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Patriarcas e Profetas. «Livro anterior · Próximo Livro» · Todos os livros. Capa do Álbum. Baixar arquivo ZIP · Baixar arquivo PDF · Baixar arquivo EPUB. Informações sobre este livro. Resumo. Esta publicação eBook é providenciada como um serviço do. Estado de Ellen G. White. É parte integrante de uma vasta. Os livros da autora Ellen G. White é de cunho religioso. Ela escreve para o público Adventistas do Sétimo Dia, no entanto, é inegável seu talento para o texto.

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Deus criou a Terra para ser a morada de seres santos, felizes. Uma estrela de esperana iluminou o futuro tenebroso e terrvel, e o aliviou de sua desolao total. Todas as lies que Deus fez com que fossem registradas em Sua Palavra, so para a nossa advertncia e instruo. Esta cena deu-lhe uma intuio mais profunda e vvida da grandeza de sua transgresso, que coisa alguma a no ser a morte do amado Filho de Deus poderia expiar. Como se fosse capaz de distinguir as cogitaes de seu esprito, a ela assim se dirigiu: " assim que Deus disse: No comereis de toda a rvore do jardim?

Informações sobre este livro. Resumo. Esta publicação eBook é providenciada como um serviço do. Estado de Ellen G. White. É parte integrante de uma vasta. Os livros da autora Ellen G. White é de cunho religioso. Ela escreve para o público Adventistas do Sétimo Dia, no entanto, é inegável seu talento para o texto. Introdução. PP - Pag. Este volume trata de assuntos da história bíblica; assuntos que, em si mesmos, não são novos, mas apresentados aqui de um modo. Começando a baixar as águas, o Senhor fez com que a arca flutuasse para um e mandou o patriarca e sua casa saírem à terra, e tomarem consigo todos os. O aplicativo Escritos de EGW lhe permite ler e pesquisar os Escritos Publicados de Ellen G. White em Português e a Bíblia na versão Almeida Corrigida Fiel.

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AAA 32 Saiba mais. Patriarcas e Profetas Ellen G. Quando os escarnecedores disseram que eles estavam embriagados, Pedro respondeu: Cpb Casa Publicadora Brasil Tipo: White Capa dura, paginas conservado , sem sinais de posse — Patriarcas e Profetas — O conflito entre o bem e o mal, ilustrado na vida de homens santos da antiguidade.

Patriarcas E Profetas Ellen G. Percebe-se que o meio pelo qual têm sido dadas essas revelações — ao ser testado pelas Escrituras — é um dos métodos que Deus ainda utiliza para dar instruções aos filhos dos homens. Todas as coisas devem ser tratadas de acordo com a regra do apóstolo: O dia de Pentecostes constituiu, porém, o cumprimento de outras profecias, além da de Joel. Livro usado conservado com leves marcas de mal acondicionamento, capa e folhas levemente enrugadas, contém leve mancha amarela nas contracapas, Isento de riscos e rabiscos.

Com assinatura no interior. Algumas vezes Ele falou-lhes face a face, como no caso de Moisés; mas, com mais freqüência, por meio de sonhos e visões. Assim sempre foi; assim sempre ser. NEle "no h mudana nem sombra de variao. A soberania de Deus compreende a plenitude de bnos a todos os seres criados. Diz o salmista: "Forte a Tua mo, e elevada a Tua destra.

Justia e juzo so a base de Teu trono; Misericrdia e verdade vo adiante do Teu rosto. Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo: Andar, Senhor, na luz da Tua face. Em Teu nome se alegrar todo o dia, E na Tua justia se exaltar. Pois Tu s a glria da sua fora. Porque o Senhor a nossa defesa, E o santo de Israel o nosso Rei. A histria do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princpio se iniciou no Cu at o final da rebelio e extirpao total do pecado, tambm uma demonstrao do imutvel amor de Deus.

Tinha um companheiro - um cooperador que poderia apreciar Seus propsitos, e participar de Sua alegria ao dar felicidade aos seres criados.

Ele estava no princpio com Deus. Cristo, o Verbo, o Unignito de Deus, era um com o eterno Pai - um em natureza, carter, propsito - o nico ser que poderia penetrar em todos os conselhos e propsitos de Deus. Suas "sadas so desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade". Quando compunha os fundamentos da Terra, ento Eu estava com Ele e era Seu aluno; e era cada dia as Suas delcias, folgando perante Ele em todo o tempo".

O Pai operou por Seu Filho na criao de todos os seres celestiais. Os anjos so ministros de Deus, radiantes pela luz que sempre flui de Sua presena, e rpidos no vo para executarem Sua vontade. Mas o Filho, o Ungido de Deus, "a expressa imagem de Sua pessoa", o "resplendor da Sua glria", "sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder", tem a supremacia sobre todos eles. Sendo a lei do amor o fundamento do governo de Deus, a felicidade de todos os seres inteligentes depende da perfeita harmonia, com seus grandes princpios de justia.

Deus deseja de todas as Suas criaturas o servio de amor, servio que brote de uma apreciao de Seu carter. Ele no tem prazer na obedincia forada; e a todos concede vontade livre, para que Lhe possam prestar servio voluntrio. Era a alegria da hoste celestial cumprir o propsito do Criador. Deleitavam-se em refletir a Sua glria, e patentear o Seu louvor. E enquanto foi supremo o amor para com Deus, o amor de uns para com outros foi cheio de confiana e abnegado.

Nenhuma nota discordante havia para deslustrar as harmonias celestiais. Sobreveio, porm, uma mudana neste estado de felicidade. Houve um ser que perverteu a liberdade que Deus concedera a Suas criaturas. O pecado originou-se com aquele que, abaixo de Cristo, fora o mais honrado por Deus, e o mais elevado em poder e glria entre os habitantes do Cu.

Lcifer, "filho da alva", era o primeiro dos querubins cobridores, santo, incontaminado. Permanecia na presena do grande Criador, e os incessantes raios de glria que cercavam o eterno Deus, repousavam sobre ele. Estavas no den, jardim de Deus; toda a pedra preciosa era a tua cobertura. Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.

Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, at que se achou iniqidade em ti. Pouco a pouco Lcifer veio a condescender com o desejo de exaltao prpria. Dizem as Escrituras: "Elevou-se o teu corao por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor.

Serei semelhante ao Altssimo. Se bem que toda a sua glria proviesse de Deus, este poderoso anjo veio a consider-la como pertencente a si prprio. No contente com sua posio, embora fosse mais honrado do que a hoste celestial, arriscou-se a cobiar a homenagem devida unicamente ao Criador.

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Em vez de procurar fazer com que Deus fosse o alvo supremo das afeies e fidelidade de todos os seres criados, consistiu o seu esforo em obter para si o servio e lealdade deles. E, cobiando a glria que o infinito Pai conferira a Seu Filho, este prncipe dos anjos aspirou ao poder que era a prerrogativa de Cristo apenas.

Quebrantou-se ento a perfeita harmonia do Cu. A disposio de Lcifer para servir a si em vez de ao Criador, suscitou um sentimento de apreenso ao ser observada por aqueles que Pg. No conselho celestial os anjos insistiam com Lcifer. O Filho de Deus apresentou perante ele a grandeza, a bondade e a justia do Criador, e a natureza imutvel, sagrada de Sua lei.

O prprio Deus estabelecera a ordem do Cu; e, desviando-se dela, Lcifer desonraria ao seu Criador, e traria a runa sobre si. Mas a advertncia, feita com amor e misericrdia infinitos, apenas despertou esprito de resistncia. Lcifer consentiu que prevalecessem seus sentimentos de inveja para com Cristo, e se tornou mais decidido. Disputar a supremacia do Filho de Deus, desafiando assim a sabedoria e amor do Criador, tornara-se o propsito desse prncipe dos anjos. Para tal objetivo estava ele a ponto de aplicar as energias daquela mente superior, que, abaixo da de Cristo, era a primeira dentre os exrcitos de Deus.

Mas Aquele que queria livres as vontades de todas as Suas criaturas, a ningum deixou desprevenido quanto ao sofisma desconcertante por meio do qual a rebelio procuraria justificar-se. Antes que se iniciasse a grande luta, todos deveriam ter uma apresentao clara a respeito da vontade dAquele cuja sabedoria e bondade eram a fonte de toda a sua alegria. O Rei do Universo convocou os exrcitos celestiais perante Ele, para, em sua presena, apresentar a verdadeira posio de Seu Filho, e mostrar a relao que Este mantinha para com todos os seres criados.

O Filho de Deus partilhava do trono do Pai, e a glria do Ser eterno, existente por Si mesmo, rodeava a ambos. Em redor do trono reuniam-se os santos anjos, em uma multido vasta, inumervel - "milhes de milhes, e milhares de milhares" Apoc. Perante os habitantes do Cu, reunidos, o Rei declarou que ningum, a no ser Cristo, o Unignito de Deus, poderia penetrar inteiramente em Seus propsitos, e a Ele foi confiado executar os poderosos conselhos de Sua vontade.

O Filho de Deus executara a vontade do Pai na criao de todos os exrcitos do Cu; e a Ele, bem como a Deus, eram devidas as homenagens e fidelidade daqueles. Cristo ia ainda exercer o poder divino na criao da Terra e de seus habitantes. Em tudo isto, porm, no procuraria poder ou exaltao para Si mesmo, contrrios ao plano de Deus, mas exaltaria a glria do Pai, e executaria Seus propsitos de beneficncia e amor.

Os anjos alegremente reconheceram a supremacia de Cristo, e, prostrando-se diante dEle, extravasaram seu amor e adorao. A verdade, a justia e a lealdade estavam a lutar contra a inveja e o cime.

A influncia dos santos anjos pareceu por algum tempo lev-lo com eles. Ao ascenderem os cnticos de louvores, em melodiosos acordes, avolumados por milhares de alegres vozes, o esprito do mal pareceu subjugado; indizvel amor fazia fremir todo o seu ser; em concerto com os adoradores destitudos de pecado, expandiase-lhe a alma em amor para com o Pai e o Filho.

De novo, porm, achou-se repleto de orgulho por sua prpria glria. Voltoulhe o desejo de supremacia, e uma vez mais condescendeu com a inveja de Cristo. As altas honras conferidas a Lcifer no eram apreciadas como um dom especial de Deus, e, portanto, no provocavam gratido para com o seu Criador.

Ele se gloriava em seu brilho e exaltao, e aspirava ser igual a Deus. Era amado e reverenciado pelo exrcito celestial, anjos se deleitavam em executar suas ordens, e estava ele revestido de sabedoria e glria mais do que todos eles. Contudo, o Filho de Deus era mais exaltado do que ele, sendo um em poder e autoridade com o Pai.

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Partilhava dos conselhos do Pai, enquanto Lcifer no penetrava assim nos propsitos de Deus. Por que Ele mais honrado do que Lcifer? Ele agia em misterioso segredo, e durante algum tempo escondeu seu propsito real sob uma aparncia de reverncia para com Deus.

Comeou a insinuar dvidas com respeito s leis que governavam os seres celestiais, dando a entender que, conquanto pudessem as leis ser necessrias para os habitantes dos mundos, no necessitavam de tais restries os anjos, mais elevados por natureza, pois que sua sabedoria era um guia suficiente. No eram eles seres que pudessem acarretar desonra a Deus; todos os seus pensamentos eram santos; no havia para eles maior possibilidade de errar do que para o prprio Deus.

A exaltao do Filho de Deus igualdade com o Pai, foi representada como sendo uma injustia a Lcifer, o qual, pretendia-se, tinha tambm direito reverncia e honra. Se este prncipe dos anjos pudesse to-somente alcanar a sua verdadeira e elevada posio, grande bem resultaria para todo o exrcito do Cu; pois era seu objetivo conseguir liberdade para todos.

Depois do Dilúvio

Agora, porm, mesmo a liberdade que eles at ali haviam desfrutado, tinha chegado a seu fim; pois lhes havia sido designado um Governador absoluto, e todos deveriam prestar homenagem Sua autoridade. Tais foram os erros sutis que por meio dos ardis de Lcifer estavam a propagar-se rapidamente nos lugares celestiais. A inveja e falsa representao de Lcifer, bem como sua pretenso igualdade com Cristo, tornaram necessria uma declarao a respeito da verdadeira posio do Filho de Deus; mas esta havia sido a mesma desde o princpio.

Muitos dos anjos, contudo, ficaram cegos pelos enganos de Lcifer. Tirando vantagem da amvel e leal confiana nele depositada pelos seres santos que estavam sob suas ordens, com tal arte infiltrara em suas mentes a sua prpria desconfiana e descontentamento que sua participao no foi percebida. Lcifer havia apresentado os propsitos de Deus sob uma luz falsa, interpretando-os mal e torcendo-os, de modo a incitar a dissenso e descontentamento.

Astuciosamente levou os ouvintes a dar expresso aos seus sentimentos; ento eram tais expresses repetidas por ele quando isto servisse aos seus intuitos, como prova de que os anjos no estavam completamente de acordo com o governo de Deus.

Ao mesmo tempo em que, de sua parte, pretendia uma perfeita fidelidade para com Deus, insistia que modificaes na ordem e leis do Cu eram necessrias para a estabilidade do governo divino. Assim, enquanto trabalhava para provocar oposio lei de Deus, e infiltrar seu prprio descontentamento na mente dos anjos sob seu mando, ostensivamente estava ele procurando remover o descontentamento e reconciliar anjos desafetos com a ordem do Cu. Ao mesmo tempo em que secretamente fomentava a discrdia e a rebelio, com uma astcia consumada fazia parecer como se fosse seu nico intuito promover a lealdade, e preservar a harmonia e a paz.

O esprito de descontentamento que assim se acendera, estava a fazer sua obra funesta. Conquanto no houvesse uma insurreio declarada, a diviso de sentimentos imperceptivelmente crescia entre os anjos. Alguns havia que olhavam com favor para as insinuaes de Lcifer contra o governo de Deus.

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Posto que tivessem estado at ali em perfeita harmonia com a ordem que Deus estabelecera, achavam-se agora descontentes e infelizes, porque no podiam penetrar Seus conselhos insondveis; no estavam satisfeitos com Seu propsito de exaltar a Cristo.

Estes se encontravam prontos para apoiar a exigncia de Lcifer para ter autoridade igual do Filho de Deus. Entretanto, anjos que eram fiis e verdadeiros sustentavam a sabedoria e justia do decreto divino, e se esforavam por reconciliar este ser desafeto com a vontade de Deus. Cristo era o Filho de Deus; tinha sido um com Ele antes que os anjos fossem chamados existncia. Sempre estivera Ele destra do Pai; Sua supremacia, to cheia de bno a todos os que vinham sob Seu domnio benigno, no havia Pg.

A harmonia do Cu nunca fora interrompida; por que deveria agora haver discrdia? Os anjos fiis apenas podiam ver conseqncias terrveis para esta dissenso, e com rogos ansiosos aconselhavam os que estavam desafetos a renunciarem seu intuito e se mostrarem leais para com Deus, pela fidelidade ao Seu governo. Com grande misericrdia, de acordo com o Seu carter divino, Deus suportou longamente a Lcifer.

O esprito de descontentamento e desafeio nunca antes havia sido conhecido no Cu. Era um elemento novo, estranho, misterioso, inexplicvel. O prprio Lcifer no estivera a princpio ciente da natureza verdadeira de seus sentimentos; durante algum tempo receou exprimir a ao e imaginaes de sua mente; todavia no as repeliu. No via para onde se deixava levar. Entretanto, esforos que somente o amor e a sabedoria infinitos poderiam imaginar, foram feitos para convenc-lo de seu erro.

Provou-se que sua desafeio era sem causa, e fez-se-lhe ver qual seria o resultado de persistir em revolta. Lcifer estava convencido de que no tinha razo. Viu que "justo o Senhor em todos os Seus caminhos, e santo em todas as Suas obras" Sal.

Houvesse ele feito isto, e poderia ter salvo a si mesmo e a muitos anjos. Ele no tinha naquele tempo repelido totalmente sua lealdade a Deus. Embora tivesse deixado sua posio como querubim cobridor, se contudo estivesse ele disposto a voltar para Deus, reconhecendo a sabedoria do Criador, e satisfeito por preencher o lugar a ele designado no grande plano de Deus, teria sido reintegrado em suas funes.

Chegado era o tempo para um deciso final; deveria render-se completamente soberania divina, ou colocar-se em franca rebelio. Quase chegou deciso de voltar; mas o orgulho o impediu disto. Era sacrifcio demasiado grande, para quem fora to altamente honrado, confessar que estivera em erro, que suas imaginaes eram errneas, e renderse autoridade que ele procurara demonstrar ser injusta.

Um compassivo Criador, sentindo terna piedade por Lcifer e seus seguidores, procurava faz-los retroceder do abismo de runa em que estavam prestes a imergir. Sua misericrdia, porm, foi mal-interpretada.

Lcifer apontou a longanimidade de Deus como uma prova de sua superioridade, como indicao de que o Rei do Universo ainda concordaria com suas imposies. Se os anjos permanecessem firmes com ele, declarou, poderiam ainda ganhar Pg. Persistentemente defendeu sua conduta, e entregou-se amplamente ao grande conflito contra seu Criador. Assim foi que Lcifer, "o portador de luz", aquele que participava da glria de Deus, que servia junto ao Seu trono, tornou-se, pela transgresso, Satans, o "adversrio" de Deus e dos seres santos, e destruidor daqueles a quem o Cu confiou a sua guia e guarda.

Rejeitando com desdm os argumentos e rogos dos anjos fiis, acusou-os de serem escravos iludidos. A preferncia mostrada para com Cristo declarou ele ser um ato de injustia tanto para si como para todo o exrcito celestial, e anunciou que no mais se sujeitaria a esta usurpao dos direitos, seus e deles.

Nunca mais reconheceria a supremacia de Cristo. Resolvera reclamar a honra que deveria ter sido conferida a ele, e tomar o comando de todos os que se tornassem seus seguidores; e prometeu queles que entrassem para as suas fileiras um governo novo e melhor, sob o qual todos desfrutariam liberdade. Grande nmero de anjos deram a entender seu propsito de o aceitar como seu chefe. Lisonjeado pelo apoio com que suas insinuaes eram recebidas, esperou conquistar todos os anjos para o seu lado, tornar-se igual ao prprio Deus, e ser obedecido pelo exrcito celestial todo.

Os anjos fiis ainda instavam com ele e com os que com ele simpatizavam, para que se submetessem a Deus; apresentavamlhes o resultado inevitvel caso se recusassem a isso: Aquele que os criara poderia subverter seu poder, e castigar de maneira notvel sua revoltosa ousadia. Nenhum anjo poderia com xito opor-se lei de Deus, que to sagrada como Ele prprio. Advertiram todos a que fechassem os ouvidos ao raciocnio enganador de Lcifer, e insistiram com este e seus seguidores para buscarem a presena de Deus sem demora, e confessarem o erro de pr em dvida Sua sabedoria e autoridade.

Muitos estiveram dispostos a dar ateno a este conselho, arrepender-se de sua desafeio, e procurar de novo ser recebidos no favor do Pai e de Seu Filho.

Lcifer, porm, tinha pronto outro engano. O grande rebelde declarou ento que os anjos que com ele se uniram tinham ido muito longe para voltarem; que ele conhecia a lei divina, e sabia que Deus no perdoaria. Declarou que todos os que se sujeitassem autoridade do Cu seriam despojados de sua honra, rebaixados de sua posio. Quanto a si, estava decidido a nunca mais reconhecer a autoridade de Cristo.

Tanto quanto dizia respeito ao prprio Satans, era verdade que ele havia ido agora demasiado longe para que pudesse voltar. Mas no era assim com os que tinham sido iludidos pelos seus enganos.

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Para estes, os conselhos e rogos dos anjos fiis abriram uma porta de esperana; e, se houvessem eles atendido a advertncia, poderiam ter sido arrancados da cilada de Satans. Mas ao orgulho, ao amor para com seu chefe, e ao desejo de uma liberdade sem restries permitiu-se terem o domnio, e as instncias do amor e misericrdia divinos foram finalmente rejeitadas.

Deus permitiu que Satans levasse avante sua obra at que o esprito de desafeto amadurecesse em ativa revolta. Era necessrio que seus planos se desenvolvessem completamente a fim de que todos pudessem ver sua verdadeira natureza e tendncia. Lcifer, sendo o querubim ungido, fora altamente exaltado; era grandemente amado pelos seres celestiais, e forte era sua influncia sobre eles.

O governo de Deus inclua no somente os habitantes do Cu, mas de todos os mundos que Ele havia criado; e Lcifer concluiu que, se ele pde levar consigo os anjos do Cu rebelio, poderia tambm levar todos os mundos. Tinha ele artificiosamente apresentado a questo sob o seu ponto de vista, empregando sofisma e fraude, a fim de conseguir seus objetivos. Seu poder para enganar era muito grande.

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Disfarando-se sob a capa da falsidade, alcanara uma vantagem. Todos os seus atos eram de tal maneira revestidos de mistrio, que era difcil descobrir aos anjos a verdadeira natureza de sua obra. Antes que se desenvolvesse completamente, no poderia mostrar-se a coisa ruim que era; sua desafeio no seria vista como sendo rebelio.

Mesmo os anjos fiis no podiam discernir-lhe completamente o carter, ou ver para onde sua obra estava a levar. Lcifer havia a princpio dirigido suas tentaes de tal maneira que ele prprio no pareceu achar-se comprometido. Os anjos que ele no pde trazer completamente para o seu lado, acusou-os de indiferena aos interesses dos seres celestiais.

Da mesma obra que ele prprio estava a fazer, acusou os anjos fiis. Consistia sua astcia em perturbar com argumentos sutis, referentes aos propsitos de Deus.

Tudo que era simples ele envolvia em mistrio, e por meio de artificiosa perverso lanava a dvida sobre as mais claras declaraes de Jeov. E sua elevada posio, to intimamente ligada com o governo divino, dava maior fora a suas representaes. Satans podia usar o que Deus no podia - a lisonja e o engano. Procurara falsificar a Palavra de Deus, e de maneira errnea figurara Seu plano de governo, pretendendo que Deus no era justo ao impor leis aos anjos; que, exigindo submisso e obedincia de Suas criaturas, estava simplesmente a procurar a exaltao de Si mesmo.

Era, portanto, necessrio demonstrar perante os habitantes do Cu, e de todos os mundos, que o governo de Deus justo, que Sua lei perfeita. Satans fizera com que parecesse estar ele procurando promover o bem do Universo. O verdadeiro carter do usurpador e seu objetivo real devem ser compreendidos por todos. Ele deve ter tempo para manifestar-se pelas suas obras inquas.

A discrdia que sua conduta determinara no Cu, Satans lanara sobre o governo de Deus. Todo o mal declarou ele ser o resultado da administrao divina. Alegava que era seu objetivo aperfeioar os estatutos de Jeov.

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Por isso permitiu Deus que ele demonstrasse a natureza de suas pretenses, a fim de mostrar o efeito de suas propostas mudanas na lei divina. A sua prpria obra o deve condenar. Satans pretendera desde o princpio que no estava em rebelio. O Universo todo deve ver o enganador desmascarado. Mesmo quando foi expulso do Cu, a Sabedoria infinita no destruiu Satans. Visto que unicamente o servio de amor pode ser aceito por Deus, a fidelidade de Suas criaturas deve repousar em uma convico de Sua justia e benevolncia.

Os habitantes do Cu, e dos mundos, no estando preparados para compreender a natureza ou conseqncia do pecado, no poderiam ter visto ento a justia de Deus na destruio de Satans. Houvesse ele sido imediatamente destrudo, e alguns teriam servido a Deus pelo temor em vez de o fazer pelo amor.

A influncia do enganador no teria sido completamente destruda, tampouco o esprito de rebelio teria sido totalmente desarraigado. Para o bem do Universo todo, atravs dos intrminos sculos, ele deveria desenvolver mais completamente seus princpios, a fim de que suas acusaes contra o governo divino pudessem ser vistas sob sua verdadeira luz, por todos os seres criados, e a justia e a misericrdia de Deus, bem como a imutabilidade de Sua lei, pudessem para sempre ser postas fora de toda a questo.

A rebelio de Satans deveria ser uma lio para o Universo, durante todas as eras vindouras - perptuo testemunho da Pg. A atuao do governo de Satans, seus efeitos tanto sobre os homens como sobre os anjos, mostrariam qual seria o fruto de se pr de parte a autoridade divina. Testificariam que, ligado existncia do governo de Deus, est o bem-estar de todas as criaturas que Ele fez. Assim, a histria desta terrvel experincia com a rebelio seria uma salvaguarda perptua para todos os seres santos, para impedir que fossem enganados quanto natureza da transgresso, para salv-los de cometer pecado, e de sofrerem sua pena.

Aquele que governa no Cu O que v o fim desde o princpio - o Ser perante o qual os mistrios do passado e do futuro esto igualmente expostos, e que, para alm da misria, trevas e runa que o pecado acarretou, contempla o cumprimento de Seus. Se bem que "nuvens e obscuridade esto ao redor dEle, justia e juzo so a base de Seu trono".

E isto os habitantes do Universo, tanto fiis como infiis, compreendero um dia. Quando a Terra saiu das mos de seu Criador, era extraordinariamente bela. Variada era a sua superfcie, contendo montanhas, colinas e plancies, entrecortadas por majestosos rios e formosos lagos; as colinas e montanhas, entretanto, no eram abruptas e escabrosas, tendo em grande quantidade tremendos despenhadeiros e medonhos abismos como hoje elas so; as arestas agudas e speras do ptreo arcabouo da terra estavam sepultadas por sob o solo frtil, que por toda parte produzia um pujante crescimento de vegetao.

No havia asquerosos pntanos nem ridos desertos. Graciosos arbustos e delicadas flores saudavam a vista aonde quer que esta se volvesse. As elevaes estavam coroadas de rvores mais majestosas do que qualquer que hoje exista. O ar, incontaminado por miasmas perniciosos, era puro e saudvel. A paisagem toda sobrepujava em beleza os terrenos ornamentados do mais soberbo palcio. A hoste anglica olhava este cenrio com deleite, e regozijava-se com as obras maravilhosas de Deus.

Depois que a Terra com sua abundante vida animal e vegetal fora suscitada existncia, o homem, a obra coroadora do Criador, e aquele para quem a linda Terra fora preparada, foi trazido em cena. A ele foi dado domnio sobre tudo que seus olhos poderiam contemplar; pois "disse Deus: Faamos o homem Nossa imagem, conforme Nossa semelhana; e domine Aqui est claramente estabelecida a origem da raa humana; e o relato divino refere to compreensivelmente que no h lugar para concluses errneas.

No h aqui mistrio. No h lugar para a suposio de que o homem evoluiu, por meio de morosos graus de desenvolvimento, das formas inferiores da vida animal ou vegetal. Tal ensino rebaixa a grande obra do Criador ao nvel das concepes estreitas e terrenas do homem. Os homens so to persistentes em excluir a Deus da soberania do Universo, que degradam ao homem, e o despojam da dignidade de sua origem.

Aquele que estabeleceu os mundos estelares nos altos cus, e com delicada percia coloriu as flores do campo, Aquele que encheu a Terra e os cus com as maravilhas de Seu poder, vindo a coroar Sua obra gloriosa a fim de pr em seu meio algum para ser o governador da linda Terra, no deixou de criar um ser digno das mos que lhe deram vida. A genealogia de nossa raa, conforme dada pela inspirao, remonta sua origem no a uma linhagem de germes, moluscos e quadrpedes a se desenvolverem, mas ao grande Criador.

Posto que formado do p, Ado era filho "de Deus". Ele foi posto, como representante de Deus, sobre as ordens inferiores de seres. Estes no podem compreender ou reconhecer a soberania de Deus, todavia foram feitos com capacidade de amar e servir ao homem.

Diz o salmista: "Fazes com que ele tenha domnio sobre as obras das Tuas mos; tudo puseste debaixo de seus ps O homem deveria ter a imagem de Deus, tanto na aparncia exterior como no carter. Cristo somente a "expressa imagem" do Pai Heb. Sua natureza estava em harmonia com a vontade de Deus. A mente era capaz de compreender as coisas divinas.

As afeies eram puras; os apetites e paixes estavam sob o domnio da razo. Ele era santo e feliz, tendo a imagem de Deus, e estando em perfeita obedincia Sua vontade. Ao sair o homem das mos do Criador era de elevada estatura e perfeita simetria. O rosto trazia a rubra colorao da sade, e resplendia com a luz da vida e com alegria. A altura de Ado era muito maior do que a dos homens que hoje habitam a Terra.

Eva era algo menor em estatura; contudo suas formas eram nobres e cheias de beleza. Esse casal, que no tinha pecados, no fazia uso de vestes artificiais; estavam revestidos de uma cobertura de luz e glria, tal como a usam os anjos. Enquanto viveram em obedincia a Deus, esta veste de luz continuou a envolv-los. Entre todas as criaturas que Deus fez sobre a Terra, no havia uma igual ao homem.

E disse "Deus: No bom que o homem esteja s: farlhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele". O homem no foi feito para habitar na solido; ele deveria ser um ente social.

Sem companhia, as belas cenas e deleitosas ocupaes do den teriam deixado de proporcionar perfeita felicidade. Mesmo a comunho com os anjos no poderia satisfazer seu desejo de simpatia e companhia. Ningum havia da mesma natureza para amar e ser amado. O prprio Deus deu a Ado uma companheira. Proveu-lhe uma "adjutora" - ajudadora esta que lhe correspondesse - a qual estava em condies de ser sua companheira, e que poderia ser um com ele, em amor e simpatia.

Eva foi criada de uma costela tirada do lado de Ado, significando que no o deveria dominar, como a cabea, nem ser pisada sob os ps como se fosse inferior, mas estar a seu lado como igual, e ser amada e protegida por ele. Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu segundo eu, mostrando isto a ntima unio e apego afetivo que deve existir nesta relao.

Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituio tem como seu originador o Criador do Universo. Quando os princpios divinos so reconhecidos e obedecidos nesta relao, o casamento uma bno; preserva a pureza e felicidade do gnero humano, prov as necessidades sociais do homem, eleva a natureza fsica, intelectual e moral.

Tudo que Deus havia feito era a perfeio da beleza, e nada parecia faltar do que pudesse contribuir para a felicidade do santo par; Pg. Neste jardim havia rvores de toda variedade, muitas das quais carregadas de deliciosos frutos. Havia lindas trepadeiras, que cresciam eretas, apresentando todavia um graciosssimo aspecto, com seus ramos pendendo sob a carga de tentadores frutos, dos mais belos e variados matizes.

Era o trabalho de Ado e Eva amoldar os ramos da trepadeira de maneira a formar caramanchis, fazendo assim, para si, com as rvores vivas, moradas cobertas com folhagem e frutos. Havia fragrantes flores de toda cor, em grande profuso. No meio do jardim estava a rvore da vida, sobrepujando em glria a todas as outras rvores. Seu fruto assemelhava-se a mas de ouro e prata, e tinha a propriedade de perpetuar a vida. A criao estava agora completa.

O den florescia sobre a Terra. Ado e Eva tinham franco acesso rvore da vida.

Nenhuma mancha de pecado ou sombra de morte deslustrava a formosa criao. O grande Jeov lanara os fundamentos da Terra; ornamentara o mundo inteiro nas galas da beleza, e enchera-o de coisas teis ao homem; criara todas as maravilhas da Terra e do mar. Em seis dias a grande obra da Criao se cumprira.

E Deus "descansou no stimo dia de toda Sua obra, que tinha feito. E abenoou Deus o dia stimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a Sua obra, que Deus criara e fizera".

Deus olhou com satisfao para a obra de Suas mos. Tudo era perfeito, digno de seu Autor divino; e Ele descansou, no como algum que estivesse cansado, mas satisfeito com os frutos de Sua sabedoria e bondade, e com as manifestaes de Sua glria. Depois de repousar no stimo dia, Deus o santificou, ou p-lo parte, como dia de repouso para o homem.

Seguindo o exemplo do Criador, deveria o homem repousar neste santo dia, a fim de que, ao olhar para o cu e para a Terra, pudesse refletir na grande obra da criao de Deus; e para que, contemplando as provas da sabedoria e bondade de Deus, pudesse seu corao encher-se de amor e reverncia para com o Criador. O sbado foi confiado a Ado, pai e representante de toda a famlia humana.

Sua observncia deveria ser um ato de grato reconhecimento, por parte de todos os que morassem sobre a Terra, de que Deus era seu Criador e legtimo Soberano; de que eles eram a obra de Suas mos, e sditos de Sua autoridade.

Assim, a instituio era inteiramente comemorativa, e foi dada a toda a humanidade. Nada havia nela prefigurativo, ou de aplicao restrita a qualquer povo. Deus viu que um repouso era essencial para o homem, mesmo no Paraso.

Ele necessitava pr de lado seus prprios interesses e ocupaes durante um dia dos sete, para que pudesse de maneira mais ampla contemplar as obras de Deus, e meditar em Seu poder e bondade.

Necessitava de um sbado para, de maneira mais vvida, o fazer lembrar de Deus, e para despertar-lhe gratido, visto que tudo quanto desfrutava e possua viera das benignas mos do Criador. Era o desgnio de Deus que o sbado encaminhasse a mente dos homens contemplao de Suas obras criadas. A Natureza fala aos sentidos, declarando que h um Deus vivo, Criador e supremo Governador de tudo. Um dia faz declarao a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite.

A beleza que reveste a Terra um sinal do amor de Deus. Podemos v-Lo nas colinas eternas, nas rvores altaneiras, no boto que se entreabre, e nas delicadas flores. Tudo nos fala de Deus. O sbado, apontando sempre para Aquele que tudo fez, ordena aos homens abrirem o grande livro da Natureza, e rastrear ali a sabedoria, o poder e o amor do Criador.

Nossos primeiros pais, se bem que criados inocentes e santos, no foram colocados fora da possibilidade de praticar o mal. Deus os fez como entidades morais livres, capazes de apreciar a sabedoria e benignidade de Seu carter, e a justia de Suas ordens, e com ampla liberdade de prestar obedincia ou recus-la. Deviam desfrutar comunho com Deus e com os santos anjos; antes, porm, que pudessem tornar-se eternamente livres de perigo, devia ser provada sua fidelidade.

No incio mesmo da existncia do homem, um empecilho fora posto ao desejo de satisfao prpria, paixo fatal que jaz base da queda de Satans. A rvore da cincia, que se achava prxima da rvore da vida, no meio do jardim, Pg.

Ao mesmo tempo em que se lhes permitia comer livremente de todas as outras rvores, era-lhes proibido provar desta, sob pena de morte.

Deviam tambm estar expostos s tentaes de Satans; mas, se resistissem prova, seriam finalmente colocados fora de seu poder, para desfrutarem o favor perptuo de Deus. Deus ps o homem sob a lei, como condio indispensvel de sua prpria existncia. Ele era um sdito do governo divino, e no pode haver governo sem lei.

Deus poderia ter criado o homem sem a faculdade de transgredir a Sua lei; poderia ter privado a mo de Ado de tocar no fruto proibido; neste caso, porm, o homem teria sido, no uma entidade moral, livre, mas um simples autmato.

Sem liberdade de opo, sua obedincia no teria sido voluntria, mas forada. No poderia haver desenvolvimento de carter. Tal maneira de agir seria contrria ao plano de Deus ao tratar Ele com os habitantes de outros mundos. Seria indigna do homem como um ser inteligente, e teria apoiado a acusao, feita por Satans, de governo arbitrrio por parte de Deus. Deus fez o homem reto; deu-lhe nobres traos de carter, sem nenhum pendor para o mal. Dotou-o de altas capacidades intelectuais, e apresentou-lhe os mais fortes incentivos possveis para que fosse fiel a seu dever.

A obedincia, perfeita e perptua, era a condio para a felicidade eterna. Sob esta condio teria ele acesso rvore da vida. O lar de nossos primeiros pais devia ser um modelo para outros lares, ao sarem seus filhos para ocuparem a Terra. Aquele lar, embelezado pela mo do prprio Deus, no era um suntuoso palcio. Os homens, em seu orgulho, deleitam-se com edifcios magnificentes e custosos, e gloriam-se com as obras de suas mos; mas Deus colocou Ado em um jardim.

Esta era sua morada. O cu azul era a sua cpula; a terra, com suas delicadas flores e tapete de relva viva, o seu pavimento; e os ramos folhudos das formosas rvores eram o seu teto. De suas paredes pendiam os mais magnificentes adornos - obra do grande e magistral Artfice.