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Dedos de Davi - Felicidade (Letra e música para ouvir) - Felicidade é ter Cristo ao meu lado / E por ele ser guardado / Ter meu nome escrito no céu / Meu nome . Felicidade é ter Cristo ao meu lado / E por ele ser guardado / Ter meu nome escrito no céu / Meu nome está / Escrito nas mãos do meu Jesus / Quando morreu. músicas do CD. Dedos de Davi Obrigado Jesus Baixar; Dedos de Davi Palácio Baixar; Dedos de Davi Vida Feliz Baixar; Dedos.

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FELICIDADE DAVI MUSICA DOWNLOAD GRATUITO DEDOS DE -

Em certas missas para celebrações específicas é costume inserir certos textos poéticos — hinos, seqüências, prosas, antífonas, etc. É mais importante você ouvir as palavras de Deus do que ele ouvir as suas, embora uma atividade sempre leve à outra. Pode ser que nunca saibamos ao certo, mas alguma coisa tem! In Universal natural history and theory of the heavens. Luiz Artur - Recomeçar. Vencer o jugo do bom é o maior bem — retruca o asceta. Misto de cabaça e matraca, espécie de par de chocalhos de origem ameríndia, providos de contas ou sementes em seu interior. Amai- vos uns aos outros é da boca pra fora? É conseguir ser o que ele é. Graça e Paz. Ninfa e Calita - Peregrino. Segundo André Schaeífher, o canto paralelo em intervalos de quarta ou de quinta desenvolveu-se primeiro na Igreja bizantina, para passar em seguida à de Roma, durante os séculos VII e VIII, por intermédio de um dos diversos papas de origem oriental que subiram ao trono de Pedro. Benedito Nun es. Ozeias de Paula - Paz na terra voz e pb. Mas, desde o século IV, o rito conhecido como "romano antigo", que seria suplantado pelo rito dito "gregoriano", utilizava o latim. A ordem era muito diferente da ordem romana. É um louco.

Felicidade é ter Cristo ao meu lado / E por ele ser guardado / Ter meu nome escrito no céu / Meu nome está / Escrito nas mãos do meu Jesus / Quando morreu. músicas do CD. Dedos de Davi Obrigado Jesus Baixar; Dedos de Davi Palácio Baixar; Dedos de Davi Vida Feliz Baixar; Dedos. Felicidade - Dedos de Davi Letra da música | Felicidade é ter Cristo ao meu lado E por ele ser guardado Ter meu nome escrito no céu Meu nome está. Letra e música de “Felicidade“ de Dedos de Davi. Felicidade é, ser lavado no sangue de Jesus E sempre andar na sua luz. Até o dia em que Ele voltar. Dedos de Davi? Então veja Felicidade, uma letra de Dedos de Davi especial. Letra da Música: Felicidade - Dedos de Davi Felicidade é, ser lavado no sangue de Jesus Para enviar você precisa efetuar um cadastro gratuito no site.

Pensem e orem ao Senhor. Isso tem! Hoje essa galera só visa grana. Que Deus nos livre de tanta estupidez e hipocrisia religiosa! A Igreja Batista da Lagonha foi um dos grandes percursores deste movimento. Estamos no mundo. Deixa a coisa rolar como deve. Fica cada um na sua. Dinheiro é um deus. Fama é um deus. Viu o que escrevi? Levita é sempre Levita. No palco se canta para o povo. Onde é melhor? Fiquem na PAZ de Jesussssssssssss. Deus me chamou para cantar , e falei para Ele que só iria se fosse numa comunidade, nos hospitais , asilos ou orfanatos, là tem almas para Jesus e o talento que Ele tem me dado é para a sua glória.

Deus vai agindo Soberanamente e atingindo aqueles que precisam ser atingidos pela Sua Palavra…. Vamos louva-lo com sinceridade e orar por aqueles que pensam estar louvando…. Que pena! Vamos deixar de falar quem ta certo ou errado. Caro Jones, Percebi que você se preocupa bastante com o emprego correto dos termos.

Algumas pessoas podem olhar para o céu à noite e tudo o que vêem é um punhado de estrelas. Mas um artista olha para ele e vê beleza e significado. Artistas querem sentar sob as estrelas e absorver tudo o que conseguem enxergar. Van Gogh foi inspirado por ele e pintou Noite Estrelada. E o filho do homem, que o visites? Quenanias foi um grande cantor e um regente 1 Cr Bezalel era um artista visual extremamente dotado Êx Amai- vos uns aos outros é da boca pra fora?

Esse escolheu o melhor caminho. Sem nada,só agrada as grandes gravadoras e os produtores musicais. Bom seria que outros adoradores em espírito e em verdade abandonasse esse barco chamado Gospel. Quantas vidas foram abençoadas através dos seus cânticos de louvor a Deus. Longe de vós toda contenda! Que dozinha dele,coitadinho,muito injustiçado o moço,ÔÔÔÔ meu Deus,boa sorte na nova carreira,mas que ele seja excelente no que for fazer,porque,tudo nos dias de hoje gira em torno do mercado consumidor que aquece essa bosta chamada de economia nacional.

A grande verdade é, que como no meio secular, existe uma mídia que promove alguns cantores e despreza outros. Sempre gostei dos trabalhos dele, mas ultimamente o sinto um pouco agressivo… um pouco revoltado… Percebo isso até mesmo em algumas de suas composições!

Tenho a lamentar a pobreza teológica existente em boa parte desse gênero musical. Hoje qualquer um pode gravar un CD Gospel e vender milhões como o Thales Roberto se é que ele canta alguma coisa. Bla bla bla bla… Discurso político! Fala uma coisa e faz outra. E é mesmo, tal como o mercado secular, que é idiotizado ao extremo vide o que nos é empurrado goela abaixo! O objetivo final de tudo isso é o dinheiro, a fama e a idolatria aos auto denominados adoradores, levitas. Que saudades!

Bem-vindo a! Entrar em sua conta. Recuperar senha. Forgot your password? Get help. Bruna Karla grava clipe infantil especial de Natal. Exemplos: La Livri no Concerto n" 1, de Rameau. Um exemplo típico é o segundo movimento do quarteto A cotovia opus 64 n" 5, de Haydn. Forma sonata A forma sonata surgiu por volta de e teve entre seus primeiros grandes representantes Cari Philipp Emanuel Bach.

O madrigal chegou ao seu apogeu com Monteverdi, na época em que também tem início seu declínio histórico. É o manjar dos gourmets do canto lírico. Por isso, foi bastante comum na opéra comique francesa. Cavatina do latim "cavare", cavar. Em sua forma primitiva, é dito recitativo secco recitativo seco , geralmente acompanhado apenas por um cravo, e subsistiu sob esta forma na opera buffa. Primordial é o papel do piano, que vai muito além de um instrumento "acompanhador". Os Wesendonck-Lieder, de Wagner, abriram caminho para os grandes ciclos de Mahler, e o exemplo foi com freqüência seguido no século XX, desde os Gurrelieder de Schõnberg.

A mélodie é sobretudo francesa. Mas foi principalmente com Duparc, Fauré, Chabrier e Chausson, entre e , que a mélodieteve seus melhores momentos,bem como, decerto, com Debussy, que renovou o gênero. Vaudeville voix-de-ville, "vozes da cidade". E neste sentido, o finale da ópera de Mozart Die Entführung aus dem Serail [O rapto do serralho] é um vaudeville. A "comédia de vaudeville" foi uma das fontes da opéra comique ópera cômica francesa. Um esboço psicanalítico do texto de Maeterlinck, bom ou mau, só de forma reflexa esclarece as intenções psicológicas e a dramaturgia propriamente musical de Debussy.

A s formas e os gêneros musicais 79 Ópera, opera seria, opera buffa, opéra comique, opereta. O nome pastoral em francês, pastorale estendese a obras instrumentais que pretendem evocar a vida no campo e a bucólica felicidade pastoril, valendo-se de tonalidades muito simples, adaptadas aos instrumentos dos pastores.

No século XVIII, o Singspiel tornou-se o equivalente tipicamente germânico mais natural e bem comportado, apenas mais feérico da opera buffa italiana. Depois dele, o melodrama tomou-se mais propriamente germânico, procedendo, como o Singspiel da mesma repugnância pelos virtuosismos do bel canto italiano. Como gênero, existe desde o século XVII.

Musica de igreja. Em certas missas para celebrações específicas é costume inserir certos textos poéticos — hinos, seqüências, prosas, antífonas, etc. Peça vocal exclusivamente destinada à igreja e, no início, reservada ao coro, mas que depois passou a incluir um ou mais solistas e orquestra.

Sobre as origens do moteto em italiano moteto, em francês motet , ver adiante. No princípio, só ela era chamada pelo nome de moteto. O nome passou a designar uma peça, geralmente de grandes dimensões, para um ou mais solistas, com coro e quase sempre orquestra.

O moteto, a essa altura, mal se distinguía da cantata. O anthem é o equivalente inglês do moteto-cantata. Neste contexto, os grandes motetos polifónicos a capella sem qualquer acompanhamento instrumental de Bach constituem exceções. Da igreja ao concerto Cantata. A cantata apareceu no começo do século XVII com a monodia acompanhada, e seu desenvolvimento corresponde ao do baixo contínuo.

A cantata nasceu em Florença no círculo do conde Bardi: as Nuove musiche, de Caccini , foram as primeiras cantatas, e o gênero se difundiu rapidamente com os mestres italianos Luigi Rossi, Carissimi, Cavalli, depois com Stradella, mas principalmente com Alessandro Scarlatti, que deixou mais de quinhentas cantatas. Mas a obra mais significativa deste gênero no século XX é a Cantata profana, de Bartók, uma de suas obras capitais.

Cantata de vastas dimensões, com muitos personagens, sobre um tema sacro pelo menos na origem. Desde a Idade Média, certas cenas da Bíblia eram representadas, recitadas e cantadas nas igrejas. Os grandes mestres do oratório foram Charpentier, na França, com suas Histoires sacrées [Histórias sagradas], Alessandro Scarlatti, na Italia, e sobretudo Haendel.

Mas, com Die Jahreszeiten [As estações], de Haydn, inaugurou-se a possibilidade do oratorio corn tema profano, embora geralmente exaltando valores que o compositor, mesmo se for ateu, considera essenciais: A survivor from Warsaw [Um sobrevivente de Varsóvia], de Schõnberg; La Garde de la Paix [Em defesa da paz], de Prokofiev; Il canto sospeso [O canto suspenso], de Luigi Nono.

As formas e os gêneros musicais Léxico musical explicativo 84 Sucede ainda que o oratorio pode apresentar-se muitas vezes como uma "ópera de concerto".

No barroco francês, tem o nome de double. É o primeiro movimento da suíte. De andamento moderado ou lento, a allemande em italiano, allemanda desenvolve-se com regularidade, algo pomposamente. Por conseguinte, a suíte pode comportâr de quatro a oito movimentos, e às vezes mais.

Couperin, que imprimiu à suíte uma forma muito livre, chamava-a ordre. A forma binaria. A maior parte das danças apresenta esta forma, em especial as quatro danças fundamentais da suíte: a allemande, a courante, a sarabanda e a giga.

A peça se divide em duas partes. A primeira expõe o tema e modula para o tom da dominante. Em espanhol chacona, em francês chaconne, em italiano ciaccona e em inglês chacony. É uma dança lenta, de origem espanhola, decerto importada da América, que lembra muito a passacale.

Courante e corrente. A courantefrancesaera uma dança bastante viva e animada em sua origem, mas que se tornou nobre e circunspecta a partir do século XVII. Exemplos: Suíte para violoncelo e Partita em ré menor para violino, de Bach. No século XVI, vinha normalmente após a pavana, à qual se achava acoplada. Algumas vezes, a gavota em francês gavotte, em inglês gavot, em italiano gavotta é seguida por uma segunda gavota, apresentada como trio, à maneira do minueto.

Exemplo: Suíte n" 6 para violoncelo, de Bach. Giga oujiga. Ultima peça da suíte, a giga em italiano giga e em francês gigue é, ao que tudo indica, uma dança de origem escocesa em inglês, jig. Seu ritmo pode 1 A ordem seguida aqui é alfabética.

É também conhecida como detacher Tanz. As formas e os gêneros musicais Léxico musical explicativo 86 A passacale e a chacona constituem, a partir de Lully, a grande peça final da ópera à francesa até Rameau, inclusive.

Na Inglaterra, o tema "obstinado" da passacale chama-se ground. O célebre Bolero de Ravel assemelha-se à passacale e retoma sua origem espanhola. Danse de cour, lenta, nobre e cerimoniosa, de origem italiana em italiano pavana ou padovana, em francês pavane, em inglês pavan , é geralmente seguida por uma vivaz galharda século XVI.

Ao lado da chacona, com a qual se parece muito, a passacale em espanhol pasacalle, em italiano passacaglia, em francês passacaille ou passecaille é, de todas as danças, a mais extensa e a que mais longamente foi desenvolvida. Sua origem é espanhola, mas, segundo parece, teria vindo das índias, sendo introduzida na Espanha por marinheiros, no século XVI, como sucedeu com a chacona.

Da Espanha passou à França, onde a passacaille tornou-se, pouco a pouco, uma dança lenta e nobre. Pode mostrar-se sob dois aspectos: 1. As outras vozes fazem variações sobre esse baixo.

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Exemplo: a chacona da Partita em ré menor para violino solo, de Bach. É a forma da passacaille ou da chaconne àfrancesa. Exemplo: Grande passacale em si menor, de Couperin. Ern Mozart, Beethoven e Schubert, o frio normalmente nada tem que lembre um segundo minueto e faz, às vezes, vivo contraste poesia sonhadora e terna com o minueto que o precede e é repetido depois dele. Tem lugar logo depois da courante na suíte tradicional, onde é um dos movimentos principais, e prefigura o movimento lento da sonata séculos XVI a XVIII.

Exemplo: Partita para violino solo, de Bach. É uma das ancestrais da valsa. Também tipo de dança derivada da polca valsa escocesa. Nome francês de uma antiga dança solene polonesa em três tempos, cujo ritmo se parece com o do bolero.

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Exemplos de ragtime podem ser encontrados inclusive em Debussy, que o emprega em algumas de suas peças para piano, bem como em Stravinski. Os pares volteiam de duas maneiras simultâneas: em torno de si mesmos e ao redor da sala.

O Concerto para oboé e cordas, também de Vivaldi, é um típico exemplo do concerto para instrumento solista, tal como este apareceu no começo do século XVIII. Em princípio, a cadência teria de ser tocada de improviso pelo exécutante.

Dessa forma, ele as propunha de fato, chega quase a impô-las a seus 88 Léxico musical explicativo As formas e os gêneros musicais 89 Czarda ou csarda. Tordion ou tourdion. Assim, por volta de , pôde a serenata aparecer como a majestosa rainha das composições orquestrais. Mas a sinfonia viria barrar o caminho deste gênero, estruturalmente vago e socialmente elitista. Na terminologia moderna, entretanto, designa exclusivamente as obras compostas para um instrumento sonata para piano ou para dois instrumentos sonata para piano e violino ou para piano e violoncelo.

As sonatas de Mozart têm quase todas três, e as de Haydn, dois ou três. Em Mozart, a sonata é geralmente constituída por dois movimentos bem vivos que enquadram um movimento lento mais raramente, um minueto. Como em suas outras obras, Beethoven substituiu, em muitas de suas sonatas, o minueto pelo scherzo. A sinfonia primitiva é uma peça de forma mal definida, composta para um grupo de instrumentos. Executada antes do início das óperas italianas, confunde-se com a abertura e tem uma estrutura tripartida: vivo-lento-vivo.

Depois de Beethoven, compositores como Schubert, Mendelssohn, Schumann, Bruckner ou Brahms modificaram bem pouco o aspecto externo da sinfonia.

Mas a orquestra foi aumentada, os desenvolvimentos adquiriram outra amplitude Bruckner e as intenções descritivas ou filosóficas fazem-se perceber mais claramente Berlioz, Liszt.

Com Leonora III , Beethoven escreveu menos uma abertura do que uma peça de concerto independente. Mendelssohn, com Fingals Hõhle [A gruta de Fingal] e Mélusine, seguiu-lhe o exemplo e foi, por sua vez, seguido por outros. Poema sinfônico. Na verdade, com diversas denominações — Bagatelles [Bagatelas], de Beethoven; Impromptus [Improvisos], Moments musicaux [Momentos musicais] ou simplesmente Klavierstücke [Peças para piano] de Schubert, etc.

Em sua origem, espécie de serenata vesperal notturno, em italiano , escrita para sopros ou cordas Mozart. O pianista e compositor irlandês John Field foi quem abriu caminho para os Nocturnes de Chopin, os Nachstücke de Schumann e os Nocturnes de Fauré, entre outros. Tomou o lugar do minueto em alguns quartetos tardios de Haydn, antes que Beethoven e seus sucessoresfizessemdisso um procedimento corrente. Devem-se a Chopin quatro Scherzi para piano, todos peças independentes.

O mesmo aconteceu com os trios para piano, violino e violoncelo, que constituem, em menor grau, um gênero maior. Na época alexandrina século IV d. C , por influência de Aristóxeno, a oitava era dividida em 24 partes, o que inclui intervalos de quarto de tom. No século IV, contam-se no mínimo 1. A etimologia da palavra "neuma" é discutível: tanto pode proceder de pneuma sopro , quanto de neuma sinal.

Desde o século II a. Os primeiros neumas derivam espontaneamente destas regras prosódicas pelo fato de a Igreja do Oriente recorrer à língua grega para 1er as Sagradas Escrituras: os neumas, de certo modo, vieram ampliar as implicações musicais do texto declamado.

Hucbald desenhou pautas de linhas paralelas que chegavam até dezoito em certos casos , com abreviações colocadas antes de cada linha indicando o intervalo se de tom ou de semitom que deveria ser transposto de uma linha para outra, e "decupou" o texto pelas Unhas da pauta de modo a casar as linhas do texto com a da curva melódica. O nome da sétima nota, si, levou muito mais tempo para se impor. Na época do Roman de Fauvel [Romance de Fauvel], apareceu o sustenido, cuja forma advém do b cortado por uma barra.

No final do século XII, a "simples" deixou de ser considerada indivisível, para tornar-se uma "longa" que podia decomporse em "breves". Entretanto, as "ligaduras", cujas funções haviam se tornado menos equívocas a partir da segunda metade do século XIII, serviam com freqüência para garantir a unidade de cada grupo de notas.

O "ponto", Léxico musical explicativo - t3 IU! Tais distinções, todavia, tornam-se logo caducas com o desenvolvimento subseqüente. Na virada do século XVI para o século XVII, a barra de compasso, muito utilizada nos movimentos de dança, tornou-se mais freqüente e ganhou as funções que lhe damos hoje. Isso os levou a reduzir os ornamentos a efeitos affetti mais expressivos e mais concisos que as passagi.

Uma das qualidades da arte francesa foi precisamente a diversidade dos agréments, que eram inscritos levando-se em conta o contexto musical.

Alguns compositores definiram seus repertórios de ornamentos fazendo uma "tabela" para eles Carl Philipp Emanuel Bach, Couperin, Chambonnières, Rameau, Anglebert, Tartini, etc ; outros deixavam os ornamentos a critério do intérprete.

Mais tarde, determinados ornamentos vieram a ser transcritos, isto é, passaram definitivamente a fazer parte do discurso musical. Um acompanhador deveria compreender por meias palavras aquilo que o compositor deixava subentendido. À medida que a atividade do intérprete distinguia-se da do compositor, que as técnicas de um e de outro foram ganhando em especificidade, começou a diminuir a parcela de liberdade que tocava ao intérprete, que se foi tornando cada vez mais submisso àfidelidadeao texto escrito.

A obra, portanto, parecia infinitamente menos protegida. As próprias editoras nem sempre mostravam-se muito preocupadas com seus produtos.

Felicidade

Era freqüente intercalar, em uma dada obra, o fragmento de outra obra, de compositor diferente: "Este trecho pode servir de andante numa sinfonia caso se reforme alguma delas; ele ficaria muito bem antes do Allegro da sinfonia do outro caderno", escrevia Gossec em , referindo-se a uma peça para duas trompas, duas clarinetas e dois fagotes. Assim é que as primeiras representações do Orfeo [Orfeu], de Gluck, inclusive a sua estréia em , estavam "trufadas" com inserções de obras de Johann Christian Bach, Haendel, Mazzinghi e outros.

Em certos casos, os acréscimos podiam ser integrados de acordo com o gosto do exécutante: "Aqui, toca-se qualquer moteto que se deseje", indicava Charpentier em muitas de suas obras. Para as indicações relativas a andamentos, cf.

Quasi: quase Andantino quasi allegretto. Mosso, Più mosso, Stretto: animado, mais animado, cerrado ou apressado. Rallentando, Ritardando, Ritenuto, Slargando: alargando. Con anima com alma. Con moto com movimento. Dolente doloroso. Espressivo ou Con espressione. Maestoso majestoso. Mosso animado. Scherzando brincando com humor. Sostenuto sustentado, com firmeza. Spiritoso ou Con spirito. Vivace ou Vivo com vida, vivaz. Tenuto, Sostenuto som sustentado, muito sustentado. Leggiero ligeiro, com leveza.

Manato com o ritmo bem marcado. Pesante pesadamente, com insistência. Havia ainda o costume nada incomum de transformar certas partes vocais em partes instrumentais. Por outro lado, o efetivo vocal ou instrumental para uma mesma obra podia aumentar ou diminuir por exemplo: fazia-se, de um concertino para três solistas e grande orquestra, um trio de solistas , sem que a identidade da obra fosse por isso afetada.

Pode-se ver nisso a vontade de preservar a parcela de iniciativa pessoal que cabia ao intérprete? Ou trata-se, antes, de uma "neutralidade" do compositor face a certas decisões, sobretudo aquelas referentes às variações de dinâmicas, que, até o fim do século XVI, estavam em geral reduzidas a forte e piano, modos de ataque e andamentos? Século XIX e século XX As cadências dos instrumentos solistas nos concertos ou nas trio-sonatas raramente eram estipuladas pelo compositor.

Entretanto, a partir de Beethoven, os compositores ou alguns grandes virtuoses passaram a escrever as cadências.

Tropicos Utopicos - Eduardo Giannetti

Numa carta de , Bartók escreve: "Nas melodias populares Mas, é claro, trata-se aqui apenas de uma das tendências do pensamento musical. Woiolo coa sord. A independência do escrever, do tocar e do escutar parece bem ser o traço dominante das partituras que estamos considerando: cada modo de atividade deve poder desenvolver-se no sentido que lhe é próprio, sem querer justificar-se através de qualquer outro. Mas também é possível detectar nesta démarche uma nova forma de desmembrar o fenômeno da escrita com seu mundo de determinações e sua tendência ao maneirismo, ao "grafismo artístico".

Sylvano Bussotti escreveu: U m a vez vencido Por outro lado, nasce Se for este o caso, compor tornou-se inventar uma escrita. Em seguida vem finalmente o que se pode chamar, com Georges Duby, de o "tempo das catedrais", que aos poucos se foi tornando, no transcorrer dos séculos XIV e XV, o das cidades, dos mercadores e do primeiro humanismo. É, portanto, antes de mais nada, objeto de considerações teóricas. Por sua vez, Guido d'Arezzo, cujo tratado musical intitulado Micrologus é o fundamento do saber musical da Idade Média, recomenda a todos a leitura de Boécio.

Finalmente, a Musica instrumentons, que, por meio da arte, imita a natureza. Harmonia dos princípios metafísicos: proportio materiae ad formam ver Alberto Magno e seus contemporâneos. Harmonia do universo. Por exemplo: das estações, das transformações elementares musica mundana: Boécio. Harmonia fisiológica, psicológica, moral do homem musica humana em sentido amplo: Boécio. Harmonia das esferas musica mundana: Reginon; coelestis: Zamora 2. Harmonia dos sons, produzida por instrumentos musica instrumentons: Reginon.

Por exemplo: a voz humana musica humana: Reginon; musica vocalis: Renascença. Reginon; musica instrumentalis: Renascença.

Sem a aritmética, nenhuma das duas poderia subsistir. Um dos projetos é a planta de uma igreja cisterciense ideal. Diz Boécio à Fortuna, em sua consolatione.

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Mas, para u m infeliz, o sentimento de sua infelicidade é mais penetrante ainda. Roger-Viollet divino. Assim aconteceu com Alberti Piero delia Francesca publica o tratado De corporis regularibus [Sobre as regras do corpo]. Na França, um século mais tarde, editam-se e reeditam-se ainda os escritos de Boécio, que permanece como referência obrigatória para todos. Ronsard justifica o desejo de ter seus poemas musicados por compositores contemporâneos — Janequin, Goudimel, Lassus, etc.

Com o peso de sua autoridade, o ponto de vista de Santo Agostinho vem a calhar para a Igreja. Nesse domínio, o pensamento medieval acha-se bastante impregnado do Liber de coelesti hierarchia [Livro sobre a hierarquia celeste] do Pseudo-Dionísio, o Areopagita, pensador neoplatônico provavelmente do século V , que contém meditações sobre os nomes divinos e a hierarquia dos seres de luz.

Trata esse livro abundantemente dos anjos, dos mensageiros de Deus, esses "pregoeiros do silêncio divino". Essa palavra é verdade, autoridade e afirma-se como universal. À primeira vista, parece magra Ora, cantar é transmitir, pela harmonia dos sons e por meio de algumas palavras, o sentido eterno do logos sagrado. O canto dos salmos é a parte essencial das horas. Nas Completas, temos novamente três salmos, uma antífona, um hino Nunc dimittis e uma antífona mariana isto é, em honra à Virgem.

As Horas menores compreendem apenas um hino e três salmos cada uma e utilizam a mesma antífona como enquadramento. A cada dia, por outro lado, correspondem preces particulares, freqüentemente dirigidas a diversos santos, que integram igualmente o próprio da missa. Ainda nos séculos III e IV, no momento em que se fixava o ritual da missa, o ofício compunha-se de duas partes. Em primeiro lugar, a Sinaxe. Mas, desde o século IV, o rito conhecido como "romano antigo", que seria suplantado pelo rito dito "gregoriano", utilizava o latim.

O mais distante desse novo canto romano é certamente o canto galicano, que, por seu fausto e seus embelezamentos retóricos, estaria mais próximo das cerimônias orientais. O canto galicano foi igualmente sensível a influências dos cantos das judiarías de Marselha e das regiões renanas. A ordem era muito diferente da ordem romana. Este, por sua vez, deixa-se impregnar, às vezes, pelas liturgias que veio substiüiir: é o que acontece nas Improperio, preces da Sexta-feira Santa.

Na Espanha e em Portugal, continuaram em uso até ofimdo século XI, mas, depois que os mouros foram expulsos do solo espanhol, o rito romano acabou por se impor. Moralista, administrador, foi também liturgista. Por outro lado, duzentos anos separam da obra atribuída a Gregorio os primeiros testemunhos manuscritos, e mais de trezentos medeiam entre essa obra e os textos das melodias ditas gregorianas.

Mas o que tinha ele de "gregoriano"? Sobre os platôs, a leitura se executa como no Sprechgesang do Pierrot lunaire [Pierrô lunar] de Schõnberg, articulando bem, mas sem variações melódicas Nisso consiste o recto tono. Qual a vantagem de impor um suplemento de trabalho aos copistas? Esse passo foi dado galhardamente por musicólogos como J. Wolf, J. Thibaut, Constantin Floros, etc. Difundiram-se por toda parte, mas diferenciando-se conforme as regiões, um pouco como aconteceu com os estilos da iluminura Pois, no fundo, uma antífona é exatamente isto: um quadro, um módulo no qual flui o recitativo salmódico.

Mas também — como se viu na salmodia 2 e 4 tons — por meio da terça maior ou menor. Mas por que essa escrita da melodia? Como proceder? Mas procurava, ao mesmo tempo, um sistema que fosse mais "falante" — mais "cantante" seria, no caso, o termo apropriado Estava inventada, a partir daí, e pronta para o uso, a pauta musical. O sucesso foi imediato, mas despertou inveja: Guido teve que deixar Pomposa e atravessar a pé os Apeninos, para ser recolhido pelo bispo de Arezzo, Teobaldo, que lhe confiou os meninos da catedral-escola.

Em Chartres e na Normandia, o verde substituiu o amarelo: tanto faz, de qualquer modo salvou-se o princípio de, por meio de uma cor, assinalar o termo superior do semitom. Até hoje se discute! Mas pouco importa. Ficava comprido demais! Deve-se a G. Era preciso dar-lhes nomes: mas quais? Essas indicações também diziam respeito à dinâmica ou à rítmica: "mais depressa" celeriter , "sustente" tenete , etc.

Devem ser entendidas como anotações de cantores e de notadores que, durante os ensaios, querem deixar tudo registrado em seus mínimos detalhes. As sílabas todas iguais? A essa altura, o Concilio de Trento intervém para proibir o uso das formas inovadoras, decretando o retorno com exclusividade aos modelos do canto gregoriano.

Os tropos O termo Troprio do grego tropos, melodia designa, desde o século V, hinos breves que se cantavam depois de cada versículo de salmo. Por menor que seja a veracidade dessa história, o fato é que os tropos integraram-se muito rapidamente à liturgia.

O primeiro tipo é certamente o mais antigo. O segundo tipo — acréscimos de textos aos cânticos preexistentes — é utilizado sobretudo para o canto responsorial e para o Aleluia por exemplo: Dicite in gentibus.

O terceiro tipo, finalmente — acréscimo, a um só tempo, de um texto e de uma melodia a um cântico —, utilizase no Introito, no Gloria, no Sanctus, no Agnus Dei.

Foram compostas 4. Durante os séculos X e XI, a seqüência evoluiu da prosa para os versos irregulares e terminados por assonâncias, depois para os versos regulares, mais freqüentemente sob a forma de aa, bb, cc, dd Curiosamente, entretanto, é no seio da própria Igreja que o teatro iria renascer, como um desenvolvimento dos tropos dialogados. O teatro medieval nasceu da liturgia como, antes dele, o primeiro teatro grego se havia desenvolvido a partir dos cultos dedicados a Baco.

E, enfim, os dramas contribuem para enriquecer e embelezar a liturgia. É um cântico, ora responsorial, ora antifonado, como é de costume no Introito. O Quem quaeritis rapidamente expandiu-se por toda a Europa. Os manuscritos de Rouen propõem diversas versões datadas do século XII e que se divulgaram por toda a Europa, tanto assim que ainda foi possível encontrar a tipologia em Praga no século XIV.

Quanto maior o avanço no tempo, mais essas representações ganham em r i queza e em complexidade. O anjo lhes pergunta: "Quem quaeritis in praesepe, pastores, dicite? O espírito medieval é o da busca, coletiva e individual, a partir da qual se deterrmnam as escolhas da existência. Os magos celebravam a estrela que os guiava para o presépio. Essa mesma melodia continua a ser cantada, na ilha de Majorca, durante a missa de Natal.

Esse auto comporta partes antifonadas, mas afasta-se muito, ele também, da liturgia gregoriana. Quase tive um troço ali mesmo. Parecia uma festa. Mas de quem? Contavam piadas, riam Alguém chorava num canto, acho que era Mariana. Era ela! Eu fui lentamente para o seu lado. Falei com ela e fui ridicularmente ignorado.

Havia uma estranheza em seu modo de agir. Moviase preguiçosamente, olhava para algum lugar e se perdia no tempo. Pouco depois, dormia feito um anjinho. A sala ainda estava animada. Tinha algo estranho pairando no ar. Olhei para fora através da janela. O clima de fato estranhava. Tempo nublado, quente, abafado. As vozes alteraram, ouvi gritos e mais gritos. Ninguém se interessou em me responder.

Fiquei com raiva e gritei mais alto ainda. Resolveram me ignorar. Ninguém mais ria, nem brincava, nem contava casos. Vi algo de madeira trabalhada, ao fundo. Senti um frio na espinha. Só agora pude notar que se tratava de um velório. Fui chegando mais perto. Meu pai se encontrava ao lado de um amigo. Estava vivinho da silva! Dormi tanto que nem havia me dado conta do falecimento de ninguém.

Com certeza fui dopado! Fui andando lentamente e amedrontado. Senti saudades enormes dela. Havia muito amor em mim e eu a queria ao meu lado, naquele momento horripilante. Fui os abrindo lentamente, com medo de descobrir a verdade. Passou um filme em minha cabeça. Vi meus familiares se reunindo nos Natais de nossas vidas, vi festas animadas, vi tanta coisa! Mas faltava alguém. Parecia dormindo, descansando lindamente. Alguém disse que foi um acidente e que o motorista e sua Em algum lugar, o corpo da mulher estava sendo velado.

Emocionei-me, chorei como nunca havia chorado. Gritei e o meu brado foi de dor. A surpresa foi maior que esperei. Nunca imaginei que aquilo aconteceria daquela forma.

Eu era espectador do meu próprio fim. Eu morri sem saber se adiantou de algum modo tudo aquilo que eu fiz ou deixei de fazer. Tudo tem seu tempo. Eu e os ipês tínhamos uma coisa em comum, afinal.

Nessa longa e silenciosa espera, também eu era ipê. Era julho quando eles se conheceram naquela pracinha, rodeados de majestosos ipês, seus mais nobres expectadores. Apaixonados, casaram-se logo. E foram felizes, até que Poliana partira. Para sempre, em consequência de um cancro.

Tudo agora perdera a cor, o gosto, o sentido Tampouco sabia o que fazia trancado naquele incômodo escuro e frio. A paisagem opaca dera lugar a um negrume inexaurível. Todos nos esforçamos muito para que se sentisse bem, para que ficasse bem, para que vencesse aquele terrível inverno Fez o que fez.

Eu o vi, quando se trancou em seu quarto E ouvi, quando disparou a arma contra a própria cabeça. Havia algo de novo no ar, eu sabia. Eu finalmente sabia. Respirei fundo sentindo um leve aroma, misto de brisa e flor. Tudo estava perfeito, pulcro. Fui ficando leve, virando folha. Suavemente, e sem mais pressa, flutuei ao seu encontro. Até aquela, quando findara sua espera. Isso mesmo. Interessante o fato de o chip ter pensado que eu precisava baixar um pai.

Mas vai acertar em cheio assim no raio que a parta! Faz muito tempo que busco um pai. Com ou sem agrotóxico?

Ou repousaria, gelado, na prateleira dos laticínios, entre iogurtes e requeijões? Tive vontade de perguntar se ele me teria alguma serventia mesmo no caso de estar fora da validade. De que marca seria? Em que faixa de preço se encontraria inserido?

Desde quando ele decidiu se perder de mim. Na alegria e no desamor. No meu avô. Na minha avó. Na minha filha. Em Deus. E pode ser que me surpreenda com a sua presença justo nessa prateleira, em algum corredor da minha alma.

Sem preço, marca ou validade. Estudar é preciso! Estudar é preciso Pra tirar o pé da lama E o caminho longe ir Para conhecer culturas Seja longe ou bem aqui Pra conhecer o universo Sem do seu lugar sair.

Estudar é preciso Com estudo se conquista Nem por acaso ou um triz Todos podem aprender Do agricultor ao juiz Que o maior diploma da vida É ser realmente feliz.

Sabe apenas se apequenar mais e mais — parecendo satisfeito apenas com a luz refletindo sua casinha de barro. Sentado, aguardando o dentista e lendo um livro.

O livro que publiquei e chegou recentemente. Na verdade apenas folheava e lia trechos aleatórios. Com o rabo de olho noto uma pessoa ao lado tentando enxergar a capa.

Sutilmente coço a cabeça e mostro um pouco da capa. Voltei à leitura. Dei um sorriso amarelo, mas, por dentro, arrancava os cabelos, dava dentadas no braço, cabeçadas na parede e Entreguei o livro como quem entrega seu filho recém-nascido à enfermeira.

Acho que ela notou. Olhou a capa detidamente, virou o livro e leu a sinopse. Voltou à capa e ao abrir o livro olhou a foto. Olhou pra mim. Olhou para o livro de novo. É bom mesmo? Eram amigos desde o colégio. Na época eram considerados os dois esquisitos. O Paul que tocou no Allianz Park é o substituto do original que morreu num acidente de carro.

Tem muitas evidências de que mostram isso. No Sgt. Peppers eles introduzem Billy Shears.

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Na verdade, os outros três estavam apresentando o substituto. Você vai ver a quantidade de pessoas estéreis nos próximos anos. O casado continua calado. Come um pedaço tímido de batata frita com cheddar e bacon. Data Limite?

Pura mentira. A gente vai continuar assim? Os dois dividem a conta. Idealiza um carro ir de encontro no cruzamento e o amigo morre igual ao verdadeiro Paul McCartney nos anos sessenta. O sósia entra nos Beatles a contragosto de John Lennon.

Agora tudo faz sentido. Chora muito parado naquela rua mal iluminada. Queria agradecer ao amigo pela conversa mais esclarecedora que tivera nesses muitos anos perdidos.

Acima de tudo era um homem controlado pelo sistema. E de tudo fariam para sê-lo. Ao mostrar terem garra e serem bichos de raça, os tais gatos ganharam o direito de sonhar com a possibilidade de entrarem para a matilha. Eles seriam submetidos a provas. Acordo feito, começaram os primeiros desafios: em poucos dias, os gatos deixaram de miar, se lamber e se esfregar nos humanos; aprenderam a latir, rosnar e atacar em bando.

Eles teriam que fazer bem mais que mostrar os caninos afiados. A cada dia, vinham testes mais e mais difíceis e perigosos. Um a um eram superados; e a vitória, festejada aos uivos.

A prova de fogo O susto com a notícia foi grande. No começo, doeu um pouco neles, mas doeu muito mais na carne de suas vítimas: pobres gatos e gatas caçados, feridos e mortos. Os bravos gatos estavam definitivamente aprovados.

Entraram para a matilha. Para a alegria dos felinos, pensavam alguns, cansados de caçadas, ferimentos e mortes. O que existe dentro precisa de tempo para maturar - o fruto da coragem. Mas quando cresce o amor entre dois homens normalmente também se espalha ao redor deles.

Começo a caminhar, simples dez passos, porém, ainda insistem em bater. Lembranças vem à tona!

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Deixando claro o motivo do tormento. Deixando claro que amar, é estar preso em liberdade! Seres do pecado Imundos e levianos! Trancados no quarto. Seres lascivos Nus, descobertos Corpos pelados Cheiro de amoralidade Suor pingando na face. Libertinos e lascivos Dois seres molhados de suor. Por todo o corpo Nas partes secretas e ocultas E assim No nosso tempo infinito Afogando nas gotas da liberdade.

Seres lascivos! Pecamos completamente pelados em nosso quarto. Vem de longe, de outros tempos, abriga-se em meu ser e nele faz moradia. Emudecem sem nenhuma resposta, sem que ninguém perceba. Um sorriso amarelo esconde a dor. Ai como esse silêncio é dolorido! Ai, aii Tanto que quero ,mas nunca me Liberto. Onde pelo mar, jamais , Se pode chegar ou em terra Caminhar.

O paraíso perdido nos olhos Frios , As pétalas de rosas petrificadas E esquecidas com as lembranças de quem um dia vivia… Eu sinto a morte por mim clamar , Mas também sinto por aqueles que em Breve vou deixar.

Agora, aos doze anos, finalmente encontrava o que tanto procurara. É claro que se preparara para aquele momento. Retirou o et preso de sua cama e pouco depois inciou as experiências. As relações sociais tornaram-se delicadas. Cada um vive em sua própria bolha. Confiar tornou-se uma escolha.

Ajudar converteu-se em destaque virtual. As pessoas tornaram-se banais. Depois de lamber teus pés, de lamber tuas coxas, de lamber teu ventre, de lamber teu sexo, revirando as fotos, encontrando fatos, lambi o que eu mais queria. Lambi tua alma. Era assim que eu imaginava ser lambida, ninguém sabia disso. Mal sabia ela, bem, mal eu sabia.

A gente se vestia com o melhor estampado e os retratos perdidos em ângulos longe dos digitais. Com pouco mais de quarenta anos, vó Iracema morreu. Eu ainda tinha quatro anos, o tempo foi lambendo as nossas idas aos cultos, o curto período vivido entre a primeira neta e a vó com nome do livro de José de Alencar.

Vó Iracema tinha os traços puxando para os de uma índia, passava e lavava roupas pra ganhar o dinheirinho dela e era pra os moços que trabalhavam com camisas e calças sociais, iguais aos dos liberais. Mas minha vó morreu e eu chorei muito na vida escondida ou estampada em cenas com poucos ou muitos espectadores.

Como assim? Eu sei que nem sabia meu lugar. Consegui umas vindas e resistindo ao século 21 o mais doloroso e ao mesmo tempo divertido, permitindo- me a algumas interrogações. De perguntas em perguntas tive que lambuzar respostas.

Por quanto tempo ofuscando, por quantas noites mal digeridas, por tantos e tantos sorrisos falsos. De repente resolveu renomear os escritos cuspidos em desafios. Até decidir se despir fantasmas da memória.

Sim, contou outra história. A cidade amanhecia correndo, as pessoas caminhando com cachorros, o prontosocorro lotado, eventos publicados na internet, um bando de gente online. E agora? Dar alma ao capeta ou enfrentar tanta merda? Por vezes tentou chamar a avó, por vezes cansou de ser só, só mais uma embaraçada.

O mundo pedia sossego. Ela pedia um nome. Gostava de olhar paisagens. Mas a vida pedia passagem. Deixa a passagem chamar Valentina? Valentina sendo escrita extravasando lambidas na libido, nas estimas, estigmas, catarse, cartazes espalhados.

Valentina fechou a boca correu e abriu a porta, fez o poder entender o devido lugar. Mas se quisesse contar sobre isso poderia. Preferiu o silêncio comendo respostas.

Na noite fria sugando a língua pela primeira vez. Mas por fim, foi-se embora Nada mais. E é desse tempo — sobretudo durante as décadas de 60, 70 e 80 — que circulavam algumas histórias e lendas sobre aquele bairro. Tinha-se de tudo: lobisomens; burrinhas ferozes; casas mal assombradas; aparições; discos voadores etc. José, grande contador de histórias do município de Quixeré.

Ninguém nunca soube dizer quem era este rapaz fantasmagórico nem o porquê de ele estar ali. O terreno onde costumava buscar a lenha ficava em uma propriedade do Sr.

Antônio Carlos, próximo a um antigo campo de vaquejada. Quem era aquele homem? É somente mais um dos mistérios do bairro Pontal. Ao chegar em certo ponto, percebeu a presença de um cachorro branco que começou a segui-la do seu lado direito por um longo tempo. Assustada, ela continuou a caminhar até chegar na porta de casa, e somente aí foi que o cachorro sumiu do nada.

E o fato repetiu-se outras vezes, com aquele cachorro branco sem cabeça sempre acompanhando a mulher até a porta de sua casa, e desaparecendo logo em seguida. Isso perdurou ainda por quase um ano, quando a mesma veio a falecer depois deste período. Por fim um caso ufológico, isto é, sobre discos voadores. Este é um relato bem mais recente, contado por um amigo atualmente morador do bairro Pontal, próximo também da famosa lagoa. Eram aproximadamente hs quando começaram a aparecer algumas luzes estranhas no céu, no total de 8 a 9 pontos de luz.

E estes avistamentos se tornaram, desde o século passado, um fenômeno mundial, com diversos relatos em muitos países mundo afora. Negra cabeleira crespa selvagem juba solta na brisa esvoaçante paisagem abundante inebriante. Visto o turbante dourada coroa lembrança de reis e rainhas festejo, batuque e cores mil — rufa o tambor ruge a leoa. Livre sou e canto a liberdade livre cantar da ancestral beldade a que chamam soul.

Todos precisam viver sobre certas regras, leis da sociedade. Eu queria fazer o mesmo que ele. Entretanto, valeu a pena a experiência de ir em busca da liberdade, porque encontrou o seu verdadeiro significado e pôde ver a vida de outra maneira.

O que importa é a minha simplicidade Oportunizando-me crenças ocasionais Revigoradas pela essência do saber. Quando me baterem, Me encherem de porrada na rua, Apenas por rexistir e existir, Você vai se importar? Se eu sumir, Você vai me procurar?

Vai se perguntar como foi meu fim? Você vai se importar? Se eu morrer, Você vai no meu enterro? Vai lamentar? Por ter colocado um fascista no poder. E a cada dia que se passava, ficava perceptível que a sensibilidade de enxergar o outro estava se perdendo. O pior de tudo, era conviver com a incerteza de que acordariam vivos no outro dia. Quando arraiava, tudo voltava a mesma rotina de sempre, os moradores de rua vasculhavam os lixos em busca de alimentos; se prostituíam, usavam drogas, e faziam uns bicos para sobreviver.

Assim que os carros paravam na sinaleira, a festa se estabelecia, e um monte de moradores de rua se misturavam em meio aos veículos. E assim, passavam o dia sob o sol escaldante. Cansado de tanto sofrimento, um dos moradores de rua ligou para a imprensa e informou que no Largo dos Mares iria acontecer um suicídio em massa. Por descuido, os repórteres estavam transmitindo tudo ao vivo.

Por que? Ele próprio os transforma, tornando-os mais adequados a suas necessidades. No que se refere ao relacionamento com outros humanos, isto é evidente. Se tenho problemas de convivência com meus familiares, colegas de trabalho e de escola, vizinhos e outros que tais, pouco posso fazer para alterar.

Para minorar os problemas de relacionamento, devo eu mesmo ser o sujeito e objeto dessas mudanças. Ter a iniciativa de me tornar mais tolerante, paciente, desapegado dos meus interesses, valores e preconceitos. Foi o que fez Gregor Samsa.

Oprimido pelas responsabilidades familiares e profissionais, resolveu um dia se transformar radicalmente. De humano autônomo, cumpridor de deveres e capaz de se sustentar, resolveu tornar-se um insectoide, dependente da boa vontade de seus familiares em prover-lhe meios de sobreviver.

Mas por que virar um inseto? Tornam-se mais humanos. Sua nova forma e postura obriga seus familiares a serem finalmente produtivos. Gregor Samsa despojando-se de sua vaidade, orgulho e ambições, renuncia a seu papel hegemônico deixando aos familiares a iniciativa de tomarem suas próprias decisões. Mas de que maneira isso? Transformando-se num ser inferior? Castigando seu personagem com a nova forma, forçando-o a enxergar sua desmedida hybris , levou-o a purificar-se e consequentemente estimular os seus a transformarem-se também.

E eis o fim do caminho. Circulam em longas revoadas em vastas nuvens agitadas. Na praça, o filho mais ilustre rege os dias e as cores, como as composições em seu tempo. Agora é o concreto que toma espaço, cinzento ficando o passado, mas ainda colorida segue esta distante memória. Sinto-me nu As pessoas cadê? Mas, de nada adiantou Catarina só piorou Dali a uns dias foi perdendo a cor Viu suas energias se esvaírem E as esperanças de si partirem Tiveram que arrombar Catarina foi encontrada, jogada Sobre a cadeira âmbar Mulher é autora e atriz da vida, a cada dia!

A una presente essência. Ser a distinta guerreira. A plural da existência. Ora com a desordem. Tem algo bem real.

Faz mesmo novo rumo Vez avesso de cenas. Que releva igual rima. Só afinca a diferente. No reverso de amor. Só contínua cada dia. Atriz do teatro vida! Me pergunto como conseguem Com os pés atarracados nuns chinelos de couro velho ele, que vê as luzes da cidade como estrelas renegadas, da sua janela pequena aos sonhos, deita os olhos num livro procurando a si, um personagem que lhe sirva de espelho em tolas frustrações.

Seu heterônimo das sextas-feiras. Após uma incessante caminhada pelas estradas tortuosas da vida, pude finalmente descansar. Meus ossos agora competem com o joelho o posto da extremidade mais pontuda sob a transparência do lençol. Exalo o odor da invalidez e do esquecimento, como um grande livro jurídico, no fundo da prateleira, pesado e nulo, empoeirado de limitações.

Meus primeiros passos dei num casebre humilde e sorridente, numa terra seca e escancaradamente vermelha como o rubro das bromélias nordestinas.

Nunca vi solo como aquele, tamanha era a imundície e a esperança que lhe cobriam a superfície. Passei a conduzir um carro. Caminhei de preto lustrado até o diploma e rumei firme ao altar. Impaciente, andei de um lado para o outro no hospital à espera de um Pouco reclamei e jamais desisti.

O pâncreas enfermo produz um líquido corrompido e diabético que ulcera nos membros inferiores, principalmente em mim, extremidade infeliz e esquecida do corpo. Conformado, aguardo. O remorso é o maior delator de um crime. Nesse instante sinto a morte invadindo meus sentidos, e esse sentir me aterroriza.

O remorso dói como uma ferida aberta a sangrar pelos móveis, pelo teclado do computador, de onde escrevo agora. Pelas pernas, encharcando as meias de sangue. Eu fico olhando as paredes que eram brancas, vendo imagens que correm de lado a outro. Quando deparo com manchas de escarlate seiva desenhando a cara dela. Caminhando de cabeça para baixo pelo teto. A boca aberta. A língua, ora serpenteando, ora estirada, tesa, apontando para mim, acusando-me. Falando coisas terríveis dentro do meu ouvido.

Eu Estou com a boca seca, o peito mole, doendo. Ouvir a campainha tocando sem parar. Preciso ocupar o espaço físico de Leonora, dando-me um sentido maior.

Sim, muito eu teria a dizer sobre o modo de ser de Leonora. Embora tenda a acreditar ser muito difícil falar sobre Ela. Depois vem um esquecimento quase que total. E essas recordações aparecem-me sempre emaranhadas e esmaecidas. Nada se organiza em minha memória. Daí o motivo de nada poder escrever sobre Leonora. Essa descoberta me confunde, me assusta. Foi sob esse profundo horror que repus o retrato onde estava. É quando um remordimento e a dor tomam conta de minhas entranhas, logo choro convulsivamente a melancólica lembrança Dela.

Mas eles nada me dizem como resposta. E quando acordo estou mais triste ainda e decido que escreverei de Leonora o que Shakespeare escreveu de Desdêmona; Cervantes divagou sobre a Dulcinéia del Toboso para o seu Quixote e Rosa cantou de Diadorim e Riobaldo. Porque, realmente sou desprovido de talento para escrever sobre Leonora. Mal faço anotações sobre sonhos exóticos, encontros impossíveis como os que tive à meia-noite de um dia qualquer.

Em que sobrevoava o Monte Everest, Por isso tomarei outro rumo. Assim como Salomé, uma Sherazade, uma Olga, uma Anita Garibalde; ou quem sabe, uma lenda budista, uma deusa grega ou um ente folclórico. Só por que foi suicida? Mas de nada adianta meus esforços, porque só tenho reminiscências Mas a cena que ela assistiu foi fatal para o desenlace do ardil montado. Sendo alvo de olhares de desdém e perguntas indiscretas entre os passantes. Cada um tentando imaginar meu drama Estaria eu com fome, desempregado, doente Por quem sofro, por quem choro?

No seu conceito, uma forma inconteste de soberba. Sempre fora uma voraz crítica ao modismo, as tolas invenções, aos falsos raciocínios, as hipocrisias e todos os delitos humanos.

Guiava-se Leonora apenas pelo sentido poético. Embora tivesse sido de uma poética violenta, às vezes. E vale lembrar que Ela era extremamente fissurada por quiromancia e cartomancia. Embora todas as suas adivinhações fossem fundamentadas nas Assim sendo, Leonora via em mim um ótimo instrumento para experimentar suas previsões e prognósticos místicos. E isto, Ela fez logo que desenterrou meu corpo da cova de sal, onde eu, moribundo, quase morto, jazia moído e cozido; quando aproveitava para quebrar o resto dos meus ossos.