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Pergunta Preciso do livro de Fisiopatologia Porth em português pra baixar!!!! enviada por Beatriz para UPE na disciplina. Compre o eBook Porth - Fisiopatologia, de Grossman, na loja eBooks Kindle. base do texto original da renomada Professora Carol M. Porth, e incorporar, Devido ao tamanho do arquivo, o download deste livro poderá ser mais demorado. Porth | Fisiopatologia vem ganhando cada vez mais prestígio no mercado por conservar a sólida base do conservar a sólida base do texto original da renomada Professora Carol M. Porth, e incorporar, a cada . Formato Livro Digital, Não. no curso de Biomedicina na UNINILTONLINS. Download Fisiopatologia / Carol Mattson Porth, Glenn Matfin ; [tradução Aline Vecchi, [et al.] ; Este livro é dedicado à Minha família: Rick, Susan, Tom, Cody e Noah. A minha esposa Mareia. Download (MEGA). Postado por Unknown Marcadores: Fisiopatologia MedCurso MedCel mais Vídeos mais Livros de Medicina.

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Hung Carol M. Fontana e Carol M. Jens e Robin Curtis. Porth Glaucoma, ,. Os povos antigos eram considerados longevos se chegassem aos 30 anos de idade - isto , se sobrevivessem lactncia. Durante muitos sculos, a mortalidade infantil foi to grande que famlias grandes se tornaram a tradio; ter muitos filhos em uma famlia assegurava que pelo menos alguns sobreviveriam. A expectativa de vida aumentou ao longo dos sculos, e atualmen- te um indivduo em um pas desenvolvido tem a expectativa de vida de cerca de 71 a 79 anos.

Embora a expectativa de vida tenha aumentado radicalmente desde a antiguidade, a longevidade humana permaneceu fundamentalmente inalterada. A busca de resolver os mistrios da longevidade humana, que parece ser geneticamente pro- gramada, comeou co1n Gregor Mendel , um frade agostiniano.

Mendel estabeleceu os fundamentos da gentica moderna com experimentos em ervilhas que ele realizou na horta do monastrio. Hoje em dia, os geneticistas procuram pelo determinante, ou determinantes, da extenso da vida humana. At o momento, os cientistas no conseguiram identificar um gene do envelhecimento que poderia responder pela expectativa de vida limitada.

Entretanto, eles A medida que enve- lhecem, os genes so cada vez mais incapazes de realizar suas funes.

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As clulas se tornam cada vez mais pobres na fabricao das substncias de que precisam para suas prprias tarefas especiais e mesmo para sua prpria manuteno. Radicais livres, mutao no DNA da clula e o processo da morte celular programada so alguns dos fatores que operam juntos, influenciando o funcionamento de uma clula. P ORTH. O termo associa as palavras Doena patologia e fisiologia.

A patologia do grego pathos, que significa Etiologia "doena" trata do estudo das alteraes estruturais e funcionais em Patogenia Morfologia clulas, tecidos e rgos do corpo que causam ou que so causadas Manifestaes Clnicas por doena. A fisiologia trata das funes do corpo humano. A fisiopatologia tambm Epidemiologia e Padres de Doena se concentra nos mecanismos da doena subjacente e proporciona Prevalncia e Incidncia o cenrio para medidas e prticas preventivas e teraputicas de Morbidade e Mortalidade assistncia sade.

Este captulo tem por inteno orientar o leitor Determinao dos Fatores de Risco em relao aos conceitos de sade e doena, aos diversos termos Estudos Transversos e Estudos com Controle e Casos Estudos de Coorte que so empregados ao longo do livro, s fontes de informaes e Histria Natural o que elas significam, e aos aspectos mais amplos da fisiopatologia Nveis de Preveno em termos de sade e bem-estar de populaes.

Prtica Fundamentada em Evidncias e Diretrizes da Prtica. Aps completar esta seo do captulo, voc ser capaz de:.

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Enunciar a definio de doena da Organizao Mundial de Sade. Mencionar uma definio de fisiopatologia. Caracterizar o processo mrbido em termos de etiolo- gia, patogenia e morfologia, manifestaes clnicas e ,. Explicar o significado de confiabilidade, validade, sen- sibilidade, especificidade e valor prognstico medida que se relaciona com observaes e exames usados no diagnstico de doena.

Com frequncia, o que constitui sade e doena difcil de determi- nar por causa da maneira diferente com que as pessoas veem o tpico. O que definido como sade determinado por muitos fatores, como hereditariedade, idade e sexo, diferenas culturais e tnicas, bem como expectativas individuais, de grupo e governamentais.

Os de- desde ento. Na Assembleia Mundial de Sade de , representantes aps o nascimento. Entre eles esto leso, exposio a agentes dos pases membros da OMS concordaram que seu objetivo infecciosos, nutrio inadequada, falta de oxignio, respostas consistia em ter todos os cidados do mundo alcanando um imunolgicas inadequadas e neoplasia.

Acredita-se que muitas nvel de sade at o ano que lhes permitisse levar uma doenas sejam o resultado de uma predisposio gentica a um vida social e economicamente produtiva.

Department of evento ou eventos ambientais que funcionam como deflagradores, Health and Human Services Departamento Norte-Americano de iniciando o desenvolvimento da doena. Sade e Assistncia Humana , no programa Healthy People O, descreveu os determinantes de sade como uma interao entre a biologia e o comportamento de uma pessoa, os meios fsico e Patogenia social, as polticas e intervenes governamentais e o acesso A patogenia a sequncia de eventos celulares e teciduais que assistncia de sade de qualidade.

A etiologia descreve o que pe o processo mrbido em movimento, e a pato- Doena genia, o modo pelo qual o processo mrbido evolui. Embora os Uma doena definida como a interrupo, a cessao ou o dois termos com frequncia sejam usados como sinnimos, seus distrbio de um sistema ou estrutura de rgo corporal, caracte- significados so bastante diferentes. Por exemplo, a aterosclerose rizada em geral por agente ou agentes etiolgicos reconhecidos, citada frequentemente como a causa ou a etiologia de corona- um grupo de sinais e sintomas identificveis ou alteraes ana- riopatia.

Na verdade, a evoluo da estria de gordura at leso tmicas consistentes. A verdadeira etiologia da clnicas, diagnstico e evoluo clnica. Etiologia Morfologia As causas de doena so conhecidas como fatores etiolgicos. A morfologia refere-se estrutura ou forma fundamental de c- Entre os agentes etiolgicos reconhecidos esto agentes biol- lulas ou tecidos. As alteraes morfolgicas esto relacionadas gicos p. A cessos ou dficits nutricionais. No nvel molecular, importante histologia trata do estudo das clulas e da matriz extracelular dos diferenciar molculas anormais de molculas que provocam tecidos corporais.

O mtodo mais comumente usado no estudo doena. Os cortes histolgi- ou uma protena receptora produz efeitos disseminados sobre a cos tm um papel importante no diagnstico de muitos tipos de sade.

Uma leso representa uma descontinuidade patolgica A maioria dos agentes causadores de doena inespecfica, ou traumtica de um rgo ou tecido corporal.

As descries de e muitos agentes diferentes podem causar a doena de um rgo tamanho e caractersticas da leso com frequncia podem ser individualmente. Por outro lado, um agente nico ou um evento obtidas atravs do uso de radiografias, ultrassonografia e outros traumtico pode levar doena de diversos rgos ou sistemas. As leses tambm podem ter amostras Embora um agente mrbido possa afetar mais do que um rgo retiradas por bipsia, e as amostras teciduais so submetidas a e diversos agentes mrbidos possam afetar o mesmo rgo, a estudo histolgico.

Ao invs, a maioria das doenas tem origem multifatorial.

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Esse Manifestaes Clnicas fato particularmente verdadeiro para doenas como cncer, cardiopatia e diabetes. Os mltiplos fatores que predispem a As doenas podem se manifestar de vrias maneiras. Algumas uma doena em particular com frequncia so denominados vezes, o transtorno produz manifestaes, como febre, que tor- fatores de risco.

Em outros casos, Um modo de ver os fatores que provocam doena consiste o transtorno silencioso no incio e detectado durante exames em agrup-los em categorias de acordo com a sua presena ao para outros fins ou quando a doena j est bastante avanada. Os distr- Sinais e sintomas so termos usados para descrever as altera- bios congnitos so defeitos presentes ao nascimento, embora es estruturais e funcionais que acompanham uma doena. O possam no ser evidentes at uma etapa posterior na vida.

Os sintoma uma queixa subjetiva observada pelo indivduo com um distrbios congnitos podem ser causados por influncias ge- transtorno, ao passo que um sinal uma manifestao percebida nticas, fatores ambientais p. Temperatura elevada, membro edemaciado e especificidade e valor prognstico. Com frequncia, a validade avaliada comparando-se Os sinais e sintomas podem estar relacionados com o distrbio um mtodo de aferio com o melhor mtodo possvel de aferi- primrio ou podem representar a tentativa do corpo de compensar o disponvel.

Por exemplo, a validade de aferies de presso a funo alterada provocada pelo transtorno patolgico. Muitos arterial obtidas por um esfigmomanmetro deve ser comparada estados patolgicos no so observados diretamente - no com aquelas obtidas por aferies intra-arteriais.

Em refere-se extenso em que uma observao, quando repetida, vez disso, o que pode ser observado a tentativa do corpo de confere o mesmo resultado. Uma mquina da presso arterial mal compensar alteraes na funo provocadas pela doena, como calibrada pode proporcionar aferies inconsistentes da presso a taquicardia que acompanha a perda de sangue ou o aumento arterial, particularmente de presses no limite de variao alto da frequncia respiratria que ocorre na pneumonia.

A confiabilidade tambm depende das pessoas que Sndrome uma compilao de sinais e sintomas p. Por exemplo, as aferies de presso arterial drome da fadiga crnica caractersticos de um estado mrbido podem variar de um observador para outro por causa da tcnica especfico.

As complicaes so possveis extenses adversas empregada p. As sequelas so o manguito numa velocidade diferente, obtendo assim valores leses ou comprometimentos que sucedem uma doena ou que diferentes , da maneira com que os nmeros no manmetro so so causados por ela.

No campo das determinaes de laboratrio clnico, a padro- nizao tem por objetivo aumentar a autenticidade e a confia- Diagnstico bilidade dos valores aferidos. A padronizao baseia-se no uso O diagnstico consiste na designao referente natureza ou de padres descritos, procedimentos de aferio de referncia e causa de um problema de sade p.

Os sintomas e a evoluo, e os fatores que contribuem para o diag- fabricantes que se propem a comercializar novos dispositivos nstico. O exame fsico realizado a fim de observar sinais ou diagnsticos devem submeter as informaes sobre seus ins- estrutura ou funo corporal alterada.

A das diversas possibilidades e a seleo da mais provvel dentre FDA rev essa informao para decidir se o produto pode ser os distrbios que podem ser responsveis pelo quadro clnico comercializado nos Estados Unidos.

A probabilidade clnica de uma determinada doena As medidas de sensibilidade e especificidade relacionam-se em um indivduo de uma determinada idade, sexo, raa, estilo com a determinao de quo provvel ou quo bem o teste ou a de vida e localidade frequentemente influencia chegar-se a um observao identificar pessoas com a doena e pessoas sem a diagnstico presuntivo. Com frequncia, exames laboratoriais, doena11 Fig. Sensibilidade refere-se proporo de indi- exames radiolgicos, tomografias computadorizadas TC e vduos com uma doena que so positivos para aquela doena outros exames so usados para confirmar o diagnstico.

Se o resultado de um teste muito sensvel diagnsticos a determinao de sua normalidade ou anormali- dade. Uma contagem de clulas sanguneas encontra-se normal, dentro da variao normal ou abaixo do normal? O que denomi- DOENA nado um valor normal para um exame laboratorial estabelecido estatisticamente a partir de resultados de exames obtidos de uma Presente Ausente amostra selecionada de indivduos.

Os valores normais para alguns exames laboratoriais so verdadeiro ajustados para sexo ou idade. Existem duas possibilidades para o resultado ajustado para idade no idoso, e os valores normais para fosfato de o exame estar correto positivo verdadeiro e negativo verdadei- ro e duas possibilidades para estar incorreto falso-positivo e falso- srico diferem entre adultos e crianas.

De Fletcher R. Conceitos de Sade e Doena 5. Especificidade refere-se infectado, conforme evidenciado por resposta de anticorpos ou proporo de indivduos sem a doena que so negativos em um manifestaes clnicas. Ainda assim, essa pessoa pode infectar determinado teste ou observao denominado resultado negativo outras. O estado de portador pode ter durao limitada ou pode verdadeiro.

A especificidade pode ser calculada apenas a partir ser crnico, perdurando meses ou anos. Um resultado de EM RESUMO, o termo fisiopatologia, que o foco deste livro, teste falso-positivo pode ser injustificadamente estressante para pode ser definido como a fisiologia da sade alterada.

Uma a pessoa que est sendo testada, ao passo que um resultado de doena definida como qualquer desvio ou interrupo da teste falso-negativo pode retardar o diagnstico e comprometer estrutura ou funo normal de qualquer parte, rgo ou siste- o desfecho do tratamento.

As causas da doena determinada doena ou distrbio. A patogenia descreve o sitivo refere-se proporo de resultados positivos verdadeiros modo como o processo mrbido evolui. Morfologia refere-se que ocorre em uma determinada populao. Em um grupo de estrutura ou forma de clulas ou tecidos; alteraes morfolgicas mulheres que apresentam "ndulos suspeitos na mama" em um so alteraes na estrutura ou na forma que so caractersticas programa de rastreamento de cncer, a proporo determina- de uma doena.

Um prognstico positivo. Um valor prognstico negativo refere- sintoma uma queixa subjetiva, como dor ou tontura, ao passo se s observaes negativas verdadeiras em uma populao.

Uma sndrome prognstico negativo representa a proporo de mulheres sem uma compilao de sinais e sintomas caractersticos de um ndulos suspeitos que no apresentam cncer de mama. Embora estado mrbido especfico. O processo diagnstico exige um valncia do distrbio na populao. Apesar da sensibilidade e histrico e exame fsico cuidadosos. Exames laboratoriais, ra- da especificidade sem alteraes, o valor prognstico positivo diolgicos p. O valor de muitos testes baseia-se em sua valor prognstico negativo cai.

A evoluo clnica de uma doena descreve sua evoluo. Evoluo Clnica Pode ser aguda relativamente intensa, porm autolimitante , A evoluo clnica descreve a evoluo de uma doena. Uma crnica contnua ou episdica, porm ocorrendo durante um doena pode ter evoluo aguda, subaguda ou crnica.

Um trans- longo perodo ou subaguda no to intensa quanto a aguda torno agudo aquele relativamente grave, porm autolimitante. Dentro do espectro da A doena crnica implica um processo prolongado e contnuo. A doena subaguda intermediria entre aguda e crnica: no to acentuada como uma doena aguda nem to prolongada quanto uma doena crnica.

Durante o estgio pr-clnico, a doena no clinicamente evidente, porm est destinada a evoluir para Aps completar esta seo do captulo, voc ser capaz doena clnica. Assim como na hepatite B, possvel transmitir de: um vrus durante o estgio pr-clnico. A doena subclnica no Definir o termo epidemiologia. E diagnosticada por meio de exames com anticorpos valncia com relao s determinaes da frequncia ou cultura.

A maioria dos casos de tuberculose no clinicamen- da doena. A doena clnica se manifesta por sinais estatsticas de mortalidade e morbidade.

Uma doena infecciosa crnica persistente perdura continua anos, algumas vezes toda a vida.

Um Estabelecer diferenas entre nveis de preveno prim- rios, secundrios e tercirios. A incidncia reflete o nmero de novos casos que surgem em uma populao de risco durante um perodo especfico. A populao de risco considerada as A sade dos indivduos est intimamente ligada sade da comu- pessoas sem a doena mas que correm risco de desenvolv-la.

Categoria: Fisiopatologia

A capacidade de atravessar E determinada dividindo-se o nmero de novos casos de uma continentes em uma questo de horas abriu o mundo a questes doena pela populao em risco de desenvolvimento da doen- de populaes em um nvel global.

As doenas que outrora a durante o mesmo perodo p. A incidncia cumulativa uma ameaa a populaes em todo o mundo. A prevalncia uma medida de doena existente em lembrados de que o sistema de assistncia sade e os servios uma populao em um determinado ponto no tempo p.

Os sistemas mero de casos existentes dividido pela populao corrente. O foco da assistncia sade tambm comeou a doena porque uma funo tanto de casos novos quanto da emergir como uma parceria na qual se solicita aos indivduos que extenso de tempo em que os casos permanecem na populao.

A incidncia e a prevalncia so sempre relatadas como taxas p. Epidemiologia e Padres de Doena Morbidade e Mortalidade Epidemiologia o estudo da ocorrncia da doena em popula- 11 As estatsticas de morbidade e mortalidade conferem informaes es humanas.

Inicialmente foi desenvolvida para explicar a sobre os efeitos funcionais morbidade e a produo de morte disseminao de doenas infecciosas durante epidemias, e se tomou uma cincia para estudar fatores de risco para doenas mortalidade caractersticos de uma doena.

Essas estatsticas multifatoriais, como cardiopatia e cncer. A epidemiologia pro- so teis em termos de prever necessidade de assistncia sade, cura padres de pessoas afetadas com um distrbio particular, planejar programas de educao pblica, direcionar esforos de como idade, raa, hbitos dietticos, estilo de vida ou localizao pesquisas em sade e alocar recursos da sade.

Em comparao com pesquisadores biomdicos, As estatsticas de mortalidade do informaes sobre as que procuram elucidar os mecanismos de produo da doena, causas de morte em uma determinada populao. Na maioria os epidemiologistas se preocupam mais com o que acontece do dos pases, requisito legal que sejam relatados determinados que como acontece.

Por exemplo, o epidemiologista est mais fatos como idade, sexo e causa da morte em um atestado de preocupado se o tabagismo, por si s, est relacionado com do- bito. Procedimentos acordados internacionalmente sobre ena cardiovascular e se o risco de cardiopatia diminui quando classificao a Classificao Internacional de Doenas [CID] o tabagismo cessa.

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Por outro lado, o pesquisador biomdico est pela OMS so utilizados para codificar a causa da morte, e os mais preocupado com o agente causal do tabagismo e com a via dados so expressos como taxas de mortalidade. Os mtodos epidemiolgicos so socioeconmica e outros fatores.

Por esse motivo, a mortalidade usados para determinar como uma doena se dissemina, como com frequncia expressa como taxas de mortalidade para uma control-la, como preveni-la e como elimin-la. Os mtodos epi- populao especfica, como a taxa de mortalidade infantil. A demiolgicos tambm so usados para estudar a histria natural mortalidade tambm pode ser descrita em termos das principais da doena, avaliar novas estratgias de preveno e tratamento, causas de morte de acordo com idade, sexo, raa e etnia.

Em explorar o impacto de diferentes padres de prestao de as- todas as pessoas de 65 anos de idade ou mais, as cinco causas sistncia sade e predizer futuras necessidades da assistncia sade. Desse modo, os estudos epidemiolgicos funcionam principais de morte nos Estados Unidos so cardiopatia, doena como uma base para a tomada de deciso clnica, alocao de maligna, doena cerebrovascular, doena respiratria baixa recursos da sade e desenvolvimento de polticas relacionadas crnica e doena de Alzheimer.

A morbidade descreve os efeitos que uma doena tem sobre a vida de um indivduo. Muitas doenas, como artrite, apresentam baixas taxas de mortalidade, mas tm um impacto significativo Prevalncia e Incidncia sobre a vida do indivduo. A morbidade est relacionada no As aferies de frequncia de doena so um aspecto importante apenas ocorrncia ou incidncia de uma doena, mas tambm da epidemiologia. Elas estabelecem um meio para prever quais persistncia e s consequncias da doena no longo prazo.

Conceitos de Sade e Doena 7. Determinao dos Fatores de Risco mesmo tempo e determinar a importncia relativa de cada. Uma outra vantagem que os fatores de risco podem ser relacionados As condies suspeitas de contribuir para o desenvolvimento mais tarde a outras doenas, como AVC.

O Quadro 1. Podem ser alguns dos marcos importantes do Estudo de Framingham. Um segun- estudos empregados para determinar os fatores de risco, como do estudo de coorte bem conhecido o Nurses' Health Study, estudos transversos, estudos com controle e casos e estudos de desenvolvido pela Harvard University e pelo Brigham and coorte.

Women's Hospital. O estudo teve incio em com uma coorte de Controle e Casos entre anticoncepcionais orais e cncer de mama, as enfermeiras do estudo proporcionaram respostas a perguntas detalhadas sobre Os estudos transversos usam a coleo simultnea de informa- ciclo menstrual, hbitos de tabagismo, dieta, aferies de peso es necessrias para a classificao de exposio e desfecho.

Foram colhidas amostras da urina e do sangue, nos indivduos com o fator ou exposio e a prevalncia de uma e os pesquisadores coletaram at mesmo fragmentos de unhas doena naqueles que no so expostos ao fator, como a prevaln- dos ps. Ao selecionar a coorte, justificou-se que as enfermeiras cia de coronariopatia em tabagistas e no tabagistas.

Os estudos seriam bem organizadas, precisas e observadoras em suas res- com controle e casos so projetados para comparar indivduos postas, e que fisiologicamente no seriam diferentes de outros que conhecidamente apresentam o desfecho de interesse ca- grupos de mulheres. Tambm se previu que seus padres de dar sos e aqueles que conhecidamente no apresentam o desfecho luz, comer e fumar seriam semelhantes aos de outras mulheres de interesse controles. Por exemplo, as caractersticas de consumo de lcool materno em lactentes nascidos com a sndrome alcolica fetal casos podem ser comparadas com aquelas em lactentes nascidos sem a sndrome controles.

Uma coorte pode cardiopatia consistir em um nico grupo de indivduos escolhidos porque - A hipertenso relacionada a aumento do risco foram ou no foram expostos a fatores de risco suspeitos; dois de AVC grupos especificamente selecionados porque um foi exposto e o - A menopausa relacionada a aumento do risco outro, no; ou um nico grupo exposto no qual os resultados so de cardiopatia comparados com a populao geral.

Um dos exemplos mais bem conheci- alta densidade HDL so observados dos de um estudo de coorte o Estudo de Framingham, realizado - Fatores psicossociais so relacionados a em Framingham, Massachusetts.

Esse estudo do risco de morte longitudinal, que comeou em , foi estabelecido pelo U. O estudo consistiu em 5. Research milestones. Diagnstico Histria Natural Incio clnico A histria natural de uma doena refere-se evoluo e ao desfe- cho projetado da doena sem interveno mdica. O conhecimento da histria natural pode ser usado para determinar o desfecho da doena, estabelecer Remoo de Deteco e Reduo de prioridades para servios de assistncia sade, determinar os fatores de risco tratamento precoces complicaes.

A preveno primria impede que sobre o desfecho da doena e comparar os resultados de novos a doena ocorra. A preveno secundria detecta e cura a doena tratamentos e o desfecho esperado sem tratamento. A preveno terciria reduz as compli- caes da doena. Nesse caso, a histria natural da doena pode ser usada como um prognosticador do desfecho.

Algumas medidas As informaes sobre a histria natural de uma doena e a dis- primrias de preveno so obrigatrias por lei p. No caso da hepatite C, o Outras atividades de preveno primria p. Ao mesmo tempo, os cientistas esto ocupacionais especficas.

O desenvolvimento de vacinas para quando ela ainda assintomtica e as medidas de tratamento prevenir a disseminao de doenas infecciosas, como a plio e a podem efetuar uma cura ou interromper a evoluo. O uso do hepatite B, sem dvida tem sido motivado pelo conhecimento da esfregao de Papanicolaou preventivo para a deteco precoce histria natural dessas doenas e pela falta de medidas eficazes do cncer da crvice um exemplo de preveno secundria.

O de interveno. Com outras doenas, como o cncer de mama, rastreamento tambm inclui a obteno do histrico perguntar a deteco precoce atravs do uso do autoexame de mama e de se a pessoa fuma , o exame fsico aferio da presso arterial mamografia aumenta as chances de cura.

Pode ser traduzido como as chan- razovel rapidez nas pessoas assintomticas. Todos ou o tempo de sobrevida previsto. Com frequncia o prognstico os tipos de profissionais da assistncia sade p. O prognstico associado a um A preveno terciria direcionada para intervenes clnicas determinado tipo de tratamento em geral apresentado com o que previnem a deteriorao adicional ou que reduzem as com- risco associado ao tratamento.

Um exemplo o uso de agentes beta-adrenrgicos para reduzir o risco de morte Nveis de Preveno em indivduos que tiveram um infarto. Os limites da preveno terciria vo alm de tratar o problema com o qual a pessoa se Basicamente, levar uma vida saudvel contribui para a preveno apresenta.

Em indivduos com diabetes, por exemplo, a preveno de doena. Existem trs tipos fundamentais de preveno: pre- 11 17 terciria exige mais do que bom controle da glicose - inclui a veno primria, ,, preveno secundria e preveno terciria proviso de exames oftalmolgicos regulares para a deteco Fig. E importante observar que os trs nveis so procurados na prevenao. Os exemplos de hiperlipidemia. A maior parte dos pro- defeitos no tubo neural fetal, vacinar crianas para prevenir gramas de preveno terciria localiza-se dentro dos sistemas doena infecciosa e aconselhar pessoas a adotar um estilo de de assistncia sade e envolve os servios de vrios diferentes vida saudvel como meio de prevenir cardiopatias.

Conceitos de Sade e Doena 9. Prtica Fundamentada em Evidncias As diretrizes da prtica fundamentada em evidncias, que tm por inteno orientar os cuidados do cliente, tambm so e Diretrizes da Prtica importantes para direcionar pesquisas sobre os melhores mto- A prtica fundamentada em evidncias e as diretrizes da prtica dos para diagnstico e tratamento de problemas especficos de fundamentada em evidncias ganharam popularidade recente- sade.

Isso porque os provedores de assistncia sade usam mente entre os clnicos, os profissionais de sade pblica, as os mesmos critrios para diagnosticar a extenso e a gravidade organizaes de assistncia sade e o pblico como um meio de um distrbio particular, como hipertenso, e porque usam os de melhorar a qualidade e a eficincia da assistncia sade.

Seu desenvolvimento foi facilitado, ao menos em parte, pela enorme quantidade de informaes publicadas sobre diagnstico e medidas de tratamento para vrios desses distrbios, e tambm EM RESUMO, a epidemiologia refere-se ao estudo da doena pelas demandas para a assistncia sade melhor e de melhor em populaes. Procura padres como idade, raa e hbitos relao custo-benefcio.

A incidncia o nmero de novos casos que surgem em rente na tomada de decises sobre a assistncia de pacientes uma determinada populao durante um tempo especfico. A individualmente". A incidncia e a prevalncia so ncia e o julgamento que clnicos individualmente ganham atravs relatadas como propores ou taxas p. A melhor evidncia clnica externa As estatsticas de mortalidade ou morte baseia-se na identificao de pesquisa clinicamente relevante, com proporcionam informaes sobre as tendncias de sade em frequncia a partir das cincias bsicas, porm, especialmente, a uma populao, ao passo que a morbidade descreve os efeitos partir de estudos clnicos centrados nos pacientes que tm como que uma doena tem sobre a vida do indivduo.

Preocupa-se foco a acurcia e a preciso de exames e mtodos diagnsticos, o com a incidncia da doena e tambm com sua persistncia e poder dos indicadores prognsticos e a eficcia e a segurana de as consequncias no longo prazo. As condies suspeitas de contriburem para o desenvolvi- As diretrizes da prtica clnica so assertivas desenvolvidas mento de uma doena so denominadas fatores de risco. Estu- sistematicamente com a inteno de informar os clnicos e os dos usados para determinar fatores de risco incluem estudos clientes na tomada de decises sobre assistncia sade para transversos, estudos com controle e casos e estudos de coorte.

Prognstico o quanto negativos, e fazem recomendaes. As diretrizes so termo usado para designar o provvel desfecho e a perspectiva diferentes com base nas revises sistemticas. Podem adotar de recuperao de uma doena. A preven- associao dos dois. A preveno cias com frequncia usa mtodos como meta-anlise para associar secundria, como o exame preventivo Pap , detecta a doena evidncias advindas de diferentes estudos a fim de produzir uma quando ela ainda assintomtica e passvel de cura mediante estimativa mais precisa da exatido de um mtodo diagnstico tratamento.

A preveno terciria, como o uso de drogas beta- ou dos efeitos de um mtodo de interveno. Baseiam-se na habilidade do clnico individualmen- vos achados de pesquisa e os novos mtodos diagnsticos e de te, integrada melhor evidncia clnica decorrente da reviso tratamento. Por exemplo, as Diretrizes para Preveno, Avalia- sistemtica de estudos de pesquisa confiveis. As diretrizes da o e Tratamento de Hipertenso ver Cap.

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FGSV - Fundação Dr. Geraldo da Silva Venâncio - RJ

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A maturao fsica e psicolgica assim como o desenvolvimento influenciam Desenvolvimento Embrionrio fortemente no s o tipo de doena que a criana sofre, mas tam- Desenvolvimento Fetal Peso ao Nascimento e Idade Gestacional bm sua resposta a ele. Embora muitos sinais e sintomas sejam Crescimento Intrauterino Anormal os mesmos em pessoas de todas as idades, algumas doenas e Mtodos de Avaliao complicaes ocorrem mais provavelmente em crianas.

As doenas especficas so apresentadas Sofrimento ao Nascimento e o Valor de Apgar em outras sees do livro. A taxa de mortalidade Leses do Nascimento infantil era de mortes por 1. Essa grande disparidade existe Problemas Comuns de Sade para os afro-americanos, cuja taxa de mortalidade infantil foi de 13,6 por 1. A despeito dos declnios contnuos e graduais na taxa geral de mortalidade infantil durante a ltima parte do sculo XX, a incidncia de nasci- mentos pr-termo continua sendo um desafio para a reduo das disparidades raciais de mortalidade infantil, bem com a incidncia de mortalidade infantil.

Uma razo para o aumento do nmero de crianas com baixo peso ao nascimento que o nmero de gmeos, trigmeos e nascimentos mltiplos m. Devido grande variabilidade, essas normas geralmente podem ser expressas Aps completar esta seo do captulo, voc ser capaz apenas em termos estatsticos.

As estatsticas so clculos derivados das cimento e o desenvolvimento durante a lactncia e a medidas usadas para descrever a amostra medida, ou para fazer infncia.

Descrever os principais eventos que ocorrem durante Como todos os indivduos crescem e se desenvolvem em taxas o desenvolvimento pr-natal, desde a fertilizao ao diferentes, o padro para o crescimento e o desenvolvimento de nascimento. O padro Definir os termos baixo peso ao nascimento, pequeno tpico derivado de medidas feitas em uma amostra de indivduos para a idade gestacional e grande para a idade ges- representativa da populao total.

Quando so feitas diversas me- tacional. A plotagem dos dados Descrever os mtodos para a determinao da idade em um grfico gera uma curva em forma de sino que mostra a gestacional.

A mdia e o desvio padro so estatsticas comumente usadas para descrever as caractersticas de uma ,. A mdia Os termos crescimento e desenvolvimento descrevem um proces- representa o valor mediano das medidas. E a soma dos valores so pelo qual um ovcito fertilizado se torna uma pessoa adulta. Uma curva normal em forma Crescimento fsico descreve as mudanas no corpo como um todo de sino simtrica, ficando a mdia no centro da curva e uma ou em suas partes individuais.

Por outro lado, o desenvolvimento metade dos valores de cada lado da mdia. O desvio padro engloba outros aspectos da diferenciao, como as mudanas no determina o quanto um valor dista, ou se desvia, da mdia. Os funcionamento do corpo e comportamentos psicossociais. Os ps e as mos so os primeiros a crescer. Como o A curva em forma de sino tambm pode ser marcada por tronco cresce mais rpido que as pernas, na adolescncia, grande percentis, teis para a comparao dos valores de uma pessoa parte do aumento de altura resulta do crescimento do tronco.

Quando os dados quantitativos so dispostos Crianas normais seguem uma trajetria de aumento de em ordem ascendente e descendente, um valor mdio, chamado crescimento linear e peso corporal. Aps a maturao do caindo de cada lado. Os valores podem ser, ainda, divididos em esqueleto se completar, o crescimento linear est completo. Aos percentis. Comeando de valores para a populao iguais ou menores que o nmero. Os com o terceiro ano, a taxa de crescimento de 5 a 6 cm pelos percentis so usados, mais frequentemente, para comparar o valor prximos 9 anos.