dos mecanismos centrais de tolerncia, linfcitos T com algum potencial de auto-reatividade acabam escapando para a periferia, j que nem todos auto-antgenos se encontram disposio no timo.

Ao receberem estmulo antignico adequado, esses linfcitos podem provocar quebra da tolerncia, o que exige a necessidade de mecanismos perifricos de controle. Essas se dirigiro periferia, onde posteriormente participaro de mecanismos de tolerncia perifrica, restringindo a resposta imune pela interao com contato direto com outros linfcitos ou da sntese de citocinas inibitrias, como IL e TGF-, mecanismo conhecido como supresso.

Detalhes desses processos ainda no so muito bem conhecidos, mas atualmente so objeto de intensa investigao. Alguns estudos demonstraram que os corpsculos de Hassal, agrupados concntricos de clulas reticulares epiteliais exclusivos do timo, podem estar envolvidos nesse processo, produzindo citocinas capazes de estimular clulas dendrticas para a gerao de clulas T regulatrias.

Clulas T no sucientemente estimuladas ou inecientemente co-estimuladas podem ser levadas irresponsividade anergia frente aos antgenos especcos para seu TCR. Algumas das clulas T anrgicas produzem IL, o que suprime a ativao de outras clulas T.

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Outras expressam CD tambm conhecido por CTLA-4 protena associada a linfcito T citotxico , o qual se liga com alta anidade s molculas co-estimulatrias CD80 B e CD86 B das clulas apresentadoras de antgeno, impedindo a ligao dessas com seu receptor nos linfcitos T CD28 e inibindo sua ativao.

Outras clulas T auto-reativas simplesmente ignoram seus peptdeos-alvo. Vrios mecanismos podem estar envolvidos na ignorncia, como nveis baixos de expresso antignica; presena de separao fsica entre as clulas T e os antgenos barreira hematoenceflica ; ausncia de molculas co-estimulatrias na interao do complexo peptdeo-MHC com o TCR; ou ausncia de co-estimulao das clulas T-auxiliares quando da ativao de clulas T CD8.

Entretanto, a apresentao de antgenos na ausncia de co-estimulao pode no apenas gerar ignorncia, mas tambm deleo por apoptose das clulas T auto-reativas. Isso tambm pode ocorrer em virtude da carncia de fatores de crescimento pelos quais todas as clulas T ativadas competem ou pelo fato de alguns tecidos apresentarem normalmente ligante para Fas via.

Estudos com transplantes alognicos de clulas tumorais mostraram que alguns stios do organismo so protegidos da resposta imunolgica, j que o desenvolvimento de reao imune nesses locais poderia ser potencialmente lesivo.

Exemplos de stios imunoprivilegiados santurios imunolgicos so: olhos crnea, cmara anterior, cavidade vtrea e espao subretiniano , crebro ventrculos e corpo estriado , tero gravdico e placenta, testculos, crtex adrenal e folculos pilosos, bem como certos tumores podem apresentar essas caractersticas que favorecem o seu desenvolvimento. O mesmo princpio pode ser observado em relao a alguns rgos ou tecidos que, quando transplantados a stios convencionais, duram por longo tempo ou at indenidamente, sem sofrer ataque do sistema imune e conseqente rejeio.

Tolerncia de clulas B Durante o desenvolvimento das clulas B, existe delicado balano entre apoptose e proliferao para moldar um repertrio diversicado de anticorpos. Para sobreviver at a maturidade, um linfcito B imaturo necessita ultrapassar diversos check-points no interior da medula e dos rgos linfides perifricos. Tolerncia central de clulas B Uma vez que as clulas B imaturas passem a expressar um receptor de superfcie, seu destino guiado de acordo com a natureza do ligante.

Antgenos prprios guiam os linfcitos imaturos para morte celular por apoptose deleo ; produo de novo receptor por edio; ou induo de estado permanente de insensibilidade, tambm denominado ignorncia imunolgica. Uma clula ignorante denida como uma clula que possui alta anidade para um autoantgeno, mas no o percebe.

Isso ocorre porque o antgeno est em baixa concentrao ou no faz ligao cruzada entre receptores de clulas B no proporciona o sinal necessrio para a ativao de clulas B independente de linfcitos T.

Algumas clulas passam por um intervalo antes da morte celular, durante o qual a clula B auto-reativa pode ser resgatada, sofrer rearranjos gnicos e trocar de um receptor por outro que no mais seja auto-reativo edio de receptores. Isso s ocorre porque as protenas RAG recombination activating gene , que regulam o rearranjo gnico dos receptores de clulas B, somente deixam de ser expressas quando os linfcitos atingem seu completo estado de maturidade, j na periferia.

Tolerncia perifrica de clulas B A tolerncia central dos linfcitos B menos rgida que dos linfcitos T. Cerca de metade das clulas pr-B precoces que entram na medula perdida nos processos de induo de tolerncia, tanto por falhas no processo de rearranjo gnico do receptor quanto por deleo clonal de linfcitos B imaturos.

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A especicidade do receptor inui na sobrevivncia de clulas B perifricas. Algumas morrem porque se ligam a antgenos prprios, apesar dos mecanismos de tolerncia central. A sucessiva perda de clulas B garante que receptores diferentes sejam produzidos continuamente por sntese de novas clulas na medula ssea, visando ao encontro de novos desaos antignicos, enquanto a persistncia da prognie que sobreviveu retida para assegurar o combate s infeces.

A teoria mais aceita para explicar a tolerncia perifrica de clulas B maduras baseada na hip-. Em alguns casos as clulas B podem ser ativadas por antgenos multivalentes capazes de prover, por reao cruzada, os dois sinais estimulatrios sem a presena das clulas T ativao B por via T-independente. No entanto, essas consideraes no explicam como as clulas B distinguem os antgenos T-dependentes de antgenos multimricos prprios. Na tentativa de resolver essas questes, foi recentemente proposta a hiptese de que as clulas B usariam um sistema semelhante ao das clulas NK para discriminar o prprio do no-prprio.

Fraes dos antgenos prprios so capazes de estimular receptores inibitrios das clulas B, impedindo o desencadeamento de resposta imune a esses determinados antgenos. Alguns autores acreditam em uma via evolutiva comum entre uma clula primordial inata que se diferencia em clulas NK e clulas B e T, pois essas no expressam receptores inatos, mas mantm uma gama de receptores inibitrios.

O descobrimento de clulas NKT reforou essa idia, na medida em que essas preservam caractersticas tanto das clulas NK quanto das clulas T. A noo de que as clulas B expressam receptores capazes de reconhecer ligantes prprios amplamente distribudos no nosso corpo tem vrias implicaes na tolerncia imunolgica e na auto-imunidade.

Por exemplo, os tecidos so protegidos dos efeitos deletrios do sistema complemento por meio da expresso de vrias molculas reguladoras, como CD46, CD55 e CD35, que trabalham suprimindo a ativao do complemento e, portanto, a fase inicial da resposta imune mediada por anticorpos. Entretanto, os tecidos diferem na expresso de marcadores prprios capazes de inibir a resposta imune mediada por clulas B. Essa heterogeneidade tecidual pode explicar a maior vulnerabilidade de determinados tecidos quebra da tolerncia.

Os mecanismos de tolerncia T e B so alvos de intensas especulaes e ganham ou perdem credibilidade conforme novas evidncias e achados ocorrem. Certamente vrios aspectos discutidos anteriormente no so denitivos, e sua importncia e aceitao variam de enfoque conforme as crenas de cada autor ou o surgimento de novas evidncias experimentais Figura Ilustrao do mecanismo de tolerncia B perifrica, conhecido como hiptese do duplo sinal, em que sinais inibitrios provindos de ligantes de clulas prprias inibiriam a ativao de clulas B, semelhana do processo ocorrido com as clulas NK.

Quadro comparativo da tolerncia B e T, central e perifrica Central Medula ssea e timo clulas T Perifrica refinamento da tolerncia rgos Linfides secundrios Ignorncia Deleo clonal Anergia Stios e rgos imunoprivilegiados. Tolerncia a antgenos intestinais O sistema imune intestinal a maior e mais complexa parte do sistema imune. No somente encontra mais antgenos que qualquer outra parte do corpo, mas tambm deve discriminar claramente entre organismos invasivos e antgenos inofensivos, como as protenas alimentares e bactrias comensais.

A imunidade ativa contra materiais no-patognicos deve ser evitada, e respostas de hipersensibilidade contra antgenos dietticos ou bactrias comensais podem levar a distrbios inamatrios como a doena celaca e a doena de Crohn, respectivamente. O denominado tecido linfide associado ao intestino gut-associated lymphoid tissue GALT consiste em um sistema de linfcitos espalhados pela lmina prpria e pelo epitlio da mucosa intestinal, alm de colees de grandes folculos de clulas B entremeados por reas de clulas T, compondo as placas de Peyer e os linfonodos mesentricos.

Acredita-se que bactrias comensais intestinais e antgenos alimentares, por estarem em constante contato com os entercitos do epitlio intestinal, seriam captados por esses, sendo expressos nas suas superfcies juntamente com molculas do MHC-II.

Por outro lado, bactrias patognicas seriam captadas por clulas M, clulas intestinais especializadas, e entregues a clulas dendrticas, que, nas placas de Peyer e linfonodos mesentricos, gerariam linfcitos reativos a esses patgenos com a participao de molculas co-estimulatrias, dando origem a clulas efetoras. Outro modelo que explica a diferenciao de resposta a antgenos patognicos e incuos tem colocado as clulas dendrticas como protagonistas principais desse processo.

Originrias da medula ssea, essas clulas so encontradas na periferia em rgos linfides e no-linfides, e livres nas circulaes sangnea e linftica. Uma vez em contato com o antgeno, as clulas dendrticas usam diversas vias para facilitar a captao de antgenos. Embora essas vias paream ser comprometidas com a captao de antgenos patognicos, elas tambm podem estar relacionadas com peptdeos prprios, seguindo um caminho de desenvolvimento tolerognico. Protenas alimentares e produtos de bactrias comensais seriam captados por clulas dendrticas e, na ausncia de inamao e na presena de prostaglandina E produzida construtivamente por clulas mesenquimais e macrfagos , levariam maturao parcial de clulas dendrticas na placa de Peyer ou lmina prpria.

Os antgenos seriam ento apresentados a clulas T nos linfonodos mesentricos ou nas placas de Peyer, as quais se diferenciariam at as clulas T regulatrias, produtoras de IL, ou clulas T-auxiliares do tipo 3, produtoras de TGF-, gerando homeostase imune em mbito local. Quando surgem patgenos no intestino, a inamao local induzida pelos efeitos dos produtos patognicos em contato. Como resultado, as clulas dendrticas na placa de Peyer ou lmina prpria maturam completamente depois de captar o antgeno e produzem IL Depois de migrar para os linfonodos mesentricos, ativam as clulas T, porm induzem sua diferenciao em clulas T-auxiliares do tipo 1, produtoras de IFN-, causando maior inamao local Figura Ilustrao dos mecanismos de tolerncia a antgenos intestinais.

Antgenos no-patognicos inertes so captados pelos entercitos, os quais so incapazes de estimular a resposta imune. Os antgenos patognicos so captados pelas clulas M, intercaladas entre os entercitos, as quais interagem com clulas dendrticas e estimulam uma via que culminar com a diferenciao de clulas T-auxiliares em subtipos inflamatrios T-auxiliar do tipo 1.

As prprias clulas dendrticas so capazes de captar diretamente os antgenos patognicos, levando a mesma via de ativao. Quando as clulas dendrticas captam antgenos inertes resposta tende a diferenciao de clulas T-auxiliares em formas inibitrias T-reg e T-auxiliar do tipo 3. Tolerncia do feto pelo sistema imune materno O sistema imune tolera a persistncia de aloantgenos fetais durante a gestao, permitindo a sobrevivncia do feto na vida intra-uterina.

O imunoprivilgio fetal est envolvido com diversos mecanismos indutores de tolerncia. Logo aps a implantao do embrio no tero materno, a liberao de CRH hormnio liberador de cortico-. Acredita-se que a expanso da populao de clulas T regulatrias tambm esteja envolvida no processo de tolerncia fetal, o que poderia explicar a taxa de remisso de algumas doenas auto-imunes e o aumento de tolerncia a alguns enxertos do pai durante a gestao.

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Reproductive Biology and Endocrinology ; O desenvolvimento e a sobrevivncia dos linfcitos. Imunobiologia: O sistema imune na sade a na doena. Porto Alegre, Artmed, Introduo Um dos maiores desaos da medicina moderna a traduo dos avanos da imunoqumica e imunobiologia em procedimentos diagnsticos e teraputicos que sero de grande utilidade na prtica da clnica mdica.

No laboratrio, os testes que utilizam os princpios da imunologia, que esto sendo gradativamente elucidados e conrmados, permitem a anlise e o diagnstico de vrias doenas em diversos tipos de indivduos.

Os resultados desses procedimentos, tanto quantitativos quanto qualitativos, so utilizados pelos clnicos para diagnstico, estadiamento, prognstico e possvel tratamento de vrias doenas, assim como seu levantamento epidemiolgico.

No entanto, sempre importante o entendimento de que esses raramente oferecero cem por cento de exatido, ocorrendo muitas vezes a positividade em indivduos no portadores da doena que est sendo investigada e casos negativos naqueles em que, realmente, o processo patolgico est em desenvolvimento.

Ao se analisar uma metodologia imunolgica, algumas variveis se sobressaem, o que permite vericar a qualidade do teste e a resposta que poder oferecer. Dessa, algumas combinaes sero importantes para a avaliao da reao quanto a sua qualidade, envolvendo os resultados positivos e negativos e suas complicaes, que passam a ser analisadas a seguir.

Sensibilidade Refere-se porcentagem de pacientes doentes com testes positivos detectados em populao sabidamente infectada. A sensibilidade de um teste estabelecida pela seguinte relao:.

Assim, um teste bastante sensvel aquele que diagnostica o maior nmero possvel de pacientes que tenham determinada doena. Deve ser diferenciada da prevalncia sorolgica, que aquela denida pelo teste, ou seja, os verdadeiros mais os falso-positivos sobre a populao estudada. Valor preditivo positivo VPP Refere-se probabilidade de ocorrncia de uma doena se o resultado do teste for positivo. Especificidade Refere-se percentagem de indivduos sem doena com teste negativo em populao sabidamente no-infectada.

Valor preditivo negativo VPN Dessa forma, o teste especco aquele que diagnostica como normais, ou seja, sem doena, o maior nmero possvel de indivduos realmente no doentes. Esse resultado pode ser inuenciado por vrios fatores que levam a falsos resultados positivos, como, por exemplo, indivduos poliinfectados por parasitas intestinais que apresentam uma srie de determinantes antignicas que acabam reagindo cruzadamente com os antgenos alvos dos testes sorolgicos.

Outras doenas presentes que no as pesquisadas tambm podem causar o mesmo efeito. Muitas vezes difcil para um laboratrio garantir a conabilidade de um teste. Assim, na interpretao de valores, deve-se sempre levar em conta a sensibilidade e especicidade do teste utilizado. Eficincia O teste eciente aquele que diagnostica como positivo os verdadeiros positivos e como negativo os verdadeiros negativos.

Em outras palavras, refere-se relao entre os verdadeiros resultados positivos e negativos sobre toda populao estudada. Prevalncia a porcentagem de indivduos infectados em uma populao, ou seja, os verdadeiros positivos mais os falso-negativos sobre a populao.

Assim, quanto maior a prevalncia da doena, maior o valor preditivo positivo do teste, e quanto menor a prevalncia, maior o valor preditivo negativo do teste. O objetivo da medicina laboratorial melhorar cada vez mais a avaliao, a acurcia e a preciso desses testes, garantindo interpretao correta, a m de facilitar a anlise dos dados.

Um entendimento melhor dos mtodos usados na imunologia laboratorial proporcionaria ao estudante e ao mdico guia til para a aplicao e a interpretao correta dessa fonte de informaes. A combinao do anticorpo Ac com o antgeno Ag a reao fundamental em imunologia e se processa em dois estgios: no primeiro, h combinao especca entre o determinante antignico e o anticorpo correspondente e, no segundo, d-se o fenmeno visvel, como a precipitao ou a aglutinao, por exemplo.

O antgeno, quando colocado em presena do anticorpo correspondente, interage formando um complexo Ag-Ac reversvel, no qual no h interferncia de ligaes no-covalentes. Essa interao Ag-Ac dependente da concentrao dos reagentes Ag e Ac , da concentrao dos ons na soluo, do pH, da temperatura e do tempo de reao. A estabilidade do imunocomplexo formado dependente da anidade do anticorpo para com o antgeno. Do ponto de. Outro fator importante se refere avidez que caracterizada pela fora total de ligao de um anticorpo a um antgeno ou partcula.

Para anticorpos IgG, a ligao bivalente pode aumentar a avidez de modo signicativo e, com o passar do tempo, essa adeso aos eptopos ca mais forte. Pode haver tambm excesso de antgeno e o anticorpo, no caso IgG, monomrico, s pode ligar-se a dois antgenos e suas valncias sero ocupadas rapidamente, no havendo possibilidade de formar uma rede e, conseqentemente, no havendo formao de precipitado.

Esse o chamado fenmeno ps-zona; Por m, pode haver concentrao tima de antgenos e anticorpos, favorecendo a precipitao do imunocomplexo, chamado zona de equivalncia. A precipitao mxima ocorre nessa rea. Assim, a formao de linhas de precipitao em qualquer tipo de imunodifuso dependente das concentraes de antgeno e anticorpo Figura Tipos de reaes imunolgicas Reaes de precipitao uma modalidade de reao Ag-Ac em meio lquido ou semi-slido, onde antgenos multirreativos solveis, em presena de seus anticorpos correspondentes, formam um precipitado.

Para que ocorra a formao do precipitado, a concentrao dos reagentes deve ser adequada a ponto de permitir a constituio de complexos em concentrao suciente. Quando antgenos so colocados junto a anticorpos, trs coisas podem ocorrer: Como um antgeno portador de vrios eptopos, existe a possibilidade de vrios anticorpos ligar-se a uma s molcula de antgeno, representando um imunocomplexo com excesso de anticorpos.

Isso chamado fenmeno de pr-zona, que se refere reao de precipitao subtima. Para que se obtenha precipitao mxima, necessria a diluio do anti-soro. O fenmeno de pr-zona a causa de erros de interpretao em alguns testes quando h grandes quantidades de anticorpos;.

Reaes de imunodifuso em meio gelificado As reaes de imunodifuso podem ser classicadas em simples e duplas. Na imunodifuso simples, o antgeno ou o anticorpo permanece xo e o reagente que estiver livre move-se e forma um complexo com o reagente xo. Na imunodifuso dupla, tanto o antgeno quanto o anticorpo esto livres, a m de se mover um em direo ao outro e precipitar. Reao de imunodifuso radial ou simples Mistura-se o anticorpo a um gel de gar e coloca-se em uma placa de vidro ou plstico.

Nesses orifcios, coloca-se o antgeno e a placa mantida em repouso por 48 horas em cmara mida. Onde houver reao do antgeno com o anticorpo, iro se formar halos de precipitao, cujo dimetro informar sobre a concentrao do antgeno. Assim, essa reao parte do princpio de que existe relao quantitativa entre a quantia de antgenos colocada no orifcio da placa de gar contendo anticorpos e o dimetro do anel de precipitao resultante, ou seja, quanto maior o dimetro do halo, maior a concentrao do antgeno.

Uma importante aplicao clnica dessa tcnica a medida de protenas sricas, por exemplo, a concentrao de imunoglobulinas Igs , de C3, de C4, de -feto protena, de transferrina, e tambm infeces fngicas. Um anti-soro contra a poro Fc ou a cadeia pesada da imunoglobulina pode ser colocado na placa de gar, a m de determinar a concentrao das imunoglobulinas sricas. Isso porque anormalidades na IgD srica ainda no foram associadas com nenhuma doena especca.

J a medida da IgE til no diagnstico de alergias e parasitoses. A medida da IgG srica particularmente importante no diagnstico e na monitorizao dos pacientes com hipogamaglobulinemia Figura O gar colocado em placas de Petri e as amostras contendo antgeno e anticorpo so introduzidas em orifcios em lados opostos da placa, sendo deixados por 48 horas em uma cmara mida. Aps, se houver precipitao, as linhas resultantes desta, que representam os imunocomplexos, sero analisadas conrmando ou no um diagnstico.

Se houver maior concentrao de antgeno ou anticorpo, as linhas se formaro prximas ao que estiver em menor concentrao. Pode ser utilizada para o diagnstico das parasitoses, micoses e doenas auto-imunes Figura Reao de dupla difuso ou Ouchterlony baseada no princpio de que, quando o antgeno e o anticorpo se difundem atravs de um meio slido gar, por exemplo , eles formam.

Nesta reao, no imunolgica, as protenas so separadas de acordo com sua carga de superfcie. O meio aonde a reao ocorre teoricamente inerte, no interferindo no uxo das molculas no campo eltrico. Nesta tcnica, soro ou outros uidos biolgicos so separados pela eletroforese por tempo determinado, precipitados com corante, xados, sendo aps as tiras eludas ou analisadas por densitometria.

Quando colocadas. O soro humano normal separado em cinco principais regies eletroforticas por esse mtodo, isto , albumina, 1-globulina, 2-globulina, -globulina e -globulina. A eletroforese til no diagnstico de paraproteinemias humanas, como, por exemplo, o mieloma mltiplo. Nesse distrbio um pico isolado geralmente ocorre na regio das -globulinas Figura Este mtodo permite a comparao de misturas complexas de antgenos, como so encontradas no soro.

No diagnstico de paraproteinemias, essa situao deve ser associada imunoeletroforese. A presena de pico na regio de -globulinas na imunoeletroforese sugere, fortemente, a presena de paraprotena monoclonal, porm a imunoeletroforese deve ser realizada para determinar qual o tipo exato de cadeias leve e pesada desta imunoglobulina. A imunoeletroforese distingue aumentos policlonais dos monoclonais das -globulinas.

Alm disso, a diminuio ou a ausncia de imunoglobulinas Igs observadas nas imunodecincias pode ser analisada com essa tcnica. Porm, os nveis dessas imunoglobulinas devem ser analisados por outras tcnicas imunodifuso radial, por exemplo.

Como com essa tcnica, possvel identicar cadeias leves de imunoglobulinas na urina; ela importante para a deteco da protena de Bence Jones, encontrada na urina de pacientes com mieloma mltiplo. Tambm pode ser utilizada para o diagnstico de doenas parasitrias, como hidatidose e amebase Figura Reao de imunoeletroforese Em conseqncia de sua insensibilidade reativa, a imunoeletroforese quase sempre um teste de rastreamento para anormalidades nas protenas sricas.

Testes imunolgicos mais especcos e quantitativos devem ser realizados para conrmar o diagnstico. A heterogeneidade de protenas sricas humanas pode ser analisada por eletroforese, tcnica que separa as protenas de acordo com seu campo eltrico. A imunoeletroforese combina essa tcnica com a imunodifuso na mesma placa de gar. A identicao e a quanticao aproximada podem ser aplicadas para cada protena individualmente, presente no soro, na urina ou em outros uidos biolgicos.

Aps, uma depresso entre os orifcios contendo antgenos preenchida com anticorpos. O material ento deixado em repouso por determinado tempo a m de propiciar a difuso. Os antgenos e anticorpos formam arcos de pre-. Reaes de eletroimunodifuso Nas tcnicas de imunodifuso descritas anteriormente, o antgeno e o anticorpo entram em contato e precipitam no gar puramente por difuso.

Entretanto, a chance de este encontro ocorrer, bem como a velocidade do desenvolvimento da linha de precipitao, pode ser aumentada na presena de corrente eltrica. Essa tcnica de eletroimunodifuso til no diagnstico sorolgico de doenas infecciosas pela deteco do antgeno srico. Apesar de muitas variantes terem sido descritas, apenas as duas citadas a seguir tm aplicabilidade. Reao de contra-imunoeletroforese O princpio bsico deste mtodo envolve a eletroforese do antgeno e do anticorpo, presentes em orifcios separados em meio gelicado, em direes opostas simultaneamente, com precipitao resultante em ponto intermedirio entre suas origens.

Porm, uma tcnica apenas semiquantitativa. Sua aplicao clnica na deteco de Cryptococcus, Meningococcus e Haemophilus no liquor, e aspergilose, candidase, histoplasmose e paracoccidiodomicose, no soro Figura Corrente eletrofortica.

Reao de imunoeletroforese de Laurell ou em fuso Consiste na combinao da imunodifuso radial e da eletroforese. O soro contendo uma quantidade desconhecida de antgeno colocado em um pequeno orifcio, em placa de gar com anticorpo especco para determinado antgeno por exemplo, albumina.

A eletroforese deste antgeno realizada e, a partir dos orifcios com antgeno, formam-se cones de precipitao, cujas reas variam de acordo com a concentrao de albumina em cada orifcio. H proporcionalidade entre as reas projetadas desses cones e as concentraes do antgeno. Com essa tcnica, possvel quanticar imunoglobulinas e componentes do complemento Figura O princpio das reaes de precipitao e aglutinao fundamentalmente o mesmo, sendo os resultados obtidos que tornam diversas umas das outras.

Caps 11 a 20 Livro Imunologia

Enquanto as reaes de precipitao so qualitativas, semiquantitativas ou quantitativas, as de aglutinao so qualitativas ou semiquantitativas, sendo, porm, mais rpidas e sensveis. A aglutinao a formao de agregados sucientemente grandes de clulas interligadas por pontes moleculares de anticorpos que se combinam simultaneamente com dois eptopos iguais, porm situados superfcie de dois elementos diferentes. No fenmeno de aglutinao, a visualizao depende somente do tamanho dos agregados formados e, conseqentemente, da relao entre anticorpo e partculas, pois, havendo distribuio eqitativa, se couber apenas uma molcula de anticorpo por partcula, no se dar aglutinao; a clula car com o anticorpo na sua superfcie, constituindo o que se chama de molcula sensibilizada.

As reaes de aglutinao podem ser classicadas diretas ou ativas, indiretas ou passivas, reversas ou de inibio. Reao de aglutinao direta ou ativa Nesta tcnica, o antgeno insolvel particulado aglutinado diretamente por um anticorpo.

Eritrcitos, bactrias, fungos e uma variedade de. Reaes de aglutinao Aglutinao o acmulo observvel de partculas que ocorre como resultado da interao especca entre uma aglutinina, usualmente o anticorpo, e o aglutingeno, ou o antgeno.

A pesquisa de anticorpo especco no soro, dirigido contra determinado antgeno, feita com diferentes diluies do soro contendo anticorpos contra a mesma quantidade de antgenos. Aps alguns minutos ou horas de incubao, a aglutinao completada e as partculas so examinadas diretamente ou microscopicamente para a evidncia de aglutinao. Os resultados so expressos de forma qualitativa ou em titulao de anticorpos, isto , pela maior diluio na qual a aglutinao ocorreu.

Este ttulo deve ser diferente em pelo menos duas vezes de um padro normal, dois tubos de ensaio, para ser considerado signicativo. Partculas de poliestireno de ltex Molculas de protena ligadas covalentemente s partculas de poliestireno de ltex. Aglutinao passiva reversa Consiste na aderncia do anticorpo a partculas inertes ltex que podem ento ser usadas para detectar a presena de um antgeno.

Em virtude da natureza protica do anticorpo, a absoro pode ocorrer espontaneamente ou pode precisar de manipulao para que ocorra. Reao de aglutinao indireta ou passiva Aglutinao passiva ou indireta o teste que no usa o antgeno isolado, mas sim acoplado a outra partcula.

A quantidade de antgenos que passaram a ser passivamente adsorvidos ou quimicamente conjugados a eritrcitos ou outras partculas inertes, como o ltex, a bentonita, a gelatina e ao carvo ativado, provocou aumento do uso das reaes de aglutinao. Muitos antgenos se conjugam espontaneamente com eritrcitos, formando reagentes estveis para a deteco de anticorpos no soro ou outro uido biolgico que contenha a protena. Os testes so normalmente.

Reao de inibio da aglutinao uma reao que envolve interferncia pelo antgeno ou anticorpo, com reao Ag-Ac que teria resultado em aglutinao, caso esta inibio no ocorresse. A tcnica chamada inibio da hemaglutinao quando a partcula inerte utilizada na reao um eritrcito. H duas tcnicas de inibio da aglutinao utilizadas rotineiramente: 1.

Neste procedimento a amostra biolgica fonte de antgenos adicionada a uma quantidade de anticorpos neutralizantes. Se a amostra do paciente no possuir antgenos, a adio de uma partcula ligada a um antgeno ltex, eritrcitos resultar em aglutinao, pois os anticorpos livres ligar-se-o a ela. Por outro lado, se houver antgenos na amostra do paciente, nenhuma aglutinao ser observada, pois os anticorpos estaro ligados aos antgenos, no se ligando s partculas adicionadas Figura A utilizao clssica dessa tcnica a deteco de anticorpos contra o vrus da rubola Figura Reaes mediadas pelo sistema complemento O sistema complemento um dos principais mecanismos efetores humorais do sistema imune capaz de induzir dano tecidual.

A utilizao ou xao do complemento, que ocorre como conseqncia de reaes Ag-Ac, proporciona um meio sensvel e til para detectar antgenos e anticorpos no soro. Veja a seguir como o sistema complemento pode ser utilizado.

Reao de citotoxicidade aquela que ocorre quando os anticorpos se xam a antgenos presentes na superfcie das clulas e, adicionando-se complemento soro fresco de cobaias, coelho, humano ocorrer a lise dessas clulas. Tendo-se os anti-soros especcos, colocando-se os linfcitos a serem pesquisados do doador e receptor em presena de complemento de coelho , e deixando-se incubar a 37oC, haver leso da membrana dos linfcitos que possuam os mesmos antgenos de histocompatibilidade contra os quais o anti-soro foi preparado.

A vericao da leso realizada. Uma srie de vrus tem a capacidade de induzir hemaglutinao quando combinados, in vitro, com eritrcitos tripsinizados. Esse fenmeno a base para a segunda tcnica de aplicao da inibio da aglutinao.

Anticorpo para um antgeno hemaglutinante pode ser detectado no soro de pessoas que tenham o agente etiolgico. Se anticorpos contra o vrus estiverem presentes no soro do paciente, ao se adicionar eritrcitos no haver aglutinao, pois o agente hemaglutinante estar bloqueado por esses anticorpos.

Se os anticorpos estiverem ausentes, a. Assim, tipicando linfcitos do doador e do receptor, quanto maior a mortalidade dos linfcitos de ambos, com os mesmos anti-soros, maior a coincidncia de antgenos da histocompatibilidade.

As provas cruzadas cross-match pr-transplante so realizadas por citotoxicidade, cruzando o soro do receptor com as clulas do doador Figura Quando se pesquisa a presena de anticorpo em uido biolgico, a ausncia de lise do sistema hemoltico indica a presena de anticorpo no uido em estudo, pois, como o complemento foi consumido pelo imunocomplexo, no estar disponvel para lisar o sistema EA.

Quando h lise das hemcias, diz-se que no houve consumo do complemento e que este foi desviado para a hemcia sensibilizada e a reao negativa. A reao pode ser negativa se no houver anticorpos no soro testado ou se houver anticorpos, mas no houver antgenos, no havendo formao de imunocomplexos.

Essa reao usada para o diagnstico da doena de Chagas Machado Guerreiro , slis Wasserman , herpes e citomegalovrus, alm de outros agentes etiolgicos Figura Reao de fixao do complemento A xao do complemento ocorre durante a interao de antgenos e anticorpos. Dessa forma, o consumo de complemento in vitro pode ser utilizado como fator para detectar e medir anticorpos, antgenos ou ambos.

Esse teste uma reao bifsica. Na primeira fase, deixa-se o antgeno reagir com o soro a ser testado e, se anticorpos procurados estiverem presentes, imunocomplexos formar-se-o. O complemento ento adicionado mistura e, se os imunocomplexos estiverem presentes, o complemento se ligar a eles, sendo consumido, xado.

Na segunda fase, a atividade hemoltica do complemento medida, a m de determinar a quantidade de anticorpo ou antgeno presente na mistura inicial. Clulas indicadoras eritrcitos so sensibilizadas com anticorpos antieritrcitos hemolisina , formando um complexo EA. Reaes com antgenos e anticorpos marcados Os imunoensaios so nomeados de acordo com o marcador que utilizado para evidenciar a reao Ag-Ac. Assim, a imunouorescncia utiliza um marcador uorescente, a tcnica de enzima imunoensaio utiliza um marcador enzimtico, a tcnica de radioimunoensaio utiliza um marcador radioativo e as tcnicas de quimioluminescncia e imunouorimtricas utilizam marcadores que emitem luz e podem ser medidas quantitativamente em luminmetro.

Reao de imunofluorescncia So reaes que utilizam marcadores uorescentes para indicar reaes entre antgenos e anticorpos. O fenmeno conhecido como uorescncia consiste na capacidade de certas molculas ou compostos uorocromos, uoroforos de absorver energia, em geral, de uma fonte de luz incidente e converter esta energia em ftons de luz com diferentes caractersticas e comprimentos de onda. A maioria desses compostos de partculas orgnicas e a mais freqentemente usada a uorescena em virtude de suas caractersticas, que incluem alta intensidade de uorescncia, boa fotoestabilidade, ecincia desenvolvida e emisso de comprimento de onda, usualmente distinguvel dos demais.

Na prtica, a uorescena geralmente preparada como isotiocianato, a m de facilitar sua ligao ao antgeno ou anticorpo, assim, uorescena isotiocianato FITC se combina ao antgeno ou anticorpo sendo chamado conjugado.

As reaes de imunouorescncia podem ser divididas em diretas e indiretas. As diretas so reaes de nica fase, nas quais, normalmente, so pesquisados os antgenos com o uso de conjugado especco marcado com a uorescncia. As reaes indiretas so aquelas em que so pesquisados anticorpos contra antgenos j predeterminados, obedecendo seqncia de incubaes e separaes, na qual o conjugado utilizado um antianticorpo marcado com uorescena. Imunofluorescncia direta utilizada para detectar um antgeno qualquer.

O antgeno reagir com anticorpo conhecido e marcado. O teste incubado, as molculas noreagentes so dispensadas e a positividade indicada pela presena de uorescncia, visualizada em microscpio especco, que indicar a reao entre o anticorpo conhecido e o antgeno presente.

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Essa reao , na prtica, utilizada para identicar marcadores de superfcie CDs nos linfcitos, por exemplo , estreptococos -hemolticos do grupo A, Chlamydia trachomatis. Imunofluorescncia indireta utilizada para pesquisar a presena de classes de anticorpos no soro do paciente. Um antgeno. Deixa-se incubando por determinado tempo e aps lava-se a reao a m de retirar partculas no-reagentes. Uma imunoglobulina anti-Ig humana marcada com uorocromo subseqentemente incubada com os reagentes.

Estes so novamente lavados e aps, em microscpio especco, a observao da uorescncia indica que o anticorpo, especco para o antgeno usado, estava presente na amostra do paciente. Utiliza-se essa tcnica na pesquisa de anticorpos circulantes na toxoplasmose, doena de Chagas, slis FTA-ABS , anticorpos antinucleares e outros. O reagente tambm pode ser usado para detectar antgenos celulares pela incubao dessas clulas com anticorpo especco para o marcador a ser identicado, seguido pela adio de anticorpo anti-Ig marcado com uorocromo Figura Mtodo indireto.

Reaes de radioimunoensaio RIA o mtodo no qual um radionucldeo marcado utilizado para detectar a concentrao de molcu-. Sua extrema sensibilidade superada apenas por tcnicas novas de imunouorimetria e quimioluminescncia. Antgenos e anticorpos marcados com istopos radioativos so muito teis em imunologia, pois protenas assim marcadas podem ser detectadas em quantidades muito pequenas e, desta forma, a sensibilidade do teste aumentada.

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Os marcadores utilizados podem ser trtio 3H ou iodos radioativos I ou I. O I o marcador de escolha pela facilidade de marcao e por seu metabolismo restrito.

A vantagem dessa tcnica poder determinar quantidades menores que um picograma por mililitro e a desvantagem meia-vida curta do radionucldeo utilizado I 57 dias. Sendo um ensaio com ligantes, o radioimunoensaio apresenta muitas variaes, mas o princpio bsico envolve a quantidade de reagente marcado antgeno ou anticorpo para quanticar antgeno ou anticorpo na amostra. Sendo um teste quantitativo, a construo de uma curva de calibrao com padres e calibradores de concentraes conhecidas imperiosa para a posterior interpolao dos resultados obtidos com as amostras.

Apesar das inmeras variveis que a metodologia oferece, na prtica laboratorial, os ensaios competitivos ou com excesso de reagentes utilizando fase slida so os mais empregados.

O uso desses ensaios da fase slida facilita a retirada de componentes pelas lavagens, principalmente o material radioativo no-ligado, sendo esta tambm mais rpida e com controle de qualidade mais eciente.

Reao imunorradiomtrica IRMA No ensaio imunorradiomtrico, o anticorpo deve estar em excesso na fase slida, utilizando sistema de dois stios ou duplo anticorpo sanduche com quantidade xa de anticorpo especco para o antgeno aderido fase slida. Os padres para a construo da curva e as solues teste so ento adicionados. Aps incubao, remove-se o antgeno no-ligado por lavagens sucessivas e incorpora-se o conjugado radioisotpico especco contra o antgeno.

O anticorpo marcado conjugado no-ligado removido por lavagem e faz-se a medida da radioatividade na fase slida. Sendo uma reao cujo resultado diretamente proporcional quantidade de analito na amostra, maior ser a radioatividade medida na fase slida Figura Reao de competio com antgeno marcado Nesta variante, uma quantidade xa de anticorpo ligada ao suporte.

Adiciona-se quantidade padronizada de antgeno marcado com radioistopo em conjunto com as amostras e os padres que determinaro a curva de calibrao e, posteriormente, a interpolao.

Aps incubao, remove-se por lavagem o material no-ligado e mede-se a radioatividade.