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11 de mar de Escritor espírita Elisa Masselli, vídeos de Elisa Zibia Gasparetto Livros Da Zibia Gasparetto, Audio Livro, Download De. Livros Elisa Masselli (Arquivos PDF). É Preciso Algo Mais ( Elisa Masselli).pdf (1,5 MB) · Encontros com a Verdade (Elisa Masselli).pdf (1,6. Este é mais um livro da consagrada escritora Elisa Masselli. Ele revela uma história real, onde tragédia e ódio, amor e redenção, fazem parte de um mesmo .

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Assim que chegou perto, perguntou a um amigo: — O que esta acontecendo? Simone, moça humilde do interior, consegue estudar, se formar e mudar para a cidade grande com a família. Achou que aquele era o momento de contar o que estava passando. Em seguida ela saiu. Odete e Leandro foram para a escola. As mais variadas ediçes, novas, seminovas e usadas pelo melhor preço. Machista e alcoólatra, ele era casado com Vera e tinham um filho, Hugo, que desde pequeno dava sinais de que era um menino diferente dos outros. Aconteceu alguma coisa? Este aqui é Artur, ele também quer um pouco. Nunca menti! Solange, frívola, egoísta e preconceituosa, é o oposto de Raul: acha que aproveitar a vida é viver em badalações, festas e viagens. A ansiedade era intensa, seu corpo continuava tremendo. Casa-se e tem filhos. Foi para a cama, deitou-se e ficou o resto da noite virando de um lado para o outro. E é no interior do estado que conhece Alberto, jovem rico, solteiro e bem-sucedido. Sem Medo de Amar Maurício de Castro Pelo Espírito: Hermes Numa pequena cidade do interior de Minas Gerais, Hortência, uma criança com o dom de prever o futuro, salva a vida de um casal que, perdido no mato e fugindo de um homem perigoso e vingativo, consegue escapar. Todos estranharam. Acendeu um e deu para Artur.

Livros Elisa Masselli (Arquivos PDF). É Preciso Algo Mais ( Elisa Masselli).pdf (1,5 MB) · Encontros com a Verdade (Elisa Masselli).pdf (1,6. Este é mais um livro da consagrada escritora Elisa Masselli. Ele revela uma história real, onde tragédia e ódio, amor e redenção, fazem parte de um mesmo . Elisa Masselli - A Vida é Feita de Escolhas - documento [*.pdf] A começo a escrever um livro, nunca sei como a história vai continuar; sei que. Elisa Masselli - É Preciso Algo Mais. Elisa Masselli - É Preciso Autor: Elisa Masselli Gênero: o impossível”. Livro preparado pela Mônica. Compre os livros de Elisa Masselli, no maior acervo de livros do Brasil. Encontre aqui obras novas, exemplares usados e seminovos pelos melhores preços.

Walther, 29 anos, divorciado, bem empregado, morando nos Estados Unidos, gostava da vida que levava e acreditava estar com ela definida. O que motiva esse comportamento? O amor da loura Maria Luísa pelo belo Fernanda, prestes a completar cinqüenta anos é abandonada pelo marido.

Passou um longo tempo à procura dessas respostas. Muito menos entendia por que havia sido masseli ao nascer e nunca tivera o que mais Telma, Plínio e Germano Esta é a história de alguns imigrantes espanhóis que vieram para o Brasil em busca de riqueza.

A vida nos cobra tomar decisões constantemente. O que levaria quatro pessoas com suas histórias e seus segredos, chegarem a uma cidade como aquela, perdida no fim do mundo msaselli costumes e cultura diferentes dos seus?

Esta é uma história de amor, forte, comovente, que vai levar você a pensar. O que levaria quatro pessoas, com suas histórias e seus segredos, chegarem a uma cidade como aquela, perdida no fim do mundo com costumes e cultura diferentes dos seus?

Deus nos deu o livre arbítrio para que espirutas decidir o caminho que queremos seguir e a vida que desejamos ter. À Beira da Loucura Masselli,Elisa. Cada escolha determina um fato no futuro.

Artur ficou mais um pouco de tempo deitado, depois se levantou. Sua cabeça doía. Ou por ter passado quase a noite toda acordado. Sabia que com No dia seguinte foi à mesma rotina. Acordou atrasado, o pai lhe deu dinheiro para o lanche. Quando chegou à escola viu Mariana conversando com outras meninas. Viu também Rodrigo, que se aproximava: — Bom dia, Artur!

Tudo bem com você? Ela pareceu estar muito feliz ao seu lado. Parece que gosta de você Ela nunca vai me querer. Todos entraram para a sala de aula. Mariana passou por Artur e sorriu. Durante a primeira aula, ele arriscou olhar para ela, mas assim que percebia que ela também o estava olhando, tremia e desviava o olhar.

Na hora do lanche ela continuou com as amigas. Ela nem sabe que existo. Nem sei como me aproximar Ninguém se vicia.

Só continua nas drogas quem quer. Isso de vício é mentira. Eu mesmo só uso quando quero, quando estou a fim. Se quisesse, hoje mesmo pararia. Tenho medo. Tem medo de tudo! Artur olhou novamente para o lado em que Mariana se encontrava. Ela continuava conversando com as colegas. Arriscava um olhar para ele, que assim que percebia, desviava o seu.

Voltaram para a aula. Durante alguns dias foi assim. Rodrigo estava sempre por perto. Ela continuou: — Pensei que havia gostado da minha companhia! Ela apenas sorriu: — Eu também estou estudando, mas nem por isso preciso me isolar das pessoas. Sorrindo, afastou-se. Agradeceu intimamente quando ouviu o sinal para que os alunos voltassem para a classe. Mais três dias se passou. Em casa, ele imaginava, mas na presença da Mariana, sua voz sumia.

Um pouco sem graça, desviou o olhar. Sem perceber, começou a se lembrar daquela noite em que beijara Mariana: À noite, sozinho em seu quarto, voltou a se lembrar de Mariana e de como ela era bonita.

Nem que seja preciso fumar novamente aquele cigarro. Vai ser só mais um. Desviou o olhar e entrou na sala de aula. O sinal tocou, era hora de todos irem para a cantina. Rodrigo começou a rir: — Quer mesmo? Por isso sei que posso fumar só quando quiser. Vamos sair, e na rua usaremos.

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Faço companhia pra você. Logo os dois estavam em uma pracinha que havia ali perto. Rodrigo tirou do bolso dois cigarros. Acendeu um e deu para Artur. Este olhou para o cigarro e para Rodrigo.

Pensou um pouco, em seguida deu a primeira tragada. Assim que terminaram o cigarro, voltaram para a escola. Ele sorriu. Ela, admirada, sorriu também. Após o termino da aula, no corredor, ele se aproximou: — Mariana, preciso falar com você. Ela estranhou aquela atitude. Um pouco desajeitada, disse: — Que bom, pensei que este dia nunca fosse chegar!

O que aconteceu? Ele, rindo muito, respondeu: — Diferente como? Só estou feliz por estar conversando com você. Estou feliz por isso. Descontente, disse: — Meu pai também deve estar aí fora, ou quase chegando. Quando poderemos nos ver com mais calma? Você quer! Acenou para Artur se dirigiu a ela. Artur ficou olhando-a se afastar. Foi para o ponto de encontro. Nunca seu pai demorara tanto para chegar. Finalmente o pai chegou. Artur entrou no carro e seguiram para casa.

Durante o caminho seguia calado. O que você tem? Só estou com fome. Estamos chegando em casa. Voltou seu rosto para a janela e ficou olhando o caminho.

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Tentou se controlar. Finalmente chegaram. Ele desceu quase correndo. Entrou em casa, subiu as escadas e foi para o seu quarto. Iracema estava preparando a mesa para o almoço. Viu Artur entrando calado e correndo. Em seu quarto, Artur se jogou na cama. Por que este malestar? Por que esta vontade de chorar? Este vazio? Após alguns minutos, trocou de roupa e desceu. Todos estranharam. Odete disse: — Artur, o que você tem?

Achou que aquele era o momento de contar o que estava passando. Só estou um pouco nervoso! Alguns minutos depois, disse: — Estou com problemas. Tinha medo de como seus pais reagiriam se contasse que tinha experimentado maconha. Basta me dizer, qual é a sua duvida? Mas, se precisar, basta me dizer.

Agora almoce. Sua comida vai esfriar. Após o almoço, como todos os dias, todos saíram. Ele subiu para o seu quarto. Mariana surgiu em seu pensamento: ''Hoje consegui falar com ela. Teremos mais tempo para conversar.

Acordou algumas horas depois. Estava muito suado, sentia calor. Levantou-se, foi ao banheiro e tomou um banho frio. Sentia que seu corpo estremecia. Vou pedir algum remédio para Iracema. Iracema estava na cozinha. Ele se aproximou: — Iracema, você tem algum comprimido para gripe? Irritado, ele disse: — Como pode saber?

O calô da febre é diferente. Tive muitos filhu, cunheço a diferença. Num ta cum febre. Sei o que estou sentindo. Saiu de casa, começou a andar sem destino. Andou a tarde toda. Eram quase seis horas quando retornou. Ouvia um barulho que vinha da cozinha. Era Iracema que preparava o jantar. Foi para o seu quarto. Sabia que precisava estudar. Sentou-se e ligou o computador. Ficou alguns minutos estudando. Desceu, foi para a sala. Ligou o televisor. Ele, com a voz muito baixa, respondeu: — Tudo bem, a senhora demorou muito Chego todos os dias a esta hora!

Ele sentiu que aquele era o momento. Os três olharam para ele, que se aproximou e beijou a todos. Após beijar o pai, Artur se afastou, foi para o seu quarto. Odete o acompanhou com os olhos enquanto ele subia vagarosamente a escada. A dor e a ansiedade foram aumentado, ele escava muito triste e sentia vontade de chorar. Por que esta tristeza? Ele parece muito nervoso. Estou preocupada, e se ele estiver doente? Artur continuava se sentindo mal.

Aquele vazio e a ansiedade. Foi exatamente o que fez. Pegou o telefone e ligou: — Oi, Rodrigo, sou eu, Artur! Estou estranhando você me ligar, aconteceu alguma coisa? Se quiser, venha até aqui e lhe dou um remédio. Você deve ter comido alguma coisa que lhe fez mal Só pensava em uma maneira de sair de casa e encontrar Rodrigo. Leandro entrou: Sou o mesmo! Artur pensou: "Talvez eu devesse contar a ele, ele falaria com meus pais.

Ia falar, quando Leandro disse: — Sabe que você é meu herói! Quando crescer, vou ser igual a você! Vai ser diferente! Esta gritando! Artur voltou a si.

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Notou que, sem perceber, estava mesmo gritando. Deitou-se na cama, dizendo: — Desculpe, estou mesmo muito nervoso. Agora, por favor, saia, preciso estudar um pouco. Preocupado, Leandro saiu do quarto. Na sala, sentou-se em frente ao televisor. Artur continuou no quarto até a hora do jantar.

Desceu e, calado, jantou. Respondeu a algumas perguntas de seus pais. Após terminar o jantar, deu boa noite e voltou para o quarto. Estava triste, só tinha vontade de chorar. Estava deprimido. Naquela noite dormiu muito bem. Acordou, lembrou-se que era o dia de ir à casa de Mariana.

Olhando no espelho, sorriu enquanto pensava: "Hoje estou bem, assustei-me à toa. Devo mesmo ter comido algo que me fez mal. Imaginei muitas coisas. Fiquei com medo de estar viciado, mas como Rodrigo disse que só vou me viciar se quiser.

Nunca mais vou fumar.

Tudo passou. Seu pai, junto com Leandro, sorriu ao vê-lo entrar na sala. Leandro disse: — Estamos esperando você para irmos ao clube. E só uma amiga! Nós vamos estudar! Tem que estudar. E só uma amiga.

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Vamos, Leandro. Vamos aproveitar o sol. Quando estavam saindo, Artur disse: — Esperem só um pouco, só irei à casa de Mariana à tarde, tenho tempo para ir com vocês até o clube.

Artur subiu correndo para o quarto, pegou sua roupa de banho e desceu. Artur estava feliz, sentia que tudo estava bem, voltara a ser como antes. Leandro também estava feliz. Era quase meio-dia quando Odete chegou.

Viu seus filhos nadando e brincando. Ficou olhando um pouco, depois chamou os dois: Eles olharam para ela e, juntos, saíram da piscina. Assim que chegaram perto, ela disse: — Esta na hora do almoço, vamos até a quadra esperar o pai de vocês terminar de jogar.

Sob protestos, os dois a acompanharam. Todos riram, pois sabiam que ele ficava muito bravo quando perdia no tênis.

Artur comeu muito bem. Após o almoço voltaram para casa, Artur estava ansioso, à hora de ir para a casa de Mariana estava chegando. Vestiu-se, colocou seu tênis. Olhouse varias vezes no espelho. Queria mostrar boa aparência. Havia pensado muitas vezes no que diria a ela.

Ela vai aceitar, só tenho que deixar bem claro que preciso estudar. Mas poderemos nos ver na escola ou na sua casa. Depois a convidarei para que venha até aqui.

Voltarei antes do jantar. Odete aproximou-se e beijou o rosto do filho. Artur saiu. Mariana morava a quatro quadras de sua casa.

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Decidido, caminhou. Vou parecer um bobo. Sentou-se em um banco. Tremia muito, estava nervoso. Sei que ela gosta da minha companhia. Que conversa sobre todos os assuntos. Preciso de um cigarro Assim que chegou, tocou repetidas vezes a campainha, mas ninguém atendeu. Estava nervoso. Trêmulo, tocou, tocou, mas nada. Saiu dali. Vou tentar novamente. Vou até a casa de Mariana. Estava novamente triste e com aquele ardor no estômago. Às seis horas da tarde voltou para casa.

Ali tudo continuava como sempre. Entrou, cumprimentou a todas, foi para o seu quarto. Pare de falar assim! Terminou de subir a escada, entrou no quarto. Mais tarde desceu para o jantar. Continuava nervoso e tremendo. Conversou um pouco, voltou para o quarto. Deitava, levantava, ia ao banheiro. Isso durou a noite toda.

Dormia, acordava, levantava e deitava novamente. Artur dormia profundamente quando Leandro entrou. Aproximou-se da cama e suavemente chamou: — Artur, acorde Artur abriu os olhos.

Ao ver Leandro ficou furioso. Sentou-se na cama e disse, gritando: — O que você quer? Artur olhou para o relógio. Ao ver a hora, percebeu que realmente era tarde. Leandro saiu do quarto quase correndo. Artur permaneceu sentado na cama, sentiu que o tremor e a ansiedade continuavam. Pegou o telefone, discou. O telefone chamou varias vezes, até que alguém atendeu: — Alô, quem é? Preciso de sua ajuda!

Desligou o telefone, foi até o banheiro, olhou-se no espelho. Estava com olheiras profundas: "Vou, sim! Odete admirou-se: — Mas, meu filho, hoje é domingo! A ansiedade era intensa, seu corpo continuava tremendo.

O nível de vida dele era bem diferente do de Artur. Ela trabalhava muito para poder manter a casa e seu filho em uma boa escola. Por trabalhar muito, quase nunca estava em casa. Rodrigo vivia praticamente sozinho. Artur tocou a campainha. Vim aqui falar com Rodrigo. Ele ficou olhando tudo a sua volta. Aquela sala era bem diferente da sua, embora estivesse bem mobiliada. Era pequena e apertada.

Em Português ele é muito bom Rodrigo sorriu maroto: — Venha, Artur, vamos para o meu quarto. Artur, um pouco sem graça, seguiu Rodrigo. Estou ansioso e também tremendo muito Sabe me dizer o que é? Estou ficando com medo! Saíram para a rua. Artur estava sentindo-se cada vez pior: Chegaram a uma praça. Rodrigo disse: — Vamos nos sentar aqui.

Preciso do remédio! Pensou um pouco. Tem que haver outro remédio! Estou achando que esse mal-estar que estou sentindo é por causa dos cigarros que fumei! Pegou o cigarro que Rodrigo lhe oferecia: — Vou tentar, preciso fazer qualquer coisa para ficar bem. Tenho que estudar, vamos realmente ter provas esta semana! Rodrigo acendeu o cigarro, deu uma tragada e entregou para Artur, que também fumou do modo como ele havia lhe ensinado.

Após ter dado três tragadas, percebeu que aquele malestar estava passando. E assim mesmo Continuou fumando. A cada tragada parecia que sua cabeça flutuava e sentia ser outra pessoa, diferente daquela que havia chegado à casa de Rodrigo.

Rapidamente começou a rir e querer sair correndo. Rodrigo ficou olhando para ele sem dizer uma palavra, apenas observando. Logo Artur estava muito bem. José também se calou. Fazia muito calor. No caminho, viram Tadeu dançando com uma moça. Os dois se olharam com olhar de cumplicidade e riram. Alguns amigos chamaram José, que começou a conversar com eles. Rosa Maria, entediada com aquela conversa, falou: José, continue conversando. Encheu a jarra. Estava voltando para junto de José quando ouviu gritos de dor e muito alarido.

Era um homem bonito e elegante. Ela deu um pulo e abraçou-se ao mendigo com tanta rapidez que quase levou uma chicotada também. Esse maldito! Atreveu-se a tocar em minhas roupas. Ele recolheu seu chicote e saiu, rapidamente. Ela se levantou e ajudou o mendigo a se levantar.

Quando pulara para ajudar o mendigo, a jarra caíra e ela nem percebera. José e os amigos, que estavam conversando, ouviram todo aquele barulho. Ele é um animal!

Como o odeio! José perguntou: O que aconteceu aqui? Ela contou. Olharam para o lado. Só restavam algumas pessoas que comentavam o acontecido. José e os. No final do dia, voltaram para casa.

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Primeiro, o adivinho me falando todas aquelas coisas horríveis, depois aquele homem maldoso. Esperei tanto por este dia Dona Maria Teresa ouviu Pacientemente. Aquilo que o curandeiro falou nunca vai acontecer.

Você tem uma família que a adora. Se ele morrer, ficarei eu.

Minha filha, tudo isso é bobagem. Nunca sairemos daqui. Tem a vida toda pela frente e é muito amada por todos nós. Seu pai nasceu e foi criado aqui.

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Aqui nos casamos, tivemos vocês. Aqui seremos enterrados. Esqueça tudo isso. Deus vela por todos nós. Deus proteja seu sono e sua vida. Gosto muito da senhora. Dona Maria Teresa deu um sorriso. Saiu do quarto, pensando: Deus proteja meus filhos.

Rolou de um lado para o outro, até que finalmente adormeceu. O céu estava claro e brilhante pelo sol. Percebeu estar sentada em cima de uma pedra bem alta. Seu vestido era de um rosa claro, quase branco.

O vestido, muito longo, descia pela pedra. Ao longe, o barulho de um riacho. O barulho era alto. Ela se virou e viu uma linda cachoeira. Ela também estava feliz por vê-lo.

Alto, bonito e com um lindo sorriso. Ela o conhecia. Estava vestido de branco com os olhos brilhantes de felicidade. Ela se assustou e acordou. Sentou-se na cama. Olhou para todos os lados. Estava em seu quarto. Viu que fora. E aquele moço? Eu conheço, tenho certeza, mas de onde? Estava muito bem. E o homem do chicote?

Apareceu porque você deve ter ido dormir pensando nele e estava com muito ódio.

Isabel era amiga de Rosa Maria. Tinham quase a mesma idade. Foram criadas juntas. Isabel morava em um sítio vizinho ao seu. Conversavam muito e trocavam confidências. Começaram a conversar. Isabel apresentou uma moça que estava a seu lado: Esta é Joana, minha prima. Muito prazer! Meu nome é Rosa Maria, sou a melhor amiga. Falando nisso, Isabel, esta noite tive um sonho estranho, mas maravilhoso!

Com detalhes, contou o sonho para as duas. Isabel ficou abismada e disse: Nossa! Diz que tudo é diferente. Tocam tambor, dançam e oferecem flores, frutas e comida a eles. As duas moças ficaram impressionadas com o relato de Joana. Para quebrar aquele clima, Isabel falou, rindo: Rosa Maria, vai ver você é uma deusa dos negros! Você é louca? As três riram e continuaram a lavar a roupa.

Os dias foram passando, e elas se encontravam quase sempre. Joana continuava a contar coisas sobre o Brasil. Rosa Maria sabia que o Brasil era uma colônia de Portugal. Sabia que ficava distante. Agora é que estava conhecendo outras coisas por meio de Joana. Os móveis, as cortinas, tudo de primeira. O quarto da menina Maria Luísa parece o quarto de um conto de fadas. Igual ao quarto de uma princesa. Quando Joana acabou de falar, Rosa Maria suspirou e falou: Gostaria de conhecer essa casa, principalmente esse quarto.

Eu também gostaria muito. Vocês olham tudo e matam a curiosidade. Rosa Maria ficou encantada com a idéia. Quando terminar, tudo que tem para fazer é só nos pegar e voltaremos. Tudo bem? Foram para o povoado. Elas desceram da carroça. Tapetes e cortinas combinando. A sala era imensa, com porta-vela de prata espalhados pelas paredes para que a mesma fosse iluminada.

Uma cristaleira de madeira maciça com muitos pratos e copos. Muito limpo, sem nem sequer um pouco de pó. Joana levou-as até o quarto da moça da casa. Quando o abriu, Rosa Maria e Isabel ficaram paradas, olhando da porta, sem ter coragem de entrar. Todo decorado em rosa, exatamente a cor que Rosa Maria mais gostava. Entraram devagar, olhando tudo curiosamente.

A cama era imensa, com uma linda colcha rosa feita de crochê, sobre um forro também rosa. As cortinas de crochê eram de um rosa mais escuro. Rosa Maria foi se aproximando devagar da cama. Olhou para as outras duas e falou, rindo: Estou louca de vontade de fazer uma coisa. Antes que as duas tivessem tempo de falar, ela se jogou em cima da cama.

Começou a pular, rindo como se fosse uma criança. Olharam para a porta. Rosa Maria sentou-se na cama, parada, olhando. Joana, assustada, falou: Desculpe senhorita. Elas nunca viram uma casa igual a esta. Eu as convidei para conhecê-la. Foi só por curiosidade. Perdoe-me, por favor. Tudo bem que vejam a casa, mas ela precisava ficar pulando em cima de minha cama?

Só nesse momento, Rosa Maria se deu conta de que continuava. Meu nome é Rosa Maria. Daqui a pouco meu pai vem nos buscar. Era só para olhar. Como é mesmo seu nome? Rosa Maria, senhorita. Se aceitarem tomar um lanche comigo. Rosa Maria falou: Boa idéia. Estou tremendo! Todas riram e saíram. Todas concordaram com a cabeça e foram para a cozinha.

Maria Luísa, Rosa Maria e Isabel sentaram-se à mesa. Joana sentou-se. Papai e Rodolfo foram para o povoado. Cheguei louca de saudade de tudo aqui. Principalmente da comida de Maria falou olhando para a cozinheira, que sorriu agradecida. Rosa Maria, que a princípio assustara-se, estava agora olhando aquela mocinha à sua frente. Muito bonita, com cabelos louros, compridos, pele clara e olhos azuis.

Devia ter mais ou menos a sua idade. Maria Luísa, olhando para ela, voltou a perguntar: Desculpe, mas esqueci. Como é o seu nome, mesmo? Pare com isso! Devemos ter a mesma idade. Quantos anos você tem? Dezesseis, vou fazer dezessete em novembro. Também tenho dezesseis, mas só vou fazer dezessete em dezembro.

Sou mais nova que você. Por isso pode parar com essa de senhorita. Meu nome é Maria Luísa. Quebrado o gelo por Maria Luísa, que as deixou à vontade, logo estavam conversando como se fossem velhas amigas. Gostaram da casa? Achei linda! Nunca tinha visto coisa igual. Papai fez do jeito que eu sonhei. Ficaram conversando ainda por um tempo, enquanto Maria Luísa falava de sua recente viagem. Quando o senhor Tadeu chegou, elas estavam prontas. Ao despedirem-se, Maria Luísa falou: Fiquei muito feliz em conhecê-las.

Gostei muito de vocês. Maria Luísa prometeu que falaria com os pais. Se eles permitissem, iria com todo o prazer. Irei, sim. Pode ter certeza. As meninas subiram na carroça e partiram felizes. No caminho, foram contando tudo o que acontecera e como Maria Luísa as tratara. Quando Rosa Maria parou de falar, ela disse: A vida é mesmo assim.

Conhecemos nela muitas pessoas. Devemos sempre agradecer a Deus quando encontramos pessoas boas. E as ruins também, pois com elas nos aperfeiçoamos cada vez mais.

Maria Luísa também contou aos pais o acontecido, omitindo a parte da cama e da cozinha. Ela sempre viveu com muito conforto. Seu falecido avô, Dom Luis, fidalgo de família, era um conde que vivia dentro da corte portuguesa. Com isso, conseguiu muito dinheiro e terras, o que fez com que seu filho, Dom Carlos, pai de Maria Luísa, gozasse até aquele dia de muita influência na corte.

Homem orgulhoso, Dom Carlos sempre usou seu poder para conseguir tudo o que queria. Estava, agora, com quarenta e cinco anos. Casara-se com dona Matilde, também da corte e com fortuna. O casamento foi arranjado por seus pais.

Conheceram-se uma semana antes do casamento. Fora de casa, Dom Carlos fazia o que fosse preciso para conseguir o que queria. Era temido e respeitado no mundo dos negócios. Em casa, tratava os filhos e a esposa com carinho e respeito. Eu os adoro. O importante é que tenham sempre tudo de que precisam.

Ele a adorava e ela sabia. Assim, a fortuna da família aumentaria. Ele ouvia tudo o que Maria Luísa falava a respeito das novas amigas. Moram afastados, e é muito longe. Deveriam tratar com respeito qualquer pessoa, independentemente de sua classe social. Assim, poderei protegê-la, caso aconteça alguma coisa. Nossa filha é muito sozinha, precisa de amigas.