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Marilena Chaui [05] Capítulo 4: Principais períodos da história da Filosofia .. como se não tivéssemos tido família, amigos, professores, livros e outros meios. Convite Filosofia - Marilena Chaui. Baixar o documento .. como se não tivéssemos tido família, amigos, professores, livros e outros meios. Um exercício do pensamento, que fomenta a reflexão crítica e lança um facho de luz sobre questões do dia-a-dia, realçando seu caráter histórico e ampliando.

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Justiça distributiva. Eis porque muitos, cheios de perplexidade, indagam: afinal, o que é a Filosofia que sequer consegue dizer o que ela é? Capa com contact transparente. Tamanho: px. Obteve o doutorado com uma tese sobre o filósofo Baruch de Espinosa. Pandora foi enviada aos humanos e, cheia de curiosidade e querendo dar a eles as maravilhas, abriu a caixa. Ciência A liberdade de decidir. Por que o que parecia uno se multiplica em tantos outros? Restaram fragmentos apenas. O que queremos pensar quando pensamos, o que queremos dizer quando falamos, o que queremos fazer quando agimos? O pensamento chinês toma duas características masculino e feminino existentes em alguns seres os animais e os humanos e considera que o Universo inteiro é

Convite Filosofia - Marilena Chaui. Baixar o documento .. como se não tivéssemos tido família, amigos, professores, livros e outros meios. Um exercício do pensamento, que fomenta a reflexão crítica e lança um facho de luz sobre questões do dia-a-dia, realçando seu caráter histórico e ampliando. Marilena Chaui Convite à Filosofia Ed. Ática, São Paulo, Assim, filósofos como Platão e Aristóteles Convite à Filosofia .. Download .. amigos, professores, livros e outros meios de comunicação que nos tivessem. Compre Convite a Filosofia, de Marilena Chaui, no maior acervo de livros do Brasil. As mais variadas edições, novas, seminovas e usadas pelo melhor preço. Resumo dos Cinco Primeiros Captulos do Livro Convite Filosofia de Marilena Chau. CAPÍTULO 1. A ORIGEM DA FILOSOFIA. Filosofia.

Possui grifos feito com caneta marca texto no decorrer do texto.

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Cortes escurecidos e com manchas de sujidades contém pontos amarelados da caneta marca texto. Capa e contra capa encapadas com contact transparente, possui sinais de manuseio, desgastes nos cortes, manchas de sujidade e pontinhas amassadas. Na capa possui resto de cola de adesivo removido grudando. Lombada com desgastes nas extremidades.

Convite à Filosofia

Miolo bom. Brochura 20, 3 cm x 27, 4 cm. Foto original do livro. Saiba mais. Formato: 16x23 cm. Capa com uma etiqueta e desgastes nas extremidades. C L. Lombada vincada devido manuseio.

Acabamento: Brochura. Código de Barras: Livre de rabiscos, rasgos, furos ou grifos. O mundo é percebido qualitativamente, efetivamente e valorativamente. Vemos o Sol menor do que a Terra, mas ele realmente é maior do que ela. Qual a diferença? Podemos compreender mais claramente a diferença entre as três concepções através de um exemplo, oferecido pelo filósofo Merleau-Ponty: Olhemos para uma piscina ladrilhada de verde-claro e rodeada por um jardim. O que percebemos? Isso é perceber.

Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Era pequeno e brincava na praia. O mar bramia E erguendo o dorso altivo sacudia A branca espuma para o céu sereno. É a capacidade humana para reter e guardar o tempo que se foi, salvando-o da perda total. É nossa primeira e mais fundamental experiência do tempo e uma das obras mais significativas da literatura universal contemporânea é dedicada a ela: Em busca do tempo perdido, do escritor francês Marcel Proust.

Qual a ajuda trazida pelo paciente para a arte médica? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência.

Resumo dos Cinco Primeiros Capítulos do Livro “Convite à Filosofia” de Marilena Chauí

Por meio de perguntas, o médico fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios, cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente. Os antigos, sobretudo os romanos, desenvolveram uma arte chamada eloqüência ou retórica, destinada a persuadir e a criar emoções nos ouvintes, através do uso belo e eficaz da linguagem.

Esta era parte central do ensino e do aprendizado de oratória, tornando-se, depois, uma arte usada por outras disciplinas de ensino e aprendizagem. Conta a lenda que Simônides foi convidado pelo rei de Céos a fazer um poema em sua homenagem.

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O poeta dividiu o poema em duas partes: na primeira, louvava o rei e, na segunda, os deuses Castor e Polux. O rei ofereceu um banquete no qual Simônides leu o poema e pediu o pagamento. Como resposta, o rei lhe disse que, como o poema também estava dedicado aos deuses, ele pagaria metade e que Simônides fosse pedir a outra metade a Castor e Polux.

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Em nossa sociedade, a memória é valorizada e desvalorizada. Alguns estudiosos julgaram que a memória seria um fato puramente biológico, isto é, um modo de funcionamento das células do cérebro que registram e gravam percepções e idéias, gestos e palavras. Assim, por exemplo, a psicologia da Gestalt mostra que temos maior facilidade para memorizar uma melodia do que sons isolados ou dispersos; que memorizamos mais facilmente figuras regulares círculo, quadrado, triângulo, etc.

Os filósofos e a memória O filósofo francês Bergson distingue dois tipos de memória: 1. O automatismo psíquico se torna um automatismo corporal. A memória pura é um fluxo temporal interior. Existem seis grandes tipos de memória: 1. Graças à memória, somos capazes de lembrar e recordar. As lembranças podem ser trazidas ao presente tanto espontaneamente, quanto por um trabalho deliberado de nossa consciência.

Recordamos quando fazemos o esforço para lembrar. Quando perdemos a capacidade para lembrar palavras ou construir frases, sofremos a afasia. Quando perdemos a capacidade para lembrar e realizar gestos e ações, sofremos de apraxia. Esquecer é ficar privado de memória e perder alguma coisa. Você andou imaginando tudo isso! Agora, imaginar é inventar ou exagerar, perder o pé da realidade, assumindo, portanto, um sentido bastante diverso do anterior.

Apesar de diferentes, essas frases possuem alguns elementos comuns. No segundo caso, ela é incapaz de reproduzir o existente ou o acontecido.

Os empiristas, por exemplo, falam das imagens como reflexos mentais das percepções ou das impressões, cujos traços foram gravados no cérebro. Desse ponto de vista, a imagem e a lembrança difeririam apenas porque a primeira é atual enquanto a segunda é passada. Por exemplo, se neste momento eu fechar os olhos, posso imaginar o computador, a mesa de trabalho, os livros nas estantes, o quebra-luz, a porta, a janela.

A imagem seria a coisa atual percebida quando ausente. Uma primeira diferença entre essas imagens pode ser logo notada: algumas se referem a imagens exteriores à nossa consciência pinturas, esculturas, fotos, filmes, mímica, etc. Embora sejam diferentes pela natureza da analogia, as imagens novamente possuem algo em comum: raramente ou quase nunca a imagem corresponde materialmente à coisa imaginada.

Um quadro é real enquanto quadro percebido, mas é irreal se comparado à paisagem da qual é imagem. Perceber este livro é relacionar-se com sua presença e existência. Podemos ter muitas imagens da mesma rua ou do mesmo edifício, mas cada uma delas é uma imagem distinta das outras.

Se uma pessoa apaixonada tem diante de si a pintura ou a fotografia da pessoa amada, tem a imagem dela. Em outras palavras, percebemos e imaginamos ao mesmo tempo, embora perceber e imaginar sejam diferentes.

Percebo a fotografia e imagino a pessoa amada. Mas é também o que acontece todos os dias, quando sonhamos ou entramos em devaneio. Aqui, combinam-se elementos afetivos, intelectuais e culturais que preparam as condições para que algo novo seja criado e que só existia, primeiro, como imagem prospectiva ou como possibilidade aberta. Quando lemos relatos dos cientistas sobre suas pesquisas e investigações, com freqüência eles se referem aos momentos em que tiveram que imaginar, isto é, criar pelo pensamento a imagem total ou completa do fenômeno pesquisado para, graças a ela, orientar os detalhes e pormenores da pesquisa concreta que realizavam.

Essa imagem é negadora e antecipadora. Muitas vezes, lendo um romance ou vendo um filme, compreendemos e conhecemos muito melhor uma realidade do que se lêssemos livros científicos ou jornais.

Por quê? O artista nos mostra o inusitado, o excepcional, o exemplar ou o impossível por meio dos quais nossa realidade ganha sentido e pode ser mais bem conhecida. Utopia é uma palavra grega que significa: em lugar nenhum e em tempo nenhum. Os outros animais, escreve Aristóteles, possuem voz phone e com ela exprimem dor e prazer, mas o homem possui a palavra logos e, com ela, exprime o bom e o mau, o justo e o injusto.

Segue a mesma linha o raciocínio de Rousseau no primeiro capítulo do Ensaio sobre a origem das línguas: A palavra distingue os homens dos animais; a linguagem distingue as nações entre si.

A força da linguagem Podemos avaliar a força da linguagem tomando como exemplo os mitos e as religiões. Trata-se da palavra que narra a origem dos deuses, do mundo, dos homens, das técnicas o fogo, a agricultura, a caça, a pesca, o artesanato, a guerra e da vida do grupo social ou da comunidade.

Porque Ele disse, foi feito.

Iniciação à Filosofia (Manual do professor) - Marilena Chaui

A palavra divina é criadora. Também vemos a força realizadora ou concretizadora da linguagem nas liturgias religiosas. Esse poder encantatório da linguagem aparece, por exemplo, quando vemos ou lemos sobre rituais de feitiçaria: a feiticeira ou o feiticeiro tem a força para fazer coisas acontecerem pelo simples fato de, em circunstâncias certas, pronunciarem determinadas palavras. Tais palavras eram pronunciadas em meios masculinos e em locais privados ou íntimos.

Era o juramento pronunciado pelo juiz e acatado pelas partes. Logos é a palavra racional do conhecimento do real.

A origem da linguagem Durante muito tempo a Filosofia preocupou-se em definir a origem e as causas da linguagem.

Uma vez constituída uma língua, ela se torna uma estrutura ou um sistema dotado de necessidade interna, passando a funcionar como se fosse algo natural, isto é, como algo que possui suas leis e princípios próprios, independentes dos sujeitos falantes que a empregam.

Perguntar pela origem da linguagem levou a quatro tipos de respostas: 1. Pouco a pouco, o gesto passou a ser acompanhado de sons e estes se tornaram gradualmente palavras, substituindo os gestos; 3. Assim, a linguagem, nascendo das paixões, foi primeiro linguagem figurada e por isso surgiu como poesia e canto, tornando-se prosa muito depois; e as vogais nasceram antes das consoantes.

Assim como a pintura nasceu antes da escrita, assim também os homens primeiro cantaram seus sentimentos e só muito depois exprimiram seus pensamentos. O que é a linguagem?

Por exemplo, como a fala se forma em nós?

Por que a linguagem pode indicar coisas externas e também exprimir idéias internas ao pensamento? Por que a linguagem pode ser diferente quando falada pelo cientista, pelo filósofo, pelo poeta ou pelo político? Como a linguagem pode ser fonte de engano, de mal-entendido, de controvérsia ou de mentira?

O que se passa exatamente quando dialogamos com alguém? O que é escrever? E ler? Como podemos aprender uma outra língua? A palavra ou imagem verbal é uma síntese de imagens motoras e sensoriais armazenadas em nosso cérebro.

Embora aceitem que a possibilidade para falar, ouvir, escrever e ler esteja em nosso corpo anatomia e fisiologia afirmam que a capacidade para a linguagem é um fato do pensamento ou de nossa consciência. A linguagem é um instrumento do pensamento para exprimir conceitos e símbolos, para transmitir e comunicar idéias abstratas e valores.

O pensamento puro seria silencioso ou mudo e formaria, para manifestar-se, as palavras. A grande prova dos intelectualistas contra os empiristas foi a história de Helen Keller. Nascida cega, surda e muda, Helen Keller aprendeu a usar a linguagem sem nunca ter visto as coisas e as palavras, sem nunca ter escutado ou emitido um som. Se a linguagem dependesse exclusivamente de mecanismos e disposições corporais, Helen Keller jamais teria chegado à linguagem. Mas chegou.

As concepções empirista e intelectualista, apesar de suas divergências, possuem dois pontos em comum: 1. Purificar a linguagem Uma dessas correntes filosóficas desenvolveu-se no século passado com o nome de positivismo lógico.

Os positivistas lógicos distinguiram duas linguagens: 1. Dava-se ênfase à sintaxe lógica dos enunciados, que asseguraria a verdade representativa e indicativa da linguagem. A linguagem lógica era uma metalinguagem, isto é, uma segunda linguagem que falava sobre língua natural e sobre linguagem científica para saber se os enunciados delas eram verdadeiros ou falsos.

Crítica ao empirismo e ao intelectualismo As concepções empiristas e intelectualistas também sofreram sérias críticas dos estudiosos da linguagem no campo da psicologia.

Os psicólogos Goldstein e Gelb fizeram estudos aprofundados da afasia e descobriram situações curiosas. Como escreveu Merleau-Ponty, a linguagem é o corpo do pensamento.

Essa descoberta teve resultados curiosos. O jogo existe antes e depois de cada partida.

Em cada partida, os jogadores podem jogar porque conhecem o código e porque sabem interpretar os lances um do outro, respondendo a cada um deles. Esse exemplo nos mostra também que uma língua é algo social, histórico, determinado por condições específicas de uma sociedade e de uma cultura. A linguagem é nossa via de acesso ao mundo e ao pensamento, ela nos envolve e nos habita, assim como a envolvemos e a habitamos. Ter experiência da linguagem é ter uma experiência espantosa: emitimos e ouvimos sons, escrevemos e lemos letras, mas, sem que saibamos como, experimentamos sentidos, significados, significações, emoções, desejos, idéias.

4 livros para entrar no mundo da filosofia por Clóvis de Barros Filho

Em primeiro lugar, teremos que especificar melhor que tipo de signo é o signo lingüístico. Por que uma palavra é diferente, por exemplo, da fumaça que indica fogo? Ou, se se preferir, qual é a diferença entre a fumaça-signo-de-fogo, que vejo, e a palavra fumaça, que pronuncio ou escuto? A filosofia investiga as questões humanas. Vai do século V e todo o século IV a. A filosofia busca sistematizar e reunir tudo que foi pensado até o momento sobre a cosmologia e a antropologia.

Vai do final do século III a. Até o século VI d. Neste período a filosofia ocupa-se com questões como a ética, o conhecimento humano e das relações entre o homem e a natureza e de ambos com Deus.

Os dois primeiros períodos da filosofia grega, tem como referência, o filósofo Sócrates, de Atenas. O movimento do mundo é chamado de devir, e este segue leis que o pensamento conhece. Atenas tornou-se o centro da vida política e cultural da Grécia. Foi o período de esplendor de Atenas, conhecido como Século de Péricles. É a época de florescimento da democracia grega que afirmava a igualdade de todos os homens adultos.

Estavam excluídos desta democracia: as mulheres, escravos, crianças, estrangeiros e velhos. Homero e Hesíodo defendiam as virtudes admiradas pelos deuses, tais como a coragem diante da morte, a beleza do corpo e a Arete excelência e superioridade. O filosofo Sócrates patrono da filosofia , rebelou-se contra os sofistas, pois achava que estes corrompiam o espírito dos jovens, pois faziam o erro e a mentira valer tanto quanto a verdade. Sócrates concordava com os sofistas apenas no combate aos cosmologistas.

Ao fazer seus interlocutores pensar e questionar, Sócrates tornou-se para os poderosos de Atenas um perigo, pois fazia a juventude pensar e por isso foi acusado de desrespeitar o deuses, corromper os jovens e violar as leis. Foi condenado a tomar um veneno a cicuta e obrigado a suicidar-se.

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Baseado nas obras dos discípulos de Sócrates podemos elencar algumas características deste período:. É a consciência conhecendo a si mesma.