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Se você veio aqui para baixar um arquivo parabéns, você veio aqui né. Ei, pessoal! Nenhuma, entretanto, teve a felicidade daquelas duas. Almirante, a Outro gênero apresentado, com características de despertar entusiasmo, foi o maxixe. Nel novembre , dopo un'attesa di oltre cinque anni, la cantante ha pubblicato un nuovo album di inediti, intitolato O que você quer saber de verdade a cui ha fatto seguito un nuovo tour. Podemos citar como exemplo o Campeonato de calouros, um programa de domingo voltado para aspirantes à carreira de cantor. O mundo de hoje é inteiramente diverso do de ontem. Foi possivelmente a primeira escola a ter, entre seus filiados, homens de cor branca.

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Rio de Janeiro: Zahar, História e Memória. A trajetória de Nora Ney e Jorge Goulart e o meio artístico de seu tempo. Unicamp, Revista Brasileira de História, vol.

NORA, Pierre. PAZ, Ermelinda. Jacob do Bandolim. Arquivos da Memória: antropologia, escala e memória. O Choro — reminiscências dos chorões antigos.

A voz no choro - O repertório de choro cantado como ferramenta de estudo de técnica vocal. Vol 1: — Rio de Janeiro: Editora 34, Pixinguinha — filho de Ogum bexiguento.

Rio de Janeiro: Gryphus, Rio de Janeiro, Editora D. Rio de Janeiro: Editora 34, Os sons que vem da rua. Rio de Janeiro: Livraria Santana, Carinhoso, etc. Rio de Janeiro, editora do autor, Rio de Janeiro: Rio Fundo Editora, Aplaudindo Pixinguinha!

A de hoje é da autoria de Pixinguinha. Por outro lado, cabe aos que ouvem, também mostrar a sua habilidade em entender o que uma flauta e um saxofone cochicham.

Sentia-se em tudo um interesse pelas coisas da França. Durante anos e anos, só era considerado bom o que vinha da França. Por exemplo, para apresentar o grupo aos parisienses frequentadores do Scheherazade, cabaré onde os Oito Batutas se exibiram, foram feitas nada menos que duas composições.

Uma delas era para ser cantada, e a outra somente executada. Fora ele o lançador do tango brasileiro, e mais tarde do maxixe brasileiro na Europa. Criador de uma técnica de dança em que predominava a elegância de movimentos, Duque firmou-se como expoente na sua arte. Além do arranjo, entra Benedito Lacerda com o seu regional em variações espetaculares do Urubu Malandro. Vou dar um exemplo objetivo: Um samba assim, cujo ritmo pode ser reconhecido somente pela sua melodia assim: Meu amor partiu, e me deixou saudades [cantando].

Foi esse por exemplo, o caso de uma certa polca denominada Eugenie, Eugênia em francês, e que teria surgido logo nos princípios deste século. Tanto que volta e meia ele nos surge com uma outra melodia em que se reflete sua alma de artista. Foi o primeiro grande sucesso de Chiquinha Gonzaga. O locutor, Carlos Frias.

O grande Pixinguinha! O alegre Benedito Lacerda com seu regional! O animado Raul de Barros com o Grupo dos Chorões! E os afinados componentes da Orquestra do Pessoal da Velha Guarda!

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Pixinguinha instrumentou para O Pessoal da Velha Guarda, e isso que vamos ouvir novamente. Leopoldo Fróes, se bem que isto hoje esteja completamente esquecido, foi também compositor. Jacob acaba de gravar o seu primeiro disco.

Jacob é o novo da Velha Guarda. E é pois com alegria sincera que desejamos o sucesso de suas gravações. Era a consciência do povo que mostrava naquele verso triste, encaixado em melodia mais triste ainda. Alguns anos antes, quando o [urbanista] francês [Alfred] Agache aqui estivera, pondo em polvorosa os humildes moradores da favela com a ameaça de que ia abaixo o morro histórico, também o povo cantou pela voz de Sinhô todo o seu pesar pelo que se projetava.

Tudo isso, ouvintes, vem a propósito do seguinte fato: vai acabar o Largo da Carioca. O largo onde existiu o quartel da Guarda Velha. O largo de onde saía a Rua da Vala, e onde os crentes se aglomeravam antes de subir as escadinhas do vetusto convento de Santo Antônio.

Vai desaparecer o Largo da Carioca. A postos a turma que aprecia o Pessoal da Velha Guarda. E sim astrela. E isto faz com que a gente deva aplaudir mais vivamente esses bambas que por todos os meios preservam o nosso patrimônio artístico. O Benedito Lacerda com o seu regional! O Raul de Barros com o Grupo de Chorões! E a orquestra formada exclusivamente do Pessoal da Velha Guarda. Nenhuma, entretanto, teve a felicidade daquelas duas.

Ei, que seria aquilo hein?

Eram balas às centenas, e eram partes de piano impressas em papel de seda. Ali provaram mil e uma qualidades de vinhos numa deliciosa mistura que fez com que ambos, em poucos instantes, passassem a verificar o acerto da famoso frase latina In vino veritas. É isso que vamos relembrar agora nessa passagem do Grupo dos Chorões, e para o qual eu peço que seja auxiliado pelo imenso coro do nosso auditório.

Vamos somente tirar do fato umas tristes conclusões que ele nos sugere. A Benedito Lacerda com sua flauta e seu regional!

Vocês o conhecem de ouvi-lo tocado em outros programas. Até pelo próprio Benedito e pelo Pixinguinha e até em gravações.

Um dos mais valiosos, entretanto, anda muito esquecido da gente dos nossos dias. Mas o que lhe deu fama foram os versinhos anônimos desviados completamente do sentido do título. Em , chega à Baía de Guanabara o imponente vaso de guerra que recebeu o nome de Minas Gerais. O povo, que naquele tempo se manifestava entusiasticamente quando era beneficiado com qualquer novidade do progresso, recebeu o Drednaus com festas e demonstrações de regozijo.

Mas a verdadeira letra, a da autoria de Eduardo das Neves e que exalta o vaso de guerra, é esta que vai ser recordada agora nesta passagem do Grupo dos Chorões. Mais amor às coisas de sua própria terra, olhando com olhos mais patrióticos para os que nós aqui produzimos. Tomem umas aulas de brasilidade com esses bambas como Pixinguinha muitos aplausos , como Benedito Lacerda com o seu Regional aplausos calorosos , com Raul de Barros com o Grupo dos Chorões muitos aplausos e gritos , e a orquestra toda do Pessoal da Velha Guarda aplausos.

Ele é portanto bom para a abertura de um programa como esse porque vai servir para desenferrujar os dedos de todos esses bambas. Prudente de Moraes desviou o corpo ao mesmo tempo que com o chapéu alto fazia um movimento instintivo para afastar o cano da arma. Depois de lutar encarniçadamente, em certo instante sorrateiramente sacou de uma faca e golpeou aqueles que o tentavam subjugar. Só o Ministro da Guerra foi ferido mortalmente. Foi sentidíssima sua morte. Ei, pessoal! Peraí, calma. Ora essa, que pressa é essa?

Mas calma gente, calma porque os ouvintes precisam ser avisados do que vem por aí. A Orquestra do Pessoal da Velha Guarda quer mostrar a vocês, ouvintes, como é que se toca um legítimo maxixe brasileiro. Ou para atender o nosso desejo, ou para atender o de vocês, ouvintes.

Boa noite, amigos do Pessoal da Velha Guarda! Ouçam só. Vem aí o Natal. Vem aí as festas. Vem aí uma época de comemorações e reuniões familiares. Bem, mas voltemos ao que dizia sobre as festas, hein?

Que coisa, hein? Que tal, hein ouvintes? Mas aqui tem um acréscimo para facilitar tudo isso. Tudo entendido? Fiquem matutando sobre esse principesco presente de Natal enquanto ouvem esses bambas, enquanto ouvem e aplaudem esses bambas que realizam a Velha Guarda!

Aqui o Pixinguinha com seu saxofone! O Benedito Lacerda com seu regional!

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O Raul de Barros com o Grupo dos Chorões e o bombardino! E a orquestra toda do Pessoal da Velha Guarda! Essa que aí vai ficou muito popular graças a uns versinhos que lhe foram aplicadas no seu tempo. Compositor inspirado, Raul Silva, além de uma batelada de peças carnavalescas, dos mais variados estilos, escreveu uma série de choros curiosíssimos, entre os quais se destaca este, em cuja melodia aparece volta e meia os trinados e gemidos característicos da pomba juriti.

Uma série de vinhos excelentes que todos preferem. Venezuela E vocês também sabem disso, ouvintes.

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Por isso maiores devem ser os aplausos de todos a esses batutas, como Pixinguinha, o maestro da Velha Guarda, como Benedito Lacerda e seu famoso regional, como Raul de Barros, seu bombardino e o Grupo de Chorões, e como esses da Orquestra do Pessoal da Velha Guarda. A de hoje, também da autoria de Pixinguinha, tem seus trinta anos, e recebeu o seu nome só muito depois de composta. Vale a pena notar nesse novo arranjo de Pixinguinha o solo de flauta da segunda parte e o do saxofone da terceira parte.

Ainda hoje, os que freqüentam essas casas de discos tiveram a surpresa de encontrar ali uma novidade do Pixinga e do Vito. Vito é o Apelido familiar do Benedito. É uma espécie de jongo que o Pixinguinha escreveu inspirado no ritmo de um batuque de candomblé.

Tirâmo-la de uma carta de um ouvinte. Podem estar certos de que, mesmo velhas e maltratadas pelo tempo, como se acham algumas, elas constituem por vezes verdadeiras preciosidades.

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Por isso tudo muito obrigado, hein? O Benedito Lacerda com o seu famoso regional! O Raul de Barros com o seu bombardino e o Grupo de Chorões!

E a orquestra toda formada do Pessoal da Velha Guarda! Como todos sabem, é o povo afinal de contas que faz a língua. Só esse título determina uma época. É pois com enorme alegria que o Pessoal da Velha Guarda recebe aqui o grande cantor, o Patativa do Norte, que vai recordar na sua maneira personalíssima uma famosa cantiga que ele lançou em quando aqui chegou com os Turunas de Mauricéia.

Seu nome, lembram-se? Irineu de Almeida vai ser agora mais uma vez evocado nesses programas. Sua vida andou marcada por episódios curiosíssimos, muitos dos quais ficaram registrados nas composições da época. Antes de ser pianista e violonista, Sinhô aprendeu flauta.

Dizem, os que o conheceram naquele tempo, que foi um péssimo flautista. Sinhô era feio, era magro e era alto. Que havia pela cidade outros também merecedores daquele título. Orgulhoso, Sinhô quis saber quem eram aqueles outros. Sim, quem eram os tais outros que mereciam também naquela época o título glorioso de reis do samba, hein?

E na falta de melhores dados sobre ritmos brasileiros, ele utilizou o ritmo do passo-doble espanhol. Sua popularidade foi muito ajudada pelos versinhos populares que aplicaram aqui, e que registravam o tenebroso crime de Carleto e Roca, lembram-se?

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Boa noite amigos incondicionais da Velha Guarda, o que equivale dizer amigos incondicionais das nossas coisas, da nossa terra, da nossa gente. Raul de Barros e o Grupo dos Chorões! E a Orquestra toda formada do Pessoal da Velha Guarda!

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Eis por quê vocês devem agora apreciar bem para sentir também bem toda a beleza de uma polca-choro daquele mesmo Pedro Galdino, e que aqui vai ser apresentada pela orquestra do Pessoal da Velha Guarda num novo arranjo de Pixinguinha. Les Batutas! Era assim, ouvintes, com esses gritos insistentes que a platéia parisiense exigia no cabaré Shéhérazade, a presença no palco de um grupo típico brasileiro que ali esteve em Chamava-se o grupo Os Oito Batutas.

O Pessoal da Velha Guarda foi desencavar a conhecida cançoneta, e ela aqui vai ser relembrada de duas formas bem diversas: uma só cantada com o Grupo de Chorões, e a outra logo em seguida, tocada pela orquestra num arranjo especial de Pixinguinha.

Benedito e Pixinguinha trazem agora para vocês um choro que se pode classificar como impregnado de fatalismo.

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Preparem-se mais uma vez para voltar ao passado nas asas dessas melodias cheias de encantamento. Ao organizarmos cada uma dessas audições, nosso pensamento vai todo para vocês, que nos devem estar ouvindo agora. O Benedito Lacerda sua flauta e o seu famoso regional! O Raul de Barros, seu bombardino e o Grupo dos Chorões!

Seu autor, Luiz de Souza, foi um pistonista que pertenceu à famosa Banda do Corpo de Bombeiros no tempo do saudoso Anacleto. Foi mais tarde diretor da Orquestra do cinematógrafo Palais, que ficava ali na avenida Rio Branco, lembram-se? Vai ser recordada agora uma célebre cançoneta de mais de 50 anos. Os versos exploram as aperturas de um coronel do interior que veio visitar a capital federal e voltou para o seu vilarejo assombrado, contando como os seus olhos viram e entenderam certas coisas dessa grande cidade daquele tempo.

Seu autor foi um popularíssimo pianista desta cidade, o Aurélio Cavalcanti. E é um exemplo famoso do passado que trazemos agora para vocês. Tem somente vinte anos, pois surgiu em fins de Compositor inspirado, Dr. O choro é realmente um perigo, e exige de todos um declarado virtuosismo.

Com esse choro fica provado o ecletismo de seu autor. Amigos incondicionais da Velha Guarda aqui estamos. Tudo que houver de bom em samba, em choro, em polca, em schottisch, em valsa, etc.

E para esta orquestra em que só se vê gente da Velha Guarda! Desde as simples cantigas populares até as peças sinfônicas mais complexas. Nota-se, porém, um fenômeno curioso nesse instrumental do Pessoal da Velha Guarda. Tiécio Cardoso. Vamos recordar ligeiramente o que dissemos antes sobre o Dr. O grupo era o choro, e os tocadores, os chorões. Trata-se de uma polca, que é hoje um choro, cujo nome vem a calhar para tal peça.

A coisa começou com a venda de margaridas. Vieram depois outras flores. É isto que vamos relembrar agora nessa passagem do Grupo dos Chorões. Em , recebíamos aqui a visita de uma estrondosa companhia francesa de revistas que revolucionou o Rio de Janeiro. Junto com ela apareceu a Velasco, em anos seguintes nós tivemos a escandalosa Companhia do Casino de Paris, cujos quadros considerados pouco decentes provocavam bengaladas dentro do teatro entre os que queriam que o negócio parasse, e a maioria que queria ver as coisas até o fim.

A companhia estreou no Teatro Rialto em agosto de com a peça Tudo Preto. De uma coisa todos vocês devem estar certos. Isto somente prova quanto é acertado o critério que preside a escolha do repertório da Velha Guarda.

E eu pessoalmente fico satisfeitíssimo percebendo que cada vez vocês aplaudem com mais entusiasmo Pixinguinha com o seu saxofone aplausos , Benedito Lacerda, sua flauta e seu regional aplausos , Raul de Barros e seu bombardino e o Grupo de Chorões aplausos mais entusiasmados , e esta orquestra toda formada de Pessoal da Velha Guarda aplausos. Isto fez nascer um samba que ironizava a moda assim. Cristo nasceu na Bahia, meu bem, e o baiano criou.

Tanto que a confessou num samba que escreveu de parceria com Vidraça. Samba que o Grupo dos Chorões vai relembrar agora. Aquele grave, como todos sabem, representa a parada que faz a todo momento o indivíduo que calça o sapato novo que lhe aperta o pé. Cada nota assim Pixinguinha toca um Mi 2 no saxofone do Pixinguinha representa uma daquelas paradas providenciais. Ouçam a Orquestra do Pessoal da Velha Guarda.

Algumas aves domésticas tem sido usadas insistentemente pelos compositores, citadas pelos seus nomes, ou mesmo contribuindo com efeitos sonoros que reproduzam suas vozes, obrigando os cantores a habilidades verdadeiramente zoológicas.

Mas tomara que ninguém, vendo vocês rindo, e percebendo neste riso a certeza de que vocês sabem a letra, tomara que ninguém venha pedir a vocês que a recitem, hein? Honra pois ao Pessoal da Velha Guarda. Cante assim também Em vidros gigantes [? Pronto, maestro. Estava madura para colher e ela colheu. Mas Marisa Monte cumpriu muito bem a empreitada. Algumas inéditas e outras desconhecidas, o que atribui ao disco uma qualidade também documental.

Um trabalho irrepreensível.

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Ou o personalíssimo pinho de Guaracy. Marisa, com este disco, nutre a todos nós com a poesia, a rara melodia e os sofisticados achados harmônicos dos mestres de Oswaldo Cruz.

Ela o faz, porém, em pleno, certa de que esse é o caminho. Eu fiz o disco pelo meu selo, um disco que eu queria ouvir, que precisava ser feito e acredito que haja mercado para ele.

Ou, no mínimo, um sincero muito obrigado. Lena Frias.