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LIVRO DRIBLANDO A DOR DOWNLOAD GRÁTIS


Bem-vindo ao Open Library Brasil - Driblando A Dor De Irene Pacheco Machado. Neste livro, Luiz Sérgio narra à história daqueles que gritam, choram. Baixar Driblando a Dor Grátis. Neste livro, Luiz Sérgio narra à história daqueles de que gritam, choram, maldizem ou buscam nos vícios o alívio para suas dores . Para enfrentar a dor precisamos ter fé, somente ela banha o nosso Espírito, Driblando a dor é um livro de origem espírita onde de uma forma âmpla e.

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GRÁTIS DOWNLOAD DRIBLANDO LIVRO DOR A

Debaixo da ducha, ponderei o que diabo era preciso para fazer uma mulher miar. Quem vai a um Centro deve, ao escutar frases do tipo: "mas você nem parece espírita Em outras palavras, é próprio do homem o ato de tentar, até mesmo com o risco pessoal de errar. La batalla de paradigmas en Ia era dei NeoZapatismo y ei advenimiento indígena en America Latina no prelo. Por outro lado, o nosso encantamento costuma ser mais fulminante, podendo durar algumas horas apenas. Ele sorriu. Eu estava sem sexo havia algum tempo. Mesmo verdadeira, a abordagem poderia ser inconveniente, ameaçadora, arriscada, violenta para uma mulher sozinha? Hoje, amor da minha vida, eu renovo mais uma vez o mais puro dos meus sentimentos. Ver: J.

Baixar Driblando a Dor Grátis. Neste livro, Luiz Sérgio narra à história daqueles de que gritam, choram, maldizem ou buscam nos vícios o alívio para suas dores . Para enfrentar a dor precisamos ter fé, somente ela banha o nosso Espírito, Driblando a dor é um livro de origem espírita onde de uma forma âmpla e. Milhares de livros encontrados sobre luiz sergio driblando a dor no maior acervo de livros do Brasil. Encontre aqui obras novas, exemplares usados e. É isso, irmão! Se a dor, o desequilíbrio ou a fraqueza buscarem a sua alma, não se deixe abater. Segure a mão de Deus e com fé lute contra as adversidades. Psicografado por Irene Pacheco Machado - é um livro onde as mensagens chegam ao Driblando a Dor / Luiz Sérgio; psicografia: Irene Pacheco Machado .

Perguntou Sara. Levamos horas e horas a convencer uma criança. O fdho foi um acidente, a pílula falhou, ou foi encomendado, planejado, porque, enfim, todos precisam ter um filho Portanto, as Casas religiosas que evangelizam crianças também devem ajudar os pais, através de peças infantis que elucidem, eduquem e evangelizem.

O silêncio reinou no ambiente. O jovem-sorriso olhou o painel e nele viu a palavra "socorro". Que Deus nos acompanhe. Enoque sempre usa a sua calça tipo pescador, tórax nu, sorriso constante. De tanto conviver com jovens e crianças plasmou a fisionomia de dezoito anos. Mas o que mais nos toca é a luta desse espírito para salvar almas. Ele tudo faz para varar a atmosfera pesada do umbral da Terra, a fim de socorrer quem precisa. Verifiquei o painel. Ao entrarmos, vimos casais se retorcendo, em verdadeiras cenas de sexo explícito.

Coisa de arrepiar. Os garçons passavam com as bandejas do "brilho" arrumado em fileira e, mesmo dançando, eles aspiravam a coca; muitos apenas passavam o dedo no pó e depois esfregavam-no na gengiva.

Estamos em um baile da sociedade. Percebemos que cada casal possuía junto a si uns dez espíritos completamente alucinados. Eram espíritos que desencarnaram, mas permaneciam junto aos dependentes de tóxicos. O jovem se retorcia e para espanto nosso os outros o ignoravam. Sadu, Carlos, Samita e o médico dos Lanceiros — Pattabli — tudo faziam por aquele jovem.

Do seu braço escorria sangue, um quadro de terror. O doutor Pattabli juntou-se a uma garota que me pareceu a melhor deles e a intuiu a levar o rapaz até o hospital. Percebi que Lílian, por ser novata, estava cambaleante. Segurei-a fortemente, animando-a: —Coragem, chega de doentes. Logo se recompôs. Ninguém queria saber de nada. Eles gritavam alucinadamente, entretanto, ajudaram o amigo.

A festa terminou, pois nada fez o som funcionar, nem mesmo os chutes que o coitado do equipamento levou. Muitos deram no pé, somente uns três casais ali permaneceram e ninguém pode imaginar o que eles ainda fizeram. É o final dos tempos. As meninas de quatorze anos eram vítimas de uma época onde os alucinógenos fazem dos homens animais doentes. O grupo que o levou para o hospital estava muito drogado, mas o susto diminuiu o efeito do tóxico e Felipe, o dono da festa, chorava com medo do escândalo, que envergonharia o nome da sua "santa família".

Nisso, Felipe teve uma idéia: deixaria o carro bem longe, jogariam Roberto na porta do hospital e "pernas com o vento". E assim fizeram. No momento do desencarne eu nem sabia se chorava. Assim, presenciei mais uma violência ao plano divino. No des encarne de Roberto presenciei o seu esmagamento. O sangue corria até o cérebro, sobrecarregando-o por demais. Os pulmões, por ser Roberto viciado desde os doze anos, estavam diminuídos, ou melhor, atrofiados. As veias estavam necrosadas pelos picos; o baço, o cérebro, tudo estava atingido por algo que mata, alucina, destrói e envergonha o espírito — o tóxico.

Queria ficar ali mais tempo, estudando aquele corpo. Foi quando os pais, desesperados, chegaram, e notei que pediram ao médico sigilo, pois o filho era viciado em drogas. Perguntou Lílian. Se fossem apurados todos os desencarnes por droga, viveríamos num mundo de escândalos. Talvez, até um mínimo de jovens deixasse a droga. A nossa equipe ainda ficou para tentar ajudar Roberto, mas eu achava muito difícil alguém fazer alguma coisa.

O espírito do jovem ainda iria sofrer muito. Saí e esperei do lado de fora, antes passando pelo pronto-socorro, e vi o contraste da vida física: uns lutando para viver, outros morrendo a cada dia. Deitadas nas maças estavam pessoas atropeladas, doentes cardíacos, vítimas de desastre de carro, enfim, muitos seres necessitados de cuidados médicos.

Esperei a minha turma e me deparei com outro grupo que prestava aj uda na terra. Quando nos reunimos, perguntei aos médicos: —Até quando a besta vai matar? Quando descobriram que Roberto consumia drogas, levaram-no a um psicólogo, mas esse trabalho individual muitas vezes chega tarde até o profissional. O certo é curar o doente antes de consumir drogas. Portanto, o jovem difícil precisa de um tratamento da mente antes que o verdadeiro mal o atinja: o tóxico.

E parte sempre desse princípio, daí é que vem a dependência. Como Deus deve sofrer por ter na Sua família toxicômanos, assaltantes, assassinos e outros mais. Mas, mesmo assim, Ele vive perdoando Seus filhos.

Quanta dignidade! Fitei o céu e pisquei para uma estrelinha, querendo dizer-lhe: vai, diz a todo o Universo que sou feliz, porque respeitei o meu corpo físico e tudo faço para me tomar digno trabalhador da seara do Mestre. Diz, estrela, isso: que sou feliz, porque em muitos corações deixei uma lembrança de saudade e amor. Diz, também, que um dia batalharei na eternidade, junto a todos os que acreditam em um mundo de paz.

É algo assustador. Encontramos lugares que o encarnado nem imagina existir, tal o avanço da tecnologia operada no refino do tóxico. Dificilmente um traficante de peso é detido, só mesmo as chamadas minhoquinhas. Rayto sorriu. Logo juntou-se a nós o querido Olavo, um grande conhecedor da alma.

Quando nos sentimos fracos, buscamos o que venha a nos fortalecer. Veja: uma pessoa com insônia busca o remédio, o sonífero, em vez de buscar a causa do problema.

A insônia é a consequência dos acontecimentos atuais da pessoa. Até para dormir temos de nos exercitar, ou melhor, prepararmo-nos. E aí se iniciam as ligações de remorsos e tristezas. No primeiro amor, o lirismo deveria ser tanto que o sexo ficaria distante. O feto vive o desequilíbrio dos pais e isso se aloja na sua alminha como estigma, sentindo a incompatibilidade da sua presença entre os pais.

Os filhos de pais normais também. A criança ora se toma doce, outras vezes agressiva. No seu interior, começa o seu contato com a sociedade. Portanto, quando a criança nasce agarra-se às pessoas, sentindo- se desamparada. Com o passar dos meses e anos, a criança vai iniciando a sua vida, a tudo observando, principalmente os gritos do adulto.

Ela só deseja ser amada. Infelizmente, os pais julgam que naquele corpo infantil a alma é retardada. A criança sofre em silêncio e toma atitudes violentas. Os pais proíbem e às vezes negligenciam fatos mais graves. Contarei, aqui, uma estória ocorrida em meu lar: tinha uma das minhas filhas quatro anos, ela adorava um vaso de cristal lindíssimo, que minha esposa ganhara de uma amiga.

O vaso era valiosíssimo. Ao menor descuido da minha mulher, minha filha era encontrada tentando pegar o vaso. Ela, um pouco desconfiada, olhava se alguém iria interrompê-la. Lendo me encontrava e lendo fiquei. Minha esposa observava, atônita, e meus outros filhos deses- perados, mas escondidos como eu havia pedido. Nisso, a garota subiu na cadeira para pegar o vaso. Ela me olhou, assustada.

Mas a Greta é mais linda ainda. Entregou-me o vaso. Respirei aliviado. Assim fez e, ao passar pelo vaso, nem o olhou. Essa filha foi a minha cobaia e, graças a isso, tornamo-nos grandes amigos. Criança sem amor e indisciplinada, criança infeliz. Defecar, urinar nos recipientes próprios, alimentar-se, escolher os alimentos, tudo isso é trabalho para a mente infantil e a leva a ter reações cujo comportamento os pais devem observar.

Levados pelo cotidiano, buscam algo que os leve a viver situações diferentes. Aqui se encontra a consciência de cada indivíduo, é a sede do Espírito. Ele supervisiona os demais centros de força e lhes transmite os impulsos vindos do espírito.

E ele que capta as energias da aura espiritual e as transmite aos chacras e ao físico. E a sede do Espírito, é dele que partem as decisões. Aglutina, transmite e dissemina energias do córtex cerebral para o funcionamento equilibrado do sistema nervoso.

Irradia energias vitalizadoras e correntes magnéticas. A droga, ao penetrar no cérebro, interfere diretamente nas transmissões desses neurotransmissores, esmagando cada célula, que possui vida própria. Estas, ao serem atingidas, fazem com que o viciado sinta sensações sempre novas e nunca idênticas. Mas morre pouco a pouco também. O cérebro de um dependente apresenta-se alterado. Por que esse novo método? Muitos, com uma overdose, desencarnam; outros, com quantidades maiores, nada sentem.

E o segredo da vida. O perigo de ocorrer o desencarne aumenta com os coquetéis de drogas. Muitas vezes, entretanto, quando socorrido em tempo, se salva. Melhor e mais prudente, no entanto, é correr com o doente para um hospital. Para uma criança, o desmoronar de seus sonhos é muito mais grave do que para o adulto. Ela é um brinquedo para o adulto, algo deficiente. Só assim teremos uma sociedade sem os mortos-vivos, dependentes de drogas.

Os bens materiais suplantam as joias da alma: as virtudes e, longe da fé, o homem vai sendo prisioneiro de si mesmo, dos seus anseios. O que temos visto? Pessoas extremamente indiferentes; crianças sendo assassinadas em noites de orgia; meninos assassinando, matando, violentando; almas completamente desequilibradas.

Muitos até indagam: como pode o Ser Supremo — Deus — criar tais criaturas? Neste pronto-socorro de Maria temos convivido com a verdadeira dor; almas que se desligam do corpo das maneiras mais diversas das estabelecidas pelo plano divino. Pensei: "mas eu quase nada sei sobre desligamento! As organizações das trevas aproveitam o desequilíbrio dos encarnados e, com objetivos bem definidos, colhem os frutos antes do tempo. Lembram pessoas que furtam as frutas antes destas estarem prontas para serem colhidas.

E comum a criança sofrer das amídalas, ter gripes, resfriados, bronquites. Nas crianças, principalmente, a temida dor de garganta pode ser evitada trazendo-as calçadas.

Hoje é comum a criança ficar descalça nos quartos acarpetados e depois colocar os pezinhos nas lajotas geladas. Desse modo, o corpo físico sofre uma violência e as crianças adoecem.

Devemos alertar os pais para o perigo das doenças.

SÓ devemos tomar remédio quando precisamos dele, sem exagerar. Tudo em excesso é prejudicial. Encontramos os hipertensos nas classes média e rica, com maior acesso aos alimentos. Para viver, para morrer e para nascer de novo.

Ali ainda ficamos algumas horas.

Lista de livros | INSTITUTO ESPÍRITA OBREIROS DO BEM

Fiquei junto a alguns companheiros, assistindo a um filme que era passado para alguns doentes. Nisso, ouvi meu nome. O grupo me chamava. Sofres de reumatismo? Olhei-o com "aquele" olhar de secar pimenteira.

Estou-me auto educando. Falava do estresse e também da fadiga crônica, uma doença que afeta as pessoas de todas as idades.

Ela decorre de falhas no organismo, é a própria doença em si. Perguntou-me Carlos. Mas para os médicos espirituais é uma doença criada pela mente humana. Logo após, a dopamina é metabolizada pelo organismo e este fato altera o metabolismo. Ainda é matéria de pesquisa para os cientistas espirituais. Quando desejar saber algo mais sobre ciência médica, busque-me, estarei ao seu dispor. Rimos muito e juntamo-nos aos outros para irmos prestar ajuda ao chamado.

E, com grande conhecimento, falou sobre a fadiga crônica, o perigo dos doentes ficarem obesos ou serem levados a outras doenças por excesso de remédios. Para transmitir o impulso nervoso, a célula livra a dopamina para a célula vizinha; após a passagem do impulso, ela volta para a célula que a liberou ou permanece no meio exterior, onde é destruída.

Quando cessa, a metamina é metabolizada pelo organismo. Nas pessoas atacadas pela fadiga, a dopamina age desequilibradamente. O tratamento dessa doença requer muita paciência, é no cérebro da pessoa que se aloja o desequilíbrio. Só estamos tratando desse assunto porque essa doença leva as pessoas a ingerir medicamentos sem necessidade. A fadiga faz com que busquem nas vitaminas a cura e, em vez de se curar, contraem outras doenças, doenças tais que levam ao suicídio inconsciente.

Carlos aproximou-se e me falou: —Doutor, continuas a dar aula? Até os assíduos frequentadores de Centros espíritas vivem dando trabalho na espiritualidade. O mal de alguns espíritas é deixar que a família desrespeite a Doutrina. Os filhos pedem aos pais espíritas que, por intermédio dos espíritos, passem no vestibular, arrumem empregos, comprem propriedades, e alguns pais levam os pedidos até o Centro.

Isso só ocorre porque os pais julgam que com esses atos milagrosos os filhos aprendem a gostar da Doutrina dos Espíritos. O verdadeiro espírita precisa respeitar para ser respeitado. É junto aos doentes que se encontra a sabatina da vida.

Podemos ser espíritas, sem medo do ridículo, contudo recordando sempre de Jesus, que conviveu com o pecado e jamais pecou. Quem vai a um Centro deve, ao escutar frases do tipo: "mas você nem parece espírita A caridade é paciente e bondosa.

A caridade nunca desanima, mas suporta tudo com fé, esperança e paciência. A caridade é eterna. Existem dons de falar línguas estranhas, mas acabam logo. Porque nossos dons de conhecimentos e nossas mensagens inspiradas existem somente em parte.

Estas palavras de Paulo deveriam ser afixadas nas paredes dos Centros espíritas. E ainda o servidor infiel vai gritar: "Mas eu acreditei na Doutrina". Disse ainda Paulo, em I Coríntios, cap. XVI: Estejam alertas e fiquem firmes na fé. Sejam corajosos e fortes. Façam todo trabalho com amor. Como é possível desaprovar a caridade quando a pobreza existe, porque nem todos têm capacidade para se tomarem ricos. O rico também morreu e teve por sepulcro o inferno. XVI, VV.

Vejam, quantos chamados! E Deus ouviu o rico e mandou os mortos se levantarem. Mas o homem acumula riquezas perecíveis no cofre da avareza, muito bem guardado com a chave da ganância. Outras religiões se perderam por ficarem apegadas à letra. Que Deus o abençoe. E isso, sinto até um arrepio de medo ao perceber, nos olhos daqueles que muito têm, a falta de caridade.

Pensei que os outros iriam rir, mas todos abaixaram a cabeça. Senhor, tende piedade dos indiferentes, dos avaros, dos orgulhosos, dos egoístas, e fazei com que o argueiro desapareça dos seus olhos e que eles enxerguem, por pouco que seja, a luz do Vosso Evangelho, que nos ensina a amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. Permiti Senhor, que o pobre seja a ponte que nos liga com o Alto, pois ele é o meio de provarmos a nossa fé.

Fazei, Senhor, que os homens encontrem a paz, a esperança e a caridade. Saímos, eu e Samita, abraçados. Assim, a gente trabalha e aprende. Abri o Evangelho de bolso em Lucas, cap. Nela havia muitas mulheres que choravam e lamentavam por causa dele.

ROTEIRO SISTEMATIZADO PARA ESTUDO DO LIVRO 'O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO'

Jesus virou-se para elas e disse: Mulheres de Jerusalém! Que profecia! Hoje, ninguém sofre mais do que os pais, porquanto as crianças vivem perigosamente. Inquiriu-me Sara, aproximando-se. Que belos os seus pensamentos! Tem andado com Ocaj?

Você é grande amigo e gosto muito de você. E ganhamos estrada. Ao nos aproximarmos de uma casa, ouvimos terrível barulho, as luzes acendiam e apagavam, parecia o primeiro umbral. Na porta, uma guarda de espíritos mal encarados. Jovens, de boas famílias, eram os frequentadores daquele local.

Na nossa frente, espíritos trevosos apossavam-se dos fluidos vitais de uma jovem e arrebentavam as ligações dos seus corpos. Quis correr para junto de Suzane, mas fui contido por Rayto, que alertou: —Lembre-se de que estamos aqui para ver como ocorrem os desencarnes forçados.

Ninguém pode imaginar o que seja um desencarne por overdose. A agonia da jovem durou cerca de quatro horas. Rayto, como se desejando justificar a nossa impassividade, falou: —Ainda que pudéssemos socorrer Suzane, ela nos expulsaria, pois é menina vazia de sentimentos. Observei sua roupa: etiqueta famosa. Uma bela menina. O rosto todo arranhado, no corpo manchas roxas. Durante essa agonia, nenhum amigo se aproximou. Esse logo caiu, bem encolhidinho. E o que faz a sociedade?

E a jovem, que deixara de viver na matéria, encontrava-se em estado desesperador na espiritualidade, porque, mesmo "bodada", tinha relances da realidade que estava vivendo. No cérebro, eles buscaram a substância cinzenta e ali encontraram grandes concentrações de corpos, os neurônios. Notamos que eles usaram a substância branca, esta eles separaram. Utilizando-se de aparelhos, eles trabalhavam nos corpos da menina. E ali, na primeira e na segunda vértebras lombares, eles buscaram um líquido que guardaram com cuidado.

Os corpos da jovem eram analisados pela equipe trevosa e a garota, em pânico, gritava muito. Quando iam buscar outras energias, Sara, com o seu aparelho, interferiu no deles, o que fez com que desconfiassem. Olharam ao redor, mas mesmo assim levaram o espírito de Suzane, enquanto os jovens se livraram do corpo físico, jogando-o num lugar sombrio. Nós seguimos a equipe protegidos pela Espiritualidade superior, que nos tomou invisíveis aos olhos deles.

E assim voltamos ao vale, onde testemunhamos o que espera um viciado em tóxicos. Na hora em que isto ocorreu, buscamos o corpo físico e este estava sendo devorado por outros espíritos, que nele bebiam o tóxico, o coquetel de drogas. De repente, vimos entrar o chefe; devia ser um técnico, pois era conhecedor do assunto.

Foi direto na corrente sanguínea e retirou tudo o que desejava. Risadas soaram. Só o nosso grupo desejava chorar. Olhe a ficha dessa garota: Suzane aos doze anos: primeira experiência sexual; aos quatorze anos: o primeiro aborto; aos quinze anos: o segundo aborto; conhecedora de maconha desde os dez anos, consumidora de coca, pico e comprimidos desde os treze anos. O pai sofreu enfarte, porque Suzane foi presa por furto. Por enquanto estamos só acompanhando o caso, logo estaremos prestando ajuda.

A garota era um aspirador de pó da melhor marca possível. Fiquei envergonhado, poi s tinha dado mancada e agora estava visível aos olhos do grupo.

Olhei a gengiva de Suzane: encontrava-se toda ferida e os trevosos usavam e abusavam daquele corpo, saboreando até os fluidos do duplo. Suzane iria viver até os oitenta e quatro anos, e ali jazia com apenas dezoito. Enquanto os vampiros serviam-se da vestimenta física de Suzane, o corpo perispiritual, sede do espírito, sentia tudo o que estava ocorrendo com o físico. Ela sofria horrores e os gritos eram terríveis.

Pais, salvem seus filhos! O corpo era o alimento daqueles "urubus". Ali eles se ligavam de tal forma que um puxava o outro para ter sua vez. Afastei-me devagar, mas logo retomei, ao ver um dos Lanceiros espantar os vampiros com seu chicote de amor. Era luz que os cegava, forçando-os a correr, amedrontados. Nesse momento chegaram Karina, Damian e Sara, trazendo uma viatura policial para encontrar o corpo.

Disse, aliviado: —Puxa, gente, que demora de socorro. Pensei que jamais fossem chegar. Um estudioso dos elétrons. Olhei o jovem-velho e senti por ele imenso amor. Como Enoque sofre ao ver tantas crianças morrendo!

E que as ama por demais. Agora, se for orgulhoso, vai aprender no umbral. Retruquei, de imediato: —Um grande homem, um grande espírito, tenho fé! Abri meu Livro e caiu: I Timóteo, cap. Combate o bom combate da fé.

Eu te amo, livro amigo! Retomamos ao pronto-socorro, que ora nos servia de lar. No Brasil, ela cresce assustadoramente, falou-me Sara. Vimos a correria das pessoas envolvidas, tentando esconder a refinaria.

Assistimos às equipes socorristas prestarem ajuda, enquanto os agentes das trevas tentavam apossar-se, sem sucesso, dos corpos dos policiais. No vídeo, o armazenamento de drogas, a potência da refinaria. Indagou Sara. Essas criaturas ficam mortas de remorsos e dor. Só quem conhece alguém vivendo este problema pode imaginar o porquê da espiritualidade estar lutando tanto junto ao homem para o extermínio do tóxico.

Esse fluido parece ser de grande valia para suas equipes. Até estou imaginando quem seja". Sua leveza nos dava, espíritos ainda imperfeitos, uma vontade imensa de nos tomarmos melhores. Que a paz irradie a sua tranquilidade em nossas consciências, para jamais irmos contra as leis do Pai, falou. Buscou na quinta-essência a vida do espírito e, assim, fomos um dia criados simples e inocentes.

A quinta-essência é o amor divino, que cresce à medida que o ser o distribui. E isso leva muitos ao desespero. Contudo, por maior que seja a inteligência do homem, ela nada é perante Deus. As mais poderosas criaturas ficam extasiadas diante do poder divino, mesmo às vezes dizendo-se materialistas.

Organizam-se para extrair de inertes corpos físicos, na hora da morte, os fluidos da vida. Por isso eles vampirizam os encarnados, convivendo com eles; participam das suas vidas, hospedando-se nas suas casas mentais ou se alojando em alguns centros de força do perispírito ou nos chacras do duplo. Nutrem-se por osmose, utilizando o que lhes oferece o corpo físico. Eles descobrem os fluidos vitais de um corpo físico e de meu corpo perispiritual recém libertos um do outro.

Junções fluídicas ainda permanecem ativas entre as células físicas e espirituais. Mesmo o corpo físico sendo tido como morto, nele se mantém a energia por algumas horas, energia essa buscada pelos vampiros. A mente de um suicida, mesmo inconsciente, fixa-se em certas partes do corpo espiritual e ele julga que ainda possui o físico; passa a viver como se ainda encarnado fosse. Calou-se, para em seguida projetar um filme sobre um garoto desencarnado por overdose e vimos a equipe coletando os fluidos do chacra esplênico, sugando-lhe o baço.

Nesse trabalho, observamos que tais equipes possuem boa retaguarda, pois agem com muita tranquilidade. Presenciamos também o socorro: logo que o jovem foi deixado pela equipe das trevas, a do Cordeiro levou-o até um grupo com Jesus e ele recebeu as energias para o seu reequilíbrio.

No desencarne programado tudo é diferente. Foi um silêncio total. É perguntando que vou compondo os livros. Eu e Lílian caminhamos até o pequeno jardim. Ficamos mais alguns minutos trocando ideias, quando fomos chamados pela Sara. Foi logo se apresentando: —Muito prazer, amigos. Chamo-me Procópio. Saímos em silêncio, era mais uma tarefa dolorosa. Olhamos as fisionomias dos jovens: pareciam loucos.

Duas moças se drogavam sem parar. O mais velho deles, uns trinta e cinco anos, Joca, aspirava coca e tomava aguardente e uísque. De um instante para outro Joca começou a quebrar garrafas e a rir sem parar. Carlos acercou-se dele e lhe aplicou um medicamento, o que fez com que caísse em sono profundo. A moça, chamada Jandira, tentava picar-se, mas sem conseguir pegar as veias.

Lílian encolheu- se, apavorada. Olhei-a duro e ela cerrou os olhos em prece. Ali era o inferno da droga. Joselito, um dos viciados, urinava sobre o grupo, dando gostosas gargalhadas.

Joca acordou e tentou prestar-lhe socorro, mas a sonolência era tanta que ele cuidou de voltar a dormir. Joselito respirava mal, debatendo-se. Sadu e Samita examinavam as drogas ingeridas e nem podiam imaginar a mistura: um coquetel de venenos. E foi nesse momento que entrou a equipe trevosa. Em seguida, regulou cada centro de força e chacra. Em desencarnes normais, é nesse instante que o espírito se eleva até a massa fluídica e é desprendido da matéria. Esse grupo me pareceu desejar ativar o sistema nervoso, enquanto uma equipe socorrista do Departamento do Desencarne normalmente isola todo o sistema nervoso, oferecendo magnetismo espiritual, que dispersa o magnetismo dos centros de força e dos chacras, separando as partes elétricas.

Nesse caso, deu-se o inverso: os trevosos ativaram os chacras e atuaram à altura de cada um deles, como se desejando reviver os movimen- tos físicos por parte do moribundo, ansiosos por tê-lo desperto. Por quê? Enquanto isso, os trevosos tiravam todas as energias dos corpos e o jovem gritava, asfixiado. Perguntei ao Sadu. Ele nada falou. Foi-se aproximando e aplicando passes no espírito, o que fez com que ele adormecesse e, assim, adormecido, foi levado pelos trevosos.

Meu Deus, ninguém pode imaginar o que é a droga no organismo. Um drogado lembra um animal enfurecido, sem raciocínio; é um ser sem Deus. Indaguei, perplexo.

Ninguém me respondeu. Ali, estendido, o corpo físico era presa de um enxame de espíritos aspirando o tóxico. Aí compreendi por que nós, os Raiozinhos de Sol, nada podíamos fazer.

Se as famílias apresentassem Cristo aos filhos, as dores no mundo seriam menores. Aqueles viciados babavam e gemiam, numa viagem sem volta.

O barulho da dor era terrível. Voltamos à nossa sede, onde os amigos nos prepararam "aquele" caldo, feito com os fluidos magnéticos da natureza.

Senti vontade de me deitar e cobrir a cabeça, fugir, nem que fosse por segundos, de todas aquelas cenas terríveis que assistíramos. Hoje precisamos descansar. Aproveitei para dar os meus passeios. Quando voltei, senti que precisava "apagar", algo muito sério precisava ser narrado e, graças ao Senhor, eu fui escolhido.

A noite no plano físico foi tranquila. Mirando as estrelas, cantei, louvando a natureza, e agradeci a Deus ter sido um dia criado por Ele. Olhei os outros e dei um sorriso. Todos riram, era o riso nervoso diante da grande responsabilidade do chamado divino. Assim, fomos varando as zonas de fluidos deletérios, bastante densos.

O Anjo Caído, de Almeida Garret. O Anticristo, de Friederich Nietzsche. O Ateneu, de Raul Pompéia. O Corvo, de Edgar Allan Poe. O Guarani, de José de Alencar. O Idiota, de Fiódor Dostoiévski. O Ingênuo, de Voltaire. O Livro da Lei, de Aleister Crowley. O Mercador de Veneza, de William Shakespeare. O Navio Negreiro, de Castro Alves. O Príncipe e o Mendigo, de Mark Twain. O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. O Prisioneiro de Zenda, de Anthony Hawkins.

Obras Seletas, de Rui Barbosa. Odisseia, de Homero.

Olavo Bilac. Oliver Twist, de Charles Dickens. Os Belos e Malditos, de F. Os Lusíadas, de Camões. Oscar Wilde. Para alcançar o sucesso. Para começar a empreender. Para estimular o gosto pela leitura. Para futuros líderes. Para ler antes de morrer. Pollyana, de Eleanor H. Raul Pompéia. Realismo na Europa. Realismo no Brasil.

Revista Klaxon. Romantismo na Europa. Romantismo no Brasil. Senhora, de José de Alencar. Sermões do Padre Antônio Vieira. Shakespeare em inglês. Sherlock Holmes. Sobre cinema nacional. Sobre histórias retratadas no nordeste brasileiro. Sobre mudanças no jornalismo. Uma Véspera de Reis, de Artur Azevedo.

Utopia, de Thomas Morus. Versos Ligeiros, de Auta de Souza. Vestibular Fuvest Victor Hugo em francês. Vilões cruéis de Shakespeare. William Hope Hodgson. Leia também. Mais lidas. Em destaque. Estamos falando de Vai prestar o Enem? Cadastre-se e receba todas as notícias e dicas de estudo sobre o Enem e vestibulares. Ocorreu um erro. Seus olhos se voltam para os meus na hora. Minha pergunta o deixou confuso. Elas sempre queriam mais, mas eu nunca lhes dei motivos para esperar mais do que isso.

Ele quer dizer muitas: muitas mulheres que o querem, muitas mulheres que o tiveram, muitas mulheres que se apaixonaram por ele. Tenho vontade de contar a ele o que Coral disse sobre fazê-la precisar dele, mas aí ele saberia que eu atendi uma de suas ligações. Talvez pensassem mesmo que precisavam dele. Eu sei que precisava, mas hoje minha necessidade é muito mais profunda que o toque físico.

Agora eu preciso dele para respirar. Ele volta os olhos para mim. Quero ir embora. Estava tentando mantê-la longe de você. Entrei em pânico e pensei que poderia tentar fazê-la compreender. O que você quer que eu faça, baby?

É só dizer. Eu relaxo nos braços dele. Digam-me, estamos mesmo fazendo uma cerimônia de casamento? É um dia especial para ela também, e o meu senhor atrapalhou tudo.

Eu uno meu rosto ao dele. Estou mentalmente exausta. Eu sabia que isso o convenceria. Eu sou posta em pé bem no meio da pista de dança. Em seguida, ele vai até a banda e diz alguma coisa no ouvido do vocalista, que concorda e sorri. Jesse se vira para mim e fica ali, apenas me olhando, por um bom tempo.

Estou com os olhos marejados. Mantenho o olhar fixo em meu marido e o assisto vir até mim lentamente e me tomar em seus braços, encostando seu peito no meu. Pouso minha face em seu ombro e ele começa a nos embalar, aninhando-me em seus braços grandes e fortes. Eu suspiro. Eu o abraço mais forte, indicando silenciosamente que o perdoo. Mais uma vez, outras pessoas nos atrapalham. O desânimo recai sobre mim ao me lembrar disso.

Vamos ficar aqui esta noite. Todos os quartos foram preparados para os convidados, a maioria da minha família. Eu deixo que ele me conduza. Meus olhos se fecham outra vez e a minha mente relaxa, deixando Jesse drenar todo o meu estresse. Para algum lugar quieto, só nós dois. Eu sorrio. Sim, ela teria muito a dizer sobre isso. Volto a. Todos os outros casais em torno de nós parecem invisíveis, e eu me mantenho ali, no escuro, apenas sentindo a pele e o cheiro de Jesse.

Onde e quando eu quiser. Você sabe disso — ele recua. Eu mostro o que ele quer ver. Eu retribuo o sorriso. É como se eu a estivesse vendo sempre pela primeira vez — ele busca meu olhar e suspira.

E ele vai bater sempre somente por você, entendeu? Sim, entendi e confirmo com um meneio de cabeça. Os cantos de sua boca se movem para cima. Dou de ombros. Me leve para a cama. Ele faz uma careta. Que diabos Kate tem na cabeça?

Meu rosto se abre num sorriso quando o vejo parar no meio do movimento e uma voz masculina começa a cantar. Ward — ele balança a cabeça de leve. Estamos prestes a arrasar nessa pista de dança. Meus sapatos foram chutados de lado e Jesse os segura escada acima.

Minha cabeça parece chumbo em seu ombro, e meus olhos se recusam a permanecer abertos. Minha testa cai em seu peito. É o cheiro mais reconfortante do mundo. Ele ri. Faço um enorme esforço para manter os olhos abertos, mas isso é trabalho demais.

Ele sorri, pensativo. Ele sabe disso.

Ele se inclina e me beija suavemente. Deixe-me tirar esse vestido — ele me vira e começa a desabotoar as dezenas de pequenas pérolas que descem sobre a minha coluna. A pergunta me faz abrir os olhos imediatamente. É uma excelente pergunta. Ele me gira de novo para ter acesso ao meu corset.

Eles brigavam demais. Foi melhor para os dois o Dan ter ido embora. E quanto a Kate e Sam? Faço uma careta para o nada. Como você saberia? É isso, é da conta dele sim. É o trabalho dele, e por um tempo foi o seu prazer. Eu tremo, e ele ri. Seu braço me agarra pela cintura nua, puxando-me para si. Estou totalmente desperta agora.

Fico tensa. Dou um gemido quando ele flexiona as pernas para me atacar debaixo para cima, ao mesmo tempo que beija minha orelha. Viro-me de frente para ele e começo a caminhar, fazendo-o andar de ré até a cama. Ward, eu vou assumir o controle. Ele sorri.

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Mas por favor, olhe essa boca. Ele arregala os olhos e ficamos cara a cara. Eu dou um sorriso e o beijo. Um duplo gemido se mistura em nossa boca. Forço meu corpo sobre o dele, fazendo-o deitar-se outra vez, minha boca e a dele trabalhando em perfeita harmonia. Temos uma sintonia incrível. Sei o que ele quer e como quer, ainda que ele esteja lutando contra isso. Seu cheiro é inebriante.

Ele balança a cabeça e respira profundamente. Eu sei quanto isso é difícil para ele. Vamos fazer tudo lentamente. Eu permito que ele faça o que quiser com a boca enquanto meus dedos mergulham em seus cabelos, puxando-os de leve, e nossas línguas encontram o ritmo uma da outra.

Diminuo a intensidade do beijo, afasto-me, e ele rosna de olhos fechados. Temos muitas transas frenéticas para colocar em dia. Seus quadris se elevam novamente e o metal das algemas faz mais barulho. Agora me chupe. Eu sorrio e desço pelo seu corpo, tirando seu membro de dentro da cueca e lambendo com lascívia da base à glande. Sua boca é incrível. Eu sabia que havia um bom motivo para eu me casar com você.

Passo os dentes bem de leve pela carne, advertindo-o. Ele geme mais alto, os quadris sem controle. Que diabos? Paro tudo e pulo da cama suando, com o estômago em convulsões. Preciso vomitar. As algemas tilintam com força.

Eu mal havia começado. Nossa, estou enjoada. Pego um pouco de papel higiênico e enxugo a testa. Eu fiz de novo. Estou bem. Eu só estou enjoada. Eu estrago tudo a cada tentativa. Minha vida vai ser um inferno pelos próximos oito meses e pouco Ele se levanta e me toma nos braços. Quer escovar os dentes? Ele sorri e me acaricia o rosto. Vai mesmo? O que foi que você fez?

Perco o fôlego. Isso deve doer muito. Recebo um olhar acusador. Sinto um sorriso brotar. Choro de tanto rir. A ânsia de vômito foi substituída por um ataque de riso. Agora, abra a boca. Arregalo os olhos quando vejo o estado da cabeceira da cama, todo retorcido, com farpas de madeira penduradas e espalhadas. O rolo compressor também passou por cima da cama. Quero me levantar.

Ele sorri e tira a camisa. Ninguém dormiu, transou ou rolou nessa cama, e eu me sinto muito melhor sabendo disso. Ele tira a calça e a cueca. Agora, tire a calcinha. Quero você nua. Faço o que ele manda.

Ele vai até uma cômoda e abre a primeira gaveta. Na mesma hora, tenho uma onda de lembranças do dia em que ele me encurralou. Ele o deixa em cima da cômoda e encolhe os ombros, tímido. Ele ficou aqui em silêncio, pensando em mim. Ninguém mais veio aqui exceto eu, e ele trocou a cama.

Ele imita meu suspiro. Levanto-me da cama gigante e, ainda nua, vou até o banheiro. Paro e me encosto no batente da porta. Eu poderia ficar olhando para ele o dia todo, mas mesmo a essa distância e de costas para mim, posso ver as engrenagens em sua mente girando a mil por hora. Dia de trabalho, portanto. Meu controlador temperamental, irracional, complicado e neurótico. Meu ex-playboy. E, agora, meu marido. Avanço em silêncio, meus olhos mais e mais se deleitando à medida que me aproximo dele e minha pele formigando com as faíscas que percorrem o meu corpo.

Meu corpo relaxa. Fico de frente para ele, sento-me no seu colo e encosto o rosto em seu peito. Seus braços me envolvem e seu rosto se enterra nos meus cabelos. Afasto-me para olhar em seus olhos, que parecem implorar. Ele balança a cabeça. Nós precisamos ficar juntos. Ele morde o lóbulo da minha orelha com mais força. É que você me deixa louco. Acho que os votos do casamento anulam todas as promessas feitas anteriormente — ele se insinua contra meu traseiro.

Mal posso esperar para ir para casa, mas posso esperar um bom tempo antes de descer e encarar Kate e Dan. Nem vou tentar imaginar o que se passa na cabeça dela porque nunca vou entender, e acho que nem mesmo ela sabe. Estava bêbada o bastante para ter esquecido. E Sam. Eu gemo por dentro. Como vou encarar Sam sabendo disso? Parece que estou assistindo a um acidente de carro em câmera lenta.

Preciso impedir que isso aconteça. O olhar de expectativa de Jesse penetra em mim e eu imediatamente me esqueço de todos os problemas relacionados a Sam e Kate. Entretanto, me animo com esse novo interesse dele por conversar. Enfiando a cabeça na terra o mais fundo possível, como avestruz.

Meu pai sorri, enquanto se serve de linguiça. Vocês aproveitaram bem o seu dia? Foi realmente um dia especial. Fico feliz que eles tenham gostado. Começo a tossir. Eu sabia que tinha ouvido bem. Olho para o outro lado do restaurante, onde Dan conversa com a tia Angela, sem, no entanto, escutar uma palavra do que ela diz. Sorrio pra ele e agradeço. Coloco a torrada no prato outra vez, mas Jesse a recupera de novo. Qual é o jogo dele? Ele se enfurece comigo ou me cobre de carinhos onde e quando quiser.

Eu olho bem nos olhos dele. Tenha um pouco de respeito pelos seus pais — ele toca o meu joelho e acaricia a parte interna de minha coxa nua. Como ele tem coragem? Ter respeito por meus pais? Aperto os dentes quando ele passa os dedos pela borda da minha calcinha e sopra na minha orelha. Eu mordo outra ponta e encolho os ombros. Tenho muito o que resolver no trabalho e Jesse sabe disso — eu o acuso com os olhos e ele sorri.

Ela mexe em sua tigela de cereal matinal, enquanto Sam conversa animadamente com ela, parecendo alheio à sua aparência deprimida. Dou um suspiro resignado e me pergunto o que direi para minha normalmente espevitada amiga.

Ele me olha com cuidado, enquanto se senta. Oh, isso vai ser motivo de um comportamento possessivo e destruidor. Eu me remexo e tento descer do colo dele, mas Jesse só me olha feio e me segura com mais força. Ele é bonito: alto, magro, cabelos loiros vivos curtos e bem-cortados, e vivazes olhos castanhos. Ficarei feliz em assisti-lo em qualquer coisa que o senhor Eu me contorço para me libertar, sentindo-me uma idiota presa no colo de meu senhor possessivo enquanto o novo concierge se apresenta para nós.

Oh, pelo amor de Deus! Eu olho para ele, que segue com os olhos fixos no jovem à nossa frente. Eu preciso disso. Seu dedo atravessa a borda da minha calcinha de renda. Você entendeu?

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Eu preciso de mais. Ele afasta a boca da minha e retira o dedo, voltando em seguida a me penetrar com dois. Ele faz mais um círculo com os dedos e depois os retira, para me pegar nos braços. Ele vai me comer. Minha impaciência é minha ruína. Isso e sua gloriosa nudez diante de mim. Meu perfeito Adônis imperfeito. Meu Deus. Meu marido. É amor. Subo no colo dele com graça e prendo-me em sua cintura.

Sinto seu braço me envolver, segurando-me, enquanto aceita minha necessidade do contato de nossas bocas. Do contato forte de nossas bocas. Do contato intenso de nossas bocas. Do contato total de nossas bocas. E olha para mim. Ele sabe o que eu quero e preciso nesse momento, ele sabe muito bem e ele vai me dar. Posso ver em seu olhar. Eu o deixo desesperado.

Essa é provavelmente a transa intensa pela qual tenho esperado. Minhas pernas naturalmente se enlaçam na cintura dele e travam-se pelos tornozelos, unindo-nos ainda mais. Perfeita mesmo. Pele com pele. Eu nele. Estou arfando em seu ombro e cravando as unhas em seus bíceps. Ele me deixa imóvel. Sons ofegantes. Apertando mais minha cintura, ele me ergue com um gemido profundo, antes de me deixar descer sobre ele outra vez. Ele me cega com suas palavras sensuais e seu poder sobre mim, e meu corpo se recusa a negar-lhe qualquer coisa.

Ele tem o poder, e sabe disso. Minha boca cola na dele, assim como meu corpo, em um convite claro para que me tome como quiser. Ele recua com a cabeça, para manter nossas bocas em contato, enquanto me ergue e baixa mais uma vez.

Sigo gemendo enquanto subo e desço sobre ele seguidas vezes. Vamos ficar assim — ele fecha os olhos e enrijece ao meu toque. Preciso que ele me pegue com vontade. Sim, eu vou gozar, vou gemer de prazer e tremer sobre ele, mas quero mesmo é gritar quando chegar ao orgasmo.

Ele respira fundo e eu me forço para baixo, com força. Posso senti-lo latejando dentro de mim, seu peito se expandindo contra o meu. Estou ofegando em seu pescoço, com os punhos cerrados em seus cabelos. Eu o abraço ainda mais. Levanto a cabeça e olho nos olhos dele. Preciso que você me penetre com mais força. Ele balança a cabeça, negativamente. Tento manter a calma.

Ele também grita. Se eu me mantiver resoluta, posso convencê-lo. Eu estou quase vencendo. Em uma manobra maliciosa, afasto os quadris, deixando-os cair sobre ele outra vez, incitando um grito seco. Eu subo e desço com mais força, mais intensamente. Ele se levanta de repente, com minhas pernas ainda firmes em torno de si, e caminha para o outro lado do banheiro, empurrando-me contra a parede.

Quero que você me foda sim — eu berro, em frenesi, apertando o laço de minhas pernas e agarrando seus cabelos. Estou presa contra a parede, recebendo seu ataque feroz e querendo muito mais. Faço força para ir de encontro a cada uma de suas estocadas, sinalizando para ele que quero ainda mais forte. Quero muito mais selvageria.

Seus quadris movimentam-se repetidamente, e ele me penetra com ritmo e vigor surpreendentes. Vou ao delírio a cada uma de suas possantes investidas. Preciso compensar as duas semanas de suavidade e cuidado. Nem eu. Obedeço imediatamente e aperto mais seus cabelos quando ele para, arfando e suando. O fogo em meu ventre diminui na hora, mas logo ele rosna e recua um pouco, o que me faz pensar que devo me preparar para mais força. E ele vem, mais poderoso que nunca.

Ele perdeu completamente o controle. Posso esperar todo o seu poderio. Ajeito meus punhos em seus cabelos e tento flexionar as pernas, dando-lhe o acesso que seu corpo demanda. Penetra-me repetidas vezes, com mais violência a cada uma delas. Estou nas nuvens de tanto prazer. Aí, me penetra de novo com uma investida ainda mais brutal e um urro frenético, puxando-me para ele a cada avanço de seu corpo.

Estou suando sem parar. Estou ensopada. Ele perdeu mesmo o controle, e parte de mim se pergunta se ele estaria fazendo isso de propósito, tentando me chocar, para que eu, por medo, queira voltar ao sexo sonolento. Trago minha mente pervertida de volta ao momento presente e me concentro em aceitar seu poder. Isso vai fazer minha cabeça explodir. Estou ocupada demais com o orgasmo lancinante que se aproxima. Eu grito e ele também. Depois, desabo sobre a cama, com Jesse em cima de mim, seu corpo cobrindo totalmente o meu.

Sinto-me plena. Estou absolutamente exausta, mas muito melhor. Somos nós outra vez. Ele grunhe e seus quadris fazem círculos profundos. O fogo de seu gozo me ataca e me recompõe. Eu tive saudade disso. Nem sequer consigo ter forças para me preocupar com o fato de ele ter gozado dentro de mim. Eu o fiz perder o autocontrole. Ele vinha lutando para controlar a necessidade de comando que tem sobre o meu corpo, embora eu ache que deva me preocupar com o motivo disso acontecer.

Eu o encaro e ele também a mim. Sento-me, trazendo os joelhos de encontro ao peito, sentindo-me pequena e constrangida. As palavras, ditas sem remorso ou arrependimento, me fazem arregalar os olhos e endireitar as costas. Minha cabeça foi arrancada de seu lugar embaixo da terra por essas palavras, e agora sinto-me exposta e furiosa. Posso sentir a raiva contida começando a ferver dentro de mim, forçando-se para fora.

Sei que ele as vinha escondendo. Eu pulo da cama. Eu explodo. Quando estou diante dele, dou-lhe um tapa no rosto. E ele deixa. Precisa tomar consciência disso — sua voz é suave e calma. Quero saber por que você fez o que. Nada vai diminuir o fato de que ele estragou tudo. Ele é insano e eu sou insana por ter ignorado isso por tanto tempo.

Ele vai ter de me encarar. Parto para cima dele outra vez e seguro seu queixo, forçando-o a levantar a cabeça, o que ele reluta em fazer. Este é o meu corpo! Solto o rosto dele e recuo. Seu olhar vagueia pelo quarto, olhando para tudo, exceto para mim. Pego meu jeans rasgado e começo a vesti-lo. De repente me dou conta disso. Sei muito bem o que verei se o fizer. Eu me viro para ele, pasma.

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Ele faz um meneio de cabeça. Você agiu da maneira mais dissimulada possível. É a minha vida! Meus dedos apertam a maleta até ficarem dormentes. Estou mesmo enlouquecendo. Passo por ele e desço a escada rapidamente. Eu o ignoro e sigo em frente. A raiva que borbulha dentro de mim me choca tanto quanto a Jesse.

Quando chego à porta, viro-me para olhar para ele. Precisamos de um tempo separados. Isso tudo é intenso demais, e talvez tivesse. Posso ter cometido o pior erro de minha vida. E vou embora. Eu me ensaboo sob o jato quente, passando a esponja por todo o corpo sem pensar, mas me detendo quando chego ao meu ventre.

Sou muito jovem e tenho uma carreira promissora em que me concentrar. E eu permiti. Bato de frente com ele em tantas coisas, mas ele quase sempre consegue o que quer. Isso é a loucura extrema. Ele nunca vai mudar.

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Saio do chuveiro e me enxugo antes de cruzar o patamar da escada e voltar para o meu quarto. Olho para o meu telefone e vejo apenas uma chamada perdida desde que limpei o histórico de ligações. É uma mensagem de texto.

Nem me incomodo em secar os cabelos ou passar creme no corpo. Visto uma camiseta larga e calça de agasalho e me cubro com os lençóis frios de minha antiga cama.

Acordo ao som de gritos muito altos.