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Estes, e todos os outros parmetros de configurao de grficos, podem ser programados individualmente, por meio de funes de programao, ou interativamente por meio do utilitrio [Plot Tools], acionvel pelo cone de mesmo nome, presente na barra de ferramentas da janela grfica. M oving Tools w ith in the D esktop: as janelas podem ser movidas de uma posio para outra por meio de 'drag-and-drop'. Parmetros: Entrada emaii: e-mail do destinatrio assunto: assunto do e-maii mensagem: contedo do e-maii anexos: cell array com os nomes dos arquivos anexos. Parmetros: Entrada S: matriz com sinal numrico arquivo: nome do arquivo Fs: freqncia. Outros Tipos de Dados Numricos Observao: para aplicar a funo cell2mat, todos os elementos do cell array devem ser numricos. L label, laplace, lasterr, lastwarn, latex, layout area, Icm, , legend, length, light, , lighting, limit, limite de funes, line, linsolve, linspace, 43, listbox, listdlg, load, 62,, log, log 10, loglp, Dados os vetores X, Y de pontos no espao e XI valores de interpolao, e um mtodo de interpolao, retorna um vetor Y1 com valores que formam a curva XI, YI que melhor aproxima os pontos no plano dados por X, Y , de acordo com o mtodo solicitado. Posiciona apontador de arquivo. Utilitrios e Arquivos Especiais 0 MATLAB 7 possui utilitrios e arquivos especiais para facilitar a configurao e o gerenciamento de arquivos neste ambiente. A funo plot cria um grfico na figura corrente. Listen to olodum now. Junho 22, by admin. Entrada Interativa de D ados ÎI with the given input argumenta. No caso de dvida, o sistema pede confirmao, pois as instrues so totalmente perdidas: C o iw n a a a H is to r y cap2. Os escopos das variveis do w orkspace e das variveis locais de funes so distintos: -. Parmetros: Entrada D: data em nmero real N: quantidade a ser adicionada Tipo: 'day1, 'month', 'year'. S winopen No sistema operacional Windows, abre janela de acesso ao diretrio fornecido. O escopo do livro a utilizao dos recursos do MATLAB, ou seja, no temos a pretenso de ensinar teorias e conceitos bsicos de matemtica, engenharia ou linguagem de programao.

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ErgoSense Software shareware — Omniquad. Piancastelli e Leonardo M. Display screen equipment work-related ill health data — HSE. Ergonomia e as atividades ocupacionais da equipe de enfermagem. Suéllen Cristina Vaz de Rulaa.

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Segurança no escritório — Marcelo Bortolotto. Os postos de trabalho apresentavam problemas biomecânicos que provocavam tais dores. BreakTime Software shareware — Kadmi. De acordo com os instrumentos utilizados e demonstrados na metodologia, vemos que o limite superior seria 7, porém, o valor encontrado na média dos indivíduos foi de 9,5, prograka o grau de riscos ergonômicos encontrados.

Para Alexandre. As transformações que se processam no mundo do trabalho remetem a um novo modelo de relações econômicas, sociais, políticas e culturais. Banco de teses e dissertações — UFSC.

A coluna Punho da tabela 1 deve ser preenchida de acordo ao movimento do punho. Desta forma, constatamos que os postos de trabalho apresentavam problemas biomecânicos que provocavam dores. Estimativas antropométricas — Breviglieri P.

Ergonomix Software shareware — Publicspace. Sendo assim, tivemos como média geral o valor de 9,5. Utilitrio Basic Fitting Utilitrio Data Statistics Funes Grficas 2D Funes Grficas 3D Grficos de Frmulas Matemticas Acabamento de Superfcies Visualizao 3D Handle Graphics Criao de Figuras e Objetos G rficos Manipulao de Figuras e Objetos G rficos Criao de Interface com Usurio Caixas de Dilogo Entrada Interativa de D ados Objetos de C ontrole Introduo ao Symbolic Math Toolbox Sm bolos Criao de Variveis e Expresses Sim blicas Substituio de Variveis Simblicas porNmeros Grficos de Expresses Simblicas Funes por Categoria C lculo Simplificao e Substituio Aritmtica de Preciso Variada Soluo de Equaes Funes de Converso Funes de Formatao Funes Especiais Exerccios Propostos Este livro est baseado na verso para ambiente Windows XP.

Neste caso, aps a correta instalao, o aplicativo pode ser acionado por meio de seu cone de tela. Barra de Ferramentas menus de cones : cones de acesso rpido a comandos e utilitrios. Boto [Start]: opes de acesso rpido a comandos e utilitrios. Todos esses componentes esto detalhados no tpico 3. Boto esquerdo do mouse boto de seleo : executa ao de acordo com o contexto no qual o objeto selecionado. Por exemplo: indicao, com boto esquerdo do mouse, do arquivo de programa m-file circuito.

Boto direito do m ouse boto de menu contextuai : abre menu contextuai, ou seja, um menu flutuante cujas opes variam de acordo com o contexto no qual o menu foi aberto.

Por exemplo: indicao, com boto direito do mouse, do arquivo circuito. No caso da janela [Command History], abre o menu contextual com opes de operaes vlidas para o conjunto de instrues selecionadas. Resizin g Tools : tanto os tamanhos das janelas quanto os espaamentos das divises internas podem ser modificados com o cursor:.

M oving Tools w ith in the D esktop: as janelas podem ser movidas de uma posio para outra por meio de 'drag-and-drop'. Por exemplo: 'd rag-and-drop', ou seja, clique a arraste a janela [Current Directory]: ela pode ser deslocada para baixo e ocupar a mesma rea que a janela [Command History], que passa a acomodar duas pastas;.

O menu pop-up [Desktop] contm opes de configurao de posicionamento de janelas D esktop Layout. Essas configuraes podem ser armazenadas e restauradas. Todos esses recursos esto descritos minuciosamente no tpico 3. Para finalizar este captulo introdutrio sobre aspectos genricos de interatividade do MATLAB 7, um ltimo assunto merece ateno. Acreditamos que uma das formas mais eficientes de se aprender a utilizar um software trabalhar com ele.

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Pode ser definido como um software cujo elemento bsico de trabalho so matrizes o nome MATLAB vem do ingls 'M ATrix LABoratory , no qual problemas podem ser facilmente expressos em notao matemtica e rapidamente solucionados por meio de clculos computacionais eficientes e confiveis. Aplicaes tpicas deste software incluem:. Ambiente de desenvolvimento: consiste no ambiente interativo do programa propriamente dito, ou seja, o MATLAB 7 Desktop [Command Window], outras janelas e menus , no qual o usurio pode facilmente elaborar instrues e comandos para testar idias e verificar resultados.

Linguagem de programao MATLAB 7: linguagem de alto nvel, cuja estrutura de dados principal so matrizes que no precisam ser previamente dimen sionadas. Observao: 'ans' o nome da varivel reservada do MATLAB 7 que armazena o resultado da ltima operao executada na linha de comando do programa.

O MATLAB 7 possui constantes numricas predefinidas, cujos valores so determi nados pela preciso numrica do processador matemtico do equipamento no qual o software est instalado:. Vetores e matrizes so definidos com a seguinte notao: '[' indica incio de definio de matriz;.

Nmeros, vetores e matrizes podem ser armazenados em variveis. Exemplo: diferente de v a l o r. A funo n a me l e n g t h m a x retorna o tamanho mximo do nome de varivel em nmero de caracteres. No ambiente Windows, este valor Leva o cursor para o topo da tela, mantendo as linhas anteriores. Conforme mencionado no captulo 2 , as variveis definidas na janela [Command Window] ficam armazenadas na memria do MATLAB 7, em uma rea denominada W orkspace, cujo contedo exibido na janela [Workspace], O contedo das variveis exibido pelo editor de variveis, [Array Editor], acionvel por um 'duplo-clique' no nome da varivel listada na janela [Workspace].

Operadores Operadores aritmticos trabalham com nmeros, vetores e matrizes. Observao: para inibir a exibio do resultado da operao na tela, coloque o s in a ln o final da linha de comando. As matrizes devem ter dimenses compatveis com as operaes solicitadas.

Para recordar alguns conceitos de matemtica relacionados lgebra matricial e ilustrar a utilizao dos operadores, propomos dois exerccios. Exerccio 1 O Considere as seguintes tabelas com dados de uma montadora de automveis: a. Custo de produo, em milhares de unidades monetrias, de cada carro tipo C1 e C2 em Janeiro e Fevereiro. Armazene na varivel m2 a multiplicao matricial das matrizes c e a, do exerccio anterior.

Seus salrios em moeda local tm a seguinte distribuio de freqncias: Salrio. Soluo do item II: A varincia dos salrios a soma do quadrado da diferena entre cada valor de salrio e a mdia, multiplicada pela sua freqncia, dividida pela soma das freqncias. Desvio padro a raiz quadrada da varincia. Observao: as matrizes devem ter dimenses compatveis com a operao de concatenao solicitada.

Os elementos tambm podem ser identificados seqencialmente. A indexao comea no primeiro elemento e segue de cima para baixo, da esquerda para a direita:. O s m b o lo d e fin e intervalos de indexao. Por exemplo, criar h a com a 1- linha composta pelos 3e e elementos de a, e a 2- linha pelos 59e 12a elementos. Vetores Seqenciais Alm das formas de definio de vetores e matrizes apresentadas nos tpicos ante riores, o MATLAB 7 possui recursos que facilitam a construo de vetores seqenciais, essenciais para o tratamento de sries de tempo.

A sintaxe mais simples para definir um vetor seqencial feita com o smbolo Devemos fornecer, tambm, os valores inicial, de incremento e final. Observao: o ltimo elemento nunca ultrapassa o limite estabelecido pelo valor final. Vetores seqenciais tambm podem ser criados peia funo linspace. A funo linspace recebe como dados de entrada os valores inicial e final da seqncia e o nmero desejado de divises uniformemente espaadas.

Equivale a [ Se o nmero de elementos for omitido, a funo assume elementos. Exemplo: criar elementos igualmente espaados entre 0 e pi. Examine o contedo da varivel w3 no [Array Editor] duplo-clique no nome da varivel na janela [Workspace] : ' f ji, l. Funes Matriciais Elementares Assim como a funo linspace, apresentada no tpico anterior, o MATLAB 7 possui inmeros recursos para facilitar a criao e manipulao de matrizes elementares. Criao de matrizes elementares: Funo.

Observao: essas funes aceitam um ou dois parmetros. No caso do fornecimento de apenas um parmetro n, a funo gera uma matriz quadrada n x n. No caso de dois parmetros, n e m, a funo gera uma matriz retangular n x m. Exemplo: a varivel tx t recebe o texto 'Resultado', que armazenado no MATLAB como classe char array de dimenso 1x9, ocupando 18 bytes na memria. Cadeias de caracteres podem ser manipuladas como matrizes, ou seja, aceitam opera es de transposio e concatenao, desde que as dimenses sejam compatveis.

A concatenao vertical com sinal s foi possvel porque as duas cadeias de caracteres possuem o mesmo nmero de letras. Matriz de Clulas CelIArray Matriz de clula cell array um tipo de dado que permite o armazenamento de elementos de naturezas diferentes em uma nica estrutura, identificveis por um nico nome. Internamente, cell array uma tabela de apontadores que enderea as regies de memrias nas quais os elementos esto efetivamente armazenados. Cell arrays so visualizveis no [Array Editor], Um duplo-clique no elemento da clula exibe o seu contedo.

Estrutura Struct Estrutura struct um tipo de dado que permite o armazenamento de elementos de naturezas diferentes em uma nica estrutura, identificveis individualmente por nomes de campos.

Internamente, struct semelhante ao cell array, isto , tambm uma tabela de apontadores. A diferena est na forma de acesso aos elementos internos. Enquanto cell arrays trabalham com ndices, structs usam nomes campos ou fields.

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A funo struct cria estruturas. No exemplo seguinte, criamos uma estrutura com nome s, com trs campos com os seguintes contedos:. O contedo da estrutura identificado pelo nome da estrutura seguido por finalizado pelo nome do campo:. Structs so visualizveis no [Array Editor], Um duplo-clique no elemento da estrutura exibe seus campos.

A funo fieldnames lista o nome dos campos da estrutura em um cell array, cujo contedo pode ser utilizado posteriormente. A tabela seguinte mostra as propriedades dos tipos de dados numricos suportados:.

Tipo de Dado Preciso Dupla Preciso Simples Inteiro 8 bits com sinal Inteiro 8 bits sem sinal Inteiro 16 bits com sinal Inteiro 16 bits sem sinal inteiro 32 bits com sinal Inteiro 32 bits sem sinal Inteiro 64 bits com sinal Inteiro 64 bits sem sinal. Esta capacidade essencial para a soluo de problemas em reas como otimizao e tratamento de sinais. Alm disso, a escolha do tipo de dado numrico mais adequado permite uma substancial reduo do espao ocupado em memria.

Na janela [Workspace], possvel verificar a classe das variveis criadas pelas funes de converso. Tipo double pode ser combinado com qualquer outro tipo de dado nondouble. O resultado sempre do tipo nondouble. Os nondoubles single, int8, uint8, intl6, uintl6, int32, uint32 s aceitam operaes com dados do mesmo tipo ou com double. Esse resultado o nmero 1 armazenado com preciso dupla.

Esse resultado o nmero 1. Porm p diferente de q, pois o resultado da soma em q, em preciso dupla, uma dzima binria. Podemos usar a funo format hex do MATLAB para visualizar o valor de p e q em formato hexadecimal e confirmar esse fato. O resultado um nmero com preciso simples. Vamos observar o resultado numrico e o resultado em formato hexadecimal. Com preciso simples, o resultado no uma dzima. Sendo assim, p diferente de q com preciso dupla, e p igual a q1 com preciso simples.

Grficos Neste tpico, mostramos os recursos disponveis no MATLAB 7 de criao e manipu lao de figuras para apresentao de resultados em formato grfico. O conjunto destes recursos, denominado Handle Graphicsi, descrito com detalhes no captulo 5. A operao de gerao de grficos pode ser organizada nos seguintes passos:. Passo 0: Preparao dos dados Fase que precede a gerao do grfico propriamente dita.

Em geral, envolve leitura de dados externos e clculos. Os grficos so criados em janelas para figuras figure window. Dentro dessas janelas, o usurio define o eixo no qual seus dados so exibidos.

Passo 2: Configurao da aparncia dos grficos No MATLAB7, possvel configurar a aparncia das curvas do grfico cor, tipo de linha e marcador , bem como a aparncia do prprio grfico ttulo, diviso dos eixos, grades, legendas, etc. Passo 3: Impresso e exportao do grfico Grficos do MATLAB 7 podem ser facilmente impressos e exportados para outros sistemas, agilizando a gerao de documentos e relatrios. Vamos executar cada um desses passos no prximo exerccio, utilizando duas funes bsicas de gerao de grficos no MATLAB7: plot grfico bidimensional e surf superfcie tridimensional.

Passo 1: Chamada das funes de criao de grficos. A funo plot cria um grfico na figura corrente. Caso no exista nenhuma figura, ela cria uma nova. Dois vetores linhas ou colunas com dimenses iguais: neste caso, o 15 vetor deve conter os valores do eixo X e o 22 vetor os do eixo Y;. Uma matriz: neste caso, considera que cada coluna da matriz contm o valor do eixo Y de uma curva, e assume os valores 1:m nmero de linhas da matriz como -valores do eixo X.

Passo 2: Configurao da aparncia dos grficos. A funo plot aceita um terceiro parmetro, que define as propriedades de exibio da curva do grfico: cor, marcador, tipo de linha. Tipos aceitos pela funo plot, para exibio de curva: Cor y amarela m magenta c azul-claro r vermelha g verde b azul w branca k preta.

Tambm possvel configurar ttulos e textos de anotaes. Estes parmetros tambm podem ser configurados de modo interativo, por meio da janela [Plot Tools], acionvel pelo cone de mesmo nome, na janela do grfico. Alm disso, possvel criar vrios eixos grficos em uma mesma janela de figura utilizando-se a funo subplot, cuja sintaxe dada por: s u b p l o t m,n,p.

Passo 3: Impresso e exportao do grfico. O cone print da barra de ferramentas da janela do grfico abre a janela de impresso da figura:.

Alm desse recurso, a funo print permite que a figura seja armazenada em arquivo em vrios formatos bitmap: Parmetros da funo print:.

No exemplo, esta informao fornecida pela funo gcf, que retorna o identificador handle da janela de figura corrente;. No exemplo, a figura gravada em formato 'jpeg' com resoluo alta;. No exemplo, a figura armazenada em um arquivo com nome 'exercicio5. Utilizamos a funo meshgrid, que cria duas matrizes, resultantes do cruzamento dos valores dos vetores x e y. As duas matrizes servem de entrada gerao das coordenadas tridimensionais necessrias para a definio da superfcie.

As coordenadas da superfcie so calculadas com os valores armazenados nas matrizes X e Y:. Passo 1: Chamada da funo de criao de superfcie. A funo surf cria uma superfcie. A matriz Z contm os valores da coordenada Z da superfcie.

No caso de grficos tridimensionais, alm de configurar tipo de ttulos e textos de anotao, possvel configurar mapas de cores, posicionamento de cmera visualizao tridimensional , transparncia e iluminao. Este assunto est detalhado no tpico 5. MAT mat-file. A funes que manipulam dados. MAT so:. No caso, contendo apenas a varivel a:. A funo save acionvel pelo menu contextual do [Workspace] para gravar o contedo da varivel selecionada em arquivo. Arquivos de dados. MAT tambm podem ser lidos pelo utilitrio de importao de dados que apresentado no tpico 4.

As informaes esto organizadas em 2 colunas e 50 registros linhas :. E crie um grfico com os pontos dados e a reta de aproximao. Soluo do item I: A funo dlmread recebe, como parmetro de entrada, o nome do arquivo a ser lido e retorna uma matriz com os valores lidos.

A varivel m recebe uma matriz 50 x 2 com os valores numricos armazenados no arquivo:. A varivel x recebe a 1? Soluo do item II: Para resolver o item II, usamos a funo polyfit, que calcula aproximao por polinmio. Dados de entrada:. No caso de regresso linear, usamos a funo polyfit para obter um polinmio de grau 1.

Para calcular o valor de polinmio para todos os valores de x, usamos a funo polyval. Arquivo MS-Excel Considere o exerccio 7 apresentado no tpico anterior, porm os arquivos de entrada e sada no exerccio seguinte constituem arquivos no formato MS-Excel. Para gravar o arquivo, digite:. Este comando pode ser acionado pelo [Command Window] ou pela opo [Import Data J 16 J 9j J 10] 1.

Isto se apresenta em dois grandes aspectos: i. Ncleo do MATLAB 7: Composto por um conjunto de bibliotecas matemticas eficientes e confiveis, desenvolvidas por especialistas e validadas por professores, cientistas e engenheiros no mundo todo. Plataforma de desenvolvimento composta por: Linguagem de programao de alto nvel, flexvel, de codificao simples e, portanto, fcil de ser aprendida.

Edit: editor de programas, composto por ferramentas de apoio a desenvolvi mento por exemplo, ce ll m ode: clula de cdigo e depurao de cdigo debug mode. M -Lint: analisador de sintaxe de programas para auxiliar o processo de depurao, manuteno e melhoria de cdigo. Neste tpico, apresentamos os conceitos bsicos de programao na plataforma de desenvolvimento.

I Conceitos. Existem dois tipos de m-files:. No tem parmetros de entrada, nem de sada, e utiliza as variveis do Workspace. Os exemplos deste captulo, at este ponto, foram codificados como scriptfile.

Funes utilizam seu prprio espao de memria para armazenar variveis locais. Os elementos do editor de programas so detalhados, posteriormente, no captulo 3 deste livro. Neste tpico apresentamos os aspectos de aplicao mais imediata dos recursos de edio e depurao de m-files.

Solueac- cU? Basta posicionar o cursor em um dos elementos para que o editor identifique seu par, sublinhando ambos. Caso o par no seja encontrado, o editor exibe um trao. Depurao de Programas: Debug Mode Principais recursos de apoio depurao de programas:. B reakp oint tecla F12 : configura um ponto de parada na execuo do programa.

Basta indicar o trao direita do nmero da linha, o qual passa a ser indicado por um ponto vermelho. Em debug mode, possvel monitorar o contedo das variveis do programa em execuo, tanto na janela [Workspace], quanto no editor. Basta aproximar o cursor da varivel a ser observada. A execuo do m-file, aps a configurao do breakpoint, efetuada em modo de depurao debug mod , que aparece identificado com o prompt. Funo dbstop n dbclear n dbcont dbstack dbstatus" dbstep dbtype dbup dbquit.

Tecla de funo [F10]: em debug mode, a tecla de funo [F10] aciona a execuo linha a linha do cdigo. A ltima linha executada indicada por uma seta verde. Quando o cell mode est habilitado, as clulas de cdigo ficam destacadas com fundo laranja-claro. Analisador de Sintaxe de Programas: M-Lint Alm do modo debug, a plataforma de desenvolvimento do MATLAB 7 fornece a ferramenta de apoio M-Lint, um analisador de sintaxe de programas que verifica se cdigos de programas m-files esto sintaticamente corretos e sugere melhorias na codificao.

Gera um relatrio de ocorrncia de falhas e possibilidades de melhoria detectadas. As informaes podem ser exportadas para. No caso de arquivos com erros de sintaxe, o M-Lint emite o relatrio com a indicao da linha e a descrio do erro detectado.

Essas funes aceitam mltiplos parmetros de entrada e retornam mltiplos parmetros de sada esta uma caracterstica muito peculiar e extremamente prtica do MATLAB.

A sintaxe bsica de chamada de funo segue o formato abaixo, na linha de comando no [Command Window]:. Retorna a matriz m e o vetor coef. A partir do MATLAB 7, nomes de funo so case-sensitive, isto , letras minsculas e maisculas so consideradas diferentes. Parmetros de entrada e sada so a forma interface mais adequada para trocar dados entre o workspace do MATLAB e ambientes internos de funes.

Funes trabalham com variveis locais, isto , variveis que ficam armazenadas em reas de memria prprias, independentemente do workspace do MATLAB;. Os escopos das variveis do w orkspace e das variveis locais de funes so distintos: -.

Variveis persistentes so variveis locais que mantm seu contedo de uma execuo para outra, dentro de uma mesma sesso de execuo do MATLAB. No exemplo precedente, a funo inicializa o contedo da varivel persistente com valor 1 verifica se seu contedo vazio. Posteriormente, a varivel recebe seu contedo mais o valor de n parmetro de entrada. Variveis globais so variveis que podem ser reconhecidas no workspace e dentro de funes.

Devem ser definidas no workspace como variveis globais e ser explicitamente declaradas no cdigo das funes. Funes primrias: contm o cdigo da rotina principal e devem ter o mesmo nome do arquivo m-file. Funes auxiliares subfunctions : um m-file pode conter vrias funes desde que apenas uma seja a principal e as demais sejam auxiliares: o escopo das funes auxiliares o prprio m-file, ou seja, subfunes s podem ser chamadas por outras funes definidas no mesmo m-file no qual esto contidas; -.

As variveis utilizadas em uma subfunction s existem dentro deste escopo. Funes 'aninhadas' nested functions : uma funo pode conter vrias funes aninhadas. As palavras reservadas function e end indicam, respectivamente, incio e final de definio de nested function.

Funes particulares private functions : so funes auxiliares codificadas em m-files diferentes mas que s podem ser acessadas por sua rotina principal.

Caso voc queira que um determinado conjunto de arquivos s seja acessvel por um arquivo, basta armazenar esses arquivos em um subdiretrio denominado 'private1. Expresses booleanas: o MATLAB possui caractersticas de linguagem de programao estruturada e emprega expresses booleanas na implementao dos testes utilizados pelas estruturas de seleo e repetio para implantar o fluxo de programao. No MATLAB, resultados de testes lgicos so armazenados em logical arrays, vetor de bits, que podem assumir valor 0 ou 1: 0 zero ou rtil nulo, vazio indica condio falsa F - false ', 1 um ou diferente de 0 zero indica condio verdadeira T - true.

Por exemplo: Funes booleanas matriciais: Funo isempty isequal isnumeric ischar issparse. Teste retorna verdadeiro se matriz M vazia matriz M1 igual a matriz M2 matriz M numrica matriz M alfanumrica matriz M esparsa.

Funes booleanas de teste de tipo de dado: Funo iscell iscellstr isfield isstruct. Teste retorna verdadeiro se A clula A clula de cadeia de caracteres F campo da estrutura S S estrutura.

Funes booleanas de tipo numrico: Funo isfinite isint isnan isreal. Teste retorna verdadeiro se N finito N infinito N no nmero N nmero real. Estruturas de seleo: utilizam as expresses booleanas como critrio de seleo do trecho de cdigo a ser executado. Estruturas de repetio: utilizam as expresses booleanas como critrio de repetio de execuo de trecho de cdigo.

Estatstica de Execuo de Programa O comando profile do MATLAB 7 permite extrair relatrios com informaes estats ticas detalhadas de execuo de programa, que podem fazer parte da documentao de sistemas. Para utilizar este recurso, digite:. A partir deste momento, o MATLAB 7 passa a registrar a execuo de todas as operaes e chamadas de funes executadas na linha de comando. Por exemplo:.

Sheets Opaque-fiinction. Neste tpico, apresentamos os conceitos bsicos sobre como desenvolver programas com interface grfica com usurio. As explicaes so dadas por meio do desenvolvimento de vrias verses do programa criado no exerccio 7 do tpico 2. A partir da verso original, criamos trs variaes para ilustrar trs formas diferentes de desenvolvimento de interface com usurio: I. Verso original: utilizar parmetros de entrada.

Verso 1: utilizao da funo input. Verso 2: funo in putdlg caixa de dilogo predefinida. O MATLAB fornece funes muito prticas e de fcil implementao, que exibem caixas de dilogo e possibilitam a construo de programas com interface com usurio mais amigvel. Observao: a funo inputdlg retorna a informao digitada como uma cadeia de caracteres string armazenada em um cell array. Portanto necessrio converter a informao para nmero.

A ferramenta GUIDE permite criar objetos de controle de interface com usurio, em janelas grficas, para implementar caixas de dilogo no estilo 'Visual Basic'. D um duplo-clique no objeto [Push Button], para abrir o menu de propriedades e configurar dois itens:. Value [h 1[ Visible :[ 1on U Finalize a criao da interface e salve-a por meio da opo [Save As] do menu [File], Fornea o nome 'Exem plol'. O MATLAB gera e armazena automaticamente as informaes necessrias para a composio da interface grfica em dois arquivos:.

I with the given input argumenta. Starting trois the left, property value pairs ace applied to the GUI before Exeajpiol Opening'unction gets called. Feche o editor de texto, chame a funo Exemplol e clique em [OK]:. Verso 4: vamos incrementar a interface grfica com a incluso de entrada de parmetros. Nesta verso, criamos uma interface grfica na qual podemos configurar o grau do polinmio e o arquivo de entrada. Para isto, alm dos objetos Axes e Push Button, utilizamos os objetos:.

Passo 1: Antes de criar a interface grfica, devemos preparar a funo callback para que ela possa utilizar os parmetros de entradas fornecidos na caixa de dilogo.

No caso, utilizamos Tag;. Introduza o objeto Edit Text no qual vamos digitar o grau do polinmio. Esse objeto deve ter as seguintes propriedades:.

Insira o objeto Pop-up Menu no qual vamos escolher o arquivo a ser lido. Observao: na funo callback, a lista de opes obtida consultando-se o campo String e o ndice da opo selecionada consultando-se o campo Value.

Passo 3: salve a nova configurao de interface por meio da opo [Save As] do menu [File] com nome 'Exemplo2'. Todos os arquivos que compem as quatro verses apresentadas neste tpico esto disponveis no site da Editora rica.

Neste captulo, apresentamos os principais comandos e as principais funes da linguagem de programao MATLAB 7, com suas sintaxes mais tpicas. O captulo pode ser utilizado como um manual de referncia para os principais recursos e funes do programa. As informaes esto organizadas, basicamente, em trs formatos: 1. Por exemplo, janelas do MATLAB 7 Desktop ou edit esto identificadas por meio de lista de itens e tabelas nas quais descrevemos os recursos disposio nos menus.

Descrio de Grupos de Funes de Mesma Classe Por exemplo, funes de testes lgicos com cadeia de caracteres esto apresentadas em forma de tabela. Esse arranjo pode ser modificado de acordo com suas necessidades de redimen sionamento, incluso ou remoo de qualquer uma das janelas. Principais elementos: I. Desktop Tools Web Preferences Shorcuts Shortcut 'atalho' uma forma prtica de executar um grupo de comandos.

E clique em [Save] para criar a opo [Exemplo], que pode ser executada. Find Files Qp Organize Shortcuts A opo [Organize Shortcuts] abre a janela de gerenciamento de shortcuts. Paste Special Select All D elete Fin d Find F iles Instrues de depurao de programa quando este modo est ativo.

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Semelhante ao menu [Debug] disponvel no edit. Menus Contextuais Menu aberto pelo boto direito do mouse. Publish To: outros formatos. Close E ditor. S ave W orksp ace A s P rin t Uncomment: desfaz Comment. Decrease Indent: tira um nvel de pargrafo. Increase Indent: avana um nvel de pargrafo. Smart Indent: organiza nveis de pargrafo no cdigo selecionado. Evaluate Current Cell: executa clula.

Show Dependency Report: gera relatrio de dependncias 'quem chama quem'. E xit D ebug Mode. As opes de layout do edit so apresentadas a seguir. Janela [Current Directory] Exibe a lista de arquivos contidos no diretrio corrente, com informaes organizadas em quatro colunas peias quais os arquivos podem ser ordenados : [A li Files]: nome do arquivo; [File Type]: tipo do arquivo; [Last M odified]: data da ltima modificao; [D escription]: descrio.

Configura o tipo de relatrio a ser gerado para o conjunto de arquivos contidos no diretrio. Janela [Workspace] Exibe a lista de variveis definidas na janela [Command Window] durante a sesso corrente. As informaes esto dispostas em trs colunas: Name nome da varivel , Value contedo e Class classe.

As variveis podem ser ordenadas pelas colunas Name ou Class. Depois da execuo dessas instrues, a janela [Workspace] deve conter:. I j Value I Class [1. O pe n Selection. Acesso a arquivos e dados. CreateVarlable from Selection: cria nova varivel a partir da seleo de valores.

As opes de layout do Array Editor so apresentadas a seguir. R 8. Janela [Command History] Janela na qual ficam armazenadas todas as instrues executadas na janela de trabalho [Command Window], As instrues ficam armazenadas permanentemente no so eliminadas aps o encerramento do MATLAB.

As informaes da janela [Command History] s so eliminadas se o usurio acionar a opo [Clear Command History] do menu pop-up [Edit] ou a opo [Clear Entire History] do menu contextual. No caso de dvida, o sistema pede confirmao, pois as instrues so totalmente perdidas: C o iw n a a a H is to r y cap2.

Executa o conjunto de instrues selecionadas. Cria um m-file com as instrues selecionadas. Cria um atalho com as instrues selecionadas. Chama o utilitrio profile. Elimina o conjunto de instrues selecionadas. Elimina todas as instrues executadas at a instruo selecionada.

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Apaga todas as informaes da janela. Teclas de Atalho A maioria das teclas de atalho esto indicadas nas opes dos menus pop-ups. Utilitrios e Arquivos Especiais 0 MATLAB 7 possui utilitrios e arquivos especiais para facilitar a configurao e o gerenciamento de arquivos neste ambiente.

Utilitrio Preferences Pode ser executado pela opo [Preferences] do menu pop-up [File] ou pelo comando Preferences. Por meio de sua caixa de dilogo, possvel ajustar os parmetros de preferncia do sistema:. General Preferences Toolbox path caching Specify how colored Snes and text w e sent to the prrter Use printer defaults O Always send as black and white. Utilitrio Pathtool Pode ser acionado pela opo [Set Path] do menu pop-up [File] ou pelo comando pathtool.

Utilitrio Find Files Pode ser executado pela opo [Find Files] do menu [Start], Por meio de sua caixa de dilogo, possvel procurar arquivos. Sua interao semelhante ao comando Search do Windows. Contm a configurao de path padro. Retorna possveis permutaes dos valores em n lista de nmeros primos menores que n frao aproximada de n. Nome isempty m isegual ml,m2 isfloat m isinteger m islogical m isnumeric m isscalar m issparse m isvector m. Informaes bsicas sobre matrizes Nome length m ndims m numel m size m.

Retorna nmero mximo de elementos por dimenso nmero de dimenses da varivel nmero total de elementos nmero de elementos por dimenso. Parmetros: Sada S: vetor com somas acumuladas S: vetor com somas acumuladas por coluna.

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Sada D: retorna matriz com os elementos de m na diagonal D: retorna os elementos da diagonal de m. Ordena elementos. Ordena elementos de matrizes tendo uma coluna como chave de ordenao. Sintaxe tpica:. Dadas n matrizes, cria uma matriz com a diagonal formada pelas matrizes fornecidas. Parmetros: Sada V: vetor com N elementos se N for omitido, a funo gera divises. Cria duas matrizes resultantes do cruzamento dos valores dos vetores x e y. Sintaxe tpica: I. Cria matriz de nmeros pseudo-aleatrios uniformemente distribudos entre 0 e 1.

Observao: a instruo seguinte configura 'semente' para iniciar a gerao de nmeros aleatrios. Retorna posto de matriz nmero de linhas ou colunas linearmente independentes. Retorna ngulo entre os subespaos definidos pelas duas matrizes de entrada. Retorna matriz pseudo-inversa para matriz com determinante igual a zero. Retorna autovalores e autovetores usados para o clculo de potncia de matriz. Dado um vetor R, retorna os coeficientes do polinmio cujas razes so os elementos de R, Sintaxe tpica:.

Observao: se a funo poly recebe uma matriz, o retorno o polinmio caracterstico da matriz, conforme apresentado no item anterior. Dado um vetor P com coeficientes de um polinmio, retorna os coeficientes da derivada do polinmio.

Dados dois vetores X e Y, e um escalar g, retorna o polinmio de grau g que melhor aproxima os pontos dados por X,Y. Parmetros: Entrada X: vetor de coordenadas X dos pontos X: vetor de coordenadas Y dos pontos g: grau do polinmio. Dado um vetor P contendo coeficientes de um poiinmio, retorna os coeficientes da integrai do polinmio. Avalia polinmio.

Dado um vetor P, que contm coeficientes de um polinmio, e um vetor X de valores, avalia polinmio para cada valor fornecido.

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Interpolao de superfcie por 'gradeamento' ajuste de pontos no espao. Interpolao de pontos ajuste de pontos no plano. Dados os vetores X, Y de pontos no espao e XI valores de interpolao, e um mtodo de interpolao, retorna um vetor Y1 com valores que formam a curva XI, YI que melhor aproxima os pontos no plano dados por X, Y , de acordo com o mtodo solicitado. Parmetros: Entrada X, Y: vetores de coordenadas XI: vetor com valores de interpolao metodo: linear1, 'cubic', 'nearest1, 'spline', 'pchip', 'vcubic'.

Interpolao de superfcie ajuste de pontos no espao. Observao: na figura obtida no exemplo possvel observar que as funes griddata e interp2 trabalham com os mesmos parmetros de entrada mas processam interpolaes diferentes.

Dado vetor X de valores no plano e escalar n, retorna vetor Y com n valores que interpolam os valores dados em X. Avalia spline. Dado um struct com informaes da spiine retorna da funo spline e um vetor X, retorna um vetor Y que contm os valores da spline calculada para todos os valores em X. Interpolao de pontos no plano com mtodo de spline. Dados os vetores X,Y de valores no plano e escalar n, retorna um struct contendo os polinmios de grau 3 que compem a curva spline de aproximao.

Inicialmente, consideramos: Varivel g acelerao da gravidade m massa do corpo k constante de elasticidade da corda b constante de trao Tinicial tempo inicial Tfinal tempo final Condlnic y e y' iniciais.

Os solvers tambm aceitam rotinas com passagem de parmetros. Observao: o parmetro flag necessrio para manter a compatibilidade de chamada de funo. Dada uma funo f x e um intervalo, retorna x tal que f x mnimo no intervalo. A funo optimset sem parmetros retorna a estrutura de dados. Esta forma muito utilizada com as funes fzero e fminbnd. Onde p1 ,p2, Parmetros: Entrada option: estrutura que contm os parmetros 'Param': parmetro.

Dada uma funo f x e um intervalo, retorna a integral numrica f x no intervalo. Dada uma funo f x,y e um intervalo, retorna a integral numrica dupla de f x,y no intervalo. Cria matriz esparsa de banda a partir de todas as diagonais no-nulas da matriz dada. Observao: a densidade D indica, aproximadamente, a proporo entre nmeros aleatrios gerados e o total de elementos da matriz esparsa.

Retorna quantos elementos diferentes de zero a matriz esparsa contm. Retorna um vetor comum com todos os elementos diferentes de zero da matriz esparsa. Executa a funo para os elementos diferentes de zero da matriz esparsa. Retorna a classe do dado: logical, char, double, single, int8, int16, int32, etc. Classe logical char double single int8 uint8 int16 uint16 int32 uint32 int64 uint64 cell struct Drogramao.

Converte data em nmero real para cadeia de caracteres. Elimina espao em branco de final de cadeia de caracteres. Executa as instrues contidas em uma cadeia de caracteres. Sintaxe tpica: eval str. Gera cadeia de'caracteres a partir de dado numrico formatado. L dado numrico formatado em uma cadeia de caracteres. Parmetros: Entrada str: cadeia de caracteres tipo: 'right', 'left', 'center'. L dados numricos e alfanumricos formatados em uma cadeia de caracteres. Sintaxe tpica: I [Txt, Num].

Elimina espaos em branco do incio e do fim da cadeia. Concatena cadeia de caracteres de comprimentos diferentes na vertical, completando as dimenses com branco. Localiza subcadeias em uma cadeia de caracteres. Parmetros: Entrada cel: cell array contedo campos: nome dos campos dim: dimenso. Sintaxe tpica: [Varl, Var2, Reorganiza struct com campos em ordem alfabtica. Parmetros: Entrada c a m p o lstring com nomes dos campos valorl,.. Aplica uma funo para todos os elementos do cell array.

Observao: para aplicar a funo cell2mat, todos os elementos do cell array devem ser numricos. S cellplot Exibe graficamente o contedo de um cell array. Sintaxe tpica: cellplot cel. Bitwise Operaes sobre Nmeros Inteiros Funo bitand bitcmp bitor bitmax bitset bitshift bitget bitxor. Teste testa se todos os elementos so diferentes de zero testa se algum elemento diferente de zero testa se todos os elementos so false testa se todos os elementos so true testa elementos XOR.

Retorna 'interseco' entre dois vetores. No caso de matrizes, necessrio fornecer o parmetro 'rows'. Alm disso, as matrizes devem ter o mesmo nmero de colunas e a operao de interseco efetuada coluna a coluna:. Verifica se o s valor es elemento da matriz.

Dados dois vetores ou matrizes A e B, retoma os elementos que esto em A e no esto em B. No caso de matrizes, preciso indicar o parmetro 'rows'. Ademais as matrizes devem ter o mesmo nmero de colunas e a operao de verificao efetuada coluna a coluna:.

Retorna os elementos que no esto na 'interseco' entre dois vetores. No caso de matrizes, o parmetro 'rows' deve ser fornecido. No caso de matrizes, o parmetro 'rows' preciso ser indicado. A funo tambm pode retornar os ndices dos elementos 'nicos'. Parmetros: Entrada D: data em nmero real N: quantidade a ser adicionada Tipo: 'day1, 'month', 'year'.

Gera uma matriz com o calendrio da data solicitada. Retorna um vetor com 6 elementos: ano, ms, dia, data, hora, minuto e segundo atuais. Converte data cadeia de caracteres em nmero. A data base 1 ''. Converte nmero em data cadeia de caracteres. Function: funes tambm so compostas por seqncias de expresses do MATLAB, porm aceitam parmetros de entrada e retornam parmetros de sada.

Neste tpico, apresentamos recursos e funes relativos construo e ao tratamento de m-fiies. Chama analisador para verificao de erros sintticos em m-files e gera um relatrio no Web Browser. Observao: arquivos p-codes podem ser utilizados para proteger cdigo fonte pois no so editveis. Inicia definio de funo. Retoma o nome da varivel de entrada fornecida na chamada da funo. Exemplo i f : verifica se algum parmetro de entrada foi fornecido.

Caso nenhuma condio seja satisfeita, executa as expresses 'otherwise'. Exemplo s w itc h : analisa quantos parmetros de entrada foram fornecidos. Executa o conjunto de expresses para todo valor V a partir de Vinc, incrementado de Incr, at Vfinal.

Se Incr for omitido, a funo assume valor de incremento igual a 1. Sintaxe tpica: I error msg. Se ocorrer algum erro, suspende a execuo e executa as expresses definidas entre catch e end. Dado nome completo do arquivo, retorna: caminho, nome, extenso. Dados caminho, nome e extenso, retorna o nome completo do arquivo.

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Observao: a execuo da funo load sem parmetros importa todas as variveis do arquivo matlab. Sintaxe tpica: m - open arquivo. Observao: a execuo da funo save sem parmetros grava todas as variveis no workspace no arquivo matlab. Parmetros: Entrada arquivo: nome do arquivo v1, v2,.

S winopen No sistema operacional Windows, abre janela de acesso ao diretrio fornecido. Retorna mensagem de erro. Tipo de Acesso Abre para leitura Abre ou cria para gravao, eliminando registros anteriores Abre ou cria para gravao, mantendo registros anteriores Abre para leitura e gravao Abre ou cria para gravao e leitura, eliminando registros anteriores Abre ou cria para gravao e leitura, mantendo registros anteriores.

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Entrada fid: identificador de arquivo file-handle formato: string com a descrio do formato v1, v2,. Contre amento e sinal alinhamento esquerda sempre imprime sinal dos nmeros preenche espaos com 0' em vez d e '.

Resultado a abc 3. Parmetros: Entrada fid: identificador de arquivo file-handle nb: nmero de bytes a serem lidos prec: preciso mesmo critrio da funo fwrite.

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Parmetros: Entrada fid: identificador de arquivo file-handle formato: string com a descrio do formato [nl nc]: dimenses, nmero de linhas e colunas. Execuo: ler arquivo 'dados2. Posiciona apontador de arquivo. Parmetros: Entrada fid: identificador de arquivo file-handle offset: nmero de bytes orig: base do posicionamento orig 'bof 'cof 'eof. Descrio nmero de bytes a partir do incio do arquivo nmero de bytes a partir da posio atual nmero de bytes a partir do final do arquivo.

Parmetros: Entrada fid: identificador de arquivo file-handle m: matriz prec: preciso. L arquivos em formato CSV separado por vrgulas. Grava arquivos em formato CSV separado por vrgulas. Sintaxes tpicas: c v s w r i t e arquivo,m cvswrite arquivo, m, nl, nc. Parmetros: Entrada arquivo: nome do arquivo m: matriz com os dados a serem gravados nl, nc: nmeros de linhas e de colunas S.

L arquivos em formato delimitado separado por caractere delimitador. Parmetros: Entrada arquivo: nome do arquivo d: caractere delimitador nl, nc: nmeros de linhas e de colunas S dlmwrite. Entrada arquivo: nome do arquivo m: matriz com os dados a serem gravados d: caractere delimitador nl, nc: nmeros de linhas e de colunas. Sintaxe tpica: [vl,v2,..

Exemplo: l o arquivo 'dados1. Entrada fid: identificador de arquivo file-handle formato: string de formato Exemplo: l o arquivo 'dadosl. Parmetros: Entrada arquivo: nome do arquivo pasta: nome da pasta intervalo: range, por exemplo, 'A1 :B5'.

Sintaxes tpicas: xlswrite xlswrite xlswrite. Parmetros: Entrada arquivo: nome do arquivo pasta: nome da pasta m: dados pode ser cell array intervalo: range, por exemplo, 'A1:B5'. Exemplo: gravar apenas dados alfanumricos e numricos. B OZ1 39,S5 Parmetros: Entrada arquivo: nome do arquivo linha, coluna: intervalo de leitura base 0. Parmetros: Entrada arquivo: nome do arquivo m: dados linha, coluna: intervalo de leitura base 0. Converte vetor numrico em som.

Sintaxes tpicas: sound s,fs wavplay s,fs. Obtm sinal do dispositivo de entrada de som. Exemplo: grava 5 segundos de entrada do microfone e reproduz o som gravado. Sintaxes tpicas: wavwrite S,arquivo w a v w r i t e S , F s ,arquivo. Parmetros: Entrada S: matriz com sinal numrico arquivo: nome do arquivo Fs: freqncia. Obtm informaes de arquivo imagem. Observao: a matriz RGB deve ser uma matriz tridimensional.

Cada plano deve conter os planos das cores vermelha, verde e azul. Cada plano tem de incluir os planos das cores vermelha, verde e azul. S imwrite Grava arquivo de imagens. Sintaxes tpicas: imwrite A, arquivo, fmt imwrite A,ColorMap,arquivo,fmt. Parmetros: Entrada RGB: dados da imagem arquivo: nome do arquivo fmt: formatos de arquivo de imagem. Observao: a matriz RGB tem de uma matriz tridimensional. Cada piano deve incluir os planos das cores vermelha, verde e azul.

Adiciona um quadro ao objeto de animao. Armazena a figura corrente em uma struct de quadro de animao. Parmetros: Entrada mov: struct de quadro de animao arquivo: nome do arquivo S.

Exibe animao e armazena uma struct de quadro de animao. Sintaxe tpica: movie mov. Parmetros: Entrada ftp: endereo ftp username, passcode: nome do usurio e senha. Observao: para acesso ftp 'anonimus' no necessrio fornecer username e passcode. O objeto ftp retornado pela funo ftp necessrio para a execuo das funes de acesso. Funo ascii objftp binary objftp cd objftp,diretorio delete objftp,arquivo dir objftp close objftp mget objftp, arquivo mkdir objftp,diretorio mput objftp, arquivo rename ftp, novo, velho.

Descrio estabelece protocolo ASCII estabelece protocolo binrio muda de diretrio apaga arquivo lista contedo de diretrio fecha conexo download de arquivo cria diretrio upload de arquivo muda nome de arquivo.