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BAIXAR MUSICA ESSA MONTANHA SE MOVERA


Aprenda a tocar a cifra de Essa Montanha Se Moverá (Pr. Jota Junior) no Cifra Club. Se tiveres fé / Como um grão de mostarda / Isso quem diz é o Senhor. Felipe Rocha - Montanha (Letra e música para ouvir) - Essa montanha se moverá / Se moverá, se moverá / / Se tiver fé como um grão de mostarda / Isso quem. Essa montanha se moverá / Se moverá, se moverá / / Se tiver fé como um grão de mostarda / Isso quem diz é o Senhor / Você dirá para a montanha /.

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Salve, ó Natureza Luz da Ciência e do amor! Por exemplo. Troveja, e o nevoento andario da chuva rouba à minha vista as belas montanhas fronteiras! Que ternas letras ao princípio! E frutas mil, preciosas Tens, quando o Outono impera. Eu quero me envolver com a sua alegria Eu quero beber do seu vinho novo E me embriagar com seu espírito santo E te celebrar no meu do seu povo. Jonas Cardoso Bergamini. Um dia extinta a vi Preces constantes, fervida prece de amor extremo que em fé palpita, nem um só dia noss'alma cesse d'erguer à Estrela do Céu bendita. Entrar com Facebook. Adicionar aos favoritos Presentear. Junte-se à maneira divertida de observar todos os destaques costeiros e internos de Barcelona. Em seguida. Corre ao fundo a cortina; apresenta-se o Brasil ladeado pelos retratos de D. Tudo aquilo que possui uma dessas duas 34Esta resposta de Pascal é datada, em seu final. Ver mais Ver menos. Depois que o belo sol da Liberdade pura Beijou-te apaixonado, ó noiva alvissareira, Erguendo senhoril a face prazenteira De glórias um porvir apontar, mais segura!

Felipe Rocha - Montanha (Letra e música para ouvir) - Essa montanha se moverá / Se moverá, se moverá / / Se tiver fé como um grão de mostarda / Isso quem. Essa montanha se moverá / Se moverá, se moverá / / Se tiver fé como um grão de mostarda / Isso quem diz é o Senhor / Você dirá para a montanha /. Letra e música de “Montanha“ de Felipe Rocha. Montanha. Felipe Rocha. Se tiveres fé como um grão de mostarda Essa montanha se moverá,se moverá. Aprenda a tocar essa música usando as cifras, tablaturas e versão simplificada para montanha 2x E Am Move-se, move-se E E essa montanha se moverá 2x Am Se Final: E E essa montanha, já se moveu 2x Am Já se moveu, já se moveu. Essa montanha se moverá / Se moverá, se moverá / Se tiver fé como um Felipe Rocha - Montanha (música para ouvir e letra da música com legenda)! Essa.

Quiso decir: mover montañas. Traducción de "mueve montañas" en portugués. Ver ejemplos para la traducción move montanhas 10 ejemplos coincidentes. Ver ejemplos para la traducción pode mover montanhas 3 ejemplos coincidentes.

La fe mueve montañas.

Essa Montanha Se Moverá - Pr. Jota Junior - Cifra Club

A fé pode mover montanhas! Cuando combino bien los ingredientes, mueve montañas. Quando combino bem os ingredientes, move montanhas. Receio muito que o mau tempo intervenha, retardando esse esperado alívio. Quando partirei, meu Deus? Eis-me instalada numa pitoresca vivenda de campo.

Alto, bem ventilado por duas janelas, avistando-se pela frente o mar. O mar! O meu soberano amigo!

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Amor, porque é "imagem do Infinito, retratando as feituras de Deus". Temo-o porque é poderoso e forte, só tendo acima do seu poder a Onipotência Divina. Vejo-me cercada das mil flores dos jardins que contornam a casa. As pitangueiras cobertas de sua neve perfumada, atraem as abelhas que, em incessante sussurro, extraem o mel àquelas delicadas flores.

As laranjeiras adornadas com as simbólicas flores do noivado, revestidas da nova folhagem, semelham risonhas noivas cheias de candura e esperança O Catolicismo, elevando o matrimônio à categoria de sacramento, confirmou-lhe a origem sacrossanta e divina.

Felizes os seres unidos em Deus por esse laço bendito que teve origem no Céu! As flores embalsamam o ar que sôfrega aspiro; os passarinhos cantam, amam-se e noivam por entre os raminhos verdes do laranjal em flor.

Como essas avezinhas amantes se compreendem! Acho-me hoje tristíssima Desejo isolar-me no meu quarto, para repousar, e sonhar escrevendo.

Mas, e as conveniências? A família! Alguém que nos compreenda e ame. Um bom e terno esposo, ser que para mim reuniria o Universo! Por que assim me deixas ao desamparo? Eu quisera o teu doce afeto para ter num puro e santo amor recíproco a harmonia do canto dos passarinhos, a doçura do mel das flores, a poesia e carinhos das rolas a arrulharem pela selva. As flores juntam seus perfumes; os passarinhos casam seus gorjeios; as estrelas confundem seus brilhos; as almas humanas unem seus afetos Voltejava a avezinha irresoluta ante a florinha meiga.

Avança recua, torna e foge! O homem nobre e leal tem firmeza e confia em si; o beija-flor só é imagem dos levianos. A violeta é a doce imagem da virgem pudica e modesta, no isolamento, sem carinhos e afetos. Este pensamento de um terno poeta repito eu pensando na minha triste existência. Como preenchê-lo? Sofro física e mais ainda moralmente. Sim, é a minh'alma a que mais padece. Com certeza eu os incomodo com o meu viver retraído, isolado, entre os meus livros, junto à mesinha, a escrever. Se me dirigem palavras de esperança, de conforto, a minh'alma sorri como a sempre-viva d'ouro em meio às suas verdes folhas.

Quantas vezes vem-me o desejo de chorar Sou fraca e tímida como criança que precisa ser mimada e repreendida! É tristíssimo este meu isolamento, causa de todo o meu padecer!

A forte brisa de nordeste encrespa o mar.

Se Tiveres Fé

Nada vi que me alegrasse e me desse esperanças. Fui à Catedral orar. Orei ante o Santíssimo que é o Deus verdadeiro; pedi-lhe coragem para as lutas da vida. Sempre o mesmo! Sempre a enfrentar prevenções; sempre o enfadonho trabalho de evitar aparências que me condenassem. Por ela brotou-me n'alma uma doce simpatia, devido a certa afinidade intelectual que entre nossas almas existe e que docemente nos une em espírito. A vista dela, confrangeu-se a minh'alma que se abrigou no manto da Fé, como amedrontada criancinha no regaço maternal.

Neste passeio tive um inesperado encontro, que veio distrair-me da habitual tristeza. Noite tempestuosa. Eu sofro pensando Pensando no meu ideal sonhado; ideal de moça nunca, até agora, encontrada, de quem ninguém até agora se apercebeu. E sabeis como sonhara esse ideal querido?

Era um homem inteligente e bom; ilustre e bem educado. Bastava-me ter sempre ao lado esse alguém que me compreendesse para ser inteiramente feliz! Indiferente passa sem notar o meu padecer, sem ver e sem sentir o meu puro afeto. Tenho passado bem indisposta, talvez influências atmosféricas. Desejo ir à Cidade para mudar-me, no fim do corrente mês. Quero reaver a minha doce liberdade de dona de casa. Entretanto, se, por vontade de Deus voltar à lida das aulas, irei, um pouco fisicamente fortalecida.

Tanta necessidade que tenho disso! Olho o mar infinito com o meu amor incompreendido. Um homem salta; vem-lhe ao encontro uma pobre mulher e duas crianças. O homem toma ao colo o pequenito, abraça-o, beija-o, e eleva-o ao ar, brincando. A outra criança brinca jogando pedrinhas às onda que, preguiçosas, se estendem na praia.

Como é feliz aquele pobre casal! Uma abençoada família; um esposo terno fora o meu doce sonho e encantamento! A mulher, que se retirara para a vivenda, torna agora, e ouço o homem dizer às crianças: "Vamos almoçar! Sofro pela influência deste mau tempo; sofro muito física e moralmente. Que cruel indiferença me cerca! Estou aqui sujeita a um gênio em tudo incompatível com o meu!

Tenho imensa dó dele. Deus se apiede de mim! Após uma semana de contínuos sofrimentos físicos e morais, pude sair alfim.

Fui ao correio; fui às casas de umas amigas e fui ainda à Catedral orar. Hoje voltei um pouco esperançosa de poder mudar-me em o mês vindouro.

Como sinto a falta da missa das 10! Seu, em melodiosos hinos ao nascer do dia. Que encantadores hinos, que ternos e delicados poemas juntos criariam nossas almas. Que deliciosa existência! Que pensaria de mim, e que diria alguém que soubesse dos meus ternos pensamentos? Estou crente que o meu Pai do Céu se apieda de mim nos transes mais dificultosos da minha vida e depara-me o remédio, o consolo. Como é triste a Natureza sob este véu de tempestuosas brumas!

Troveja, e o nevoento andario da chuva rouba à minha vista as belas montanhas fronteiras! Céu e mar confundem-se envoltos na mesma mortalha branca. As flores encharcadas choram também. Mas um grande amor, santo e a mais perfeito possível, o mais puro na terra! Estive por algumas horas contente com a esperança de alcançar uma boa casinha na cidade. Mas esta boa esperança esvaiu-se como todas as minhas doces ilusões! Entretanto a minh'alma, crente em Deus, cheia de fé e de amor, cria uma existência ideal, onde vive feliz Barras de um amarelo alaranjado estendiam-se perto do horizonte, de sul a norte.

Escureceu e, em breve, ouviu-se o clarim da tormenta; era a trovoada que se levantava do seu entrincheiramento de sombrias e espessas nuvens bronzeadas! Onde estaria o sol, esposo querido que a vivifica?

Sinto a alma imersa num bem-estar, num prazer ideal que me transporta a Éden desconhecido Mas, o que me faz assim experimentar esse gozo espiritual?

O que motiva esse sonhar venturoso? Tornou a voltar-me uma tênue esperança de achar casa na cidade, para mudar-me. Tenho saudades Na cidade, ao menos eu podia às vezes passear; e nesses passeios algumas vezes encontrava conforto. Quando verei no céu de azul turquesa resplandecer o criador das flores?

O mar a retratar o céu coberto de cinéreo véu da tempestade. Era prima da poetisa. Mariana Jacinta da Vitória, nascido aos vinte e dois dias do mês de Março de , às 10 horas de Sexta-feira Santa. Mas quantas vezes os vi fascinadores, irresistíveis! Sim; eram meigos se a tu'alma piedosa se compadecia dos meus males Sabes por que amo tanto os miosótis do jardim? A VIOLETA Chuvas torrenciais haviam desfolhado todas as flores do jardim, e mais sofreram aquelas que, vaidosas, se levantavam de suas hastes delicadas.

E choras, Carmen, quando a mocidade é a esperança em flor? É a felicidade! Carmen: — Crê e espera! É o Sólio de Maria. Mas o que lhe pedias tu na tua doce prece, ó bem amada? E os passarinhos se amam e amam-se as flores também. Porém, — amor é sempre amor! Mas o Outono veio e o cacho despido das flores se encheu de frutos dourados Ele se partiu num dia lindo, de Céu azul e mar dourado.

Acaso sonhava eu? Vinde, ó amantes passarinhos, vinde tecer os vossos ninhos macios. Vinde, oh! Como vinham saudosas as forasteiras! E o meu amor sorria O seu primeiro afago foi para a donairosa princesa dos jardins. As aves suspenderam seus doces gorjeios. Alguém se aproximava A violeta mimosa estremeceu e descorou. O Trovador suspirou: — "Ah! É que avistara, em meio da formosa folhagem muito recortada, uma grande flor, uma flor belíssima e para mim completamente desconhecida!

O anjo de Deus baixou dos Céus e apresentou-se mortal desventurado. O Arcanjo divinal, sorrindo satisfeito, respondeu: — Eu sou a Caridade! Mas, quem a foi estender ali? A Primavera, que voltou com a Aurora risonha Eram — "Sempre-vivas" mimosas! Eram noivos Eram noivos, essas juritis que ali viviam de inocência e amor. Era a branca flor da "urumbeba" que desabrocha entre espinhos! Ela vira a grande "Igara" do guerreiro do mar.

E o guerreiro branco sorria fitando-a Mas a virgem selvagem fugiu como a gazela gentil. Ela suspirava assim: "Sou branca e linda como a açucena, sou como ela, pura e gentil; tenho os cabelos em cachos d'ouro, tenho nos olhos a cor do anil. E a grande "igara" partiu, mais veloz do que a "uira" do guerreiro "tupi". Ismael acorda. Agar olha derredor Só o areal, que fulgia como uma poeira de diamantes! Agar fitava-o, pasma. Ismael veio a ser o pai de um grande povo.

Um beijo, um abraço, e E a onda de rosas levou o pequeno batel de Aldino. Era como se rijos braços a cerrassem mais e mais Ergue-se, entreabre o postigo; espreita o mar A natureza toda parecia envolta no lutuoso véu da morte.

O raio fendeu a negrura do Céu.

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Romperam-se os nimbos e a chuva caiu torrencial. Dois anos apenas! E foste tu que lhe bordaste essa doce palavra? Tentara escrever, mas parecia-me haver esgotado os assuntos todos. Eis que o vi vindo pela estrada Um homem passava; o desventurado acenou-lhe. X Era linda aquela borboleta azul com suas grandes asas cetinosas, iriadas como conchas de madrepérola! Mas, quem habitava aquele ninho encantador no meio de rosas? Eram as almas d'eles , diziam pela aldeia. Eles habitavam a casinha branca, esposada de oito dias apenas.

Ele assim prometeu a alma adorada. Dias após ela partiu para o Céu. Ao suave deslizar do batel, volta-lhe o sono, e com ele o sonho encantador. E as duas petalazinhas de ouro foram lançadas à corrente. Jano e Clarinda fecharam os olhos e prosseguiram à ventura. Eu poderei, talvez, provar-vo-lo. Eram felizes, mas Mas quem os separava? O seu canto era assim: "Adeus, ó meiga virgem!

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Sem um beijo de amor deixas que parta teu pobre cavalheiro! Nos ermos, nas campinas, vagueando, sem ter uma esperança, à noite pousarei em alguma choça bem longe do meu lar! Na branca madrugada, entanto, a rota irei seguindo, além, por mares ou nos pobres povoados sem nunca ter prazer.

Tu amas A que longínquas terras, peregrinas Vai-te, célere assim? Meu pobre cavalheiro! À noite, sobre as ondas tremulosas, douradas pela lua; irei ouvir dos mares as saudosas canções dessa alma tua. Adeus, ó cavalheiro! E eu sentia o peito entumecido de muito amor! Mas por que sorria a fidalga? Que culpa têm as flores que se abrem agradecidas? Que culpa tem a flor? O roble que me sustinha O temporal abateu.

Ora o Zéfiro, ora o Norte Impele-me débil, mesquinha, Da mata ao campo, sozinha, Do monte ao vale: — triste sorte! Era um decreto dos fados: talvez um decreto de Deus! E o velho obedeceu; partiu. Era um monarca destronado. Era um soberano a quem o seu povo, outrora, chamara — pai! E o vento espalhava no espaço uma melodia triste Eram nênias de magoada saudade Conserva pois entre as rosas Dos teus ledos quinze anos A flor que os puros arcanos Desvenda nos sonhos teus; E lembra que da inocência A branca flor perfumada Do mundo é sempre estimada, Sempre é querida dos céus!

Desterro, 4 de outubro de Como é grato, nas lutas briosas, Os labores do estudo vencer! E no fim de cad'ano tecer Linda c'roa de flores mimosas! Avante, Companheiras! Prazenteiras Trabalhemos! Que dos louros Mais virentes, Nossas frontes Cingiremos! Nos ledos virentes campos de florinhas semeados, brilham à noite os pirilampos, de dia o orvalho iriado. Nédias, contentes crianças, rósea tez, cabelos d'ouro, nos olhos — céus d'esperança, na boca — aberto tesouro; brincam colhendo nos prados florinhas rubras e azuis, e de buquês engraçadas enchem cestinhos tafuis.

Mas a flor dura um dia; o sol desmaia, Geme a rola, suspira a brisa pura, E morre a onda quando chega à praia. E d'avezinha que o voar ensaia Rasga-se o peito contra a rocha dura! E enquanto à porta da herdade Atenta a esposa saudosa, No vale a rola mimosa Suspira — amor e saudade. Meu sonho de criança! Inda vejo-te imagem vaporosa; Ainda te conservo na lembrança! Tomba no ocaso o astro radioso cercado de brilhantes esplendores, e o mundo s'entristece pesaroso E chora a natureza de amargores o gênio que dos gentios inspirado cantava em doce lira os seus louvores!

Só me resta o mundo frio, como um deserto sombrio, e sem flores um jardim. Queremos flores ceifar, sem nunca nos importar que a vespa entre flores zumba, e pelos sonhos levados por ilusões embalados do berço vamos à tumba. Ele, neste tempo todo, venceu com garbo e denodo batalhas dificultosas; sempre, n'arena, constante sua existência brilhante foi de lutas gloriosas! E que cem anos d'encantos, de paz, d'esp'ranças e cantos a humanidade descrente, nesta aurora abençoada pela cruz no mundo alçada, traga o século nascente!

Si é mulher Tu viste verter-se em fel a dor que mais acabrunha! Ali — com Deus e a natura, que vida serena e pura no doce cismar profundo que o espírito extasia! Mas em meio d' alegria do povo que o recebia, su'alma triste ficou Jesus deposto no leito frio Ressuscitou! Feras soldados! Prostrai-vos crentes! Por terra as lanças finas, luzentes!

Assim cumpriram-se as profecias! Quando nasceu aurora meiga, de lírios recende a Veiga e de rosas os jardins; porém, nas noites formosas, nem só lírios nem só rosas que ais recendem — jasmins! GLOSA: Quer de um drama triste e atro quer de um idílio ridente o quadro nos apresente, este mundo é um teatro. Que serena majestade! E, entanto — na imensidade Giram milhares de mundos!

GLOSA: Deus à mulher deu a dor e mil trabalhos, porém, deu-lhe um consolo também — o santo materno amor. Ó doce orvalho bendito, grato perfume infinito, mel de celeste doçura; flor que vens do Paraíso o teu divino sorriso é d'alma delícia pura.

GLOSA: Com esplendor sempre novo devem ser solenizadas as vitórias alcançadas, as grandes datas do meu povo. GLOSA: Satisfeito e alegre fica, vive ditoso, estimado, é por todos venerado quem o bem sempre pratica. GLOSA: Amargo pranto, aflições, eis o que resta na vida à alma triste, dorida desfeitas as ilusões, Adeus, ó sonho fagueiro, lindo porvir feiticeiro, do meu cisma enganoso na lira dos seus amores pungindo de acerbas dores suspira o bardo saudoso.

Quanta beleza! GLOSA: A virtude diviniza a alma que tem por norte: como ela, vencendo a morte, o talento se eterniza.

Almo Sol esplendoroso com seu brilho majestoso ilumina as multidões e por entre hinos e flores Passa cheio d'esplendores Deslumbrando as gerações. GLOSA: Como a ligeira fumaça que além se perde nos ares, cheia d'encanto os pesares, a vida é sonho que passa! Fulguram raios de Glória Assim no luar sereno, aos sons d'alma canto ameno, de terna lira fagueira, na calma da Natureza pelos canais de Veneza corre a gôndola faceira!

E da ciência vitórias, nas grandes lutas de glória, o mundo têm dilatado! MOTE: O mais precioso tesouro. Queremos flores ceifar, sem nunca nos importar que Aos colegas do Jornal e a este sinceramente, desejo que longa vida, ditosa, leda, florida traga o século nascente. Acaso o orvalho que sedenta hauriste gelou-te o seio neste amar fervente?! E o doce aroma que teu seio encerra — alma mimosa d' inocente flor — por que o derramas pela fria terra qual meigo pranto d' inditoso amor?!

Pobre avezinha! Tua voz dorida triste perdeu-se num deserto escuro! Aves canoras qu'esqueceis os cantos, ledas boninas que perdeis a cor, qual o segredo de pesares tantos? Ninguém sabe por que pendem os lírios, e por que as aves emudecem assim, qu'estes segredos de fatais martírios só Deus conhece, só nos Céus têm fim!

Ninguém sabe por que acerbam dores rebentam cordas de mimosa lira! E que deste Sec'lo ao fim, ainda vejais florido como risonho jardim, o vosso lar mui querido. José Brasilício de Sousa A brindar-vos — o Sol, do seu tesouro, enviara os mais lindos raios d'ouro, das altas regiões, a que ri alfombra dos amenos prados, das boninas, dos lírios perfumados, abrissem os botões.

Também eu quis brindar-vos És, com efeito, delicada e pura!

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És branco lírio cheio de doçura, és açucena cândida e formosa! O teu nome, — de mística ternura, é dos Céus uma ideia preciosa! Quer — Mimosa — te chamem, quer — Maria —, tu és celeste como a estrela linda que ri Oriente assoma ao vir do dia! Mas eu te chamarei — Divina — ainda, pois que a tu'alma — essência da Poesia, é da Luz Divinal Centelha infinda!

Pendido o branco lírio tenro e lindo ri aurora d'inocência, de doçura, oh! Ó céu! Ceifa o Norte as boninas dulçorosas! Roxas violetas, goivos lutuosos, brancas saudades, verde murta escura, vamos depor na fria sepultura onde orvalhos do Céu caem saudosos!

Faz hoje um mês! Um mês de luto e prantos! Eu quis a crença ensinar-te; quis mostrar-te a bela Esp'rança; ao mar que tenta afogar-te, quis que voltasse a bonança; quis acender em tu'alma da Fé a luz doce e calma. Quem és, ignoro, no entanto, quis enxugar o teu pranto! Portanto volto a ensinar-te a ter Fé, a ter Esp'rança, para que volva a bonança ao mar que tenta afogar-te É grata flor que me envia em cada ano que vem, tua meiga simpatia que tantas doçuras tem!

Um só pesar me entristece quando mo vem entregar: "ah! E que nestes versos meus, aceite as flores mais puras, e mil votos de venturas que por ela envio aos Céus! E tu mentiste, Francina! Mas a branca rosa triste volve assim: — o que me pediste, ai!

Ligeira a linda avezinha ao mar o voo encaminha e sobre as ondas pairou; as asas d'ouro rufiando, no mar que gemia brando a pura gota entornou. Depois os dias passaram Baixa a maré, volve a cheia, e da praia sobre a areia, que linda concha se viu. À lira da soledade — sócia no riso e na dor — deixai, deixai, por favor, o repouso, a liberdade! À SEMÍRAMIS Tu que ri alva da vida sorrias, Fada gentil do meu sonhar de amores, tu que nos melancólicos palores das minhas tardes inda refugias, por que agora t'escondes sombria gazas da noite, tristonhas cores?

Como o sol a morrer na Imensidade morre o meu Estro: — vem, ó minha Estrela, vem tu brilhar na minha soledade! E a estrela Vésper mais serena e pura no Céu rebrilha desnudada alfim! É tarde! É o bendito, salutar efeito do olhar de Deus que nossa dor acalma! Morrer desejas! E o triste pranto que dos olhos tomba batismo d'alma que conhece amor! É borboleta jovial que adeja, tem lindas asas, mas sutis, ligeiras É falso! Por isso sofro de te ver chorosa, e às vezes choro de pesar também Francina ingrata mais que agreste rosa que só espinhos despiedados tem!

A ti — descrida — que te importa o pranto qu'em per'las corre de minh'alma crente? Pois bem! Sê, pois, bem vindo, ó Sul-Americano!

Mundo de glórias, d'alegria imensa, Sempre garboso, altivo e Soberano.

As flores abrem, os frutos madurecem, e o pobre camponês para o trabalho vai pelo campo, alegre, descuidado, que os raios teus, ó sol, no berço aquecem com salutar e tépido agasalho, o filhinho que dorme desnudado. Tu és da Providência a imagem bela; de luz, de força e vida radiante, nem o tempo te abate a majestade! Se t'escurece a nuvem da procela, te revelas no íris cambiante como emblema de paz na imensidade! Tomba na mata o cedro agigantado; despenha o raio secular rochedo; todo o poder ao nada se reduz; Só tu campeias sobranceiro ousado!

Ó Sol, jamais se apaga a tua luz. Cai o gélido sopro da desoras, e o pobrezinho nestas mortas horas, geme aos açoites d'hibernal rigor Oh, Virgem dentre as virgens a mais pura!

Oh, Ideal Sublime do poeta! Bendita sejas nos teus agros prantos! Nos teus sorrisos, nos teus gozos santos, no teu Amor — Essência dos amores, Celestial Perfume de pureza, Mel que suaviza a acérrima aspereza do nosso padecer, das nossas dores!

O pranto da virgem é puro, é sagrado qual hino entoado bem perto de Deus. É grato perfume de meiga violeta que a brisa faceta derrama nos Céus! Depois, no firmamento, a esteira acesa das nebulosas o Criador fitara, e de uma estrela a forma e a beleza imprime à flor gentil que abençoara.

Assoma a aurora: ó peitos expansivos, qu'inda albergais venturas do passado, saudai o novo ano festejado com brindes de alegria, ardentes, vivos! Nem serpentinas, nem bandeirolas, mas as boninas d'alvas corolas. Novo Ano! Sê belo em tudo, sê forte e humano! Traz-nos a esp'rança, traz-nos a paz, traz-nos a bonança, progresso traz!

Que o teu bafejo cândido a desfira em melodias de celeste — canto! I Noite de prantos! Noite dolorosa que enluta a terra e o Céu! Sexta-feira Maior Era o símb'lo da Fé! II Crescia o cândido infante, como cresce o lírio puro; porém pelo seu futuro receio havia constante.

A sete anos fazer o menino era chegado, sem nunca haver pronunciado uma palavra sequer! Mas o Céu lhe outorga um dia da fala o dom precioso; eis que, em breve, venturoso ganha o que perdido havia! Agora com novo alento ei-lo ao estudo votado; mas sempre ao Céu adorado fugia o seu pensamento! Cheio de pura alegria, levantava altares santos, entoando doces cantos à Santa Virgem Maria.

E naquele santo culto, se destacava entre flores, como um anjo entre esplendores o seu angélico vulto. E a Virgem meiga sorria com sorrir que a alma afaga, que ao novo Luiz Gonzaga por prêmio o Céu prometia! Como seu auxiliar no negócio que geria, o jovem filho queria, queria-o cedo empregar. Como do peito ao fundo Su'alma sentida chora!

Traducción de "mueve montañas" en portugués

Porém su'alma constante no constante pensamento, a Virgem do Livramento procurava confiante. Que pura e santa alegria sentia o jovem piedoso, neste dia venturoso, neste belo e grato dia!

Seu primeiro pensamento foi erigir, no seu lar, em Oratório — um altar à Virgem do Livramento! E nesse exercício santo, oh! Mas onde esmolas pedir? Longos meses levou o peregrino seguindo pelo sul o seu destino, longes terras trilhando; pedindo esmolas, dando a uns — conforto, alimentos a este, ao enfermo, ao morto piedoso velando. E o Céu ouviu seus rogos de piedade E o santo pai da pobreza a todos consolo dando, nem um enfermo despreza a todos, todos tratando.

O terço à Virgem bendita que à noite vinha rezar, de enfermos turba contrita ia-o logo acompanhar; pois que todos à Senhora que o fraco enfermo vigora deviam alívios seus; e como grata homenagem do altar da Santa Imagem, a prece subia a Deus! Eram discursos formosos, breves, porém carinhosos, mui tocantes e eloquentes, em que à fé exortava, e a paciência ensinava aos infelizes doentes.

Naquelas almas doridas incutia a doce esp'rança; por prêmio às dores sentidas dos Céus promete a bonança, e o pobre consolado, do seu aspérrimo fado abraça a pesada cruz, ao fulgor da santa crença, antevendo a recompensa dos eleitos de Jesus! A necessidade via meditando em seu labor, que de um patrimônio havia aquele asilo da dor. Depois, sem mais explicar, dos Passos à Irmandade, foi a gerência entregar do Hospital de Caridade.

De novo a Lisboa segue, um outro favor rendoso, talvez, a ver se consegue ao seu colégio piedoso. Ele nada possuía, nem deseja cousa alguma, também; para si o prazer somente almeja de — a todos fazer bem! Daí, partiu para S. Paulo, um dia, bastante enfermo, entanto; mas das virtudes nunca ele esquecia o misterioso santo. E esmolas por todo aquele Estado longo tempo colhendo, dois colégios fundou, abençoado sempre dos pobres sendo. As cores variam… Víamos sempre um verde e rosa!

Oi, meu nome é Aurora Boreal, quer ser minha amiga? A estrada vazia e a luz da lua iluminava como dia! Meu Deus, aquilo era maravilhoso… Mas nossa bailarina dançava fracamente no céu, quase desaparecendo. Temos que seguir viagem e iríamos até o fim da Noruega se fosse preciso para vê-la novamente. Um pouco frustrados, mas tudo bem, ficaríamos ali mesmo caminhando e namorando nossa bailarina….

Esse é o Aurora Sky Station, em Abisko, que fica no topo da montanha, ao fundo… clique na imagem para ampliar. Nas fotos, ela parece estar parada, mas na realidade ela move-se constantemente no céu, como uma dançarina! Voltamos calados, cada um mergulhado em seus pensamentos. Quantas pessoas mais haviam presenciado sua beleza naquele momento? Queria que meus amigos e minha família estivessem ali para ver e sentir tudo o que passamos.

Tínhamos que mostrar para as pessoas aquilo que presenciamos, a natureza é bonita demais para ficar apenas nos olhos de quatro aventureiros. Chegamos ao hotel e apagamos, com certeza sonhamos o mais belo sonho: o de conseguir ver a Aurora Boreal. No dia seguinte os trens voltaram a funcionar. Os garotos resolveram ficar para tentar ir à Sky Station — garotos e essa coisa de honra hahaha.