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LIVRO O MARTIR DO GOLGOTA BAIXAR


A história do teu povo tem sido o meu livro querido desde que a minha língua principiou a ligar as . imortalizado no cume de Gólgota pelo Martir da Cruz, o Redentor do homem. Eu, disse com energia seu filho, sem baixar os olhos. N'O Mártir do Gólgota', Enrique Pérez Escrich, um dos mestes da literatura espahola, relata a vida de Cristo, num jogo entre o histórico e o novelesco, através. Encontre O Martir Do Golgota - - Livros, Revistas e Comics no Mercado Livre Brasil. Descubra a melhor forma de baixar online.

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MARTIR DO O BAIXAR LIVRO GOLGOTA

Impossível um tratado de paz Esta viagem de Herodes se deu em novembro do ano 5, no começo do inverno. No dia seguinte os soldados de Augusto acharam-na morta com a coroa na cabeça e reclinada no leito, como se dormisse. Carpinteiro fui por muito tempo. Satanistas avançam nos EUA! Nós três juntos formamos uma aliança com todos os filhos da luz que vêm nos obedecendo. O mesmo assunto é com o Seu Santo Corpo, visto por Mim com uma pessoa que se dedica só a e por todos os Seus Apóstolos. O que existe, e continua, é a Meus escolhidos. O historiador Bede diz que algo aconteceu a Albano durante os dias que se seguiram. A espôsa conduzia Maria, sua filha.

N'O Mártir do Gólgota', Enrique Pérez Escrich, um dos mestes da literatura espahola, relata a vida de Cristo, num jogo entre o histórico e o novelesco, através. Encontre O Martir Do Golgota - - Livros, Revistas e Comics no Mercado Livre Brasil. Descubra a melhor forma de baixar online. Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil pirâmide do Cristianismo, sublimada pelas santas palavras do Mártir de Gólgota. Compre O Martir do Golgota, de Henrique Perez Escrich, no maior acervo de livros do Brasil. As mais variadas edições, novas, seminovas e usadas pelo. the story o mártir do gólgota by DiegoMiranda (Diego Miranda) with 48 reads. lançando um olhar de compaixão para a terra,determinou baixar a . Que a julgue todo aquele que a ler, e longe de ter este livro como.

Podeis ir a Ele com alegria e regozijo. Com tudo que vos lisonjeie as esperanças, todo o êxito que acompanhe vosso serviço na vinha do Senhor, olhai para Jesus e deponde a Seus pés toda honra.

Tudo depende de andardes em toda humildade de espírito. Inscrevei em vossa bandeira o nome de Cristo e jamais a desonreis. Ele por vós deu a vida. Quem foi que isso fez?! Nunca, nunca o deixeis arrastar no pó da terra. Exaltai a Jesus. Avise-me sobre novas publicações por email.

Assine Agora! Para saber mais a respeito da Mensagem dos três Anjos de Apocalipse , clique na imagem abaixo:. Ellen G. Avalie isto:. Compartilhe isto: Tweet. Curtir isso: Curtir Carregando Guardar link permanente.

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Louvor na igreja — parte 3: Quem é o protagonista? Tente mais tarde. Chegou a Hora Ocorreu um erro.

O Mártir do Gólgota (Os Grandes Romances do Cristianismo)

Satanistas avançam nos EUA! Antes de penetrarmos no recinto da cidade santa volvamos um olhar para o seu passado. Adonisec, um dos cinco reis vencidos por Josué, fortifica-se com o seu povo, os jesubianos, no monte Sion.

O rei contempla do cume o seu exército acampado. A lua ilumina com seus raios de prata aquele quadro sublime. Os doces sons do instrumento, as vibrantes melodias da voz. O dulcíssimo eco daquele canto chegou até nós. Eu elevarei pelo Norte, a tua parte mais fraca, uma tríplice muralha onde se despedace a cobiça de teus inimigos. O senhor apareceu-lhe em sonhos e disse-lhe: - Pede o que quiseres, meu amado. Desde o cedro que cresce e perfuma os cumes do Líbano ate o hissope que se estende pelas quebraduras dos muros.

Muitos destes livros perderam-se no decuso dos séculos que rolaram sôbre êles. Mas restam-nos os Salmos e os Cânticos dos cânticos, cuja poesia se avantaja em perfume aos lírios de Gaalbó, em viço às rosas de Saaron, e em brilho aos diamantes do Golconda.

Estes livros bastam para imortalizar o seu autor. Hisan, rei de Tiro e Sidon, enviou-lhe os fundidores de bronze, os arquitetos, os artistas que lhe faltavam. Os jónios precisaram de duzentos e vinte anos para construirem o templo de Diana em Efeso.

Deus havia-lhe cumprido a sua palavra, porque aquela maravilha da arte era verdadeiramente um milagre. A fama levou pela dilatada terra o nome o rei-poeta. A soberana do Meio-dia chegou à cidade santa seguida duma comitiva deslumbrante. Ditosos os que te servem , oh!

O seu povo foi rico e felix. O glorioso reinado de Davi, seu pai, empanou-o uma mancha: o adultério cometido com Betsabea, mulher de Uries, a quem matou envergonhado da sua infâmia. A decadência do povo escolhido por Deus começava a passos agigantados. A vinda do Salvador é anunciada, porém os ouvidos cerram-se para escutarem as proféticas palavras. Os anjos ajudam as suas hostes. Deus volve olhos compassivos para o povo escolhido como no tempo dos fortes de Davi.

Morto Ezequias por seus dois filhos, o ímpio Manassés ocupa o trono de seu pai. Também num. Nabuco levou cativo o povo de Israel e roubou os vasos sagrados do templo de Sion. Nabucodonosor viveu sete anos como as bestas imundas. Uma noite, o afeminado Baltazar celebrava um banquete. Dario e Ciro, com um exército de medas e persas, passavam poucas horas depois à espada os habitantes de Babilônia.

Zorobatel guiou o seu povo até à cidade santa, e no ano seguinte tornaram a lançar-se os alicerces ao novo edifício destinado ao Santos dos Santos. Duzentos anos viveram os judeus sujeitos aos persas. Uma noite chegou até Jerusalém o estrondo da guerra, que sobressaltou os seus tranquilos moradores.

Era Alexandre Magno, filho de Felipe, rei de Macedônia, o grande devastador do universo, que se aproximava dos seus muros com a sua triunfal bandeira desfraldada para exterminar o povo hebreu para destruir Jerusalém como tinha destruido Atenas. O nome de Jerusalém estava escrito na taboinha onde o conquistador macedônico apontava as cidades que devia destruir.

Jadus obedeceu e o conquistador embainhou a espada ameaçadora, vendo aquele povo que se prostrava ante êle, e ajoelhou-se por sua vez aos pés do sumo sacerdote. Eu caminharei à frente do teu exército e te farei senhor do império dos persas. Depois de Alexandre, decorreram cento e sessenta anos. Aqui torna a elevar-se até à epopéia o povo de Israel. Os filhos do velho Matatias, os gloriosos Macabeus, venceram em valor os fortes de Davi.

A sua bandeira, que ostentava por moto estas quatro letras, M. Por fim sucumbiram à força numérica, que depois de muitas derrotas enviou contra eles Demétrio, o Macedônio. Quando regressaram, tinha Judas morrido rodeado dos seus valentes. Pompeu, general romano, assaltou a cidade santa e colocou Hircano, seu protegido, no reino de Israel, proibindo-lhe que usasse diadema. Jerusalém no tempo de Herodes, conservava em grande parte o seu antigo esplendor.

A muralha de Neemias rodeava-a com seus robustos braços de pedra, e as suas trezes torres e doze portas ainda podiam desafiar o enfado dos estrangeiros. A face meridional das muralhas tinha duas portas: uma conduzia ao monte Erego; a outra a Belém e Ebron. Tal era Jerusalém sob o poder de Herodes. O seu nome enche o mundo; mas enche-o com a sua memória, porque no cume dum dos seus montes foi sacrificado o Salvador do homem.

Os lares e as larvas fazer ouvir as suas queixas noturnas na terra consagrada e sôbre os santos tetos. Por fim os reis Magos, depois de treze dias de viagem, viram ao longe os altivos minaretes, as galhardas torres e as fortes muralhas de Jerusalém. Perto do caminho que seguiam murmurava a clara corrente de uma fonte e os ilustres viajantes detiveram-se.

De repente e quando mais tranquila se achava a luxuosa caravana dos reis, Gaspar pôs-se em pé e exclamou com assombro: O estrêla, a estrela desapareceu!

Mas, ai! Jerusalém muda, quase deserta, recebeu no seu recinto os peregrinos do Oriente. Algumas mulheres curiosas, envoltas nos seus leves mantos, assomavam aos terraços para verem os viajantes.

Os reis tristes, desalentados, caminhavam rua adiante. Pouco a pouco foram-se agrupando em torno da oriental cavalgata alguns curiosos. Perdida a estrela que com tanta insistência vinham seguindo desde os seus lares, restava-lhes uma esperança. E uma vez ali, mandaram levantar as tendas, e encerrando-se numa delas puseram-se a deliberar. Os furações desencadeados saudaram a sua vinda ao mundo, fazendo estremecer os edifícios com o seu potente sopro.

Os ventos agitados fizeram tremer com o veloz ímpeto da sua carreira os altos ceiros e as robustas figueiras das cercanias. A natureza inteira soltava um gemido de dolorosa agonia saudando o futuro tirano.

Escravo das suas paixões, imperioso e colérico, chegou à idade de vinte e cinco anos, trilhando um caminho de crimes e escândalos. Seu pai, Antipatro, que havia prestado ao César vencedor de Pompeu e senhor de Roma serviços importantes no cerco de Alexandria, alcançou do ditador romano o governo da Galiléia para seu filho Herodes. A sua idade tocava nos vinte e quatro anos, quando subiu os primeiros degraus que deviam conduzi-lo ao trono de Jerusalém. Herodes era arrojado e ambicioso.

Jerusalém — Jerusalém! Tu é o prato que ambicioso no festim dos meus sonhos Por fim o desterrado de Iduméia abandonou uma noite a sua fortaleza, e, arriscando muito na sua atrevida emprêsa, passou ao Egito para captar a vontade de Cléopatra. Só uma pantera podia compreender os instintos dum tigre. As hienas acodem sempre aos gritos dos chacais.

O vento da fortuna começou a soprar em favor dos dourados sonhos do verdugo de Belém. Mas que lhe importava quando ia sentar-se sôbre um trono, quando a sua fronte ia coroar-se com o verde louro que o senado entretecia para os seus favoritos? Feitos os aprestos militares e faminto de vingança, saiu com os seus soldados da corte de Roma e encaminhou-se em marcha para Jerusalém. O sangue correu a torrentes. Nem um só dos Antígonos se livrou do seu furor, sobretudo se tinham bens que confiscar.

Roma pedia ouro e Herodes era escravo de Roma. Um rosto aflito era uma sentença de morte. Maquinador astuto e receioso, para maior segurança concedeu alta dignidade de sumo sacerdote a Aristóbulo seu cunhado, apesar dos seus poucos anos.

Foi poderoso, carecendo de. Fez morrer o velho Hircano, avó de sua espôsa, o qual lhe salvara a vida sendo governador da Galiléia. Herodes, protegido sempre de Roma, cortou aquelas cabeças que se erguiam ante os seus passos desafiando o seu poder. Uma coroa de louro, comprada no Capitólio com o ouro do rico e a indigência do pobre, manchava a sua fronte cheia de remorso.

Porque a sua vida era um remorso contínuo. Os seus sonos eram sempre povoados de fantasmas aterradores, de visões horríveis que, girando em infernal tropel pelo seu cérebro, lhe amarguravam sem cessar uma por uma as sangrentas horas da sua maldita existência.

Os fariseus, potentes e atrevidos, recusavam-lhe o juramento de fidelidade. Os indómitos Essénios seguiam o exemplo dos fariseus. O punhal homicida ameaçava-o por todas as partes.

Um dia correu de boca a falsa notícia da sua morte e o povo acendeu fogueiras em sinal de rogozijo. Herodes apagou aquelas fogueiras com o sangue dos que tinham tido o atrevimento de as acender.

Herodes havia transportado para Jerusalém o luxo e os costumes da cidade dos Césares. Dava o nome de Cubiculo à sua câmara, e o de Gineo à casa destinada a guardar as jóias e a coroa real. A matéria estava sôbre o espírito.

Como, pois transportar para Jerusalém essa desordem que marca sempre a decadência dum império poderoso? Esparta nunca teria tido Atenas, ainda que todos os tiranos do mundo lhe houvessem proposto. Uma luz clara e viva sai do bico do animal, símbolo de Roma. Uma coroa de louro, colocada sôbre um pequeno coxim, achava-se junto à lâmpada. Entre os emaranhados caracóis que lhe iam descansar sôbre os ombros, brilham dois grossos anéis de ouro que lhe pendem das orelhas.

Os seus pés, extremamente grandes, calçam a saliga romana semeada de pedras preciosas e botões de ouro. O homem é Aleixo, esposo de Salomé, de rosto doce e olhar frio, de estatura mediana e extremamente branco. Ambos guardam silêncio, como se temessem interromper a silenciosa imobilidade do monarca. Por fim Herodes levanta-se um pouco sôbre os almofadões. Aquele movimento executado pelo senhor põe em pé os esposos favoritos que lhes assistem.

Aqueles parecem os do tigre que busca uma presa para devorar. Em cada uma delas se oculta um crime, se agita um remorso. Sessenta anos se sepultam naquela natureza embotada de crimes. A sua velhice é repugnante e asquerosa. Herodes, depois de ter abarcado com um olhar receioso e covarde tudo quanto o rodeava, deteve-se na coroa de louro que se achava sôbre a mesa, e depois de a contemplar alguns segundos, exclamou com voz cavernosa e como se falasse consigo: - Meus filhos querem cingir quanto antes a minha coroa E depois, dirigindo a palavra a seu cunhado, continuou: - Ouves, Aleixo?

E bebeu o contéudo da taça num só trago. Tornou Herodes, sentando-se na cama; e de quê? Herodes aproximou-se quanto pode à luz da lâmpada, e desenrolando o papiro murmurou: - Veremos que reclamam meus queridos filhos contra seu pai.

Depois percorreu com a vista as linhas escritas, dizendo ao terminar, com acento estranho e cruel: - Ah! Dois raios de fogo brilharam nas pupulas de Herodes ao dizer estas palavras.

E Herodes lançou-a longe de si com manifestos sinas de desprezo. Que posso eu temer de meus filhos rebeldes Um escravo etiope, negro como um gota de tinta e ricamente vestido, apareceu entre as cortinas que cobriam a porta da estância.

Quero descansar, estar só. Herodes disse estas palavras em tom de mofa, e o etíope saiu para comunicar a ordem do seu senhor. Herodes estremeceu, e escorregando do leito ficou em pé ao lado de Verutídio. Cingo, o escravo favorito de Herodes, era um africano, negro como as asas do corvo, forido como um atleta.

O monarca de Jerusalém amava o seu escravo como um membro do seu corpo; Cingo era o seu braço. O Idumeu fez-lhe um sinal indicando-lhe que esperasse. O escravo inclinou-se em sinal de acatamento.

Cingo saiu seguido dos escravos. Todos partiram para executar as ordens do senhor de Jerusalém. Uma hora depois Cingo tornou a entrar na câmara do seu senhor. Herodes respirou. Herodes escorregou da cama, e dirigindo-se a uma janela, abriu-a para olhar o céu. Aqui estamos na Galiléia; eu sou o rei de Jerusalém e posso castigar a sua desobediência. Cingo imóvel como uma rocha dos Alpes seguia com a vista as evoluções do seu senhor, esperando uma ordem para a executar.

Uma porta secreta abriu-se deixando um oco nas preciosas tapeçarias. O seu ranger imperceptível fez com que Herodes virasse a cabeça com rapidez, porque em todas as partes via o punhal do assassino. Cingo empunhou o cabo do largo punhal que lhe pendia, e avançou dois passos. Herodes perturbou-se em si mesmo, permaneceu alguns instantes como aturdido e sem saber o que dizer, pois aquelas profecias que via quase realizadas, desorientavam-no.

A semana do profeta Daniel acha- se próxima a expirar. A estas palavras proféticas pronunciadas pelo mais velho dos juízes, seguiram-se alguns instantes do sepulcral silêncio. Por fim, sacudindo as idéias que o subjugavam, tartamudeou estas palavras.

Os hebreus, saudando respeitosamente, sairam da câmara do seu rei. Herodes, ficou só, e pela sua mente passaram em tropel, tomando forma, as profecias dos sacerdotes. O sangue ilustre dos Macabeus tinha ocorrido em rios durante a monarquia. Um rei da descendência de Davi acabava de nascer. Isto pensava, Herodes medindo a largos passos a sua câmara. A tua ordem é lei para mim, respondeu o escravo.

Tornou o escravo, depois duma breve pausa. O escravo inclinou-se. Que entrem, mas que entrem sós, sem os seus soldados, ouves? Cingo saiu. Quando os três Magos apareceram à porta da câmara, Herodes era outro homem diferente do que acabava de ver- se só com a sua consciência.

Antes de lhes falar esteve observando-os com vagar, como se quisesses ler-lhes nos corações. Os Magos, que com os braços cruzados sôbre o peito tinham saudado o senhor de Jerusalém, esperavam as suas ordens junto da porta, imóveis e silenciosos. Herodes por fim dirigiu-se aos Magos, dizendo com pausada e melífluo acento: - Entrai e sentai-vos, ilustres estrangeiros. Os peregrinos da estrela obedeceram ao rei de Jerusalém.

Os discípulos de Zoroastro, os gentis adoradores do sol, inclinaram-se respeitosamente, e Gaspar, o mais velho dos três, e conhecedor da língua hebraica, disse: - A esperança de encontrarmos esse rei nos traz das margens do Tigre à tua cidade, que os deuses protejam; mas as nossas esperanças desvaneceram-se como um sonho.

Por que antes de me verdes, levantastes ao vossas tendas nos derruidos pórticos do rei dos Cantares? Sabia que os reis da Pérsia a primeira coisaa que aprendiam na sua infância era dizer a verdade.

Fez-lhe compreender também que o rumo marcado pela estrela que tinham seguido até ali, era estranho e sobrenatural. Disse que nunca nas regiões celestes se tinha visto um astro das dimensões e brilho daquele que os trazia preocupados. Entretanto, os Magos nada suspeitavam. O Idumeu havia-lhes armado um laço, e satisfeita a sua curiosidade, despediu os reis dum modo cortez e lisonjeiro, dizendo-lhes:.

O novo personagem que assim se introduzia sem se anunciar no quarto do verdugo de Mariana, era um menino de doze a quatorze anos, de altivo e formoso semblante. O traje romano que vestia ficava perfeitamente ao seu talhe esbelto. Apesar dos seus poucos anos, pendia-lhe o arco do braço, a aljava dos ombros e a espada curta da cinta. A sua fronte era altiva, o seu olhar sereno e magestoso e através da fina epiderme do seu rosto viam-se as azuladas veias por onde circulava o seu sangue real.

Sem embargo, era preciso buscar um pretexto para desculpar-se aos olhos de César, seu aliado, e de Israel, sua escrava. Entre as princesas repudiadas, Mariana era a mais temível pelo seu claro talento e deslumbrante beleza. Mariana foi acusada de ter mandado um retrato a Marco Antonio, com que se supôs em relações amorosas, e foi morta.

O sangue derramado começou a espantar o sono do verdugo de Israel; a desconfiança incarnou-se na sua alma e só se rodeava de escravos fiéis, aos quais o seu medo enriquecia. Três eunucos que nunca se afastavam do lado do rei, chegaram a ser os seus favoritos: Silóe, seu copeiro, Ratt, que cuidava da sua comida, e Ferax, da sua cama.

o martir do golgota -

O tirano quis afogar o grito incessante da sua consciência, que lhe recordava a sua crueldade para com seus filhos, prodigalizando toda espécie de cuidados a seus netos.

Entre os seus netos, o favorito era Aquiab, filho de Arquelau, a quem destinava a coroa de Jerusalém. Para Herodes a vida era um sonho de morte. Dados estes esclarecimentos, voltemos a encontrar Aquiab, no momento em que penetrava na câmara do rei. Mas a que vem esses aprestos militares em tempo de paz? Diz-me avôzinho, quanto tinheis guerra, Ptolomeu era valente?

O jovem deu um salto, e pendurando-se aos ombros de seu avô e cobrindo de beijos aquelas barbas encanecidas que faziam tremer os hebreus, exclamou com infantil entusiasmo: - Tu és bom; rei e senhor, muito bom para comigo; mas eu prometo-te ser um rapaz obediente e aplicado. Arquelau, filho de Herodes, entrou naquele momento na câmara real.

Trazia triste o rosto e o olhar inquieto. Seu filho Aquiab perdeu a alegria à vista do pai. Pai, quem é esse Rei que vem usurpar-nos a coroa? Herodes, chegando-se à janela, pela qual começavam a entrar os raios de sol nascente, agitou um lenço, e imediatamente ressou na praça o toque das trombetas.

Depois pegando na vara de metal, tornou a tirar da folha de aço três sons vibrantes. Salomé, Aleixo e Verutídio apresentaram-se à porta. Os médicos sempre acabam pelo mesmo; quando se vêm perdidos, entregam o corpo nos braços da natureza. E sairam da câmara.

Verutídio, o general romano, ia adiante. Quando Herodes chegou ao pórtico, uma riquíssima liteira o esperava. Cingo abriu a portinhola, e pôs um joelho para servir de estribo ao seu senhor. Ao seu lado achava-se Aquiab, montado numa galharda égua de raça siríaca. Um grito.

Herodes, depois de saudar com um sorriso seu neto e com um lenço os seus soldados, disse ao seu escravo Cingo: - Para Jericó! Aleixo montou num fogoso cavalo, e foi colocar-se à direita da liteira de Herodes. Os viajantes, sem se poderem contar, fazem um movimento de terror, crendo que um raio caía sôbre êles para os exterminar. Exclamaram jubilosos os reis, levantando os braços para o céu com religioso movimento.

Repetem com louco entusiasmo os escravos e soldados da caravana. Os reis seguiram-na. Por fim o divino astro deteve-se por cima duma pequena cidade que descansava no topo duma colina. Os reis caminharam até o pé da manjedoura com profundo respeito. Só o Filho de Deus podia conduzir junto do seu berço, com os pés descalços e o pó na fronte, Gaspar, Melchior e Baltazar. Jesus, desde o berço, desterrava da Sinagoga o sangue e as vítimas.

Os idólatras caldeus deram o primeiro passo sem o poderem explicar a si mesmos, ao oferecerem como tributo da sua vassalagem ao Filho de Maria, ouro como príncipe da terra, mirra, como homem e incenso como Deus.

Com quanto gôzo haveria contemplado aquela cena terna e assombrosa o casto e cândido carpinteiro de Nazaré! Mas o Eterno assim o havia disposto. Depois saiu da gruta murmurando estas palavras. Os hebreus, com a fisionomia resplandecendo felicidade, dirigiram-se para o Monte Carmelo. Maria para cumprir a lei, abandonou a cidade de Davi e dirigiu-se a Jerusalém.

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A Virgem, com o Menino Jesus nos braços e acompanhada de seu esposo, chegou aos degraus do templo. A Nazarena era pobre, e só podia oferecer em sacrifício uma humilde rosa. Oh, povo de Israel! É este As mulheres e os velhos que se achavam nos degraus do templo, absortos ante as palavras de Ana, apressaram-se a beijar o humilde e grosseiro manto da Virgem Maria. Um e outro sexo, novos e velhos autorizam esta crença, confirmada com santos milagres.

Mas aí! O judeu avarento e mau sacerdote olhava com desprêzo o pobre dom que o honrado carpinteiro ia oferecer ante o altar dos holocaustos. Jesus era pobre e, por conseguinte foi olhado como lixo do mundo.

Segundo Josefo nas suas Antiguidades Judaicas, e Besnage na sua História dos Judeus, o luxo e a avareza dos príncipes dos sacerdotes de Jerusalém era incrível. A vinda de Cristo ao mundo era uma necessidade, porque a ruína, o caos estavam próximos.

Jesus foi o Salvador do homem, o facho divino que veio derramar os claros raios da sua luz sôbre as espessas trevas que envolviam a sociedade. José terminada a cerimônia prescrita pela lei, saiu do templo e, reunindo-se com a sua santa Espôsa, abandonou a cidade sacerdotal, e, tomando o caminho de Galiléia, dirigiu-se a Nazaré.

Foi curta a permanência dos santos Esposos na Galiléia. O mês de fevereiro achava-se próximo à metade da sua carreira, quando uma noite José se levantou assustado do seu leito.

Maria, que se achav junto ao berço de seu Filho, correu a abrir a porta sobressaltada. E para onde? Maria, correndo para o berço, abraçou Jesus, como se no seu seio se achasse mais seguro do punhal assassino, o Filho das suas entranhas. O Menino acordou enviando um angélico sorriso que, como o raio de sol depois da tormenta, tranquilizou o agitado espírito da Virgem. De Nazaré ao Egito mediava uma distância de léguas. E depois, como atravessar o deserto com suas ondas de areia, sem outra cavalgadura que uma modesta jumentinha?

Perguntou a Virgem. A jovem Nazarena escutou um momento. E Maria mal pronunciou estas sílabas, amedrontada Ela mesma de tal pensamento. Depois seguiu-se uma grande pausa. Os cavalos iam-se aproximando. Esta voz humana era acompanhada por um canto harmonioso e guerreiro, cujas notas chegavam claras e sonoras aos ouvidos dos fugitivos, quebrando-se nas altas copas das palmeiras. Cessando a voz, as patas dos cavalos ouviam-se a pequena distância.

Os fugitivos mal respiravam. Maria teve mêdo, e, levantando os doces olhos ao céu exclamou com doloroso acento: - Oh, doce palmeira que elevas tua linda copa até aos céus! Vive ainda a vida da minha vida?

Deus de bondade! Mas o tempo é precioso e a noite deve ser amigo até que cheguemos às ribeiras da Síria, pois só alai começaremos a estar seguros. Por tôda parte se cometiam roubos escandolosos, assassínios horríveis. Transportar-se duma tribo a outra era correr iminente perigo. Os homens agrupavam-se e armavam-se para fazerem uma viagem insignificante. Maria e José chegaram depois de mil incômodos à rebelde e hostil Samaria.

Por isso atravessava à noite os espessos bosques e calcinados barrancos da Palestina. O estridente uivar dos lobos era mais grato aos seus ouvidos que o estrondo das armas e o galope dos cavalos. Errantes, fugitivos como criminosos perseguidos pela lei, atravessaram a Galiléia e a parte da Samaria, fugindo das cidades, evitando o contato da gente, caminhando de noite e refugindo-se nas profundas cavernas dos montes durante as horas do dia.

Mas quanto lhe restava ainda sofrer antes de chegarem ao Egito! José parou; Maria estremeceue, e, temerosa de que aquele homem tratasse de roubar-lhe o Filho, procurou escondê-lo debaixo do seu manto. Era a primeira vez desde a sua saída de Nazaré que tinham visto interrompida sua misteriosa viagem pela voz dos homens.

Os punhais achavam-se levantados sôbre as suas cabeças, quando S. Dimas pois era êle o que pronunciara aquelas tranquilizadoras palavras abriu passagem por entre os seus companheiros, e aproximando-se de S.

Livro de Mensagens XXI by rauppjerry raupp - Issuu

Aceitando o oferecimento do bandido, algumas horas depois achavam-se instalados na cozinha do castelo, onde Dimas fez acender uma fogueira para que secassem a roupa. Pouco depois todos dormiam no castelo; somente as noturnas gralhas se agitavam nas bordas das muralhas e nas fendas das rochas.

Os hóspedes seguiram Dimas, admirando-se da benevolência do bandido. Chegaram à muralha, e subiram à plataforma do castelo. José, chegando-se a Dimas, disse-lhe com acento suplicante. Eu era bom; os homens fizeram-me mau e rancoroso A Santa Família permaneceu no castelo hospitaleiro até o pôr do sol. Quando José foi buscar sua modesta cavalgadura, um bandido, por ordem de Dimas, levou-a pelo freio à prota da fortaleza.

Enquanto José ajudou a subir a Virgem, Dimas pegou o Menino nos braços. Jesus, como se quisesse despedir-se do homem que com tanta bondade o tinha recebido em sua casa, lançou os bracinhos ao redor do pescoço do facínora. Dimas ficou absorto, demudado, como se do fundo dum sepulcro se houvesse levantado a voz de seu pao.

De quem era aquele acento misterioso? Quem tinha pronunciado aquelas palavras? O Menino que tinha nos braços contava apenas quatro meses. O que parecia ser o chefe desta quadrilha de bandidos, adiantou-se do grupo hostil para reconhecer os viajantes. O salteador, que buscava sangue ou ouro, volveu um olhar de assombro para o velho sem armas, mui semelhante a um patriarca dos antigos templos, e para aquela Mulher coberta com um véu que ocultava o Filhinho entre as pregas do manto.

No dia seguinte, pelo meio dia, a Santa Família, deixou a morada dos bandoleiros. Anselmo, em nada afeta o dogma apostólico; por isso lhe demos cabimento neste livro. O reverendo padre Ludolfo de Saxônia e o abade Orsini admitiram-na também nos seus escritos. As pombas lhe enviam os lastimosos e doces arrulhos das fendas de suas desmoranadas torres, onde vivem eternamente.

Pode dizer-se que é a colméia dos caravaneiros; todos se reunem e levantam as tendas nas suas ribeiras.

O seu porto é o bazar de compra e venda; dali se espalham como as abelhas em busca de flores que libam para nutrirem com suas essências o rico favo do seu negócio. Olhadas de longe, as suas alvas casas parecem uma manada de ovelhas que se encaminham a tomar banho. Ciro, rei da Pérsia, a cercou e tomou depois de dois mêses de assédio antes de Jesus. Dimas tinha cumprido a palavra, porque um branco cordeirinho começava a saltar junto de Maria, a qual, com doce e maternal solicitude, mostrava a seu Filho o presente do bandido.

José, levando o modesto herbívoro pelo freio, encaminhou-se para a cidade de Gaza, que levantava os seus esboroados muros e uns trezentos passos do lugar em que se achavam. Maria ficou só com seu adorado Filho, sentada junto a um sicômoro. Depois começou a dispor sôbre as esteiras de palma algumas frugais provisões para que, ao voltar seu espôso, pudesse servir-se do almôço. Num destes passeios, seus olhos fitaram-se no sicômoro que servia de tenda à Virgem. Para onde te diriges? Vou ao Egito.

Quem pode ler os seus desígnios? Só sei que vou ao Egito. Se aceitar, ali na minha tenda o espero. Uma hora depois regressou José da cidae de Gaza. Maria recebeu-o com o sorriso de bondade eterna. O patriarca esquecia-se dos incômodos que o esperavam no deserto. Teme o deserto como ama os seus costumes. Sóbrios até a inverossimilhança quando as suas modestas provisões se exaurem, basta-lhes um punhado de favas secas para passarem o dia. Com esse instinto do animal, sabe que nasceu para sobrelevar um trabalho penoso e ímprobo.

Desconhece a preguiça e numa um gemido de dor saai de seu abrasado peito.

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O camelo dobra as pernas e o dono desce e transporta em silêncio tôda a carga da cavalgadura para as outras que o seguem. Fita a penetrante vista. Chegou a noite e cesssaram os ardores do sol abrasador. Levantaram a tenda os negociantes, depois os condutores descarregaram os camelos e, prendendo-os em círculo a umas estacas cavadas profundamenet na areia, começaram em silêncio a sua modesta ceia de tâmaras e tortas de trigo assadas nas brasas.

Sua tenda era o dilatado firmamento recamado de estrelas que brilhavam sôbre as suas cabeças. Maria aceitou a fineza do velho egípcio, agradecendo do fundo da alma tanta generosidade. Um só homem velava passeando ao redor duma grande fogueira, que alimentava de vez em quando com as secas glestas que, pobres e venenosas, crescem de espaço a espaço, para afugentas com as chamas asa feras da vizinhança.

Quantas amarguras, quantos sobressaltos, quantos incômodos devia sofrer durante a perigosa e longa viagem a delicada e terna nazarena! O perigo tinha terminado. Heliopólis, onde a fênix ressucita coria a depositar os restos de seu pai sôbre o altar do sol.

Heliopólis, em cujo centro se ergue o famoso templo de On, onde Putifar exercia o sacerdócio do sol. Maria, a poética flor da Galiléia, estendeu os doces olhos por aqueles bosques e campos coalhados de violetas silvestres.

A caravana, antes de penetrar na cidade de Cléopatra, deteve-se. Ao passar a Santa Família por baixo dos arcos de granito da porta principal de Heliopólis, todos os ídolos dum templo próximo cairam de rosto por terra, saudando, aos descerem de seus profanos pedestais, o verdadeiro Deus que chegava fugitivo a pedir hospitalidade aos idólatras egípcios. Os divinos viajantes só se detiveram na cidade para agradecerem ao seu protetor e descarregarem do camelo os seus modestos haveres. José carregou sôbre os ombros as ferramentas do seu ofício e tudo o que possuía.

Os fugitivos gelileus pararam a duzentos passos do povo; a ninguém conheciam, pobre desterrados que iam pedir hospitalidade entre os idólatras. Entretanto, Herodes esperava impaciente as notícias que seu filho Arquelau devia transmitir-lhe dos Magos.

Seu neto Aquiab, de pé, ao seu lado, entretinha-se olhando um mapa do mundo conhecido dos antigos. Com cor vermelha se viam marcadas as províncias conquistadas pelos romanos.

Herodes que, quando se achava com o neto costumava esquecer-se até da sua doença, com um ponteiro de ouro entretinha-se em mostrar-lhe os pontos por onde o exército romano marchara durante a conquista. O Idumeu sorriu-se. O menino inocentemente tinha afagado um desejo que Herodes teria realizado até à custa da sua honra. Isto é Sagunto, cidade grande e populosa, a aliada mais fiel de Roma.

Sagunto era um povo de heróis, e defendeu-se esperando socorros de Roma. Herodes, sempre bom e condescendente com seu neto, entretinha-se ensinando-lhe deste modo ameno a história militar das nações. Isto é a Grécia e isto as Ilhas Britânicas. A origem de Roma tem uma história fabulosa, é quase um conto. Herodes abandonou a mesa e, estendendo-se no seu branco leito, fez com que seu neto se sentasse à cabeceira sôbre uns almofadões, e depois continuou desde modo:.

Seus férteis campos, o céu azul, sereno e o mar Mediterrâneo que beijava suas formosas praias, faziam-no uma das mais pitorescas e ricas províncias do mundo. Mas os deuses tinham disposto que a formosa Réa fosse roubada do templo por um mancebo valente, que alguns dizem que era o deus Marte, a quem adoravam em forma de lança os filhos de Alba.

O rei ordenou a um dos criados de sua confiança que lançasse ao Tibre aqueles dois meninos. A Providências velou desde aquele instante pelos dois meninos abandonados. Remo e Rômulo cresceram entre os pastores, ocupando-se em apascentar cabras. Rômulo rugiu como uma hiena encerrada, num circulo de fogo e, ardendo em desejos de vingança, conseguiu reunir alguns pastores atrevidos como êle. Acostumados a uma vida selvagem e livre, afogavam na cidade e, deixando a coroa a seu velho avô, sairam para o campo ansiosos de levarem a antiga e independente vida de caçadores.

Procuraram e escolheram lugar e ambos, com o ardor da juventude, começaram a abrir o fosso que devia marcar o muro do novo povo. Remo disse que tinha visto dez; Rômulo asseverou que tinha visto doze.

Os primeiros alicerces da cidade de Roma ensoparam-se em sangue fraticida. Pouco tempo depois Rômulo foi aclamado pelos companheiros o primeiro rei de Roma. Vê-nos e nos ama em Deus e por causa dele, o qual permanece eternamente o mesmo. Nem a morte nos separa dela. Agradeço à amiga e leitora do blog pelo empréstimo do livro para que ele pudesse ser digitalizado e divulgado.

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