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Olá, meu nome é Pablo e criei este blog para ajudar os estudantes portugueses a estudar. Carrego milhares de arquivos úteis toda semana

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Agora eu tô solteiro Vou por um freezer de cerveja na sala-de-estar E outro no banheiro Eu posso encher a cara sem ninguém pra me amolar. Synergia, E o corpo encontrado se refletiu também na sonoridade. As a result of the Franco-Prussian War, the Italian government took control of Rome, and Italy was essentially united. Lane, R. Segundo ele, alguns segredos constituem as técnicas da narrativa popular:. Medo da guerra e do abandono. Supremacia Metal. Nessa época também surge a Casa da Leitura em Laranjeiras que abre espaço para os contadores. Se você encontrar algum link quebrado, me avise por favor. Bossa Nova Foda. Garibaldi was eventually voted a pension by the Italian government, and he was considered a national hero until his death on June 2, Blog, uma janela para o mundo o [Marcio Allemand] oE u conto histórias desde muito moleque, se bem que custei a me dar conta disto. Pop Rock. Atualmente desenvolvemos um projeto de pesquisa intitulado Literatura Surda. Tomar consciência a respeito da potência dessas estratégias do fazer. Observar e absorver. Isso numa realidade que efetivamente ampliou as possibilidades de leitura!

Pedra Letícia - Libertas Quæ Sera Tamen (Letras y canción para escuchar) - A nossa vida era um mar de rosas / O amor reinava em nosso doce lar / Todos os. Cifra para ukulele da música Libertas Quae Sera Tamen de Pedra Letícia. A banda Pedra Letícia vem conquistando o Brasil com seu pop rock irreverente e malicioso. Começando no ano de em Goiânia, a capital sertaneja, essa. Faça o download aqui e agora! Nele tem: O Que você se - Libertas Quae Sera Tamen Pedra Letícia - Eu Sou Pedreiro - DOWNLOAD. Baixe aqui o. Ouça músicas de Pedra Letícia como 'Como Que Ocê Pôde Abandoná Eu', 'Em 'Libertas Quae Sera Tamem', 'Eu Não Toco Raul' e todas as outras músicas.

Mas como se diz em física: na natureza nada se cria, nada se perde, o mito se transforma! Ou seja, persiste a necessidade de contar e ouvir histórias. Aí eu posso ganhar dinheiro!

As pessoas querem deixar alguma coisa para o mundo, querem deixar histórias e seus pensamentos. Se meu avô andava a cavalo, meu pai anda de carro, eu uso a internet. Quer dizer: fizeram estradas, alguém um dia inventou o carro, fizeram o projetor de imagens em movimento, alguém inventou o cinema.

Taí a internet Para o homem rural, o tempo se apresenta cíclico, com as colheitas se repetindo, as estações, etc. Quando se chega a estas cifras, o objetivo econômico é um fator preponderante, sim! Um filme tem o dever de gerar lucro, ou seja, produtores tentam minimizar os riscos de um fracasso de bilheteria.

Com os recursos de que se dispõe hoje em dia internet, TV digital, TV por celular, jogos digitais , pode-se trabalhar uma interatividade muito interessante, mas provavelmente dentro de um processo individual, dificilmente numa experiência coletiva num futuro próximo. Os produtores de cinema procuram ficar antenados às necessidades da plateia em potencial. Segundo Hitchcock, que além do grande cineasta, foi um pensador teórico do. Para ele, todo o processo de montagem de um filme molda o tempo.

Por exemplo, uma bomba-relógio cujo contador conta regressivamente cinco segundos, os cortes para o rosto tenso do desmontador da bomba, do mostrador de tempo, das vítimas, o som Mas ainda tateamos no escuro.

Por falar no escuro, me lembrei daquele contador, ao redor da fogueira engraçado como ela nos hipnotiza, né? Nunca podia. Fui contratado, tinha que me virar. Isso muda tudo. Era um filme sobre a narrativa oral, mas era um filme, com suas regras próprias da cinegrafia, seus códigos e truques.

Senti-lo e com ele interagir. Enquanto estou editando o filme, eu sou também plateia. O cinema contém em si um processo ritualístico e também da oferta do mito. A sala de cinema remete às fogueiras do passado, toda escura, as chamas bruxuleiam da tela, pra onde se voltam todas as atenções. Portanto, o cinema retoma o ritual da fogueira, Opa! Combinamos o encontro. Antes de sairmos, tomamos banho, colocamos uma roupa melhorzinha, compramos o ingresso. Compramos a pipoca, conversamos até que comecem os trailers, e logo nos calamos para a vivência do filme.

Após este, vamos a algum bar ou restaurante e completamos nossa experiência social. O cinema exerce seu papel de oferecer histórias através dessa experiência social. Assistir ao super-homem só é possível por conta do D. A partir disto o cinema nos proporciona algo fundamental, o mito e seus arquétipos.

E mais, o tempo do narrador é totalmente diferente no cinema, portanto editei as histórias narradas,. Fui em busca dos personagens com seus arquétipos. Procurei que o filme contasse sua história dentro das histórias contadas e das teorias levantadas, assim como as experiências de vida relatadas.

Paulo Siqueira. Ópera Prima. Nova Cultural. François Truffaut. Companhia das Letras. Andreai Tarkovsky. Christopher Vogler. Afinal eu era o primo mais novo, mas nestas horas a diferença de idade pouco importava. Minhas tias diziam que eu gostava de inventar moda. Por outro lado, tenho um amigo que diz que eu tenho a mente voltada para o mal. Discordo totalmente. Eu era o que se pode chamar de arteiro.

Mas eu gostava de inventar arte e volta e meia deixava a vizinhança de cabelo em pé. Até hoje nunca descobriram quem realmente jogava ovos na casa da vila ao lado do meu prédio. Se desconfiarem de mim, continuarei negando. Houve também uma época em que as meninas da minha rua começaram a receber cartas anônimas.

Eram cartas onde eu me declarava apaixonado, cheias de versinhos simples e rimas baratas. Mas eu era precavido. As meninas nunca quiseram namorar com ele, entre outras coisas, porque ele escrevia errado. Eu escrevia correto. Anos mais tarde, quando eu cursava o segundo grau — atual ensino médio — cobrava para escrever cartas de amor para as namoradas de alguns amigos meus.

Um lanche na cantina do colégio bastava. Na verdade eu nem gostava de escrever tais cartas, mas atendia aos apelos dos amigos mais chegados. O engraçado foi quando uma das namoradas de um destes amigos foi estudar no mesmo colégio que eu. O camarada ficou enciumado. Passou a sentar no fundo da sala. Quase um Cyrano de Bergerac. Ao mesmo tempo que escrevia cartas de amor para a minha namorada ou para as namoradas dos amigos, eu também gostava de escrever poesias e pequenas histórias.

Até hoje guardo com carinho um caderno com meus primeiros escritos. Ganhei da Verinha, uma prima do meu pai, quando fiz 12 anos. Talvez ela nunca tenha se dado conta da importância que aquele presente teve na minha vida. De capa dura, cor de laranja, pautado, grosso. Bonito mesmo. Este caderno acompanhou toda a minha trajetória na tentativa de me tornar escritor e aprendiz de poeta. Talvez por isso eu ainda me surpreenda quando eu leio o que eu escrevia no meu antigo caderno.

Durante muitos anos este caderno foi o meu melhor amigo. Ninguém sabia da sua existência. Ficava escondido. Só na faculdade resolvi revelar que ele existia e tudo o que estava ali escrito virou material de um trabalho que tive de entregar num dos.

Tirei dez e minha autoestima foi às alturas. Meus amigos também gostaram e para muitos deles foi uma surpresa saber que eu escrevia poesias. E escrevia no meu caderno. Computadores ainda eram raros. Entre as poucas certezas que eu tenho nesta vida, uma é que é primordial preservar nossas histórias.

Porque uma boa história faz bem para todo mundo. É uma ferramenta que me deu novo fôlego e estímulo para continuar a escrever. Se antes o meu caderno ficava escondido, fechado numa gaveta, meu blog é literalmente um livro aberto. Qualquer um pode ler, esteja onde estiver.

Nestas horas eu volto ao caderno laranja de capa dura que ficava escondido. Era o. Até que a tal professora mandasse que seus alunos escrevessem um livro. Do fundo da gaveta surgia um caderno com as poesias de um menino. Este menino cresceu e nunca mais parou de escrever.

E se o futuro só chegar quando eu tiver 80 anos, eu vou querer acompanhar as novidades de perto. Por ora sigo falando a mesma língua que meus filhos — e daqui a pouco meu neto — e transito muito bem nas tais redes sociais mais conhecidas atualmente. É engraçado e muito interessante ver como as novas gerações têm facilidade com a linguagem da web. Tudo ao mesmo tempo agora. É neste tipo de futuro que acredito.

Esta é a história que eu conto. Rebecca Blood. Perseus Publishing. Hugh Hewitt. Edas histórias que falavam do fogo. Imagem que salta da memória — fogo crepitando. Vejo mulheres lavando roupa e cantando histórias.

Eu me lembro das histórias ao pé da cama, preparando o sono. Eram histórias de amor. Imagem mítica — noite bem escura com lua estreita pendurada no céu.

Estrelas despencando sobre a terra. Eu me lembro das histórias no computador. Tem dessas também. Clica, arrasta, minimiza, maximiza, e de repente surge outra forma de se contar histórias. Imagem no tempo presente — multimídia colorindo a tela anuncia a chegada de uma contadora virtual. E na essência, a palavra que desperta a memória, reaviva lembranças e afetos, propõe, instiga, efetiva vivências. O século XXI é assim. Sugere a hibridez das linguagens.

Em Paiquerê Piquiri Fiietó foi assim.

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O presencial se fundia ao digital e nos mostrava como duas linguagens distantes no tempo podiam gerar uma terceira, que trazia consigo a marca da contemporaneidade.

Atuei na interface entre a arte e as novas tecnologias. Ao mesmo tempo em que me utilizei de sofisticados recursos digitais, me apropriei da velha arte de contar histórias, técnica ancestral que chega ao século XXI agregada a valores estéticos, significados e significantes distintos.

Novas leituras e outros tantos sentidos. A hibridez do meio e dos processos expondo diferentes significações. A atriz cedia lugar à contadora de histórias que, de posse da palavra, apenas sugeria e apresentava os personagens e as ações.

Leituras Inspiradoras u O livro depois do livro. Giselle Beiguelman. Peirópolis, André Lemos. Sulina, Arlindo Machado. Edusp, Janet H. Experimento, Quem começa é o Carlos. É, pois, um sujeito mestiço que vos fala pela escrita. O retorno à academia se deu em e com o mestrado.

Eu conheci as histórias dos Role-Playing Games com amigos, vivenciando aventuras em tardes divertidas. Divertir-se criando histórias interativamente, cooperativamente, compartilhando fantasias.

Basicamente, no RPG, os praticantes criam suas personagens que participam de histórias parcialmente contadas por um Narrador também chamado de Mestre. Iniciou-se uma parceria de 14 anos, cada vez mais profunda e apaixonada. A atividade era dinamizada por um contador de histórias e as crianças manipulavam as figuras manualmente.

Foi interessante observar que em alguns momentos a interatividade alcançada era maior no flanelógrafo porque as crianças tinham maior espaço para cocriarem a história. Isso numa realidade que efetivamente ampliou as possibilidades de leitura! Yunes, O desafio é buscar um caminho para resgatar leitores desse trauma, desse encontro mal-sucedido.

Os resultados obtidos foram encorajadores com alunos produzindo criativamente e demonstrando terem apreendido as questões de Jorge Amado na obra, bem como seu entorno. Interatividade implica ouvir e respeitar o outro. Entre mitocôndrias, ciclos bioquímicos e cortes histológicos, surgiam guerreiras de espada em punho, dragões e castelos. Os suportes impressos de RPG continuam seguindo o aspecto mais tradicional do design de um livro na forma de códice: a linearidade.

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Assim, a forma que vira fôrma fecha os links do código, limitando suas possibilidades e imprevisibilidades. Assim como meu primeiro trabalho publicado foi no RPG Tagmar, também no.

Eliane Bettocchi. In: Design, arte e tecnologia: espaço de trocas. Espaço INES , v. In: Os lugares do Design na leitura.

Luiz Antônio Coelho et all. Novas Idéias, Jane Maria Braga Silva. Universidade Federal de Juiz de Fora. Devir, Kazuko Kojima Higuchi.

In: Novas linguagens na escola. Adilson Citelli. Gerard Jones. Conrad, Carlos Klimick. In: Design Método. Luiz Antônio Coelho organizador. Tese de doutorado. Carlos Eduardo Lourenço. Com ele as histórias eram dos acontecimentos do momento em discussões inflamadas onde defendia suas ideias. Ouvíamos o disco e ele explicava. Lembro-me da tristeza poética daquele momento quando descobri que o homem morria no mar. Tristeza boa de sentir.

Era um grande historiador e contava para nós a história do nosso país. Aos domingos os netos reuniam-se na casa desses avós. Era uma casa de três andares. Uma delícia aquele cheiro! Meu avô mandava encadernar todos os livros e colocar o seu Ex Libris. O vovô contava os episódios de nossa História como se tivesse participado de todos os fatos. Era um ótimo contador de histórias! Era muito carinhosa e seu talento eram os doces. Que eu adorava comer, mas fazer Este foi meu pai que me apresentou.

Tornei-me uma boa leitora. Com nove anos elegi como meu preferido Os colegas, da Lygia Bojunga Nunes, que li nove vezes seguidas Coincidência os nove anos e as nove vezes Depois me apaixonei pela A fada que tinha idéias, da Fernanda Lopes de Almeida! Eu queria ser a Clara Luz! Meus pais sempre nos levaram para ver peças de teatro. Meu mundo simbólico foi incessantemente alimentado e eu aproveitei cada gota disso. Que maravilha! Conversam, contam fatos, histórias, memórias Muitas vezes constato também que as pessoas esquecem as referências do seu passado e quando começamos a conversar sobre as lembranças e as narrativas do passado Rememoram e se emocionam.

Conversar, contar histórias faz com que a gente reflita sobre nós, sobre o mundo, sobre as relações humanas. Assim, nos tornamos seres críticos e comprometidos com a nossa vida e com a vida dos outros.

É como se esse universo das histórias e da memória tivesse rompido as paredes das casas e invadido os espaços da cidade. Os pais levam seus filhos e experimentam juntos o papel de ouvintes. Os contadores de histórias, que percebem o poder da palavra e a utilizam com maestria, encantam crianças e adultos e mobilizam memórias e símbolos.

Semeiam o desejo de compartilhar narrativas Leituras Inspiradoras u Fiando palha tecendo ouro. Joan Gould. Lucia Hiratsuka. Fernanda Lopes de Almeida. Lygia Bojunga. Casa Lygia Bojunga. E se preparavam depois do jantar, sentados em cadeiras de couro de bode, para ouvir uma boa prosa. O terreiro era de barro batido branco e, em noite de lua, tudo ficava claro ao redor da casa.

Ali surgia um novo mundo na minha cabeça. A roda de histórias na casa da minha avó, a Dona Canela, era o momento de lazer de toda a família. Reconheço que se tratava de uma escola pequenina, mas o rosto gordo da mestra eu ainda lembro. As promoções do livro, da leitura e da literatura fazem parte de novos parâmetros, e na escola surge o professor encantador, aquele que prepara histórias deliciosas para os seus alunos como se fossem biscoitos.

Nós, educadores e pais, sabemos que tem histórias de todo tipo e para qualquer momento, com personagens e enredos diferentes. E qual é a voz da escola? Mas chega aquela hora que o professor encantador de crianças, de tanto trabalhar com as mesmas histórias e livros, cansa um pouco das princesas e príncipes, olhando com bons olhos para novas histórias de autores bem vivinhos e até próximos da escola e da realidade brasileira.

Aquelas vozes da professora impregnadas de literatura começam a aprender muitos outros contos, às vezes um livro por semana, criamos assim a mulher-livro, ou homem-livro, como queiram. É para a sala ao lado que sua professora e outras levam suas crianças para ouvir uma professora enfeitiçadora.

Outra professora relatou-me que de tanto contar histórias na sala e devido a seu desempenho é convidada para abrir eventos para toda a escola. O gosto pelas histórias dos seus trinta alunos de quatro e cinco anos é o bastante para os mesmos ficarem tentando encontrar, no cesto de livros do canto da sala, novas ou velhas histórias para que ela as conte.

E se ela ocultar a palavra, desandam a contarem tudo de novo. Por que a voz da professora encanta tanto as crianças? A voz que escutamos antes de dormir?

Como pai, sempre contei histórias para o meu filho e ele era muito pequeno quando conheceu certos contos. O resto você sabe fazer. Rudolf Lanz. Antroposófica, Leonor von Osterroht.

Diagrama, Nessas, impera o paradigma do silêncio. Ou, para ser mais exata, do silenciamento. Em vez de espaço de morte,.

Um lugar de muitas e variadas vozes. Sendo assim, este é um trabalho em torno do sentido. Em resumo, trata-se de, partindo de nossa reserva simbólica, construída com os. O que significam? Quais suas características principais, seus atributos? E outros trabalham, sim, com o significado profundo dessas narrativas fundantes, incentivando o mergulho em sua atmosfera para melhor compreender suas próprias lembranças, ressimbolizando o passado, a fim de reescrevê-lo e à própria vida.

Nesse sentido, enquanto Darnton nos. Dioniso integrado a Apolo, se me faço entender. Pois afinal somos homo sapiens, homo faber e homo ludens, todos ao mesmo tempo.

Assim, penso ser o papel da Biblioteca emprenhar os leitores de poemas, de filmes, de sonhos, desejos, risos, dores, imagens significativas, de vozes que ressoam no mais profundo de cada um.

Nos palimpsestos, a reescrita era feita por medida de economia: raspava-se no couro, no pergaminho as marcas deixadas do texto primeiro, para usar de novo o suporte onde estivera a escrita anterior. Ética e Estética juntas no quefazer com os acervos. E as vozes das histórias que nos construiram e constroem esses que somos, enfatizando o trabalho com a oralidade e a escuta, experiências comunicativas fundamentais — o contar e ouvir histórias, o fazer com os falares, os cantares diversos, as conversas as artes orais, como as denomina Havelock.

Como as interpretações, como o mundo e a vida. Depois, pode-se elencar. Hugo Assmann. Eugenio Barba. In: Obras. Conscientemente atento à intensidade do gesto, o ator estamos falando da antropologia teatral de Barba, mas também estamos falando do ator que somos todos nós no teatro da vida busca superar -se , transformar.

O equilibrista no fio, na difícil e escolhida tarefa de dar o próximo passo. Porque precisamos também perturbar o conforto institucional, conforme o nomeia Silviano Santiago, que um acervo pode representar. Buscar brechas, janelas, possibilidades para, por exemplo, compreender o acervo como uma aventura no seu sentido mais profundo ad ventura, aquilo que vai acontecer. Tomar consciência a respeito da potência dessas estratégias do fazer. Pois: o que eu quero dizer com o acervo que elaboro, com o qual trabalho?

O que estou pretendendo narrar? O que narram nossos acervos?

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O que comunicam? Artes de fazer. Michel de Certeau.

Robert Darnton. In: A escrita da História: novas perspectivas. Peter Burke Org. UNESP, Gilbert Durand. Eric Havelock. In: Cultura escrita e oralidade. David Olson e Nancy Torrance Orgs. James Hillman.

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Cultrix, Michel Maffesoli. Michel Menou. Disponível em www. Nanci Gonçalves da Nóbrega. FBN-Proler, In: Pensar a leitura: complexidade. Eliana Yunes Org. PUCRio; Loyola, Aquelas professoras pioneiras se sentiam como Naftali, personagem do livro. E Reb Zebelun respondeu: — Elas têm que se conformar.

Pode-se viver sem eles. E, com isso, se depararam com uma nova demanda, muitos e muitos professores que desejavam aprender a contar histórias. Daqueles cursos foram surgindo outras ações em outros espaços educativos: escolas, clubes, igrejas Professores de Física Estudantes de Engenharia Enfim, as pessoas passam pelo grupo Esse poder ilimitado dos livros, estampado e construído dentro das possibilidades e limites do seu construtor, do seu leitor Leituras Inspiradoras u Cenas de leitura.

Verbena Maria Rocha Cordeiro. Z Turchi e V. Silva orgs. ANEP, Josette Jolibert e colaboradores. Artes Médicas, Celso Sisto. Argos, Edmir Perrotti. Cornélia Funke. Esta foi a primeira notícia que me chegou. Fiquei impressionada com a rapidez com que esse movimento se disseminou. As pessoas ficavam encantadas com a nova forma de contar histórias, com os segredos para fazê-las mais atraentes, com as novas técnicas de apresentar os textos dos livros, seduzindo a plateia.

Acreditei neles e nunca mais os abandonei. Enquanto isso, na Casa da Leitura — sede do Proler e do Leia Brasil — a comunidade de Laranjeiras e especialistas em Leitura e Literatura descobriam o encantamento das histórias contadas pelos novos contadores.

De todas as atividades que a casa oferecia, o Curso de Contadores era o mais procurado. Artistas, atores principalmente, produtores culturais, educadores, psicólogos, leitores e até donas de casa iam buscar algo que lhes trouxesse prazer.

Começou com esse curso uma com-. Falava-se todo o tempo de textos, de escritores, de lançamentos de livros, de temas interessantes para se contar, de cultura popular, contos da carochinha, e, assim, circulavam os livros, trocavam-se experiências, formavam-se grupos, pesquisava-se sobre a leitura da literatura.

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Basicamente visavam o incentivo à leitura pelo viés da arte, da literatura. Mas os alunos, além de se descobrirem leitores, descobriam-se também contadores de histórias. Nas cidades, muitos professores tornaram-se contadores, ou individualmente, ou em grupos e, por essa atividade se apaixonaram também pela leitura e pela literatura a ponto de mudar suas vidas. Foram todos encantados pelos contadores de histórias e trabalhar com leitura passou a ser um prazer.

Como o programa tinha como objetivos estimular a leitura, dinamizar os acervos das Bibliotecas e promover, nas unidades do Sesc, eventos e atividades culturais em torno da leitura, encontrei nele a melhor oportunidade para divulgar o trabalho dos Contadores nas unidades do Sesc. E assim, em , realizamos o Simpósio Internacional de Contadores de Histórias, primeiro realizado no Brasil.

Foi muito gratificante participar do início da história dos Contadores de Histórias no país. Levar os contadores comigo pelas instituições por onde passava era como se tivesse levando o Proler — Programa de Incentivo à Leitura da Biblioteca Nacional para dentro delas.

Eram crianças, idosos, jovens, todos encantados pelas histórias que habitavam o interior das unidades. O movimento precioso de leitura que vivia o Sesc gerou um outro projeto Jornada.

Devo mais essa aos contadores de histórias que, como eu, acreditaram nos jovens e enfrentaram essa jornada de trabalho comigo. Quando saí do Sesc, foram eles que deram continuidade a esse nosso projeto. Para isso, começamos nas Casas como se elas fossem a Casa da Leitura.

Era uma volta ao passado. E os contadores sempre comigo. Nessas casas, os idosos recuperaram suas lembranças, suas histórias, seus afetos, as histórias das suas famílias, suas ruas e cidades, as brincadeiras da infân-.

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E foram felizes durante os cinco anos que conviveram com os contadores de histórias. É sempre assim: por onde passam, deixam um rastro de benfeitorias.

Objetiva, Companhia das Letras, Record, Eduardo Galeano. Marina Colasanti. Global, Confesso que relutei em aceitar que as dificuldades vividas em fases iniciais pela empresa, suas crises importantes do passado, seus eventos marcantes, seus executivos anteriores, seus mitos e seus heróis moldassem e restringissem seu comportamento.

Além disso, o futuro da empresa só pode ser construído considerando seu passado, pois os eventos de ontem delineiam o comportamento de hoje. Dessa forma, a mudança só pode ser entendida numa perspectiva de histórias, pois para romper com o passado é preciso antes de tudo, entendê-lo.

Leituras Inspiradoras u O poder das narrativas nas organizações. Stephen Denning. Campus - Elsevier, Nonaka e N. California Management Review, v. Nonaka e H. Campus, O re-encontro com minha cidade, me fez descobrir que ao construí-la, imaginariamente, nela havia reservado lugares de relevo para os primos e os tios, as alvoradas com suas brisas, os sabores e os batuques das festas populares.

Pedi a Deus que me ajudasse, mandando um anjo me buscar de forma veloz, se possível, fulminante. Resolveram me atender?

Era urgente, urgentíssimo declinar da viagem com os anjos. Por isso, a cada instante se encorpava mais. Se escreve a história Benjamin, , Agamben, E esses riscos se mostram e se agudizam quando os movimentos sociais se intensificam, se renovam, se reinventam, atualizando suas potências ao afirmar tradições inquietas e tenazes, com sonhos de dignidade existencial, política, que nunca morrem.

Ressoa em nós Darcy Ribeiro, lembrando como permanece em nós. De toda maneira, com a ditadura, os espaços dos movimentos sociais foram fechados, vigiados e punidos. Se o medo era imenso, toda essa generosidade dos que discordavam abriam caminhos para a liberdade que nunca deixou de fagulhar Assim, os movimentos sociais se deslocaram para espaços que antes pareciam destituídos de política.

Os novos sujeitos coletivos instalavam outro tempo-espaço e requeriam uma outra inteligibilidade Sader, Giorgio Agamben. Boitempo, Tilman Evers. Michel Foucault. Edições Graal, Paulo Freire. Paz e Terra, Maurizio Lazzarato. Eder Sader. Por isso, valorizam a pluralidade dos sujeitos e instrumentos reinventando, em sintonia com nosso tempo, militâncias interativas.

O tempo foi passando, me mudei e ainda era pré-adolescente quando cheguei à Maré, vinda de Del Castilho, removida da avenida Suburbana. Ao saber que fui selecionada, dei um grito de alegria. A partir da oficina surgiu o grupo Maré de Histórias, com jovens e adultos do Bairro da Maré. Objeto que se esquentava ao fogo para alisar o cabelo seria a prancha de hoje.

E é dentro dessa réplica que as pessoas recordam, choram e resgatam, de dentro de si, toda a memória aterrada, adormecida, de uma época vivida ali. Outra experiência que vivi foi no Tempo do Medo. Ah, minha filha, meus meninos caíam muito dentro dessa maré. Leituras Inspiradoras u Livro de contos e lendas da Maré. Mem Fox. Casa da Palavra. Brasil , para que pudessem construir laços de parceria com o tratamento quimioterapêutico e cardiológico de crianças.

Mas e aí? Que fariam elas? Daí a ideia da Oficina de Contos, para levar as histórias ao pé da cama, ao pé do ouvido, sobretudo às crianças que, cheias de achaques e cateteres, mal podiam ficar de pé. As histórias foram chegando comigo e logo se propagavam por todo aquele andar. As crianças pediam e a médica prescrevia: amor todos os dias, remédios tal e tal hora e ao menos uma história por semana. Porque as histórias. Como numa trança. É isso! A palavra guardava para nós um prestígio de nobreza.

E em reverência a estas histórias, criadas ali na Oncologia, cortejadas pela dificuldade, editamos um primeiro livro cheio de histórias e, logo, o segundo.

E editamos o terceiro e o quarto livros. Depois uma coletânea deles todos com livro e CD. E cada vez mais os pais escolhem participar e partilhar histórias ouvidas, vividas e inventadas.

Porque cada vez mais as pessoas buscam voltar ao tempo deste contato perdido, de partilhar o olhar, o gesto terno, a graça, a verdade das palavras. E acreditar nesta possibilidade de cura pode inverter muitos papéis de doenças. Fisiologicamente as histórias mexem conosco também. Mais uma vez, uma Contadora e um livro de histórias. Também aqui os contos chegavam como fios, tentando alinhavar o emaranhado de desintegrações que faziam sofrer a alma das pessoas que ali buscavam cura, alívio, consolo.

Por alguns momentos, uma história que pertence a toda a humanidade passa a pertencer a uma só pessoa, como se falasse dela, como se houvesse sido escrita pra ela, tamanha a empatia com seus feitos e personagens.

Eles carregam o cheiro da esperança um dia vivida, sobretudo da esperança de se viver um final feliz em seu próprio conto real, em sua história de vida. Ademais dos contos, também é rico se trabalhar com as imagens que estes contos suscitam nas pessoas. É um duelo difícil, mas possível.

E nesta teia de diversidades, tínhamos a pluralidade humana, a constantemente enriquecer o nosso enredo: Esta menina aqui é Contadora de Histórias. Eu nunca vi um lugar com Contadora de Histórias, mas aqui é assim. E foi a melhor coisa que me aconteceu aí dentro. Eu nunca vou esquecer esta história. Parece que a menina adivinhou e a trouxe mesmo para mim. Joca, 53 anos. Para este trabalho com histórias, o diagnóstico pouco importa.

O rótulo mais importante é o nome de cada uma destas pessoas — que também escolhem alcunhas para quando as suas frases aparecerem citadas. E sempre começamos a trabalhar em busca de se conhecer a história deste nome que se carrega por toda biografia, que, para tanta gente, traz uma força desigual. E, a partir daí, partilhamos enredos onde as pessoas traduzem capítulos das suas vidas Vico, 38 anos.

E cavando os alicerces dos seus trajetos, encontramos pessoas que foram se construindo enchidas de nada, carentes, carentes de tudo, inclusive de ouvidos para suas próprias histórias. E diante deste manancial, fazemos juntas um trabalho arqueológico mesmo.

Trabalhamos com memória, com acervo, com patrimônio imaterial. Trabalhamos com a leitura e a constante proposta de releitura dos fatos vividos em busca de um sentido para esta vida.

Carlota, 39 anos. Trabalhamos com o mistério e com os tantos vazios que às vezes passamos a vida inteira em busca de conseguir preencher. Trabalhamos com a verdade. Aquela que existia antes do mundo imprimir a nossa imagem em nós. Daí a importância da posse da nossa história. Da história legitimamente nossa, genuína.

Ser mulher com doença mental é o nosso desassossego dia-após-dia. É preciso ter força de vontade para que sejamos grandes pessoas na sociedade e no meio em que estamos a viver. As histórias ajudam-nos a buscar esta força dentro de nós, onde ela existe de verdade. LaraLinda, 49 anos. Bruno Bettelheim. Jette Bonaventure.

Paulus, EDUPE, O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia. E o talento para transformar em arte o singelo ato de narrar? Com as histórias aprendi a fazer perguntas e a buscar respostas diretamente na fonte. Aprendi também que contamos as nossas próprias experiências. Comecei contando para a família e os amigos.

Na medida em que fui me profissionalizando, passei a me apresentar em associações, espaços culturais, escolas e empresas. Os contos tradicionais e a literatura escrita, por possuírem ensinamentos que ultrapassaram séculos e regiões do mundo inteiro, têm o poder de nos apontar direções, de produzir insights e de nos despertar de um longo sono.

Alguns têm verdadeiro poder de cura e parecem chegar na hora certa para nos auxiliar em momentos de escolhas difíceis, mudanças de fases de vida e início de novos projetos. Em setembro de , recebi uma carta inusitada. Estaria pronta para a tarefa? Sua filosofia de trabalho é a de que um bandido recuperado é um bandido a menos nas ruas.

Nem é preciso dizer que aceitei o convite. Esse é o principal objetivo do projeto:. Um acidente com o qual se aprende o que tiver para ser aprendido e se avança no caminho. É como se ninguém mais pudesse se sentir seguro. Medo do terrorismo. Medo da guerra e do abandono.

Medo da doença e da velhice. Medo de que chova muito e leve as casas. Medo da. O medo funciona como uma doença, afetando o nosso bem-estar e disseminando insegurança. Recordo-me, com saudades, das histórias contadas e recontadas para afastar o nosso medo de criança. Tem gente que conta histórias para afastar o medo; e essas histórias contadas e recontadas possuem o dom de encantar a vida.

A palavra do contador de histórias, trabalhada artisticamente, ganha o atrativo estético, que cativa e encanta o ouvinte, conduzindo-o até a sabedoria e aos ensinamentos guardados no conto. A arte permite que o ouvinte se integre ao que é sublime, enriquecendo a experiência. Primeiro pela Justiça e, nesse caso, cumpre pena pelos seus próprios delitos praticados. No caso, as sementes das histórias. Mas é bom lembrar que, no Brasil ou em qualquer lugar do mundo, nem sempre podemos contar com as condições ideais para começar um empreendimento.

Às vezes, é preciso simplesmente começar. Loïc Wacquant. Jorge Zahar Editor, Clarissa P. PUF, Aatravés de Cursos de Libras e, posteriormente, como professora de português em uma escola de surdos. Estranhamento diante da língua e da cultura surda. Sinais que contam histórias. Visual-gestual, modalidade de uma língua de sinais, que alavanca uma diferença na forma como tradicionalmente concebemos as línguas.

Línguas de sinais que nos posicionam e nos jogam para outra experiência: aquela em que o logofonocentrismo é deslocado. Discursivamente nos posicionamos, as armas sonoras silenciam, possibilitando o cultivo de uma outra experiência, em uma comunidade que interpela nosso olhar, nossos sinais. Olhar a cultura, o sujeito, a língua. No entanto, esse contato ocorreu após alguns anos de convívio com a comunidade surda.

Como professora de português, meu olhar esteve muito centrado em ensinar português. Larrosa , p. Aproximei-me de narrativas, de poemas em Libras através de histórias contadas por surdos em diferentes momentos: nas associações de surdos, nos encontros anuais da Feira do Livro em Porto Alegre, em escolas de surdos.

Atualmente desenvolvemos um projeto de pesquisa intitulado Literatura Surda. O registro da literatura surda começou a ser possível principalmente a partir do reconhecimento da Libras e do acesso à tecnologia, que possibilitaram formas visuais de registro dos sinais. Silvia Duschatzky e Carlos Skliar. In: Habitantes de Babel. Políticas e poéticas da diferença. Jorge Larrosa e Carlos Skliar. Autêntica, , p. Jorge Larrosa. Carlos Skliar org. Regina Maria de Souza. Rosa Silveira.

Marisa V.

Mas isso foi só um lampejo, habituada que estou a me valer das palavras para dar conta do inusitado. Sorrio com o corpo todo e sei o que meu sorriso provoca. A menos que eu esculpisse pelas paredes meu rosto e convocasse todos ao toque.

Pressenti que escolher a forma de dizer seria mais contundente do que as palavras em si. Ensaiei baixinho, só na minha cabeça. Quantas entradas diferentes eu poderia ter nesta mesma sala, quantas impressões diferentes poderia causar apenas pela maneira.

Todos os sentimentos se revelariam. Um mar de luzes interagindo, se harmonizando, se fundindo Até que uma voz perguntou: Vai começar? Imaginei o barulhento: Começa! Abri o livro. Recebi o vento da folha de no rosto.

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Eu queria tocar as palavras, mas palavra de vidente é chata, amassada, comprimida. Desejei a textura do A, me aproximar do G, tocar o Q. Queria tatuar em minha pele um poema de Pessoa em relevo. As palavras inanimadas do livro tomaram a forma dos estados de alma propostos pelo autor. Busquei um contato com a plateia através dos sons que emitia. Assim, iam sendo transportadas e arquivadas na lembrança dos ouvintes.

Eram pedaços imateriais a repercutir no espírito daqueles que me emprestavam os ouvidos. Minha voz articulada em palavras criava pontes unificadoras e humanas. Do seu longínquo reino cor-de-rosa, Voando pela noite silenciosa, A fada das crianças vem, luzindo. Papoulas a coroam, e, cobrindo Seu corpo todo, a tornam misteriosa. Mas I Love You. They call me 21 de julho de Renan Montenegro 23 de outubro de Rennan Araujo 24 de dezembro de Josivânio Almeida 26 de dezembro de Daniela Mendes 4 de janeiro de Dan Winchester 25 de maio de Unknown 1 de julho de Carregar mais Para fazer contato clique AQUI.

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